O que andam a ouvir? - Parte 2

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Isso, o gajo teve problemas mentais graves, creio que chegou a viver ao cuidado da irmã. Enfim, um génio.

P. S. - É por isso que sou um bocado cético em relação a Fleetwood Mac pós Green, soa-me completamente diferente, mesmo o tão aclamado “Rumours”.

Obrigado, @vas! também sou apreciador da tua onda.

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Queimou-se com ácido marado, suspostamente, numa comuna em Munique, da famosa Uschi Obermaier.

Gradualmente, cagou em tudo, detestava o spotlight e a fama, desprezava o dinheiro, e entrou numa condição mental para o resto da vida.

O Man Of The World descreve na perfeição o que ia na mente do Peter.

Mas continuou a tocar, pouco, mas o feeling daquele tom não morreu.
Estava lá.

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Enjoy the Universe… :peace_symbol: :rainbow: :sun_with_face:

Ponham o som do 1º link, e silenciem o do 2º, que acompanha com imagem.

Uma pérola!!
A maior banda prog cá do burgo.

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Dave Schmidt, mestre multi-instrumentista do Space-Rock. Filho de Hawkwind. Membro de milhentas bandas e colaborações, como Sula Bassana, que é o seu nome artístico, Zone Six, Electric Moon, Liquid Visions, e muitas mais.

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@Damas, conheces isto certamente. :metal:
Sabbath, Hawkwind, Floyd, OM, e Sleep são os meus pilares sónicos.

Al Cisneros. Discípulo de Geezer Butler, continuador da caravana verde que viaja pelo deserto de um planeta numa galáxia distante.
OM é som sagrado…

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Gosto muito! Pink Floyd foi das minhas primeiras grandes referências (não vou falar dos Beatles nem dos Rolling Stones) e depois os outros vieram aos poucos e às vezes de forma anacrónica.

Gosto muito deste.

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Vi Sleep e Hawkwind no Reverence, ao pé do Cartaxo, e OM em Moledo. Aí foi uma experiência quase-religiosa, poder ver e ouvir a banda, a comunhão do público, toda a gente sabia as letras…
Com uns quantas gomas de ursinhos à mistura, na 2ª fila, foi o paraíso…

O Advaitic Songs é o melhor álbum desta encarnação de OM.
A introdução de um novo elemento na banda no God is Good abriu-lhes vastas portas no seu crescimento sónico.
E este novo multi-instrumentista, o Tyler Trotter, é muito bom.

A cada álbum, são novas cores e texturas que se sentem no som, e me deixam parvo.

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