Cum crlh… estava eu a ir ao zerozero ver quem é este David Almeida (bela entrada…) e de repente já lá estava o 4-3, antes de dar na tv… ou têm lá algum familiar do zandinga, ou tinham alguém em Alcochete.
Vá lá que me desmentiram, aos 2-3 mudei esta porcaria para o volei!
Vamos ver se as Micaelas também me desmentem!
Marcamos 4 golos, eles 3 —> fomos melhores
Melhor formação do Mundo crlh!!!

e agora que ganhou já tem tomates para jogarem no sporting clube de portugal ? falar de miudos de 16 anos assim, meus deus do céu
Isto era a conversa no fórum do benfica quando estavam a perder, quando o benfica deu a volta esta conversa virou se para aqui.
Sim, claro. Não é de esperar. Lá dizem que os efeitos do Rui Costa já se fazem sentir, aqui dizem logo antes do jogo que já vamos perder.
Parece até que há um certo prazer
Pessoalmente, continuo com muitas dúvidas acerca do trabalho que vem sendo realizado na formação. Se calhar será uma questão de tempo. Foram muitos anos a “liquidar” a formação (incluindo a rede de olheiros que “era demasiado cara”). Não sei. Não é esta vitória que me torna mais confiante.
Nem devia ser. Continua a haver problemas e é importante que estejam sempre em cima dos assuntos para que não voltemos a ter gerações como as de 2006 ou 2008.
Golo ao cair do pano garante triunfo em dérbi electrizante
Por Sporting CP
20 Dez, 2025
Juvenis vencem SL Benfica por 4-3 e garantem liderança na primeira fase do campeonato
A equipa sub-17 de futebol do Sporting Clube de Portugal recebeu e venceu o SL Benfica na tarde deste sábado (4-3), num emocionante dérbi, um dos vários disputados este fim-de-semana nas diferentes modalidades e escalões. O encontro contou para a 7.ª jornada (ronda invertida) da Série Sul do Campeonato Nacional de juvenis e foi marcado por emoções fortes, várias reviravoltas, substituições decisivas e um golo ao cair do pano, que garantiu um Natal feliz para os jovens de Pedro Pontes.
Com a chuva a ameaçar cair sobre o relvado do Estádio Aurélio Pereira e muito público nas bancadas, os minutos iniciais ficaram marcados pelo equilíbrio e pela fase de reconhecimento entre as duas equipas. A circular maioritariamente no meio-campo, Sporting CP e SL Benfica foram tentando encontrar espaço para ferir o adversário. A primeira aproximação perigosa surgiu aos dez minutos: Vítor Conceição ganhou velocidade pela direita, serviu Duarte Tomás com precisão, e só um corte decisivo de um defesa evitou que o avançado verde e branco inaugurasse o marcador.
Três minutos depois, foi o capitão Martim Almeida a testar os reflexos de António Luís, mas o guardião encarnado respondeu com segurança. Com os Leões a ganharem ascendente, também a pressão do SL Benfica subiu, e o Sporting CP, apesar de manter o domínio da posse, revelou algumas dificuldades em ligar sectores.
Aos 23 minutos, os verdes e brancos voltaram a aproximar-se da baliza adversária, numa boa jogada colectiva que terminou com um remate de Francisco Cabeçana. O disparo saiu novamente à figura de António Luís, mas deu ânimo a um conjunto Leonino cada vez mais dominante no tapete verde de Alcochete. Muito eficazes a travar e a condicionar a circulação do SL Benfica, os comandados de Pedro Pontes continuaram à procura do golo, que chegou aos 27 minutos. Duarte Tomás, endiabrado pela esquerda, cruzou com conta, peso e medida para Vítor Conceição, que apareceu com tudo no coração da área para fazer o 1-0.
Nem um minuto depois, Sandro Ferreira ampliou a vantagem. Após uma recuperação de bola em zona proibida, José Lino serviu o camisola 9, que, em movimento pela direita, rematou fortíssimo para o 2-0. Dois golos de rajada de um Sporting CP confiante e a assumir claramente as despesas do encontro.
Visivelmente insatisfeito com o rumo da partida, o técnico encarnado não esperou pelo intervalo para intervir e, aos 37 minutos, mexeu praticamente por completo na linha defensiva, com três alterações no sector mais recuado e uma pouco usual quadrupla substituição. A resposta não tardou: aos 39 minutos, e na primeira aproximação do SL Benfica à baliza em todo o encontro, Tomás Pedrosa, um dos recém-entrados, cruzou para Afonso Ferreirinha aparecer mais alto do que todos e reduzir a desvantagem.
Os visitantes voltaram a ameaçar pouco depois, agora mais eficazes na circulação, mas quem esteve muito perto de bisar foi Duarte Tomás. O camisola 11 surgiu oportuno na área e quase aproveitou uma escorregadela da defensiva encarnada, mas não chegou a tempo. Ao intervalo, mantinha-se assim uma justa, ainda que mínima, vantagem do Sporting CP, depois de uma primeira parte de grande nível dos jovens Leões.
No regresso dos balneários, regressou também o ascendente do Sporting CP. Aos 48 minutos, Vítor Conceição apareceu solto na área, na sequência de um pontapé de canto, e rematou com força, mas sem pontaria, à baliza encarnada.
Aos 60 minutos, com o SL Benfica mais recuado, Pedro Pontes refrescou a frente de ataque e lançou Afonso Marques e Martim Ribeiro. No entanto, o balde de água fria chegou um minuto depois: Francisco Wang protagonizou uma jogada individual de grande classe e fez o 2-2, com um remate indefensável para Afonso Redondo.
Com a igualdade reposta, Afonso Marques também deixou a sua marca aos 63 minutos. A partir da esquerda, flectiu para dentro e disparou um remate espontâneo e muito forte, obrigando António Luís a uma defesa de recurso para evitar nova vantagem verde e branca.
Como diz o ditado, “quem não marca… sofre”, e a cambalhota no marcador surgiu aos 66 minutos, de forma algo inesperada, já que os Leões nunca tiraram o pé do acelerador. Andreson Semedo variou o flanco desde a direita, Nazil Inoussa amorteceu de cabeça e Afonso Ferreirinha apareceu oportuno ao segundo poste para fazer o 2-3.
A reação de Pedro Pontes foi imediata, com as entradas de Francisco Simões e Leonardo Paulin. O Sporting CP voltou a carregar, criou perigo através de uma sequência de pontapés de canto, mas a defensiva encarnada conseguiu, sempre, afastar o perigo.
Aos 74 minutos, e com a chuva a cair com maior intensidade em Alcochete, Martim Ribeiro esteve muito perto do golo. O avançado surgiu em velocidade, ganhou as costas no primeiro momento do um contra um, mas Paulo Souza recuperou e fez um corte providencial, a ‘tirar o pão da boca’ ao jovem Leão, que já aparecia isolado.
Dois minutos depois, David Almeida entrou em campo e fê-lo da melhor forma. Aos 78 minutos, o extremo surgiu na profundidade, após um ‘balão’ da defensiva encarnada ainda no meio-campo, flectiu para a área e rematou para o 3-3. Foi o primeiro e muito celebrado golo do jovem Leão na temporada.
Os últimos dez minutos do eterno dérbi prometiam emoção. Aos 85’, Martim Ribeiro voltou a apontar à baliza, mas António Luís respondeu com nova boa defesa e, na sequência do canto, voltou a negar o golo, desta vez a Rodrigo Nogueira. O SL Benfica conseguiu recuperar alguma posse nos minutos finais do tempo regulamentar, mas não criou perigo junto da baliza de Afonso Redondo.
A justiça chegaria, como tantas vezes, já perto do fim. Aos 90’+3, após cruzamento de Afonso Marques, António Luís, no melhor pano cai a nódoa, saiu mal à bola, que sobrou para Martim Ribeiro, no sítio certo, empurrar para o fundo das redes. Uma explosão de alegria a coroar uma excelente exibição global dos Leões, que com este triunfo confirmam o primeiro lugar da primeira fase da prova e passam a somar mais sete pontos do que o rival SL Benfica.
Sporting CP: Afonso Redondo [GR], Leonardo Varela, Mário Almeida, Alexandre Rosado, Francisco Cabeçana, Rodrigo Nogueira, Vítor Conceição (David Almeida, 76’), Martim Almeida [C] (Francisco Simões, 66’), Sandro Ferreira (Martim Ribeiro, 60’), José Lino (Afonso Marques, 60’), Duarte Tomás (Leonardo Paulin, 66’). Treinador: Pedro Pontes. Disciplina: cartão amarelo para Martim Almeida (11’) e Martim Ribeiro (71’).
Há um “problema” de que ninguém gosta de falar. Já era quando Alcochete foi inaugurada, mas entretanto agravou-se (por razões exteriores ao futebol). Não se pode ter a formação sediada no meio de nenhures. Qualquer miúdo com talento que tenha ofertas de valor idêntico de outro lado, preferi-las-á a rumar a Alcochete. A vida dos miúdos não se faz só de jogos e treinos. Então nos casos em que são “forçados” a viver em Alcochete (porque não são oriundos da Grande Lisboa), aquilo é vivido como uma prisão a céu aberto. Um inferno.
Mais do que modernizar Alcochete, era essencial encontrar uma localização mais “urbana” para a nossa formação.
Tenho tantas atravessadas dos roquetteiros. Desde a arquitectura do estádio, passando pela concepção megalómana do “grupo Sporting” até à Academia construída literalmente no meio do deserto. Patetas emproados. Tanta soberba gestionária quanto incompetência.
Oeiras, Loures, Caparica!
Mas onde vês um terreno de 20/25 ha disponível para construir uma academia numa área mais urbana? Não estou a dizer que não existe, apenas a referir isto porque uma relocalização dessas é bem mais difícil do que parece.
Só se eventualmente conseguirem aproveitar terrenos do antigo aeroporto, mas até ser antigo… Vai demorar anos! Mas era ótimo se fosse possível relocalizar para aí
Em última instância não precisarás de tanta área. Há a alternativa de separar formação e futebol profissional. Este problema não se põe para as equipas principal, B e mesmo Sub23.
Ainda assim - posso estar enganado - julgo que o problema é menos de alternativas do que de economia. Nos municípios de Oeiras e Loures, por exemplo, encontrar-se-á espaço suficiente. Tem é de se articular com as Câmaras Municipais. Quando falo de economia, falo, claro, dos elevados custos de construção, mas também das possíveis perdas por “libertar Alcochete cedo demais”. Com o aeroporto, é uma questão de tempo até a zona de implantação da Academia valer uma pipa de massa.
Não contes com os terrenos do atual Aeroporto. Estarão reservados para a “Nova Lisboa” com preços inflacionadíssimos por m2 de terreno.
Ou seja, estarias a sugerir manter Alcochete como centro de treinos para as equipas sénior, é isso? Estás a pôr o cenário para o resto apenas. E só uma nota - Oeiras é um dos concelhos mais caros em todo o país. Não acho isso viável nessa zona, não significa que não seja noutras zonas mais “urbanas”.
Se bem que, com o passar dos anos e mesmo com a construção do novo aeroporto, é uma questão de tempo até que a zona onde está atualmente a academia se torne urbana.
Não é exatamente sugerir, é mais não excluir essa possibilidade se, posto o interesse de “urbanizar” a formação, se verificar que é a mais viável.
Certo, mas com o objetivo de manter Alcochete?
Pelas minhas contas, devem viver em Alcochete ~55 jogadores
Não é. É médio.
