Oceano: «não podia abdicar de tudo para regressar»

Oceano assume que não podia abdicar de tudo para regressar ao Sporting

O ex-«capitão» do Sporting assumiu hoje que não aceitou o convite para regressar a Alvalade porque não podia abdicar de tudo aquilo que acredita e que tem defendido ao longo da sua vida para assinar pelos «leões».

«Não se pode abdicar de tudo para entrar num sítio que gostaria de estar. Desde a minha saída do Sporting a primeira proposta feita foi em 1997/98 e para ser treinador do Sporting, mas atrás dessa proposta vinha a dispensa de 10 ex-colegas meus. Era mais uma vez uma dessas propostas onde nós queremos entrar mas não podemos aceitar, porque considerava que Pedro Martins, Afonso Martins e outros eram importantes no Sporting e que tinha futuro no clube», explicou Oceano, em declarações à Renascença.

O ex-«capitão» do Sporting era apontado como possível elemento da nova equipa técnica «leonina», mas o jogador acabou por declinar o convite.
09-11-2005 18:43

" … Não se pode abdicar de tudo para entrar num sítio que gostaria de estar. Desde a minha saída do Sporting a primeira proposta feita foi em 1997/98 e para ser treinador do Sporting, mas atrás dessa proposta vinha a dispensa de 10 ex-colegas meus. Era mais uma vez uma dessas propostas onde nós queremos entrar mas não podemos aceitar, … "

Isso quer dizer que sempre vai haver a “tal limpeza no balneário”? se assim for até eu vou para lá!

cumps,
VCoelho

Olha que pode não ser isso. O mugambo pode estar a dar isso à laia de exemplo, aliás pq qualquer limpeza de balneário actual passaria pela saída de gente que pouco ou nada terá a haver com oceano… .se calhar ele estava a referir-se a companhias de trabalho…

:lol: :lol: :lol:

Pedro Martins e Afonso Martins?

Eu tenho um top 10 dos piores jogadores que jogaram (não apenas meia dúzia de jogos) pelo Sporting, e estes dois estão na primeira metade da tabela.

A.A.

Olha que pode não ser isso. O mugambo pode estar a dar isso à laia de exemplo, aliás pq qualquer limpeza de balneário actual passaria pela saída de gente que pouco ou nada terá a haver com oceano.. .se calhar ele estava a referir-se a companhias de trabalho...

respeito muito o Oceano por aquilo que fez com a camisola do Sporting, deixava tudo em campo. Mas, por razões extra futebol (aqui fala-se tanto de copofonia e gamblingofonia de dirigentes e esquecem-se de não dirigentes…) nunca olhei para o Oceano como um exemplo a seguir.

estás-te a referir a quem? Ao Freitas? Isso é completamente especulativo da tua parte.

com razão ou sem ela as declarações de Oceano confirmam o que me contaram na altura e que partilhei aqui. O Oceano pretendia algo cuja entrada do “conselheiro leonino” Carlos Freitas impedia. Oceano tem que se contentar com o que lhe oferecem e obviamente tem direito a recusar assim como o clube a não dar seguimento ao que ele pretendia. Fica no entanto a ideia de que terá alguma razão nas questões do “respeito” pois o próprio Meireles diz por exemplo que lhe deu “um par de horas para decidir”, um pormenor que fundamenta a ideia de que a coisa foi feita assim um bocado às 3 pancadas. Nothing new.

O Oceano digam o que disserem sente o Sporting e quer vir para o Sporting um dia, mas provavelmente sente que tem capacidades para ser mais que um adjunto.

O Oceano sempre foi lider e soube sê-lo.

É discutível por ele ser assim ou querer que seja assim, mas é a forma dele ser e sempre o conheci assim.

Pois ao que parece o Oceano não queria ser adjunto queria ser Director Geral.

Por outro lado, o Paulo Bento exigiu o regresso do CF para aceitar o cargo.

Como é obvio eram dois galos para o mesmo poleiro.

Provavelmente nem o Paulo Bento queria o Oceano como adjunto, nem o Oceano queria ir para a equipa técnica.

O Oceano pode ser um grande Sportinguista,mas sempre que ha qualquer convite do Sporting,ele quer sempre mais do que aquilo que lhe oferecem.

Ele deve sonhar a castelos muitos altos.

 Isto ja nao e de agora so.

se calhar sonha com estrelas. Pelo menos tem uma na testa.

Isto está no blog “Conversa da Tanga”.

A ser verdade o Oceano fica mal na fotografia.

«Ele há com cada uma. Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades. É um ditado muito antigo e cabe que nem uma luva no diferendo entre Oceano e o Sporting, mais concretamente no papel de Rui Meireles.

Afinal, o que o Oceano queria era um grande tacho no seu clube de sempre. O ex-comentador do Senhora Dona Lady, e figura da “socialite” portuguesa, não aceitou ser adjunto de Paulo Bento. O que ele queria era algo como director-geral ou gestor do futebol leonino. Só que Oceano cometeu uma “gaffe” de todo o tamanho. Mandou uma mensagem via telemóvel para Rui Meireles, quando o seu nome estava ventilado para adjunto, com a seguinte designação: «Queria apenas dar-lhe um abraço e reafirmar-lhe a minha total disponibilidade para aquilo que precisar. Saudações leoninas.»

Pois é, o que Oceano não contava é que Meireles guardasse esta mensagem e que serviu de resposta ao Oceano. Diz Meireles que o Oceano lhe tinha afirmado que «entendia que podia servir melhor o Sporting como uma espécie de director-geral, que reportava à administração.» Só que o administrador da SAD disse que não era isso que o Sporting procurava. Vai daí Oceano argumentou ontem que «não se pode abdicar de tudo em prol de entrar num sítio onde se gostaria de estar. Há outros valores que se levantam, nomeadamente o respeito.»

Pois é Oceano. É como diz uma campanha de uma conhecida operador de comunicações móveis: O que tu queres… sei eu! Outros valores se levantam? Pois claro, o cargo de director dá mais que o de adjunto. Da próxima vez, se calhar é melhor pensar 2 vezes antes de mandar uma mensagem por telemóvel !! Depois do que mandaste, querias o quê ??»

http://conversasdatanga.blogspot.com/2005_11_01_conversasdatanga_archive.html#113161561691529826

O Oceano desceu muitos pontos na minha consideração, recusou uma proposta do Sporting quando o clube mais precisava dele apenas porque queria um lugar de maior destaque, e ainda teve a lata de vir para a comunicação pessoal queixar-se pelo facto e dizer que o clube lhe estava a faltar ao respeito, não vou esquecer tudo o que fez pelo clube enquanto o representou, mas depois disto já não quero voltar a ver em Alvalade, portanto Oceano adeus e até nunca mais.

Li hoje as declarações do Oceano, e para além dos media quererem arranjar aqui algum foco de instabilidade, pareceu-me que o Oceano quer é um cargo na direcção, ou como director geral para o futebol. Saiu-lhe mal. E ficou mal perante os adeptos, pois afinal não estaria apenas para servir o Sporting, mas para se servir do Sporting. E digo-vos com toda a sinceridade, nutro um grande respeito pelo passado do Oceano, enquanto jogador do Sporting, mas depois do termino da sua carreira, não me parece que a sua conduta seja a mais indicada para a convivencia diaria com profissionais de futebol.

Pois…o pior de tudo é estar-se a fazer mais uma novela.

E a culpa não é só da pasquinada. Se houvesse mais calma e estabilidade, os senhores Oceano e Meireles trocavam elogios publicamente, resolviam como gentlemen a questão, e iam trocar bitaites por sms, telefone ou mail.

Mas não…é preciso é vir a público defender a respectiva honra(?) por causa de pin Tellos, e criar mais uma aventura no mundo verde…

A.A.

já em 1997/98, contemplava eu ser treinador do Sporting, mas, atrás dessa proposta, vinha a dispensa de 10 ex-colegas de equipa meus. Era mais uma daquelas propostas que, mesmo querendo, não podemos aceitar. Sou uma pessoa directa, frontal, amiga dos seus amigos e muito amigo do Sporting. Não queria aceitar a proposta com essa carga das dispensas dos jogadores. Quem? O Pedro Martins, o Afonso Martins e outros, que pensava serem importantes para o Sporting e que tinham ainda muitos anos de contrato. Estou a lembrar-me do Ivo Damas, que assinou por sete ou oito anos. Portanto, a minha primeira atitude como treinador do Sporting seria dispensar esses elementos. Não seria capaz de me olhar de novo ao espelho se tivesse aceite. Nem nunca mais poderia ser a pessoa que sempre fui. Esse convite foi logo posto de parte.
O convite foi da SAD do Sporting, formalizado pelo dr. Meireles. A sensação que tive foi a de que estava a entrar no Sporting para ser apenas mais um. Assim... não há hipótese. Este clube merece muito mais da minha parte do que simplesmente ser mais um na estrutura.
Por isso, digo que para regressar ao Sporting, terá de ser, repito, num cargo em que possa tomar decisões, num cargo em que possa ter responsabilidades no clube e SAD e assumi-las, bem como as consequências.

Estas afirmações são totalmente ridiculas.

Em primeiro lugar alguém que quer cargos de responsabilidade, não pode estar a escolher pessoas por serem ou não serem amigos. Então se forem jogadores que ele não conhece de parte nenhuma podem ser dispensados, se forem amigos ficam até quererem. Estou a imaginar o Sá Pinto, seu grande companheiro de borga, a renovar contractos até os 45 anos. :slight_smile:

Não quer ser mais um. O problema do Sporting é excesso de gente que que pensa assim. Por isso ia acabar mesmo por ser mais um… mais um vaidoso. Quem vai para lá tem de ser para trabalhar, e todos têm de ser “mais um” a ajudar o Sporting.:roll:

Quer um cargo de responsabilidade e assumir decisões. Mentalidade tipicamente tuga. Ainda não entrou, não percebe nada do cargo que vai ocupar e já quer ser “chefe”. :sick:

Por ultimo, nem se deviam ter dado ao trabalho de o convidar para nada antes de o mandar passar uma gillette na cabeça. #-o

Mais importante do que a forma como foi conduzido o processo do convite ao Oceano ou a natureza das suas ambições em termos de cargos no Sporting, o que retenho destas suas palavras é o alegado convite para ascender a treinador do Sporting em 97/98.

A ser verdade o que diz, esta história é todo um retrato do Projecto, sempre à deriva, incapaz de se decidir quanto ao perfil do treinador, contratando jogadores para dispensar meses depois, e sempre cobarde na hora das decisões difíceis.

Na altura em que este convite terá sido formulado, o treinador da equipa (o 4º dessa época) era o Carlos Manuel. Para lhe suceder o Projecto terá então começado por desejar o ex-capitão, que saltaria directamente do relvado para o banco com a missão de dar a cara por uma limpeza de balneário. Nessa limpeza incluir-se-iam jogadores como o referido Afonso Martins (a quem o Projecto deu um contrato de 8 anos em Dezembro de 96, pressionado por um alegado interesse da Roma) e o jovem prodígio Ivo Damas, contratado ao Maia por 7 anos alguns meses antes nessa mesma época 97/98, após ter marcado 3 golos ao Porto.

O engraçado é o resto da história. Na impossibilidade de contar com um ex-jogador de 35 anos, sem experiência profissional nem formação académica, o Projecto foi buscar o seu imediato sucedâneo: Mirko Jozic, 56 anos, percurso nas selecções da Jugoslávia e em diversos clubes sul-americanos, e um perfil de formador ligado à sua experiência nas camadas jovens. Notável, como sempre… :shock:

posto isto…

“OCEANO A PRESIDENTE”

Voces alguma vez viram atitudes destas no Manuel Fernandes?

O Oceano tem que aprender muito!

 Na minha humilde opiniao ele nao tem lugar dentro do Sporting

 Lembrem-se sempre do que eu digo hoje!

Acho que o Oceano perdeu uma bela oportunidade para ficar calado! :arrow:

Bom, agora parece que já não é a administração da SAD a incompetente por não atribuír ao Oceano o cargo que ele pretendia, mas sim este por exigir demais. Esta história, faz-me lembrar uma outra de um jogador ao qual lhe foi oferecido um lugar na estrutura da SAD depois da mesma entender que não lhe devia renovar o contrato, tendo o jogador respondido com murros na mesa e com ultimatos, mas aqui já era diferente e era o jogador o anjo e a SAD o Diabo. Enfim…

Quanto ao Oceano, ele que explique melhor é aquela história do bolo com 6 velas levado para dentro do balneário. Isso é que tinha o seu interesse. :!:

Ufa!!!

Bendita a hora que recusou. O que se reconhece de competência a Oceano para qualquer um dos cargos ventilados (administrador ou treinador-adjunto)? Que eu saiba, nenhuma!

A mísitica e o sportinguismo são insuficientes. Necessitamos, acima de tudo, pessoas competentes e profissionais. Oceano, na sua vertigem socialite, esperava ficar com um tacho bem recheado. No fim de tudo isso, é a ideia com que fiquei.

Assim evitamos ser representados por alguém cuja a última função era escolher o mais gay de possíveis não assumidos. Evitam-se piadas foleiras…