O que é que lêem, nestas noites...? (Livros, BD, colectâneas)

Um exercício interessante, já que estimula o intelecto, é ler, neste caso, este livro e, logo a seguir, um cujos pontos de vista discordam dos do primeiro - refiro-me ao livro de Andrew Roberts sobre Napoleão, cujo título, Napoleon The Great, fala por si mesmo.

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Ainda só li uma duzentas e tal páginas, mas Zamoyski já se referiu a esse livro de Robert como obra-prima, especialmente para as batalhas… Não conheço, mas tenho a bastante pormenorizada de David Chandler Dictionary of the Napoleonic Wars.

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Eu ando a reler este escondido

Em preparação para o ultimo do alex epstein

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Também não tou a conseguir terminar o Lincoln Highway do Amor Towles, por qualquer razão que não consigo desvendar

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Só li os dois primeiros…Prisioneiros da Geografia é dos tais livros sobre realidades perenes que os apaixonados por ideologias deveriam atentar em vez tudo verem em função das suas crenças abstratas.

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Não foi fácil arranjar.

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O Zamoyski escreve que D. João, então regente, em 1807, respondeu favoravelmente a Napoleão e declarou guerra à Grã-Bretanha (pag. 450)… Não sei onde é que ele foi buscar essa… :face_with_spiral_eyes:

Não sei se terá sido assim mas a verdade é que o Napoleão disse que o único governante que o tinha ludibriado foi D. João VI.

O Andrew Roberts, no tal Napoleon the Great, define D. João VI (“Prince João”) como “obeso, preguiçoso e bronco [slow-witted]”. Não há referências neste livro a essa alegada decisão. Não indica a fonte? Eu costumo consultar as fontes quando elas dizem respeito a afirmações bastante dúbias - e depois parto-me a rir quando a fonte é um outro livro do mesmo autor…
Infelizmente, as traduções para português não costumam transplantar para a edição portuguesa as fontes, as notas e o index, que costumam constituir 40 ou mais páginas, tal e qual como elas surgem nos livros britânicos e norte-americanos.
Para grande tristeza minha, admito.
Esse é um hábito que gostaria que fosse adoptado sem reservas em Portugal. Dão-nos a bibliografia e já está.
Já a descrição do Andrew Roberts do D. João, memorizei-a.
Independentemente de eu subscrever ou não a descrição de uma certeza personagem ou evento, há muito tempo que aprendi a não depositar muita fé no que é dito, nestes livros, sobre pessoas, situações ou países “periféricos”.
Por exemplo, no neo-marxista The People’s History of the World, o autor dá 15 linhas ao 25 de Abril, e nestas 15 linhas, por entre outras idiotices, Spinola é descrito como um general medíocre que deve a sua fama aos grandes empresários (que nestes livros são sempre seres humanos maléficos) que o escolheram e apaparicaram ao longo da carreira. Antes desta cretinice, outra: a oposição ao Estado Novo está toda em Argel. Meia dúzia de erros grotescos em quase duas dezenas de linhas.

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Fartei-me de procurar e afinal encontrei que Pedro Soares Martinez em História Diplomática de Portugal refere que o príncipe D. João, altamente pressionado para declarar guerra a Inglaterra, chegou a escrever ao rei Jorge IIl propondo-lhe um acordo entre ambos para a guerra ser somente aparente… Não fiquei com a certeza sobre se a declaração chegou a existir formalmente ou não.

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Livro bem porreiro. Sobre traumas e a educação na infância e como isso molda uma pessoa. Sem ser nada de extraordinário, é um livro que me fez pesquisar e compreender alguns comportamentos. Logo, para mim, é um livro que cumpriu a sua missão.

Mais um da biblioteca municipal de Oeiras…
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Ando nos romances.

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Sou fanático por crime novels.

Recentemente, descobri 3 escritores norte-americanos dos quais já tinha visto filmes mas de quem nunca tinha lido nada.

São eles: John Grisham, Cormac McCarthy e James Lee Burke.

Os primeiro está muito traduzido em português, os dois últimos nem tanto pelo que só em inglês.

O último, James Lee Burke vale mesmo muito a pena, escreve crime novels com um estilo narrativo e descritivo fora de comum no género.

Se gostam e lêem em inglês, recomendo. Não se vão arrepender.

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SINOPSE

Em 1917, assistiu-se a uma luta devastadora na Rússia após o colapso do império czarista. Muitos consideram esta selvagem guerra civil como o evento mais influente da era moderna.

A guerra civil russa não foi apenas um conflito interno entre os vermelhos, em torno do Exército Vermelho de Trotsky e da ditadura comunista de Lenine, e os brancos, uma aliança incompatível composta por socialistas moderados e monárquicos reacionários.

O receio de que a revolução se estendesse para fora da Rússia levou à intervenção de diversos exércitos estrangeiros - Grã-Bretanha, França, EUA, Japão, Itália, Sérvia e Roménia - bem como de antigas partes do império russo - Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia e Geórgia. o Exército Vermelho incluiu, ainda, muitas unidades de voluntários «internacionais», ex-prisioneiros de guerra dos exércitos alemão, austríaco, húngaro e búlgaro.

Examinar a crueldade desta guerra na qual morreram mais de dez milhões de pessoas é de vital importância. em todo o mundo, os seus horrores e destruição desencadearam o terror do bolchevismo e da vingança branca. e essa divisão criou o círculo vicioso de medo e aversão que levou à Segunda Guerra Mundial.

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Costumo ler os livros em inglês por serem mais baratos (compro no book depository).

Já os livros em português compro na Bertrand (comparo preços com Fnac, Almedina, Wook).

Utilizam alguma outra loja?

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Mais um da biblioteca municipal de Oeiras…, vou a meio…
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A Wook está a devolver 100% das compras em vale. Depois para usar esse vale, têm que comprar livros com um total a ser o dobro do vale.

É uma oportunidade para antecipar o Natal.