Matheus Nunes

e nuno santos, e jovane, e paulinho…

vejo muita gente a “malhar” nos nossos defesas, mas a nossa frente de ataque é tão , ou mais, ineficaz que a defesa… é um ataque que não mete medo a ninguém e que permite que os adversários se soltem no ataque.

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Andou no limiar entre o excelente e o amador hoje…

Deixou o Palhinha completamente no lodo defensivamente… Que anarquia.

Gostei da vontade ofensivamente mas tem que perceber que se sobe daquela maneira vai quebrar a equipa num contra ataque…

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Muita crítica há para fazer ao Paulinho, mas hoje dos 3 da frente era o único q parecia ter um cérebro em vez de uma ervilha.

Acho q se o Sarabia se aproximar do nível q teve em Espanha, se o Paulinho mesmo depois do shitshow de hoje conseguir tirar alguma coisa positiva para aumentar a confiança, e o Pote e Inácio recuperarem bem mais o regresso do Coates a coisa ajeita-se.

Agora o Feddal/Neto e Vinagre ou muito me engano ou com altos e baixos vai andar sempre nisto.

até pode nem ter estado mal mas não é alguém que faça a diferença… e um dos nossos problemas é esse: não há ninguém que faça a diferença. Nem sei se o pote terá andamento para este nível… ou seja, temos jogadores acima da média para o nosso campeonato mas que jogam ao ritmo do nosso campeonato, e essa qualidade de pouco vale quando é necessário jogar a ritmos mais altos… quando a velocidade aumenta há pouco a fazer e à nossa equipa falta-lhe uma ou duas mudanças para lá chegar.

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Isso também do fazer a diferença n é a mesma coisa q dizer q tem um cérebro. Fazer a diferença faz o Haller, e n tenho dúvida q hoje com o Coates e Pote mesmo perdendo faríamos mais mossa no adversário.

E tenho poucas dúvidas q mesmo o Paulinho n fazendo a diferença, o Pote já n concordo ctgo, mesmo assim se o Sarabia se integrar bem pelo menos para o Tugao pode ser interessante, agora o Feddal/Neto e Vinagre mesmo no campeonato serão uma dor de cabeça.

Foi pena aquele segundo golo não ser validado, perderíamos na mesma mas pode ser q desse para aumentar a confiança do Paulinho.

E sinceramente achar q o Pote pode ser metido no mesmo pacote de problemas de um Feddal/Neto ou Vinagre é puxado.

O Pote e Coates fazem muita falta, e o Inácio regressar 20 minutos para depois se lesionar espero q n venha a somar mais problemas.

Mas são opiniões, sinceramente prefiro estar aqui hoje do q ver televisão ou redes sociais. Hoje doeu.

Para o tugão vai dando (ou, pelo menos, tem dado) mas é tudo muito em esforço… é a tal coisa: falta a tal mudança acima.

é uma dúvida que tenho… acho que já no campeonato participa pouco no jogo da equipa e acredito (ou tenho receio) que no ritmo de champions ainda será pior.

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Não a sério, uma coisa é teres dúvidas se o Pote por marcar muitos golos no Tugao automaticamente é um jogador de grande nível na Champions, outra coisa completamente diferente é n ver q ele é a léguas do melhor q temos e então ser metido no pacote do Feddal/Neto ou Vinagre aí não.

Outra coisa é exagerar tudo o q temos, por exemplo se me perguntarem quem foi o jogador dos 11 q me desiludiu mais hoje foi o Palhinha.

E nestas alturas é q se nota a falta do apoio q tinha do João Mário, eu sei q o pessoal vibra muito com o Matheus Nunes, eu n quis q fosse vendido, mas tu q só gostas de velocidade compara as perdas de bola dele e do João Mário. No entanto o Matheus corre muito mais, o problema é a anarquia q traz e os problemas q cria ao Palhinha.

Volto ao ponto inicial, para ti o problema resume-se na mudança de velocidade, mas hoje fomos esventrados pelo Ajax porque eles sabem fazer a combinação de mudança de velocidade, pausa e já agora deram um banho estrategico no Amorim.

Para quem diz q os treinadores holandeses é só identidade e sem estratégia, os primeiros 20 minutos a carregarem sempre no lado do Vinagre e Feddal mostra q tinham a lição bem estudada.

N foi só velocidade. Muito mais q isso, eles sabiam para onde correr, nós nem sabíamos sair da pressão deles, quanto mais atacar.

O Amorim esteve muito mal hoje, n é só os jogadores.

Como é óbvio quando se joga em velocidade falha-se mais… o ajax também falhou muito. Mas a diferença é a quantidade de desequilibrios que crias quando não falhas e a capacidade que tens de recuperar quando falhas.
O ajax trouxe a lição bem estudada… mas pode coloca-la em prática porque tinha jogadores para isso. E nas características desses jogadores a velocidade, na minha opinião, tem um peso brutal… e não é a velocidade de um corredor de 100 metros, é velocidade de sprints curtos: 5, 10, 15 metros… o suficiente para chegar primeiro à bola, ou de ganhar a frente ao adversário e este já não o conseguir acompanhar… e isso hoje aconteceu muitas vezes… não é só posicionamento, é uma capacidade de aceleração que os leva a chegar sempre primeiro, e isso vai criando pequenos desequilibrios até chegar ao ponto em que esse desequilibrio é enorme.
Eu vi o médio defensivo do ajax arrancar da sua zona defensiva e ninguém ter pernas para o acompanhar… quando o primeiro homem do Sporting consegue lá chegar para o parar (que devia ser o palhinha) já estava todo o meio campo ofensivo do ajax colocado entre linhas (entre o palhinha e a nossa zona defensiva)… conseguindo soltar ficam com o jogo controlado e basta procurar o ponto mais frágil para romper… e essa ruptura é feita, normalmente, com diferença de velocidade.

O problema não está nas arrancadas do matheus nunes… na primeira parte foram os únicos desequilibrios ofensivos que conseguimos. O problema é que depois do matheus nunes fazer essas arrancadas nenhum dos nossos jogadores tinha capacidade para romper. E, para mim, o problema é, sobretudo, velocidade. A bola chega ao nuno santos, por exemplo, e, normalmente, volta para trás, mesmo em situações em que podia (e devia, se tivesse capacidade para isso) ir para cima do lateral… e o nuno santos não tem falta de técnica, tem é falta de “explosão”. Ele volta para trás porque sabe que não consegue romper… Isso torna a vida do defesa muito simples: já sabe que basta fazer contenção, que pode jogar em 1 vs 1, e os colegas sabem que, à partida, não vai ser necessário andar em compensações… Do lado contrário vês que no nosso processo defensivo são necessários 2 ou 3 jogadores (e às vezes não chega) para parar jogadores como o antony ou como o luis diaz.

O que aconteceu no ano passado com o lask linz foi algo idêntico… nesse caso nem são “melhores jogadores” mas jogam noutro ritmo. E os nossos até podem ser “melhores” mas se não têm perninhas para os acompanhar de pouco vale essa qualidade.

(para mim há duas qualidades fundamentais: velocidade e concentração… o resto, depois, trabalha-se)

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O problema está em achares q as acelerações do Matheus Nunes são fantásticas porque eventualmente desequilibram do ponto de vista ofensivo sem levar em conta q só teres um médio q quando recebe a bola transporta para a frente em correrias sem pausa com o risco q isso é para o Palhinha…, lá está, só te estás a focar na velocidade, mesmo q seja em sprints curtos.

N estou a desvalorizar, só acho q o Ajax está longe de ser só isso, e mesmo tendo feito um jogo tenebroso da nossa parte ainda podíamos ter tranquilamente feito 3 golos.

O q nos leva de volta ao Pedro Gonçalves, tenho poucas dúvidas q mesmo num jogo horrível como hoje individualmente criaria muito mais problemas ao adversário do q o Jovane ou o Nuno Santos, até porque passando aquela barreira de pressão deles no meio campo eles nem defendiam nada de especial, nós é q fomos deploráveis, tenho até dúvidas q fariam isto na Luz ou no Dragão.

Mas vamos esperar pelo regresso do Pote, Coates e Inácio, além de ser preciso q o Sarabia recupere um nível aproximado q teve antes de ir para o PSG.

Caso contrário, somos uma equipa muito banal, aí estamos de acordo, e o q mais gostava q a gente tivesse do Ajax era a capacidade de pressão incessante dos primeiros 20 minutos e a velocidade de troca de bola com uma precisão milimétrica.

A velocidade N é só o sprint, é a pressão, recuperação e passe, mas estamos de acordo q mesmo com todos os jogadores a bom nível vai ser uma Champions dolorosa.

E já agora, eu gosto do Inácio e espero q recupere mas sinceramente tenho dúvida q esteja pronto para este nível. Hoje desconto porque estava limitado.

Ofensivamente foi dos poucos capazes de desequilibrar, mas parece-me que corre muito com bola. Defensivamente um buraco e um enorme equivoco. Andou perdido.

Eu não acho que sejam fantásticas ou que não tragam problemas… Acho é que, com os jogadores que temos, é a única forma de criarmos desequilibrios ofensivos… no jogo de ontem (na primeira parte, já não pude ver a segunda) não vi mais ninguém a conseguir fazê-lo… não houve mais algum jogador a conseguir ultrapassar o adversário directo… o problema não está nas arrancadas do matheus nunes, o problema é ele ser o único que as consegue fazer.

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É a questão do correr com bola vs fazer a bola correr. Ele não consegue estar em dois sítios ao mesmo tempo. Em Portugal as equipas são demasiado fracas para aproveitar, na Europa aquele espaço todo nas costas é uma via verde.

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Tem de ter um jogo por vezes mais posicional, fazer a bola correr ao invés de correr com ela. Para além do desgaste físico muitas vezes ao transportar a bola acaba por atrasar a saída de jogo da equipa.

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Não percebo o motivo pelo qual o Rúben Amorim vai a jogo com uma equipa cheia de remendos na defesa e em que um dos principais jogadores (que até dá alguns equilíbrios) tem de ficar de fora (Pote) e apenas coloca em campo dois médios. Nos jogos da Liga dos Campeões (e não só) fazia todo o sentido povoar o meio campo com o Palhinha, Matheus Nunes e Ugarte/Daniel Bragança. Dependendo de como o jogo fosse correndo, logo se via as alterações que havia a fazer na 2.ª parte.

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É, o Matheus é um gajo vistoso. Mas já aqui escrevi a minha opinião. E essa vai no sentido de o Matheus ter condições para ser um médio com características absurdas mas ainda precisa saber fazer tudo aquilo por que o João Mário era criticado. Ainda lhe falta saber jogar para trás e para os lados.

Ontem, as suas arrancadas, vistosas, demonstraram algo que me surpreendeu, que foi a sua irresponsabilidade táctica. E isso era coisa que há muitos meses eu já não via no Matheus, de forma tão evidente.

Em qualquer caso, creio que ontem foi um dia muito mau de alguns jogadores. Falhámos em todos os domínios. Fundamentalmente, no entanto, creio que foi o aspecto mental em que mais jogadores claudicaram.

Estava bom de ver, mesmo para quem está dentro do campo, que o Sporting estava a ser varrido pelas situações de superioridade na nossa defesa. E nenhum dos atacantes teve o discernimento de descer para equilibrar os pratos da balança. No caso do Nuno Santos, é a repetição do ocorrido no Dragão, na época passada. Foi bola, em termos de ajuda defensiva (nesse jogo, mesmo o Pote tendo falhado na questão de retenção da posse de bola, foi um elemento que foi um mouro de trabalho). Até nos lances de combinação 1x2 contra o Vinagre, ele ficou lá na frente. O caricato é que o Paulinho faz 1 golo em que está perfeitamente sozinho contra os defesas holandeses e no outro só lá estava o Sarabia. Ou seja, nem se defendeu, nem se atacou.

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Pressenti uma certa dose de show-off naquelas arrancadas do Matheus. Do género “vou fazer a minha cena, os outros que se desenmerdem”. As poucas vezes em que conseguia desequilibrar o Ajax não compensam as muitas vezes em que desequilibrou o Sporting.

Mas o Matheus é isto. Esperemos que ganhe alguma da pausa e capacidade de ser o glue-player que o João Mário tinha, mas ele é isto. Tal como escreveu o @CaptainCharisma , as características dele levam a que em jogos europeus seja necessário mais um médio. Jogar com Paulinho e Pote na frente, e sacrificar um extremo pelo Bragança / Ugarte. Dar rédea solta ao Matheus para esticar o jogo em drible. Era o que faria.

Uma tareia é péssima, mais terá danos reputacionais graves para o clube. E o Dortmund não é equipa de tirar o pé do acelerador quando lhes cheira a sangue. Casa arrombada trancas à porta.

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Por acaso, não estou seguro de que tenhamos que jogar obrigatoriamente com um terceiro homem no meio campo. Acho que do trio da frente podemos ter funções específicas para fazer face às vicissitudes de um jogo.

Já agora, mais depressa eu descia o Pote e deixava o Sarabia na frente. Aliás, o “andamento” do Sarabia, mesmo com falta de ritmo e de entrosamento, é de outro nível. Ele sabe movimentar-se como um avançado.

O Nuno Santos, para mim, descia para ala e deixava de andar a inventar e a querer fazer dele aquilo que a cabeça não vai deixar. Pontualmente, se quisesse abrir o jogo com um extremo e meter o lateral por dentro, podia pensar em deixá-lo no trio da frente. Mas, genericamente, para mim contaria como lateral/ala, como queiram chamar-lhe.

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sim é outra opção perfeitamente viável. A minha dúvida seria se isso não afastaria o Pote demasiado da zona de golo. Houve um período o ano passado em que Bragança foi esse dito médio extra (Guimarães em casa e mais uns jogos) e a equipa melhorou.

Curioso que o Tabata foi promovido como sendo a solução milagrosa para todos os males do meio campo em zonas de criação, mas até ver bola.

Se pensarmos que o Sarabia tem a mesma capacidade de finalização…

Eu defendo, há muito tempo, que o Sporting pode fazer evoluir a complexidade do seu jogo ofensivo. Os 3 da frente podem jogar de maneira diferente: podemos ter 2 alas abertos e 1 ponta de lança e ter os laterais jogar por dentro e/ou mais contidos nas subidas, deixando aos médios o papel de desequilibrar os números na chegada à área; podemos ter um elemento que desça para jogar entre linhas e 2 pontas de lança ou 1 ponta de lança e 1 jogador que abra na ala e em qualquer destas situações podemos ter um jogador que dê apoio e outro que jogue na ruptura. Também podemos jogar com apenas um ala com a responsabilidade de descer, na saída de bola, deixando o gajo do lado contrário com o papel de ser extremo (bem aberto), o que empurra o atacante desse lado para dentro, com a cobertura ao lateral (em posição subida) a ser feita por um médio ou pelo central (e aqui ficávamos com uma defesa de 4).

Defensivamente, parece-me que a ideia é simples e bastante eficaz, contando que toda a gente faça o que tem que fazer: sem bola, é fazer a linha de 5 e controlar a largura do adversário, até que os outros se juntem. Mas, também aí, há espaço para evoluir o conceito: pode o Paulinho descer e marcar o 6 adversário, por exemplo, ou podem os outros 2, à vez, descer para ajudar o lateral do seu lado ou para ser o terceiro homem de meio campo.

Tirar o Pote da zona de golo é tirar o q temos de melhor em termos ofensivos. Mas já se viu q na Champions jogar só com Palhinha e Matheus é muito curto e suicidio.

Em condições normais pelo menos na Champions devíamos jogar com o Bragança junto deles e na frente com Sarabia e Paulinho e quando o Pote regressar sair o Paulinho do 11.

N sei se o Nuno Santos pode fazer o papel do Vinagre sinceramente, mas depois do q vi ontem até o Matheus Reis é capaz de n fazer pior q o Vinagre.

Se juntarmos a isso o eventual regresso do Coates, mas o Inácio n recuperar continuamos a ter de jogar com o Feddal e Neto.

Em Dortmund, ainda por cima treinados pelo Rose, n podemos jogar da mesma forma do q ontem, é suicidio.

Com mais goleadas destas depois n vendes ninguém.