Hay que tener una tremenda pureza espiritual para escribir una canción así.
INFINITO PABLO MILANÉS (1943-2022) que nos regaló este himno y que sigue hoy contando quiénes somos ![]()
INFINITO PABLO MILANÉS (1943-2022) que nos regaló este himno y que sigue hoy contando quiénes somos ![]()
Soprano Notes (Jessica McKenzie) - Opera Singer, reaction
Este é um post especial: encontrei um ficheiro com links que não abria há muitos, muitos anos.
Manuel Alegre e Carlos Paredes (1974 - ‘É preciso Um País’)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “E de súbito um sino” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Raiz” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “E a carne se fez verbo” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “E o bosque se fez barco” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Peregrinação” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “A Batalha de Alcácer Quibir” do disco “É preciso um país”(1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Metralhadoras cantam” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes -“Explicação de Alcácer Quibir” do disco “É preciso um país”(1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “É preciso um país” do disco com o mesmo titulo (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Abaixo El Rei Sebastião” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Lusíada exilado” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Trova do vento que passa” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Trazias de Lisboa” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Os Dois sonetos de amor da hora triste” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Portugal em Paris” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “S (ésse)” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Soneto” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “As mãos” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Lisboa perto e longe” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “*No meu país há uma palavra proibida” do disco “É preciso um país” (1974)
Manuel Alegre e Carlos Paredes - “Poemarma” do disco “É preciso um país” (1974)
Ando completamente vidrado na 5ª e na 9ª Sinfonias de Mahler. Sublimes, em particular o Adagietto da 5ª e o Adagio da 9ª. Para ouvir em silêncio e de olhos fechados.
Ando a ouvir a interpretação pela Orquestra Filarmónica de Berlim, conduzida pelo Maestro Claudio Abbado.
Oiçam isto, mesmo que não sejam fãs de música clássica. Isto é um portento e um carrossel emocional:
O adagietto da 5a. foi utilizado no filme “Morte em Veneza”, do Lucchino Visconti, na década de 1970. Podes aprofundar o gosto/conhecimento pela música do Mahler com o “Das lied von der Erde”.
Algum apreciador de música celta?
A minha costela céltica, além de diversas romarias a festivais do género (o de Sendim á cabeça) fez com que fosse um dos meus estilos de música favorita.
À cabeça os conhecidos The Chieftains (disse ao meu pai que ia ser avô à entrada para um concerto deles) mas há uma outra banda que aconselho a ouvir:
Não sou o maior fã, mas lembrei-me de Mànran. O irlandês (gaélico) não é uma língua que me puxe, mas esta música é fixe.