Movimento "Hoje e Sempre Sporting”

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Mais um grupo inútil de sportinguistas que estão em busca de um tacho qualquer

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olhaste para a foto e percebeste logo isso?

Dizem banalidades que não interessam para nada, aliás o único tema sério que falam é das VMOCS que já poderia estar resolvido se os socios não tivessem destituído Bruno de Carvalho. Mais um grupo de sportinguistas para juntar aos 500 que já existem e que não servem para nada

O único? o ecletismo à séria não interessa? as “AGs delegadas” não interessam?
As vmocs são um derivado da manutenção da maioria do capital social da sad no clube, o que tb importa, acho eu.

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Isto é um país de acomodados, e qq um que sequer ouse tentar algo para mudar o “status quo” é acusado de tudo e mais alguma coisa, a primeira, normalmente é “quer tacho”.
Pois eu gosto de tudo que seja construtivo no Sporting, e quantos mais grupos melhor, é sinal de que o clube está vivo.

E é sinal que existe muita gente a tentar o tacho nem que seja para escrever crónicas no jornal do Sporting

Estou curioso de quem seja o candidato a presidente. Tenho muito boa impressão de 2 dos presentes na foto.

Movimentos sem candidato?

Fdx, é para rir.

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Parece-me interessante. Trás ideias importantes para serem discutidas e avaliadas nas eleições.

Neste Clube, todos têm voz. Não dizem é nada de jeito.

Mais uma grupeta. Já tínhamos poucas…

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Se tivesses ido a alguma AG sabias que isso não é verdade. Estes são dos poucos que fazem perguntas com cabeça ,tronco e membros .Mas nunca conseguem obter respostas da direcção. A candidatura não tem ainda candidato a presidente , pois estão a tentar aglutinar apoios fortes certamente.

MOVIMENTO ‘HOJE E SEMPRE SPORTING’ APRESENTA MANIFESTO

Recompra das VMOC’s, ecletismo, democracia interna e revisão dos estatutos são os pilares do programa apresentado pelo movimento que pretende “agregar todas as sensibilidades” do Clube

Duarte Pereira da Silva

Texto

15 de Novembro 2021, 17:12

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O movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’ apresentou, nesta segunda-feira, 15 de novembro, o seu manifesto. A recompra das VMOC’s, a “manutenção da vertente eclética do Sporting”, a “garantia de um elevado e indispensável nível de democracia interna” e a “promoção de uma revisão de estatutos e regulamentos que regem a atividade do Clube” são os quatro pilares do programa apresentado pelo movimento que pretende “agregar todas as sensibilidades” do Clube.

Recorde-se que os porta-voz do movimento são Afonso Pinto Coelho, gestor e sócio 43.233; Vítor Afonso, diretor comercial e sócio 5.163; Roberto Carvalho, advogado e sócio 2.699 (LER MAIS AQUI).

Confira, na íntegra, o comunicado do Movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’:

  1. Recompra das VMOCs na sua totalidade, em função do acordo de reestruturação financeira em vigor para o Grupo Sporting, e garantia que o Sporting Clube de Portugal, por via direta, seja acionista maioritário de pelo menos 50%+1 do capital social da Sporting Futebol S.A.D.

  2. Manutenção da vertente eclética do Sporting como elemento diferenciador e de afirmação do clube no panorama desportivo nacional e internacional, no sentido de continuar a honrar a sua história, quer através de conquistas desportivas, quer através do papel social (nomeadamente nas modalidades para-olímpicas, desporto adaptado e desporto de formação) do clube na sociedade portuguesa.

  3. Garantia de um elevado e indispensável nível de democracia interna, por via do não desenvolvimento ou patrocínio de qualquer iniciativa tendente a reduzir a mesma ou, a potenciar e/ou induzir a redução da participação presencial e democrática dos sócios nas Assembleias Gerais do clube.

  4. Promoção de uma revisão de estatutos e regulamentos que regem a actividade do clube (que inclua a revisão dos Estatutos, Regulamento da Assembleia Geral e Regulamento Disciplinar), através de uma Comissão de Revisão de Estatutos e Regulamentos, tendo em vista a elaboração de uma proposta a ser votada em Assembleia Geral, a qual inclua a limitação a 3 mandatos de 4 anos (12 anos no total) do Presidente do Conselho Directivo.

MOVIMENTO DIVULGA MANIFESTO

SPORTING 12:43

O movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’ divulgou, esta segunda-feira, o seu manifesto, no qual se destaca a intenção de promover uma revisão de estatutos, assim como a recompra da totalidade das VMOCs para que seja garantido que o clube seja acionista maioritário de pelo menos 50%+1 do capital social da SAD.

Recorde-se que este movimento foi apresentado no passado dia 28 de outubro, pelos sócios Vítor Afonso, Afonso Pinto Coelho e Roberto Carvalho, com o objetivo de agregar, falar com todas as sensibilidades do clube, não descartando a possibilidade de apresentar uma candidatura às eleições do clube, que deverão acontecer entre março/abril de 2022.

Eis o manifesto:

No seguimento da apresentação pública do Movimento “Hoje e Sempre Sporting” efectuada no passado dia 28 de Outubro, divulgamos hoje formalmente o Manifesto do Movimento:

  1. Recompra das VMOCs na sua totalidade, em função do acordo de reestruturação financeira em vigor para o Grupo Sporting, e garantia que o Sporting Clube de Portugal, por via direta, seja acionista maioritário de pelo menos 50%+1 do capital social da Sporting Futebol S.A.D.

  2. Manutenção da vertente eclética do Sporting como elemento diferenciador e de afirmação do clube no panorama desportivo nacional e internacional, no sentido de continuar a honrar a sua história, quer através de conquistas desportivas, quer através do papel social (nomeadamente nas modalidades para-olímpicas, desporto adaptado e desporto de formação) do clube na sociedade portuguesa.

  3. Garantia de um elevado e indispensável nível de democracia interna, por via do não desenvolvimento ou patrocínio de qualquer iniciativa tendente a reduzir a mesma ou, a potenciar e/ou induzir a redução da participação presencial e democrática dos sócios nas Assembleias Gerais do clube.

  4. Promoção de uma revisão de estatutos e regulamentos que regem a actividade do clube (que inclua a revisão dos Estatutos, Regulamento da Assembleia Geral e Regulamento Disciplinar), através de uma Comissão de Revisão de Estatutos e Regulamentos, tendo em vista a elaboração de uma proposta a ser votada em Assembleia Geral, a qual inclua a limitação a 3 mandatos de 4 anos (12 anos no total) do Presidente do Conselho Directivo.»

Muita parra, pouca uva!

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Tudo clichés e lugares comuns.
Então a limitação de mandatos é mesmo de rir.
Quem nos dera poder ter um Presidente que ficasse mais de 12 anos na presidência, era sinal de grandes resultados.
Só mesmo um clube de malucos para impor esta limitação quando só um Presidente ficou mais de 12 anos na presidência e, por sinal, foi o melhor.

Respeito todos os movimentos e candidaturas mas estes “Manifestos” para encher chouriços com coisas óbvias só mostram um tremendo amadorismo. Coisa que não falta na direcção actual.

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AFONSO PINTO COELHO: “PERDEU-SE UMA OPORTUNIDADE HISTÓRICA PARA UNIR O CLUBE”

Em entrevista ao Leonino, porta-voz do movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’ faz um balanço do mandato de Frederico Varandas, pede revisão urgente dos Estatutos e perspetiva futuras eleições

Duarte Pereira da Silva

Texto

6 de Dezembro 2021, 14:24

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Afonso Pinto Coelho, um dos porta-voz do movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’, acredita que Frederico Varandas perdeu uma oportunidade histórica para unir o Clube. Em entrevista ao Leonino, o Sportinguista faz um balanço do mandato da atual Direção, pede uma revisão urgente dos Estatutos e perspetiva futuras eleições.

“Esta Direção tem até Março/Abril de 2022 para resolver a questão das VMOC’s”

Leonino (L): Quais as principais bandeiras do movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’?

Afonso Pinto Coelho (APC): Temos três principais bandeiras que definimos como “linhas verdes e brancas”: manutenção da maioria do capital social da Sporting SAD por parte do clube; valorização do ecletismo e promoção de um clima de democracia interna.

L: Ao dia de hoje, identificam algum risco do Sporting perder a maioria da SAD?

APC: Neste momento, os bancos (BCP e Novo Banco) deram ao Sporting até ao final do ano para regularizar uma dívida e, portanto, até lá, nada de preocupante deverá acontecer. Agora, se o Sporting entrar em incumprimento das suas obrigações decorrentes do acordo de reestruturação financeira, a banca, do ponto de vista formal, tem o direito de acionar determinadas garantias. Uma delas é a questão das VMOC’s e isso preocupa-nos porque pode levar o Sporting a perder a maioria da SAD.

L: Como é que olham para a possibilidade de o Sporting ‘contratar’ um fundo para a recompra das VMOC’s?

APC: Desde o princípio que defendemos essa solução, de ser o Sporting a comprar a própria dívida porque permitiria resolver o problema da dívida aos bancos e também a problemática das VMOC’s. Subscrevemos integralmente essa solução.

L: Mas terá custos para o Sporting…

APC: Do ponto de vista conceptual, esta é, na nossa ótica, a melhor solução. Agora, obviamente que uma terceira entidade (fundo) terá sempre de se salvaguardar porque, na realidade, trata-se de uma operação financeira, pelo que o Sporting terá também de se acautelar relativamente às garantias que concede. Queria destacar que, do ponto de vista reputacional, será muito complicado para os bancos acionarem quaisquer tipo de garantias. Mais, os bancos têm indicações do Banco Central Europeu para reduzirem a zero a exposições a clubes de futebol.

L: Como é que olham para as recentes declarações de Francisco Salgado Zenha, Vice-Presidente do Sporting?

APC: No programa eleitoral da candidatura “Unir o Sporting” que deu origem ao actual Conselho Diretivo, está bem claro que uma das promessas era a recompra das VMOC’s. Se não se conseguir resolver o problema da dívida, pelo menos a questão das VMOC’s tem de ficar resolvida. Esta Direção tem mandato até Março/Abril de 2022 e quero acreditar que, até lá, esta questão possa ser resolvida. Tem a palavra o Conselho Diretivo.

Revisão dos Estatutos? “É preciso vontade política”

L: No vosso manifesto, referem a importância da “garantia de um elevado e indispensável nível de democracia interna”. Sentem que hoje não há democracia no Sporting?

APC: Há muita coisa que se pode melhorar, a começar pelos Estatutos do Clube e os regulamentos da Assembleia Geral e Disciplinar, que necessitam de ser revistos. É preciso esclarecer e clarificar uma série de matérias para evitar leituras diversas de determinadas matérias que são geradoras de divisão por sugerirem interpretações diferentes.

L: Está-se a referir a questão da convocatória de Assembleia Gerais e à leitura que, neste mandato, Rogério Alves fez dos Estatutos?

APC: Sim, esse é um caso paradigmático, mas existem outro tipo de questões, como por exemplo, a questão da suspensão de alguns sócios e por consequência a questão da interrupção do tempo de contagem de sócio para eventuais candidaturas. Para tudo isto, é preciso vontade política e, recordo, que é necessário uma maioria alargada (75%) dos votos para fazer alterações estatutárias.

L: Defendem a introdução de uma segunda volta em futuras eleições?

APC: Somos a favor da segunda volta. Em termos políticos, o vencedor sai reforçado e com uma legitimidade maior. Sabemos, no entanto, que, do ponto de vista estatístico e estatutário, a candidatura vencedora até pode ter menos votantes do que a candidatura vencida numa segunda volta. Porém, entendemos que, numa lógica de agregação, a segunda volta poderá contribuir para uma maior união do Clube.

L: São a favor de Assembleias Gerais com delegados?

APC: Somos completamente contra Assembleias Gerais delegadas. O modelo do Real Madrid, por exemplo, conta aproximadamente com 2 mil delegados e o do F.C.Barcelona, por exemplo, com aproximadamente 4 mil delegados. Se o Real Madrid e o F.C.Barcelona conseguem organizar Assembleias Gerais para este número elevado de sócios, não terá o Sporting capacidade para fazer o mesmo? Quantas Assembleias Gerais Ordinárias não eleitorais do Sporting tiveram em permanência mais de 4 mil Sócios ou mesmo mais de 2 mil sócios?

L: Qual a posição do movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’ sobre os Sócios necessários para a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária?

APC: Entendemos que esse número (mil votos) pode ser aumentado para ser mais representativo da massa associativa, bem como os necessários para as candidaturas. Queria ressalvar que todas estas questões devem ser enquadradas numa revisão global integrada dos Estatutos do Sporting.

L: Defendem o I-Voting?

APC: Ao dia de hoje, somos completamente contra o I-Voting. Esta solução não permite responder a duas questões extremamente importantes: confidencialidade e intransmissibilidade do voto.

“Há um antes e um depois de Rúben Amorim”

L: Qual a avaliação que fazem do mandato de Frederico Varandas?

APC: Dividimos o mandato do atual Conselho Diretivo em três dimensões: desportiva, económico-financeira e comunicacional.

Na primeira (desportiva), fazemos um balanço positivo, fruto da conquista do título de campeão nacional de futebol e, mais recentemente, do apuramento, pela segunda vez na história do Clube, para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Obviamente, como alguém disse, existe um antes de Rúben Amorim e um outro depois de Rúben Amorim. O maior responsável pelas conquistas do Sporting é ele, mas quem dirige teve o mérito de o ir contratar. Nas modalidades, apesar de tudo, reconhecemos que a última época foi bastante positiva. Houve o cuidado de não mexer em muitas das coisas que estavam bem, como por exemplo no hóquei em patins e no futsal.

Do ponto de vista económico-financeiro, não temos a mesma opinião. É conhecida a situação da Sporting SAD e há questões muito importantes por resolver. Os problemas estruturais não foram solucionados. As receitas do contrato da NOS têm servido para resolver problemas do dia-a-dia.

Por fim, na vertente comunicacional, podia-se ter feito muito mais. Existem muitas fricções internas. Perdeu-se uma oportunidade histórica para unir o Clube porque é muito mais fácil fazê-lo a ganhar. De resto, era isso que estava no programa eleitoral de Frederico Varandas: Unir o Sporting.

L: Nas eleições de março/abril de 2022, o Movimento ‘Hoje e Sempre Sporting’ irá apresentar um candidato próprio ou apoiar algum dos eventuais candidatos?

APC: Neste momento, só há um candidato assumido (Nuno Sousa). A solução que defendemos é que seja o mais agregadora possível. Dentro disto, o próprio movimento vai tentar que se consiga encontrar essa solução. Essas conversações já estão a decorrer e, apenas depois das mesmas, tomaremos uma decisão. Se virmos que tal não é possível, não descartamos apresentar uma candidatura própria.

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Movimento extremamente útil. Diria até essencial para a existência do Clube!

Mais uns 320 grupos e/ou movimentos e ganhamos a Champions!

Bora lá unir o Clube, malta!