Vou-vos contar uma breve história pessoal e esse teu post despertou-me isso mesmo, a vontade de a contar😉
Pá, eu com os meus 9/10 anos por aí, andava com um amigo lá da zona e ele era viciado em hardcore made in Germany, isto porque o seu tio foi um dos pioneiros no dj’ing na zona de Aveiro e na organização de rave partys obviamente ilegais.
Epá era uma cena muita maluca. O tio a certa altura teve que imigrar e sempre que vinha à tuga de férias, trazia novas cenas e essas novas cenas eram um pancadão.
Então claro, esse meu amigo fazia questão de mostrar o novo CD e siga ouvi-lo até há exaustão, até que ele teve uma ideia brilhante de sermos nós a organizar-mos uma rave party num pinhal. Preparámos tudo, o som, a aparelhagem era a minha Grundig oferecida pelo meu tio e até dois ou três flyers haviam. Muito bom, muito ouro!
Ninguém apareceu
As cenas que ouvia nessa altura basicamente era isto:
Hoje até pode parecer azeite, mas tem aqui tanta, mas tanta coisa e tanto sumo por onde a música de hoje evoluiu e claro que muito disto também me influenciou. Bastante!
Para terminar, em 98, com 13 anitos, foi-me oferecido um bilhete para a Tecnolândia 98 na TIR TIF em Aveiro, e eu primeiro disse que sim, depois caguei misteriosamente não sei bem porquê e acabei por não ir. Oportunidade perdida
Ca burro!!!
Bela história, @GOSTOTANTO.
Ainda hoje, uma dos bilhetes favoritos que ainda guardo é o da minha ida a uma festarola numa vila viçosa chamada Vagos. Plasmatec 96. Um festão, que nunca esquecerei.
Isso e as míticas raves na Estação do Som, na altura em que havia um “cogumelo-sofá” no meio da pista principal.
Mais conhecida por Estação da Luz. A malta mais velha do distrito de Aveiro sabe bem o que é. Ou era, melhor dizendo, que aquilo há muito muito tempo ficou higienizado, fashion e trendy.