O que é que lêem, nestas noites...? (Livros, BD, colectâneas)

Se bem que eu dizer que vou começar um livro nao quer dizer nada. Este monte foi escolhido prai há meio ano como livros seguintes e ainda não toquei em nenhum. Esta merda parece a feira da ladra

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O Houellebecq é um tipo genial.

Nunca li nada dele. Aprecio pouco o género, no entanto nem que seja um pela curiosidade terei que ler.

Estou um bocado melhor para os próximos dois meses ou menos.

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Stephen King é dos meus autores favoritos e o 11/22/63 é dos melhores livros dele.

Também gosto muito do The Shining, do IT, e do Green Mile.

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Entretanto, enquanto leio o Aniquilação, vou iniciar-me neste de Mindfulness. Recomendado algures no Fórum por alguns foristas (@Paracelsus). Eu que sempre fui pouco crente em relação a estas matérias.

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80% do que leio é no formato epub (ebook). Tenho um leitor Kobo Clara HD.

Eu praticamente só leio obras de ficção ou ensaios sobre literatura. Como sou francófono, 85% do que leio é em francês. 13% são para os autores lusófonos. E residualmente leio em inglês (ensaios literários). Acabei, há 15 dias, a tetralogia L’amie prodigieuse (A amiga genial) de Elena Ferrante.

Mergulhei nesta história napolitana que se estende por mais de meio século. Vi Elena, Lila e todas as outras personagens crescerem como se eu vivesse naquele bairro de Nápoles. Elena Ferrante domina realmente a arte de contar histórias. Ela tem um fôlego narrativo extraordinário. Os 4 volumes são intercalados com histórias quotidianas mais ou menos importantes das personagens , mas que dão a impressão de que o tempo passa, que a vida muda no plano social e político nesta Itália dos meados do século XX até ao início do século XXI.
É também uma bela história sobre a condição feminina e a sua vontade de afirmar o seu lugar numa sociedade patriarcal conservadora.

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Silence3

First time reading it, first time loving it.

O Aniquilação, do Houellebecq, é muito bom. Que livro, meus senhores!

Entretanto, vou para este:

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Duas obras de leitura estimulante sobre uma das mais misteriosas instituições do regime nazi: a Ahnenerbe.

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Um romance de um analista americano que esteve na Síria. Ver se isto é algo de jeito.

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Já está finalmente disponível a edição portuguesa da obra de referência sobre um dos maiores crimes do comunismo soviético: o genocídio conhecido como Holodomor e cuja memória trágica se projeta na guerra que devasta atualmente a Ucrânia.

Em 1932-3, quase quatro milhões de ucranianos morreram à fome, tendo sido deliberadamente privados de alimento. É um dos episódios mais devastadores da história do século XX. Com rigor e detalhe sem precedentes, Fome Vermelha de Anne Applebaum , investiga como isso aconteceu, quem foi o responsável e quais foram as consequências. É o relato mais completo alguma vez publicado acerca desses terríveis eventos.

Fome Vermelha baseia-se num manancial de material de arquivo e em testemunhos em primeira mão disponíveis apenas desde o fim da União Soviética, bem como no trabalho de investigadores ucranianos em todo o mundo. Inclui relatos da fome por aqueles que sobreviveram, descrevendo o que os seres humanos podem fazer quando enlouquecidos pela fome. Mostra como o Estado soviético usou a propaganda de forma impiedosa para pôr os ucranianos uns contra os outros, a fim de expurgar elementos supostamente antirrevolucionários. Também regista as ações de indivíduos extraordinários que fizeram todo o possível para aliviar o sofrimento dos demais.

Ao mesmo tempo que a fome se disseminava entre a população, deu-se um ataque aos líderes culturais, políticos e religiosos da Ucrânia, e posteriormente entrou-se num período de negação acerca desses acontecimentos. Os relatórios dos censos foram falsificados e a memória foi obliterada. Alguns jornalistas ocidentais acolheram a linha soviética, outros rejeitaram-na corajosamente e foram perseguidos. As autoridades soviéticas estavam empenhadas em forçar a Ucrânia a abandonar as suas aspirações nacionais e em enterrá-las, juntamente com os seus milhões de vítimas. Fome Vermelha, um triunfo da erudição e da empatia humana, é um marco na recuperação daquelas memórias e daquela história. E mostra até que ponto o presente é moldado pelo passado.

Por conseguinte, trata-se de uma obra de leitura obrigatória, sobretudo para os PZP`s desta vida (@PJM, @Danix, @Lisbon1906 e quejandos) e para a colorida fauna dos bots trolladeiros.

Nunca é tarde demais para abrir a pestana…

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Vou para este. Mais sobre regime estalinista. De quem viu e viveu.

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Continuo neste.
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Quase a meio. Os livros do Ben MacIntyre são sempre muito bem escritos e este não foge à regra.

Confirma-se que o chamado “paradoxo da Ahenenerbe” é mesmo real.

Quanto mais se tenta desvendar os mistérios desta organização de elite da Ordem Negra das SS, mais densos e insondáveis são os seus enigmas…

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“Kein volk lebt länger als die dokumentation seiner kultur.”

:woman_facepalming:

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@Chown recomendas o Factfulness?
Estou a terminar o Mein Kampf e a procurar alguma coisa nova para ler.