Estás a colocar em causa todo e qualquer processo de entrada de capital na SAD, numa óptica puramente comercial.Não, não estou. Estando fora do “core business” e de outras áreas de actuação prioritária da Caixa, esta participação faria sentido essencialmente se fosse geradora de receitas. Mas mesmo aí talvez fizesse mais sentido inclui-la num fundo.
Mas o teor do paragrafo que me levou a escrever aquilo foi a tua afirmação de que o futebol em Portugal, como negócio, era ruinoso.
E se essa é uma realidade que partilhamos, não existe em Portugal ninguém (seja empresa ou empresário) que, a não ser por motivos esconsos, esteja disponível para investir fortemente.
O que acho é que, no limite, teria melhores resultados a empresa que encarasse a “parceria” de uma forma diferente daquela que é usada habitualmente, i.e., como patrocinadora.
Não conheço minimamente as condições do acordo da CGD com o Benfica, mas estou quase certo que os dividendos retirados do facto de dar o nome ao centro de treinos não compensam o investimento, a não ser que exista um acordo mais amplo e que é completamente desconhecido.
O mesmo se passará com a Puma e o Sporting.
) investimentos em publicidade e notoriedade, e é com outros do mesmo teor que devem ser comparados tendo em conta os seus resultados, para os quais existem métodos para estimação.