Parece que o Mourinho tá f.....

Portugal é, definitivamente, uma terra madrasta!
Cristiano Ronaldo, enquanto no Sporting, era um puto com jeito para a bola mas com muito para aprender e a precisar de rodagem. Hoje é a revelação do ano e uma das mais cintilantes estrelas do futebol mundial. Figo, quando saiu, era muito bom jogador, mas foi em Espanha que se tornou o melhor jogador do mundo. Mariza era uma fadista esquisita, até ser agraciada com um prémio mundial em Londres. Damásio (o António) seria um “intelectual” a braços com uma universidade da idade média em Portugal, mas escolheu os Estados Unidos para ter a projecção que tem e ser agora um dos filhos queridos da nação. E há tantos exemplos destes… Mangueijo, Saramago, Madredeus, …

Mourinho é o melhor treinador de futebol do mundo; mas é mais que isso, é um caso absolutamente excepcional na condução de homens, com poucos, até no mundo empresarial, a poderem ombrear com ele! Por cá, para lá das pequenas invejas, começou por ser o “tradutor” investido nas funções de treinador e acaba a ser o “crápula” do ponto de vista humano; epíteto ganho junto de pessoas que, provavelmente, nunca se relacionaram pessoalmente com ele…

Já dizem os ditados: “Santos da casa não fazem milagres!” e “Como é que se pode ser prior numa freguesia destas?!”

Mas está bem, está bem… nós, Sportinguistas, temos provas irrefutáveis do seu mau-carácter: a cassete que ninguém viu e que prova que ele rasgou a camisola do Rui Jorge!

Recupero esta thread por aparentemente há desenvolvimentos no caso do jogo Barça-Chelsea.

Segundo a SIC, aparecem publicados hoje no jornal Daily Express, excertos do relatório do árbitro Frisk referente ao jogo Barça-Chelsea. Alegadamente o árbitro escreveu no relatório que o treinador do Barcelona Riijkaard lhe entrou no balneáreo durante o intervalo do jogo e que se dirigiu em modos menos próprios. Afirma tb o senhor Frisk que pediu ao treinador do Barcelona para se retirar daquele espaço porque não podia permanecer ali, coisa que o holandês acabou por fazer.

A ser verdade, Mourinho ainda vai acabar por sair por cima, pois isto abala a credibilidade da UEFA, já que se realmente isto consta do relatório do árbitro, não havia maneira da UEFA poder dizer que Mourinho mentiu.

Os meandros do futebol europeu são insondáveis…

Parece um bocado tanga, até porque a UEFA esperou um bocado (uma semana e tal) antes de se pronunciar oficialmente; nesse tempo de certeza que leram o relatório, de certeza que se isso fosse verdade o holandês levava uma “ripada” e o Barça também.

Isso é teoria da conspiração, e nada estranho ainda para mais num jornal britânico…

Portugal é, definitivamente, uma terra madrasta! Cristiano Ronaldo, enquanto no Sporting, era um puto com jeito para a bola mas com muito para aprender e a precisar de rodagem. Hoje é a revelação do ano e uma das mais cintilantes estrelas do futebol mundial. Figo, quando saiu, era muito bom jogador, mas foi em Espanha que se tornou o melhor jogador do mundo. Mariza era uma fadista esquisita, até ser agraciada com um prémio mundial em Londres. Damásio (o António) seria um “intelectual” a braços com uma universidade da idade média em Portugal, mas escolheu os Estados Unidos para ter a projecção que tem e ser agora um dos filhos queridos da nação. E há tantos exemplos destes… Mangueijo, Saramago, Madredeus, …

Mourinho é o melhor treinador de futebol do mundo; mas é mais que isso, é um caso absolutamente excepcional na condução de homens, com poucos, até no mundo empresarial, a poderem ombrear com ele! Por cá, para lá das pequenas invejas, começou por ser o “tradutor” investido nas funções de treinador e acaba a ser o “crápula” do ponto de vista humano; epíteto ganho junto de pessoas que, provavelmente, nunca se relacionaram pessoalmente com ele…

Já dizem os ditados: “Santos da casa não fazem milagres!” e “Como é que se pode ser prior numa freguesia destas?!”

Mas está bem, está bem… nós, Sportinguistas, temos provas irrefutáveis do seu mau-carácter: a cassete que ninguém viu e que prova que ele rasgou a camisola do Rui Jorge!

Tens dúvida que o homem é crápula, tudo bem, são opiniões, também já apareceu cá quem dissesse que o Hugo era o nosso melhor central, que se há de fazer, contra opiniões não há argumentos.

Mas esse unanimismo e apoio incondicional por o homem ser português dá-me um bocado de náuseas e não vi esse apoio unânime e total ao Carlos Queirós quando esteve no Real Madrid. Lá por ser português não quer dizer que gostemos dele, o Salazar também era português e…? O SL-FDP também é de Portugal, e…?

Acho uma piada do caraças a estes moralistas que têm a mania que temos que gostar daquilo do que eles gostam…

Portugal é, definitivamente, uma terra madrasta! Cristiano Ronaldo, enquanto no Sporting, era um puto com jeito para a bola mas com muito para aprender e a precisar de rodagem. Hoje é a revelação do ano e uma das mais cintilantes estrelas do futebol mundial. Figo, quando saiu, era muito bom jogador, mas foi em Espanha que se tornou o melhor jogador do mundo. Mariza era uma fadista esquisita, até ser agraciada com um prémio mundial em Londres. Damásio (o António) seria um “intelectual” a braços com uma universidade da idade média em Portugal, mas escolheu os Estados Unidos para ter a projecção que tem e ser agora um dos filhos queridos da nação. E há tantos exemplos destes… Mangueijo, Saramago, Madredeus, …

Mourinho é o melhor treinador de futebol do mundo; mas é mais que isso, é um caso absolutamente excepcional na condução de homens, com poucos, até no mundo empresarial, a poderem ombrear com ele! Por cá, para lá das pequenas invejas, começou por ser o “tradutor” investido nas funções de treinador e acaba a ser o “crápula” do ponto de vista humano; epíteto ganho junto de pessoas que, provavelmente, nunca se relacionaram pessoalmente com ele…

Já dizem os ditados: “Santos da casa não fazem milagres!” e “Como é que se pode ser prior numa freguesia destas?!”

Mas está bem, está bem… nós, Sportinguistas, temos provas irrefutáveis do seu mau-carácter: a cassete que ninguém viu e que prova que ele rasgou a camisola do Rui Jorge!

Sobre este tema, recomendo a leitura da seguinte entrevista:

http://contactos.weblog.com.pt/arquivo/2005/01/os_aconteciment.html

Está transcrita neste blog, mas o originalmente vem do suplemento Pública.

Portugal é, definitivamente, uma terra madrasta! Cristiano Ronaldo, enquanto no Sporting, era um puto com jeito para a bola mas com muito para aprender e a precisar de rodagem. Hoje é a revelação do ano e uma das mais cintilantes estrelas do futebol mundial. Figo, quando saiu, era muito bom jogador, mas foi em Espanha que se tornou o melhor jogador do mundo. Mariza era uma fadista esquisita, até ser agraciada com um prémio mundial em Londres. Damásio (o António) seria um “intelectual” a braços com uma universidade da idade média em Portugal, mas escolheu os Estados Unidos para ter a projecção que tem e ser agora um dos filhos queridos da nação. E há tantos exemplos destes… Mangueijo, Saramago, Madredeus, …

Mourinho é o melhor treinador de futebol do mundo; mas é mais que isso, é um caso absolutamente excepcional na condução de homens, com poucos, até no mundo empresarial, a poderem ombrear com ele! Por cá, para lá das pequenas invejas, começou por ser o “tradutor” investido nas funções de treinador e acaba a ser o “crápula” do ponto de vista humano; epíteto ganho junto de pessoas que, provavelmente, nunca se relacionaram pessoalmente com ele…

Já dizem os ditados: “Santos da casa não fazem milagres!” e “Como é que se pode ser prior numa freguesia destas?!”

Mas está bem, está bem… nós, Sportinguistas, temos provas irrefutáveis do seu mau-carácter: a cassete que ninguém viu e que prova que ele rasgou a camisola do Rui Jorge!

Sobre este tema, recomendo a leitura da seguinte entrevista:

http://contactos.weblog.com.pt/arquivo/2005/01/os_aconteciment.html

Está transcrita neste blog, mas o originalmente vem do suplemento Pública.

Da mesma forma que recuso a ideia do “é português, logo é bom”, também acho babcoca a ideia do filósofo dessa entevista, que é a oposta, “somos portugueses, logo complexados e inferiores”.

Somos como qualquer outro povo no mundo, há mais de 300 países e regiões no mundo, cada uma tem coisas boas e más, não só coisas boas ou só coisas más.

Caro Alemid,

ponto por ponto:

  1. “Tens dúvida que o homem é crápula, tudo bem, são opiniões, também já apareceu cá quem dissesse que o Hugo era o nosso melhor central, que se há de fazer, contra opiniões não há argumentos.”

Tenho! Tenho dúvidas que o homem seja um crápula e a avaliar pela tua convicção depreendo que o devas conhecer muito bem. A menos que estejamos perante mais um caso de absolutismo mediático em que os fragmentos de personalidade que o mediatismo conferem são tomados como o todo de uma personalidade que, de facto, se desconhece; é o eterno problema de se tomar a nuvem por Juno.

  1. “Mas esse unanimismo e apoio incondicional por o homem ser português dá-me um bocado de náuseas e não vi esse apoio unânime e total ao Carlos Queirós quando esteve no Real Madrid. Lá por ser português não quer dizer que gostemos dele, o Salazar também era português e…? O SL-FDP também é de Portugal, e…?”

A mim também. Neste ponto estou de acordo contigo, ainda que não me pareça que isso contradiga seja lá o que for que eu tenha escrito. Vejamos, o que eu quis dizer é que é normal as pequenas invejas de paróquia, na nossa bendita terra, procurarem todos os pontinhos negros possíveis e imaginários dos bem sucedidos do burgo. [Se Churchill tivesse sido portuga os bloquistas chamar-lhe-ia beligerante facínora, os fanáticos anti-tabagistas diriam que o gajo era um perigoso propagandista do mau hábito de fumar, os homofobos acusá-lo-iam de ser um bocado abichanado por fazer ponto de cruz e os católicos militantes da Opus Dei diriam que era um perigoso maçon por se entreter a construir o muro lá de casa; nem sei se sobrariam os conservadores e liberais para lhe reconher a genialidade e o mérito que teve…] Estou-me nas tintas para esse portuguesismo saloio, investido de designio nacional de tempos a tempo, de que tudo o que é nosso é bom, mas irrita-me até ao tutano que não se reconheça cá dentro o mérito de que o que é nosso pode ser, verdadeiramente, genial: e Mourinho é verdadeiramente genial!

  1. “Acho uma piada do caraças a estes moralistas que têm a mania que temos que gostar daquilo do que eles gostam…”

Não quero crer que esta dos “moralistas” me seja dirigida a mim… só para não ter que me chatear contigo! :slight_smile:

Caro Alemid,

Em primeiro lugar;

O que é nacional é bom.

Em segundo lugar, podes rabear a vontade e dar as voltas que quiseres, mas Mourinho é o maior, e não há nada, mas mesmo nada que possas fazer sobre isso.

terceiro, a UEFA esta a fazer tudo o que pode para enterrar o pekeno Mouro, basta ver a arbitragem encomendada tanto no Chelsea-Barça (penalty patetico inventado), como no penalty de ontem, mas contra tudo e contra todos, o Mourito la vai ganhando, nada a fazer…

P-S. Queiroz é um incompetente, um patetico, um perdedor nato, compara-lo com Mourinho nem te fica bem.

Portugal é, definitivamente, uma terra madrasta! Cristiano Ronaldo, enquanto no Sporting, era um puto com jeito para a bola mas com muito para aprender e a precisar de rodagem. Hoje é a revelação do ano e uma das mais cintilantes estrelas do futebol mundial. Figo, quando saiu, era muito bom jogador, mas foi em Espanha que se tornou o melhor jogador do mundo. Mariza era uma fadista esquisita, até ser agraciada com um prémio mundial em Londres. Damásio (o António) seria um “intelectual” a braços com uma universidade da idade média em Portugal, mas escolheu os Estados Unidos para ter a projecção que tem e ser agora um dos filhos queridos da nação. E há tantos exemplos destes… Mangueijo, Saramago, Madredeus, …

Mourinho é o melhor treinador de futebol do mundo; mas é mais que isso, é um caso absolutamente excepcional na condução de homens, com poucos, até no mundo empresarial, a poderem ombrear com ele! Por cá, para lá das pequenas invejas, começou por ser o “tradutor” investido nas funções de treinador e acaba a ser o “crápula” do ponto de vista humano; epíteto ganho junto de pessoas que, provavelmente, nunca se relacionaram pessoalmente com ele…

Já dizem os ditados: “Santos da casa não fazem milagres!” e “Como é que se pode ser prior numa freguesia destas?!”

Mas está bem, está bem… nós, Sportinguistas, temos provas irrefutáveis do seu mau-carácter: a cassete que ninguém viu e que prova que ele rasgou a camisola do Rui Jorge!

Sobre este tema, recomendo a leitura da seguinte entrevista:

http://contactos.weblog.com.pt/arquivo/2005/01/os_aconteciment.html

Está transcrita neste blog, mas o originalmente vem do suplemento Pública.

Nem mais…
Ainda que eu me esteja nas tintas para a auto-imagem dos tugas, ou para discursos excessivamente autopoiéticos. A verdade é que a inveja - e nem quero saber se é um mal exclusivo nosso ou não - é um quistozito da nossa paróquia que, curiosamente, só toca aqueles que, pelas mais diversas razões, não são capazes do mesmo!

P-S. Queiroz é um incompetente, um patetico, um perdedor nato, compara-lo com Mourinho nem te fica bem.

Onde é que eu assino por baixo?!
Queirós é um intelectual da bola. Continuo a crer que, possivelmente, daria um excelente gestor do departamento de futebol… mas como treinador…

Caro Alemid,

ponto por ponto:

  1. “Tens dúvida que o homem é crápula, tudo bem, são opiniões, também já apareceu cá quem dissesse que o Hugo era o nosso melhor central, que se há de fazer, contra opiniões não há argumentos.”

Tenho! Tenho dúvidas que o homem seja um crápula e a avaliar pela tua convicção depreendo que o devas conhecer muito bem. A menos que estejamos perante mais um caso de absolutismo mediático em que os fragmentos de personalidade que o mediatismo conferem são tomados como o todo de uma personalidade que, de facto, se desconhece; é o eterno problema de se tomar a nuvem por Juno.

  1. “Mas esse unanimismo e apoio incondicional por o homem ser português dá-me um bocado de náuseas e não vi esse apoio unânime e total ao Carlos Queirós quando esteve no Real Madrid. Lá por ser português não quer dizer que gostemos dele, o Salazar também era português e…? O SL-FDP também é de Portugal, e…?”

A mim também. Neste ponto estou de acordo contigo, ainda que não me pareça que isso contradiga seja lá o que for que eu tenha escrito. Vejamos, o que eu quis dizer é que é normal as pequenas invejas de paróquia, na nossa bendita terra, procurarem todos os pontinhos negros possíveis e imaginários dos bem sucedidos do burgo. [Se Churchill tivesse sido portuga os bloquistas chamar-lhe-ia beligerante facínora, os fanáticos anti-tabagistas diriam que o gajo era um perigosso propagandista do mau hábito de fumar, os homofobos acusá-lo-iam de ser um bocado abichanado por fazer ponto de cruz e os católicos militantes da Opus Dei diriam que era um perigoso maçon por se entreter a construir o muro lá de casa; nem sei se sobrariam os conservadores e liberais para lhe reconher a genialidade e o mérito que teve…] Estou-me nas tintas para esse portuguesismo saloio, investido de designio nacional de tempos a tempo, de que tudo o que é nosso é bom, mas irrita-me até ao tutano que não se reconheça cá dentro o mérito de que o que é nosso pode ser, verdadeiramente, genial: e Mourinho é verdadeiramente genial!

  1. “Acho uma piada do caraças a estes moralistas que têm a mania que temos que gostar daquilo do que eles gostam…”

Não quero crer que esta dos “moralistas” me seja dirigida a mim… só para não ter que me chatear contigo! :slight_smile:

Sem querer entrar em polémicas, uma pessoa que passa de si própria uma imagem má só para atingir determinados objectivos que são ganhar a qualquer preço, pode ser a melhor pessoa do mundo na intimidade, mas é pelo menos maquiavélico.

Churchill: é britânico e não portuga, mas mal acabou a guerra foi derrotado nas eleições que se seguiram.

Moralistas: cada um tem a sua opinião, convém é aceitarem a dos outros e não entrar em esquemas de “são uns invejosos”, não gostar de uma pessoa não significa que se tenha inveja deles. Detesto os merdosos dos lamps, não significa que tenha inveja deles; detesto o Michael Jackson, será que sou um invejoso?

Da mesma forma que recuso a ideia do "é português, logo é bom", também acho babcoca a ideia do filósofo dessa entevista, que é a oposta, "somos portugueses, logo complexados e inferiores".

Somos como qualquer outro povo no mundo, há mais de 300 países e regiões no mundo, cada uma tem coisas boas e más, não só coisas boas ou só coisas más.

Atenção que nunca é dito que o português é inferior. A entrevista fala sim mas é de algum complexo de inferioridade existente e vejo lá bem retratados alguns dos problemas da maneira de ser do português. Não são as capacidades a serem postas em causa, mas alguma falta de confiança com justificações históricas.

terceiro, a UEFA esta a fazer tudo o que pode para enterrar o pekeno Mouro, basta ver a arbitragem encomendada tanto no Chelsea-Barça (penalty patetico inventado), como no penalty de ontem, mas contra tudo e contra todos, o Mourito la vai ganhando, nada a fazer...

Mas porque a UEFA quer fazer isso :? ?

Ainda por cima é o único clube inglês na Liga dos Campeões :roll:

Caro Alemid,

Em primeiro lugar;

O que é nacional é bom.

Em segundo lugar, podes rabear a vontade e dar as voltas que quiseres, mas Mourinho é o maior, e não há nada, mas mesmo nada que possas fazer sobre isso.

terceiro, a UEFA esta a fazer tudo o que pode para enterrar o pekeno Mouro, basta ver a arbitragem encomendada tanto no Chelsea-Barça (penalty patetico inventado), como no penalty de ontem, mas contra tudo e contra todos, o Mourito la vai ganhando, nada a fazer…

P-S. Queiroz é um incompetente, um patetico, um perdedor nato, compara-lo com Mourinho nem te fica bem.

Se o nacional é bom, devias elogiar o Queirós.

Ver teorias da conspiração na UEFA é fantástico. É, do 8 ao 80, o 8: somos pequeninos, portuguesinhos, coitadinhos de nós.

Mourinho: não disse que é mau, nem que é o 2º melhor do Mundo, por isso não percebo a tua frase. Não tenho que gostar dele, ponto final. Certamente que te lembrarás de centenas de situações de coisas que são as melhores do mundo e que mesmo assim detestas.

A menos que estejamos perante mais um caso de absolutismo mediático em que os fragmentos de personalidade que o mediatismo conferem são tomados como o todo de uma personalidade que, de facto, se desconhece; é o eterno problema de se tomar a nuvem por Juno.

E que juízo podemos fazer nós, senão o baseado nesses mesmos fragmentos?

Não podemos opinar sobre o que não se conhece, de facto, mas do que se vai sabendo e vendo, Mourinho é obstinado na vitória custe o que custar.

Algo que por uma questão de princípios (meus) não aceito e censuro, especialmente porque estamos a falar de desporto, onde outros valores, pelo menos no meu caso, são mais importantes.

A menos que estejamos perante mais um caso de absolutismo mediático em que os fragmentos de personalidade que o mediatismo conferem são tomados como o todo de uma personalidade que, de facto, se desconhece; é o eterno problema de se tomar a nuvem por Juno.

E que juízo podemos fazer nós, senão o baseado nesses mesmos fragmentos?

Não podemos opinar sobre o que não se conhece, de facto, mas do que se vai sabendo e vendo, Mourinho é obstinado na vitória custe o que custar.

Algo que por uma questão de princípios (meus) não aceito e censuro, especialmente porque estamos a falar de desporto, onde outros valores, pelo menos no meu caso, são mais importantes.

Yep. Se eu fosse atrás dos vencedores, teria escolhido ser orc, que na altura que nasci dominava o futebol. Só que há outros valores, não apenas vencer a todo custo.

Portugal é, definitivamente, uma terra madrasta!
Sim, porque só em Portugal é que há pessoas (?) que não vão muito à bola com o Mourinho, para o resto do mundo ele é a reencarnação da Madre Teresa de Calcutá.

Na realidade, foi a minha inveja de português mesquinho que me fez torcer pelo Porco em Sevilha. Foi a minha inveja que me fez ficar maravilhado com o banho de bola que a Lazio levou nas Antas, e também, numa nota mais sombria, com a iminente goleada de que nos livrámos em Alvalade no ano do 1º campeonato do Mourinho.

Enfim, quando me falam em “inveja” para justificar a animosidade do português comum em relação ao Mourinho, já não sei se ria se chore. É que eu tenho tanta, mas tanta inveja do homem, que o que me começa a chatear mais no animal é não conseguir torcer por ele, já que reconheço sem qualquer tipo de hesitação que o que ele está a fazer, não só em benefício próprio mas também pelo país, é simplesmente fantástico.

já que reconheço sem qualquer tipo de hesitação que o que ele está a fazer, não só em benefício próprio mas também pelo país, é simplesmente fantástico.

É com este tipo de generalizações que tem que se ter cuidado. Que é que a Suécia ganhou com a afirmação do Erikson como um dos melhores técnicos do Mundo nos anos 80?

Outra pergunta: Em futebol as paixões pesam mais que a racionalidade, por isso podemos dizer que no Mundo há alguns adeptos que adoram o Mourinho, nomeadamente os do Chelsea, e os que o odeiam, quantos são? Devem ser bem mais, muitos por inveja certamente, outros por ele não estar nos clube deles, mas será que é bom para Portugal, na generalidade, ficar associado à imagem de xico-espertice e desejo de vencer a todo custo, logo nós que já não temos imagem de sermos muito honestos e trabalhadores, mau perder, má-educação, amuos, mentiras e tudo o resto que nos vai aparecendo? O homem tem uma tremenda capacidade e inteligência, mas que é que vai ficar na memória dos espectadores em geral?

A menos que estejamos perante mais um caso de absolutismo mediático em que os fragmentos de personalidade que o mediatismo conferem são tomados como o todo de uma personalidade que, de facto, se desconhece; é o eterno problema de se tomar a nuvem por Juno.

Não podemos opinar sobre o que não se conhece, de facto, mas do que se vai sabendo e vendo, Mourinho é obstinado na vitória custe o que custar.

E como eu desejaria que os meus (consócios do Sporting, colegas de profissão, compatriotas de Portugal) também fossem… obstinados pela vitória!!!

Bom, eu não alinho pelo branqueamento do Mourinho enquanto mau caracter, mas nem por isso passo a enterrá-lo por dá cá aquela palha. Acho que no meio, como em todas as coisas na vida é que está o equilibrio e a virtude.

Se há virtude que se lhe aponte é o de ser solidário com a sua equipa e defender os seus colaboradores e jogadores até à ultima. E este caso não passa disso mesmo. Senão, vejamos:

Ele começa por afirmar que o Rijkaard esteve a pressionar o árbitro ao intervalo. Ele nunca disse se foi ele que viu ou quem foi.

Depois afirma que, de facto não foi ele que viu mas se um dos seus colaboradores afirma que viu, então para ele é igual pois se ele não confia nos colaboradores mais chegados vai confiar em quem?

Ou seja. Se estivermos do lado dele, dificilmente poderemos questionar a sua postura ou até o seu caracter, pois ele faz tudo para defender tudo e todos os que contribuem para o seu trabalho.

Se atentarmos à atitude do Chelsea, temos de acreditar que na cabeça dele a coisa não terá entrado nada bem. Ele continua convicto de que quem lhe relatou a cena do Frisk com o Rijkaard lhe disse a verdade e a falta de solidariedade publica por parte do Chelsea, ao não recorrer da decisão da UEFA, pode ter várias leituras.

Esta noticia de hoje vem reforçar a sua posição e se por um lado podemos, como diz o Leão, duvidar da credibilidade da noticia, por outro lado temos de nos lembrar que os media britânicos lhe têm uma sede que só não o tramam mais porque não podem.

O que agora está em causa já nem é tanto o Mourinho mas sim a UEFA e cabe neste momento à UEFA chegar-se à frente e explicar tudo tintim por tintim. Algo de muito sério se terá passado com o arbitro Andres Frisk mas não foram as declarações de Mourinho que o levaram a abandonar o futebol. Nem pensar. E as declarações do responsavel pela arbitragem da UEFA ao considerar o Mourinho um inimigo do futebol são de um exagero tal que se destinam claramente a provocar um julgamento em praça publica antes mesmo de se apurarem quaisquer factos relativos às suas denúncias.

Provavelmente nunca se saberá toda a verdade sobre este assunto, mas uma coisa é certa: A UEFA não lidou com este assunto da melhor forma. Demorou demasiado a pronunciar-se, sempre com pézinhos de lã para o lado do Barcelona e com o dedo apontado ao Chelsea, quando quem fez a queixa e deu inicio a todo o processo foi precisamente o Chelsea.

A menos que estejamos perante mais um caso de absolutismo mediático em que os fragmentos de personalidade que o mediatismo conferem são tomados como o todo de uma personalidade que, de facto, se desconhece; é o eterno problema de se tomar a nuvem por Juno.

Não podemos opinar sobre o que não se conhece, de facto, mas do que se vai sabendo e vendo, Mourinho é obstinado na vitória custe o que custar.

E como eu desejaria que os meus (consócios do Sporting, colegas de profissão, compatriotas de Portugal) também fossem… obstinados pela vitória!!!

Mas nunca a qualquer custo…