Mario Crespo--> Artigo no JN

São a mais? São, é verdade, reduza se então. As recomendações, vou vendo pelos jornais, não é preciso ser estudioso para as conhecer.
Há muitos impostos, muita burocracia, desencoraja qualquer um, tudo verdade.
Por curiosidade já que és um estudioso da área, quanto é que o estado gasta com as reforma da classe politica?
Continuo a bater neste ponto: a culpa do estado do país é dos funcionários públicos?

Ah e não te admito que me trates por “este” porque não te ofendi, nem te conheço de lado nenhum.

:offtopic:
O jornalista tem que funções?! Esse gajo certamente necessita de orientações do ARMAS. Ele sabe como fazer… :whistle:

Depois, sem fazer a mínima ideia do se escreve, banaliza-se a utilização de adjectivação sem sentido, usando sem o mínimo rigor e cuidado palavras intimamente ligadas com destruição e morte. O que fazer? ADMIN EDIT: ‘Flame’ editada. /Paracelsus

E ser palhaço, é uma arte. Merecem respeito e consideração.
Fim de :offtopic:

Uma afirmação acertadíssima:

.

Enquanto povo, não somos capazes de agir em conjunto, em comunidade, incapazes de lutar pelo interesse comum. Fruto da inveja que corre nas veias e a cobardia que serve de lema, todo aquele que questiona, que se mostra independente dos poderes é olhado de soslaio, com desconfiança.

Toda essa estória é surreal, onde ninguém fica bem na fotografia. Contudo, é reveladora do carácter - ou falta dele - dos intervenientes. Muitas máscaras caíram. É inusitado que uma crónica enviada para duas pessoas na redacção do JN, seja poucas horas depois publicada num organismo do… PSD. E que logo depois, Zita Seabra - ex-vice-presidente do PSD - liga-lhe a pedir esse texto que será incluído num livro a apresentar até ao final desta semana.

Um jornalista tornar-se notícia devido a uma crónica inócua e totalmente desinteressante, fala por si. Mário Crespo tem apontado baterias contra Sócrates, mas pouca vezes o fez como jornalista. Um jornalista usa e cita factos, mas Crespo seguiu sempre o caminho da insinuação, e nunca concretizou nada. Isso tem nome: cobardia.

Sobre Sócrates, pouco há a acrescentar. Um espírito complexado, muito típico do tuga, deslumbrado com o poder, e tenta anular quem ousa questionar/discordar. Frustrado, que nada produziu na sua vida.

Só existirá condicionamento se a população pactuar, e permitir isso. Mas pergunto: porque não houve indignação semelhante quando o BES ameaçou e cortou qualquer publicidade na Impresa quando foram publicadas as notícias do caso Portucale?! Outro sinal da nossa exigência e tolerância com o que é intolerável.

Para esclarecer: o orçamento de Estado é documento fundamental de toda a nação. Quem diz lenga-lenga, é porque não faz a mínima ideia e nunca leu tal documento.

Que eu saiba, o PS é minoritário. Que eu saiba, tanto PSD e CDS vão suportar este governo. Afinal, como pdoe o PS ser dono do país?! :think:

Além do ódio doentio e militante, fruto de fanatismo e sectarismo ideológico, para além das insinuações e mentiras, não dá para apresentar uma argumentação que sustente sequer uma das várias insinuações que deixas?! Porque não fazes uso dos teus aprofundados conhecimentos na matéria (não voltes a confundir VAB com PIB…)? Era oportunidade ideal: mostravas as tuas virtudes e desmascaravas o embuste do Louçã!

Já agora, as exigências do PSD e CDS - partidos da direita - para sustentar um péssimo governo, o que produzem? Qual é a poupança? A mesma poupança que lesou o Estado nos contratos de compra dos submarinos, helicópteros e nas contrapartidas financeiras?

As receitas do FMI são sempre a solução para tudo: desde o Chile à Islândia. Krugman, Stiligtz e Roubini são filiados no BE… ou PC… ::slight_smile:

O Louçã lançou um livro?! E leste?! E dos teus - cada vez mais - profundos conhecimentos ainda não descobriste qual é a pessoa que mais produz e mais citado é no estrangeiro na área económica? Profundidade…

Tens que mostrar factos e mostrar dados. Os conhecimentos profundos permitem ir mais além que essas frases feitas. Então, vai lá ver, depois volta aqui.

Empresários com formação vinda do Estado Novo… e a culpa é do Estado, dos funcionários públicos!? :o

Impostos altíssimos é uma falsidade. É mentira. Estão abaixo da média da UE, e mesmo da OCDE. Se citasses dados - que estão disponíveis no INE e no EUROSTAT - não poderias escrever esse absurdo.

O Estado não aos fornecedores?! Mentira! Vai ao sítio da Direcção-Geral do Tesouro e encontras dados actualizados ao trimestre que mostram a evolução do PMP.

A formação é responsabilidade de todas as entidades empregadoras. Se são fantasmas, a culpa é… do Estado?!

Qual a dimensão do tecido empresarial? Qual o número de PME? As PME não produzem… bens!? E os carros são infraestruturas?! Duplo imposto nos carros!? É a loucura dos conhecimentos profundos…

E podes partilhar aqui de algumas dessas recomendações!? Os cabreiros dos subsídios são aqueles que pedem apoios do Estado, e no final ficam com o dinheiro dos contribuintes, com o beneplácito de políticos corruptos que assinam contratos que lesam o Estado? E que produtividade falas, e como a calculas?

Claro que não é inveja. Sim, aqueles que entram às 9:00, almoçam em 20 minutos, e saiem às 23:00. Sem pausas para cafés. Pelo que das a entender, o funcionário público deveria ser tratado como um escravo e trabalhar de borla.

Certamente consegues quantificar e identificar as pontes a torto e direito de que beneficiam, e os direitos diferentes que usufruem. Escreves - como sempre - com conhecimento de causa.

O que faz esse grupo empresarial? Em que áreas actua? Há um vício de análise básico que insistes… Conhecs a realdiade daquilo que escreves?

Sabes o que fez o FMI na década de 80?!

Bem, eu estou sempre disposto a aprender, mesmo com tipos que têm quase metade da minha idade.

Para já diz-me quantas intervenções do FMI houve para além de duas na década de 70.

E depois, diz-me lá, quantificando, em quanto é que o número de funcionários públicos foi reduzido, e explica em como isso derivou de recomendações do FMI. Muito te agradeço.

os teus pais não são funcionários públicos pois não? a minha mãe é enfermeira e trabalha para o estado logo é funcionária pública. trabalha 8 horas, no mínimo, por dia sem hora de almoço e com 2 minutos de “pausa” para ir á casa de banho. É líder de uma área dentro do B.O., tem preocupações a triplicar e não ganha nem mais um cêntimo por isso. Tem a licenciatura e é paga como se tivesse o bacharelato… é mesmo nice ser funcionário público…

PS: falas em direitos diferentes, está na lei que tem de ser ter pausas de 3 em 3 horas penso, a minha mãe já esteve dentro de uma sala mais de 12 horas seguidas

Ehhhh lá, estou a ver que o debate encontra-se, novamente, esquálido. Apenas peço a Vossas Excelências a simpatia de me “doarem” 2 ou 3 dias, de forma a que eu possa diligenciar as informações que sustentam o que referi.

paraver: Quando e onde é que eu confundi VAB com PIB? E, por favor, abjura, a bem do debate, o lirismo estilístico. Se queres “enevoar” o debate, podes contar comigo para escrever aqui 5000, 6000 palavras de pura palha verbal. Eu sou tanto do PSD como tu do BE, portanto, retira as ilações que entenderes necessárias.

Angel Lion: Irei aqui colocar as informações todas, mas foram duas intervenções, uma na década de 70, outra na década de 80.

mike31scp: Ainda bem que a tua mãe trabalha com vontade e dedicação. No entanto, eu já estive num hospital público, e pude constatar a lentidão de alguns dos “profissionais” que por lá serpenteiam. Já pude constatar a “rebelião” do povo. Já pude constatar, igualmente, médicos a brincar com telemóveis… Já pude constatar o serviço de Atendimento do Hospital Amadora-Sintra vazio, em hora de alta movimentação…

O Louçã lançou um livro?! E leste?! E dos teus - cada vez mais - profundos conhecimentos ainda não descobriste qual é a pessoa que mais produz e mais citado é no estrangeiro na área económica? Profundidade...

Estou com alguma dificuldade em compreender o que acima escreveste, porque estará a faltar, penso eu, uma vírgula. Portanto, pelo que eu depreendo, defendes que o Louçã é o economista português que mais textos económicos produz e que, fruto desses mesmos textos, é imensamente citado no estrangeiro? Ou referes-te ao Ministro das Finanças?

Bem, obrigaste-me a ir aos arquivos.

Algumas pesquisas cruzadas do Google depois, lá cheguei à charmosa Teresa Ter-Minassian - uma rapariga do meu tempo! :smiley:

Há aqui um documento que esclarece as datas, e de facto tens razão, são 1978 e 1983:

http://www.aipor.pt/files/78/787.pdf

Tinha idéia que tinha havido dois acordos nos anos 70. Apanhei referências a umas reuniões em 1973, mas não me lembro de alguma vez ter ouvido falar de acordos com o FMI tão cedo.

Pensava também que o Acordo de 1983, apesar dos efeitos sociais gravosos, tinha tido menos condições associadas que o de 1978, mas isso talvez possas esclarecer com dados mais específicos.

Quanto ao ponto que foquei, “reduzir a função pública” por imposição do FMI, da forma como o colocaste soava (e soa) a reduzir o número de funcionários públicos. Ora isso era extremamente difícil em 1978, pouco depois das Nacionalizações e com sindicatos poderosos, e não terá acontecido em 1983. O que é focado no documento (e noutra referência que encontrei) é “aumentos salariais da função pública abaixo da taxa de inflação” (que julgo ter estado em dois dígitos em qualquer dos períodos), como medida auxiliar / instrumental de contenção da despesa pública. O documento refere também outras medidas de contenção de despesa e aumento da receita pública. Duvido que tenha havido alguma descida significativa do número de funcionários públicos (ou sequer uma descida) durante o período de vigência de qualquer dos acordos. Mas gostava de saber se nalguma parte do acordo com o FMI isso era ou imposto - se foi falhou - ou sugerido. Se for este o caso, eles no fim olharam foi para os rácios da dívida, e deram o trabalho por concluído.

Sem dúvida que o Louçã é muito cotado enquanto académico, mas há que não esquecer os académicos portugueses que estão no estrangeiro. Dado o volume de trabalho criado e as citações que recebeu em anos não muito distantes, julgo ser seguro afirmar que o economista académico português mais reputado será o macro-economista Sérgio Rebelo.

Sim, o Louçã é um reputado economista português, inclusive pertencendo a vários organismos internacionais, mas afirmar/defender que é o Economista mais “exportado” de Portugal é exagerado. Luís Cabral, no Estrangeiro, é muito reputado, embora receba pouca publicidade em Portugal - típico. Tens o Sérgio Rebelo e Miguel Vilas-Boas, ambos no Estrangeiro. Em Portugal, salvo o erro (não me lembro dos nomes), temos um excelente conjunto de professores na Universidade Nova (Pedro Pita Barros é um exemplo). E a minha “dama”, a Universidade Católica de Lisboa, possui uma das mais inteligentes Economistas portuguesas: Isabel Horta Correia. Existem mais, mas não me lembro dos nomes.

Deixo apenas uns quotes sobre o que achei da entrevista do gajo ao terrorista:

Mário Crespo é um senhor, a entrevista que fez é equivalente ao pontapé que o outro deu ao agricultor, quando este estava de costas e incapaz de se defender
se esse Gualter é um desconhecido de quem ninguém esperava nada, já o senhor Mário Crespo é um jornalista com um nome e uma carreira a defender. Que optou por encaminhar a entrevista no sentido de reduzir a credibilidade do seu convidado, o que não me pareceu muito digno. Afinal o objectivo da entrevista era dar a conhecer o Movimento Verde Eufémia e o porquê do acto que protagonizaram ou o Gualter Baptista?
[url]http://www.forumscp.com/index.php?topic=7753.msg219977#msg219977[/url] Para quem não se lembra, o Gualter era o líder dos terroristas do milheiral.

E resumindo, não vi mal no Mário Crespo entrevistar o gajo. Mas já vi mal no modo como ele encaminhou a entrevista, usando toda a sua experiência de vários anos como jornalista, a desacreditar e embaraçar um indivíduo, que se calhar julgava que iria responder questões sobre os problemas do milho transgénico.
Enfim, fez dele palhaço.

Mas agora pelos vistos o palhaço é ele.

[gmod]Flame removida. Futuras provocações serão sancionadas com nivel 2.[/gmod]

De facto, agora, o palhaço é o Mário Crespo! :whistle:

Mais um a provar as velhas máximas, “Cada um tem o que merece!” e “Não há maldade que não faça ricochete!”! :arrow:

Além de que tens vários portugueses de destaque tanto no INSEAD como na HBS, tendo já o INSEAD tido um Dean português se não me engano…
Do Louçã ser bom a ser o melhor é algo de surreal.

:offtopic:
Que desilusão… :cry: Julgava que iria - finalmente - ter o privilégio de beneficiar dos teus profundos conhecimentos, mas não aconteceu. Tantos palcos para brilhar e exibir os dotes, e novamente nada. Quanta má vontade… :inde:

Com o livro na mão, saberás que o livro é uma co-autoria, pelo que não pode ser atribuído a uma única pessoa. Simples.

fim de :offtopic:

Só agora vi o tópico. Tive o prazer de ler o não ler a notícia e simplesmente não percebi o porquê desta confusão. O Sócrates é tirano? É controlador? É isso tudo mas aqui neste caso não teve nada a ver. O senhor Crespo queria publicar a partir de um mail de uma fã que esteve no restaurante onde por ironia do destino estava lá pessoal do alto gabarito. Mas agora já se publica notícias do “disse que disse”? Santa paciência. Sócrates é odiado pela comunicação social e tem “n” de processos contra jornalistas. É arrogante e convive mal com os média. De certo modo querem fazer uma caça ao homem, nem que se tenha que deturpar notícias, factos e verdades. Triste vai este país.

[youtube=425,350]http://www.youtube.com/watch?v=STsBqEV4Maw&feature=player_embedded[/youtube]

Nahh é tudo invenção…
A propósito o Socas ainda lá está…que lata…
Vai ficar para a história defenitivamente como o pior Primeiro-Ministro da história de Portugal…
UMA VERGONHA - VAI-TE EMBORA…

Pelo menos em escandaleiras ninguém bate o pinocrates…mas os portugueses gostam :inde: