Movimento "Sou Sporting"

@skywalker, por acaso não foi escrito com nenhuma intenção que não a de concordar com algo que o @sigurd disse… porque é uma triste realidade que acontece diariamente por todo o Portugal e muito em especial, fora dos grandes ambientes urbanos.

se queres fazer segundas interpretações alucinadas, ou entrar em brincadeirinhas de merd@ podes fazê-lo à vontade… mas não contes cmg… já deves ter idade suficiente para brincar sozinho quando não tens par… se não tiveres… olha vai mijar no canto que isso depois passa…

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CONGRESSO EM COIMBRA APONTOU METAS E OBJETIVOS PARA FUTURO DO SPORTING

SPORTING 24-11-2019 20:28

Por
Eduardo Marques

Um sucesso. Foi assim que Nuno Sousa, um dos elementos do movimento Sou Sporting, caracterizou o congresso sportinguista ontem realizado em Coimbra, na Fundação Bissaya Barreto, e que juntou cerca de 70 sportinguistas de vários pontos do pais para discutir o Sporting e o seu futuro.

«O objetivo, mais do discutir o presente, era olhar para o futuro e apontar caminhos que o Sporting continue a ser um grande clube, sempre numa base construtiva de debate», frisou Nuno Sousa, confirmando ainda que nenhum dirigente nem ex-candidato marcou presença no evento e que muitas das propostas discutidas já faziam parte das propostas que alguns sportinguistas queriam apresentar no Congresso Leonino que teria lugar em Beja e foi entretanto adiado.

Em cima da mesa para análise e discussão estavam quatro painéis (Futebol, Modalidades, Marca e sustentação financeira e Adeptos e Sócios), cada um com oradores e que depois de apresentados era discutido com intervenções dos presentes de cerca de 10 minutos.

«Uma participação de decorreu de forma pacífica e em absoluta partilha de ideias», prosseguiu Nuno Sousa que enumerou algumas das conclusões que, em breve, serão dadas a conhecer ao universo sportinguista.

A aposta real na formação e também na competitividade das modalidades até como elemento diferenciador do Sporting em relação a clubes mundiais, a necessidade de potenciar a marca e, consequentemente, aumentar as receitas para poder investir no projeto desportivo, a implementação do voto eletrónico e outras formas de aproximar o clube de todos os sócios e acabar com a diferenciação de sócios foram alguns dos temas que receberam propostas várias para o futuro.

A Bola

Sou Sporting

4 h ·

Pedro Anastácio escreve hoje no Green Room

"Não merecemos mas, como dizia mais acima, há momentos em que os detalhes se tornam elefantes e há que tomar medidas. (…) há momentos chave em que os acontecimentos são inevitáveis.

Esta AG requerida no passado dia 7 de Janeiro é uma dessas inevitabilidades.

Uma AG que, espero, será convocada, realizada e possa ser o início do fim deste ambiente no Sporting Clube de Portugal."

Podem ler tudo aqui :point_down:https://sousporting.pt/greenroom/de-ag-em-ag-ate


A imagem pode conter: multidão, estádio e ar livre

Sou Sporting

2 min ·

Face à imposição de uma revista humilhante, que obriga de forma discriminatória a que os Sócios e Adeptos do Sporting Clube de Portugal que entram pela porta 5 se tenham de descalçar, e em face do silêncio conivente de ex-candidatos, emitimos o seguinte comunicado:

:point_down:
https://sousporting.pt/g…/comunicado-descalcos-sportinguismo

COMUNICADO
Descalços de Sportinguismo

Primeiro, vendeu-se que a culpa era da UEFA, apontando-lhe a autoria da exigência que levou milhares de adeptos, cuja entrada se fizesse pela porta 5, a terem que descalçar-se durante a revista que lhes dava acesso a assistir ao Sporting vs Basaksehir. Três dias depois, frente ao Boavista, confirmou-se que a medida era directamente ordenada pela direcção do Sporting Clube de Portugal em prol de uma propalada segurança e de um trabalho invisível para tornar verdadeiramente inesquecível a experiência de ir ver um jogo de futebol ao Estádio José Alvalade.

Ora, em matéria de segurança, seria de todo interessante que a direcção do Sporting Clube de Portugal ou as forças de segurança que ajudam a cumprir estas “apertadas revistas”, explicassem o que se evita com o descalçar dos sapatos. Que objectos costumam entrar dentro dos mesmos, por exemplo? Não menos interessante, seria ajudarem o universo de sócios e adeptos leoninos a perceberem o porquê de apenas uma porta ser alvo desse tipo de revista, quando pelo menos duas outras dão acesso ao topo sul do estádio? E já agora, será que estas medidas serão aplicadas aos adeptos das equipas adversárias?

Passamos à experiência. O que será que pensam os adeptos que entram por essa porta e que sentem na pele uma medida francamente discriminatória? Numa altura em que as assistências caem a pique e que nem com a tentativa de oferecer mais de 20 mil bilhetes por jogo se endireitam, quantos destes adeptos deixarão de estar presentes no jogo seguinte, no outro e no outro? Fará parte dessa incrível experiência contribuir para, semana após semana, machucar a paixão dos Sportinguistas?

E esta é a pergunta que esta direcção não coloca a si mesma. Do rol de incompetências que envolve o Doutor Frederico Varandas e as equipas com quem escolheu trabalhar, que vai da amadora preparação da época futebolística a uma dolorosa incapacidade de comunicar que não se resolve com trocas e baldrocas entre agências de amigos e conhecidos, cada vez mais se destaca a incompetência em promover e alimentar o Sportinguismo.

A cada novo dia, esse Sportinguismo é esquecido por um presidente que se gaba de dizer em entrevista que “ninguém da direção é autista”, mas que, de tão embebida que está num registo de soberba e ao mesmo tempo de revanchismo, se mostra incapaz de ler os sinais. O mesmo presidente que se arrogou na máxima de que com tantos anos de contacto com o balneário o futebol era uma coisa fácil e, hoje, agarra-se, ele e a sua direcção, de forma desesperada à estratégia de alimentar uma guerra que divide os Sportinguistas e que, curiosamente, não mereceu uma linha que fosse nas intenções elencadas no seu programa eleitoral.

Já que de eleições falamos, não podemos deixar de reparar no silêncio a que se votaram todos os ex-candidatos e outros tantos proclamados notáveis. Se calhar vão dizer que nas portas por onde entram não há crianças sentadas no chão, incapazes de atar os sapatos pela sua tenra idade, à espera que o pai ou a mãe acabem de ser revistados para os ajudar a erguer-se no seu pequeno grande Sportinguismo, e por isso não viram, logo não sabem e não comentam.

Se calhar é estratégia, já a pensar num futuro momento de ida às urnas, acreditando que voltará a ser suficiente serem uma cara conhecida e ignorando que, tal como disse Martin Luther King, «no final, vamos lembrar-nos não das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos».


Primeiro, vendeu-se que a culpa era da UEFA, apontando-lhe a autoria da exigência que levou milhares de adeptos, cuja entrada se fizesse pela porta 5, a terem que descalçar-se durante a revista que lhes dava acesso a assistir ao Sporting vs Basaksehir. Três dias depois, frente ao Boavista, confir…

Sou Sporting

4 h ·

https://sousporting.pt/…/comunicado-teremos-eleicoes-20-abr…

Teremos eleições marcadas a 20 de Abril?

Tendo em conta que no site do Presidente da República informa que no passado dia 20-03-2020 “assinou o Decreto do Governo que estabelece os termos das medidas excecionais a implementar durante a vigência do estado de emergência, decretado pelo Decreto do Presidente da República n.º 14-A/2020, de 18 de março, em resposta à pandemia da doença COVID-19.”

Após a promulgação do estado de emergência algumas questões se colocam a que urge responder no quadro legal vigente no País porque:

i) Até ao momento da “declaração do estado de emergência o Doutor Frederico Varandas estava “Fora da efetividade de serviço” tal como refere a alínea b), do nº 1, do artigo 45º, do DL 90/2015, diploma que aprova o Estatuto dos Militares das Forças Armadas.

ii) Encontrava-se nessa situação de “licença especial” em decorrência do disposto no n.º 2, do artigo 33º do Lei de Defesa Nacional (52/2009) por despacho do CEME do ramo, por desempenho de funções “politicas” num órgão de administração local;

iii) Com a declaração do estado de emergência a situação em que se encontrava caducou automáticamente, por força da própria lei 8 nº 6, do artigo citado no ponto anterior;

iv) Por tal situação passou à “efetividade de funções” por força da alínea a), do nº 1, do supracitado artigo 45º do Estatuto;

v) Nessa qualidade a efetividade de serviço pressupõe a prestação de funções militares, em regra, em regime de exclusividade;

vi) Ora, desde a declaração do “estado de emergência” o cidadão Frederico Varandas não pode exercer outras funções, nomeadamente em acumulação com os cargos diretivos que exerce no Sporting Clube de Portugal e na SAD do Clube;

vii) A possibilidade de desempenhar outras funções depende de “autorização prévia do CEM do respetivo ramo sujeito ao regime de incompatibilidades e acumulações para o exercício de funções públicas, com as necessárias adaptações” de acordo com o n.º 2 do artigo 14º do DL 90/2015 (LDN).

viii) Primeira questão o senhor CEM do Exército já “produziu a autorização prévia acomodada ao regime de incompatibilidades?

ix) Se não produziu o senhor Frederico Varandas não pode legalmente desempenhar as funções que desempenhava nos órgão do Sporting Clube de Portugal e da SAD.

x) Depois, na qualidade de militar efetivo vai ter direito a remuneração, questionamos se vai acumular com a remuneração da SAD?

xi) Finalmente, há que olhar aos Estatutos do Sporting Clube de Portugal, que no artigo 37º sob a epígrafe “Cessação de mandato”, no seu n.º 1, determina que: “O mandato
cessa ANTECIPADAMENTE por morte, IMPOSSIBILIDADE FÍSICA, perda da qualidade de sócio, perda e cessação do mandato, nos casos previsto no número 7, do artigo 31 e no número 4, do arrigo 33º, SITUAÇÃO DE INCOMPATIBILIDADE, renuncia ou destituição”

xii) E no seu nº 2, determina que: a morte, IMPOSSIBILIDADE FISICA, (…) do Presidente do Conselho Diretivo determina a cessação automática antecipada do mandato de todos os órgãos sociais devendo a Assembleia Geral eleitoral ser convocada para o prazo máximo de 30 dias da ocorrência da cessação antecipada do mandato do Conselho Diretivo”

xiii) Ora face ao quadro legal em vigor no País - se não for das bananas – Sporting (Clube) e por arrastamento a SAD não possui Conselho Diretivo e qualquer ato é abusivo, porquanto:

a)Não se conhece “AUTORIZAÇÃO PRÉVIA ” anterior à publicação do estado de emergência por parte do CEME; tudo o que seja “fabricado” posteriormente, parece-me de todo ilegal, sendo nula nos termos do artigo 220º do Código Civil;

b) Ora, não havendo autorização prévia do CEME, o senhor Frederico Varandas é um efetivo do Quadro Permanente do Exército atualmente

c) Não possui o dom da “ubiquidade” pelo que é manifesta a “impossibilidade física” e a ”situação de incompatibilidade” prevista nos Estatutos.

Pelo que aguardamos pela convocação da AG estipulada nos Estatutos (nos trinta subsequentes à declaração do “estado de emergência”) para que os sócios se possam pronunciar no quadro legal vigente no País.

Aguardamos pois, pela referida convocação da AG, sob pena de estarmos perante uma evidente, clara, forte e dolosa violação dos Estatutos do SCP.

PS. A ser verdade o que correu hoje ao final do dia pela comunicação social dando conta de que o doutor Frederico Varandas se “voluntariou” antes da declaração do “estado de emergência” então a necessária autorização prévia do senhor CEME ainda teria que ser produzida antes da declaração do Presidente da República, e será uma boa altura para averiguar quem fala verdade ou mentira.

O SCP foi entregue por omissão.
Quando foi preciso tê-los no sítio…
Agora, já está, já está…

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Comunicado risível. Lixo.