Jornal do Sporting - Parte II

INSIDE SPORTING*

Por André Bernardo
03 Dez, 2020

OPINIÃO

Na próxima terça-feira, às 19h06, não perca a estreia do primeiro podcast oficial do Sporting CP – “ADN de Leão” – em formato áudio e vídeo

08h30 | Academia Cristiano Ronaldo
O André Igreja prepara o computador para editar um filme e começa o dia com duas certezas: a primeira é que seja qual for a hora a que chegue à Academia, o Paulinho já lá está. A segunda é que hoje vamos publicar o 6.º episódio do Inside Sporting.
Eu começo o dia com uma certeza: terei de ir à Academia hoje porque ontem esqueci-me da carteira no estúdio durante as filmagens do primeiro episódio do “ADN de Leão” – que será o primeiro podcast oficial do Sporting CP.

08h45 | Estádio José Alvalade
Consulto o report com os resultados do dia anterior e com o fecho do mês e é com enorme satisfação que confirmo o registo de dois recordes. O primeiro com o recorde de receita de vendas on-line com o melhor registo de sempre, cerca de três vezes superior ao ano anterior, fechando assim da melhor forma a aposta na campanha de Green November . Estes resultados são também consequência da alteração natural de comportamento do consumo para o on-line em virtude dos tempos pandémicos.
O segundo recorde registado é o número de adesões à campanha de débito directo , superando já as dez mil, o que representa um crescimento seis vezes superior ao valor total conseguido nos últimos cinco anos.
Parabéns aos Sócios e adeptos do Clube. Estes recordes são deles que, apesar do momento complicado, gritam sempre mais alto “EU SOU SPORTING SEMPRE!”.

09h38 | Academia Cristiano Ronaldo
Recebo o vídeo do novo Inside e no primeiro plano vêem-se as estacas espetadas no relvado. O míster Tiago retira as mesmas. O resto… é ir ao canal de Youtube do Sporting CP e ver o episódio completo.

10h00 | Estádio José Alvalade
Reunião de visita técnica ao Multidesportivo com um parceiro e vários departamentos. Estamos a preparar o futuro do Sporting CP e este projecto, que vai ganhar vida em 2021, será uma peça fundamental para a transformação do Clube. Ainda é cedo para revelar…

12h03 | Recebemos a proposta da Unlock (bebida energética) para a decoração dos bancos de suplentes. Vamos ter bancos inovadores cheios de “energia” e que vão chamar a atenção de forma original.

15h25 | Passo pela impressora para apanhar a maqueta com a nova decoração da Academia, pego no carro e vou até Alcochete.

16h07 | Academia Cristiano Ronaldo
Entro no novo estúdio, com três dias de vida útil, que acabámos de “inventar” na Academia e sento-me para ver o primeiro episódio do ADN de Leão, ainda por editar.
O podcast “ADN de Leão” é a nova plataforma com a qual pretendemos dar seguimento à nossa ambição de que os Sócios e adeptos do Clube conheçam melhor e “por dentro” o seu grande amor revelando uma parte mais desconhecida e “íntima” da vida do Sporting CP. Neste caso, num registo mais descontraído que permite conhecer mais de perto o ADN dos Leões, atletas e outros, que são moléculas fundamentais da nossa identidade.
O primeiro convidado é João Mário e a nossa host a Joana Cruz . Obrigado João e muito bem-vinda Joana. Parabéns a ambos e a todos os colaboradores do Sporting CP que tornaram este projecto possível.

19h06 | Redes Sociais do SCP
Publicamos o sexto Inside Sporting.

08 de Dezembro de 2020 | 19h06 | Youtube | Spotify | Sporting TV | Plataformas de Podcast
Na próxima terça-feira, às 19h06, não perca a estreia do primeiro podcast oficial do Sporting CP – “ADN de Leão” – em formato áudio e vídeo.

  • Nota : o texto do editorial de hoje segue o formato da rubrica Inside Sporting (publicada nas redes sociais e no canal do Clube) por motivos de recurso de estilo

Editorial da edição n.º 3796 do Jornal Sporting

Não percas, às quintas-feiras todos os fritos estão disponíveis!

JORNAL SPORTING NAS BANCAS

Por Sporting CP
10 Dez, 2020

JORNAL SPORTING

Edição n.º 3797 disponível em papel e em formato digital

Já está nas bancas e disponível em formato digital a edição n.º 3797 do Jornal Sporting, com o destaque na primeira página a pertencer à hashtag #OndeVaiUmVãoTodos, inspirada nas declarações de Rúben Amorim após o polémico jogo contra o FC Famalicão e que gerou uma onde de união entre o plantel e os Sócios e adeptos do Clube Leonino.

Dentro do mesmo tema, não perca a análise ao registo do Sporting CP com Luís Godinho, juiz “de má memória” que deu origem à polémica nesse encontro, e ainda a exposição feita pelo Sporting CP ao presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fontelas Gomes.

Nas modalidades, destaque para a apresentação da nova competição nacional de hóquei em patins, a Taça 1947, que reúne os primeiros oito classificados da primeira volta do Campeonato Nacional, assim como a reportagem do making of da sessão fotográfica do futsal para a época 2020/2021.

Por fim, realce para o segundo episódio do podcast ‘ADN de Leão’, que desta vez teve como convidado Manuel Fernandes, e ainda uma entrevista exclusiva a Marta Vaz, coordenadora da Academia de Talentos Leoninos, sobre a abertura das inscrições para a segunda edição das Oficinas Leoninas.

ALL MEN ARE CREATED EQUAL*

Por André Bernardo
10 Dez, 2020

OPINIÃO

(…) Porque nós podíamos querer jogar fora das regras e podíamos querer ser outra coisa qualquer, mas só sabemos ser uma coisa: Sporting CP! Não é defeito, é ADN. E onde vai um, VÃO TODOS!

Por mera coincidência do acaso tanto o Sporting Clube de Portugal como o regulador norte-americano do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (FDA) têm o mesmo ano de fundação: 1906.

Já não por coincidência muito se tem falado, recentemente, de ambos por motivos de Regulação . No caso do Sporting CP devido aos casos de arbitragem que originaram a perda de quatro pontos no futebol, e no caso da FDA devido aos pedidos de emergência apresentados pelas farmacêuticas no âmbito da aceleração da aprovação da vacina contra a COVID-19.

Aproveito para relembrar a origem, intuito e importância de um regulador. No essencial a função de um regulador é a de um árbitro que assegura o cumprimento de regras pré-estabelecidas para garantir que existe competitividade.

Competitividade pode ser definido como “conflito de acordo com regras”. Isto é, existem duas partes em “conflito”, cuja existência de regras assegura o cumprimento de um objectivo final comum “cooperativo” de interacção – a competição. Sem regras existe apenas conflito.

Porém, a existência de regras é uma condição necessária, mas não suficiente. É preciso assegurar que elas são cumpridas de forma correcta. E por isso não cabe somente ao regulador a criação das regras e a sua evolução, mas também assegurar o seu bom cumprimento.

No desporto há uma parte que quer ganhar à outra, sob a tutela de regras definidas e órgãos e equipas de arbitragem que as fazem cumprir. A ausência de qualquer um dos dois tornaria qualquer modalidade em “vale-tudo”.
A ausência de critérios uniformes no tratamento dos vários clubes, dentro e fora de campo, é inaceitável e não preserva a competição.

É factual que o Conselho de Arbitragem (CA) decidiu pronunciar-se via media apenas sobre o lance específico do golo de Coates. Mas, além de se estranhar a própria decisão em si tendo em conta o que dizem as regras, estranha-se a rapidez, estranha-se a especificidade no lance, e estranha-se a forma. Mas mais se estranha, e é factual também, que o tratamento perante o nosso rival há menos de um ano tenha sido exactamente o contrário. O mesmo se aplica à Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF).

Porquê as abordagens distintas? Não sei e caberá aos mesmos darem resposta. Algo que solicitámos ontem por carta ao CA, aproveitando para reforçar a importância de que os áudios de comunicação com o VAR sejam públicos durante as decisões. Ambição que tornámos pública em primeira mão e que consideramos crucial no caminho construtivo e de transparência que protege o sector e o entorno competitivo. Aliás, este e outros temas, serão foco do “ Webinar VAR Future Challenges ”, que já tínhamos anunciado e que vamos promover no próximo dia 21 de Dezembro e no qual participarão nomes de referência como Paddy O’Brien ou Nigel Owens, do rugby, o ex-árbitro Keith Hackett ou Greg Barkey da MLS, entre outros.

No final do dia o Sporting CP quer apenas que a “estrada” da competição seja igual para todos, que esteja bem demarcada e sem linhas rectas para uns e com curvas para outros. Porque nós podíamos querer jogar fora das regras e podíamos querer ser outra coisa qualquer, mas só sabemos ser uma coisa: Sporting CP! Não é defeito, é ADN. E onde vai um, VÃO TODOS!

*Frase extraída da Declaração de Independência dos Estados Unidos da América de 1776 e que proclama a igualdade de direitos e deveres de todos os cidadãos perante a lei. Traduzido em português “Todos os homens são criados iguais”.

Editorial da edição n.º 3797 do Jornal Sporting

#ONDEVAIUMVÃOTODOS

Por Juvenal Carvalho
10 Dez, 2020

OPINIÃO

(…) foi viral o mote do “onde vai um vão todos” pelas redes sociais, numa onda verde gigantesca, que teremos de cavalgar para estarmos juntos contra os verdadeiros inimigos, e esses estão no exterior

Assumo que não me foi fácil escrever esta coluna de opinião. Não podia escrever o que me vai na alma sobre aquilo que é o lado marginal ao futebol. No fim do jogo de Famalicão, ainda atónito, e com a alma dilacerada, é que não poderia mesmo escrever os caracteres habituais. Seriam impronunciáveis os palavrões que proferi em frente à televisão – sim, o futebol é para mim a roçar o irracional – e transportá-los para a escrita deste espaço, não só era proibido pela linha editorial deste nosso jornal, como não me ficaria bem a mim mesmo.

O estado de alma era – é – de alguém que está cansado de todo este sistema viciado dos dois pesos e duas medidas. Ao Sporting Clube de Portugal, e não de agora, mas sim numa sina de décadas, é tão fácil prejudicar. Já fizemos até luto pelo futebol. Já tivemos formas de comunicar muito díspares, com críticas veladas aos “assaltos” constantes de que o nosso Clube é vítima quando comparado com os nossos rivais directos. É exasperante até. Nada tem resultado para que consigamos competir em igualdade neste conspurcado mundo do futebol.

Os do costume, e que de forma cínica dizem que o Sporting CP deverá estar sempre na luta do título, porque faz falta ao futebol português, e tal, são os mesmos que, mesmo que numa fase inicial, e se pressentem que podemos incomodar, nos dão uma machadada.

É recorrente. É até alvo de chacota dos abutres, quais “Vampiros” de Zeca Afonso. Aqueles que comem tudo e não deixam nada.

Mas porque um Leão só se curva para beijar o símbolo, quis encontrar positivismo nestas linhas. E que melhor alento poderia encontrar do que ouvir o nosso treinador Rúben Amorim, também ele visivelmente agastado, dizer que “nesta equipa, onde vai um vão todos”. Como que acordei de um pesadelo e interiorizei. Não, estes rapazes não podem ser abandonados. Eles são feitos de têmpera. Eles obrigam-nos a caminhar a seu lado. Temos de estar unidos para os pedregulhos que nos querem colocar no caminho, e aqui falo mesmo dos cartilheiros e dos “paineleiros”, que discutem há décadas as “missas” e a “fruta”, sobre quem é mais beneficiado que quem, naquilo que é uma verdadeira guerra de guerrilha para o domínio do lado obscuro. Aquele que até dá títulos.

Mas, porque o mote está dado, terá que ser em uníssono e a uma só voz, esquecendo divergências entre nós, porque aquilo que nos une é muito mais do que aquilo que nos separa, e porque do futebol às modalidades, passando pelos associados e simpatizantes, foi viral o mote do “onde vai um vão todos” pelas redes sociais, numa onda verde gigantesca, que teremos de cavalgar para estarmos juntos contra os verdadeiros inimigos, e esses estão no exterior. Capacitemo-nos mesmo, que todos seremos poucos. Sim, somos Leões de têmpera e para onde vai um vão todos.

Vão ter que nos aturar. Somos da raça que nunca se vergará!

A BOLA NÃO É REDONDA

Por Pedro Almeida Cabral
10 Dez, 2020

OPINIÃO

(…) Espera-se que a bola seja mesmo redonda para o Sporting CP e que se acabem, de vez, as irritantes arestas que fazem a bola não entrar na baliza adversária quando devia

O futebol é jogo de 11 contra 11. No final, discute-se a arbitragem. Poderia ser esta a descrição do futebol português, sempre enredado em decisões polémicas, jogadas mal apitadas e lances que ficam na memória por nefastas razões. Contra o FC Famalicão, ficámos empatados com um golo inexplicavelmente invalidado nos momentos finais. Não foi a melhor exibição do Sporting CP. Um penálti falhado, algum ímpeto escusado nalgumas entradas e desatenções defensivas assim o ditam. Mas a verdade, e isto deve ser sublinhado a marcador verde florescente, é que a prestação do Sporting CP chegava para trazer os três pontos no autocarro oficial do Clube.

O que vimos foi uma arbitragem descuidada, tendenciosa e sem critério válido. Não interessa falarmos só no golo erradamente anulado a Coates. Isso reduz a análise a um lance, ocorrido em escassos segundos. É preciso ver todo o jogo. Há muito por onde escolher. Desde a simulação inexistente que dá o primeiro amarelo a Pote, a uma verdadeira simulação de um jogador do FC Famalicão que não foi amarelada, à exagerada expulsão de Pote, que apenas fez duas faltas em todo o jogo, ao grosseiro penálti sobre João Mário que não foi assinalado, ao amarelo por pisão a Palhinha que ficou no bolso, aos amarelos variados por mostrar a jogadores do FC Famalicão e ao incompreensível amarelo a Nuno Santos. Deixo o melhor para o fim: o golo de Coates é limpo por não haver contacto intenso o suficiente para atrapalhar o guarda-redes famalicense, que, de resto, se saiu mal ao lance. O VAR interveio sem razão, pois a jogada não suscita dúvidas, tendo até Luís Godinho validado o golo de imediato. Não houve uso do VAR, houve abuso do VAR, à cata de razão para não haver golo.

O que se passou a seguir é de deixar qualquer um arrepiado. O Conselho de Arbitragem reage em menos de meia hora para validar o resultado. Coisa nunca vista e que deixa fundadas dúvidas sobre as motivações da actuação deste organismo. Os comentadores de arbitragem, todos eles ex-árbitros, defendem quase todas as decisões de Luís Godinho e, mesmo quando reconhecem um erro ou outro, dão nota máxima. Só faltou propor o árbitro para comenda de arbitragem a atribuir pelo Presidente da República. Ainda não refeitos desta celebração de Luís Godinho, vemos a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol anunciar queixas e processos em barda. Tanta reacção para tão desequilibrada arbitragem impressiona. Erros destes não se podem repetir e o Sporting CP não pode tornar a ser prejudicado desta forma. Espera-se que a bola seja mesmo redonda para o Sporting CP e que se acabem, de vez, as irritantes arestas que fazem a bola não entrar na baliza adversária quando devia.

A GRANDE FARRA!!!

Por Tito Arantes Fontes
10 Dez, 2020

OPINIÃO

(…) O futebol português é isso mesmo… um “vale-tudo”!!! Há décadas que é um “vale tudo”!!! Uma orgia de excessos, de decadência e de hedonismo sem regras… de contínua auto-indulgência… sempre a favor dos mesmos…

Vá lá saber-se porquê, também eu fui apanhado por esse tal de “covid”, numa versão mais que ligeira, assintomática, mas que me confinou em casa durante os 10/11 dias ordenados pelo SNS (exemplar acompanhamento, que pude testemunhar na primeira pessoa do singular) e que foram religiosamente cumpridos! Certo é que, assim, tive oportunidade de assistir a todos os jogos do fim-de-semana, bem como a vários programas televisivos de análise e comentário. E também pude ler muito jornal, muito “desportivo”, incluindo pasquins e similares!

Foi um fim-de-semana farto! Farto de jogos! Farto de episódios! Farto de “roubos de igreja”! Farto de más arbitragens! Farto de más decisões! Em claro e evidente prejuízo do Sporting Clube de Portugal!!!

E fiquei a pensar… o que é isto? Que raio de espectáculo é este com que somos – nós, os amantes do futebol e no nosso caso do Sporting CP – semanalmente presenteados?

E descobri… estamos no meio de uma farsa… a viver mesmo uma farra!

Melhor dito, estamos na reedição desse icónico filme ítalo-francês dos anos 70… La Grande Bouffe… A Grande Farra!

A história do filme é conhecida… quatro amigos quarentões, com sucesso na vida, resolvem encontrar-se numa casa de campo com um único objectivo: comer até à morte! E a partir de certa altura juntam a luxúria a esse seu propósito… é um “vale tudo”… uma orgia de excessos, de decadência e de hedonismo sem regras… de total auto-indulgência…

O futebol português é isso mesmo… um “vale tudo”!!! Há décadas que é um “vale-tudo”!!! Uma orgia de excessos, de decadência e de hedonismo sem regras… de contínua auto-indulgência… sempre a favor dos mesmos… o tal de “poder bicolor”… azul e vermelho!!! Indecoroso e inaceitável!!! Pecaminoso!!! E, por isso, odioso até!!!

Claro que no filme – uma sátira social feroz e de enorme impacto na época, que se mantém com uma transcendente actualidade – temos a extraordinária realização de Marco Ferreri (o filme que o colocou mesmo na história do cinema!) e os soberbos desempenhos, entre outros, de Marcello Mastroianni, de Michel Piccolli, de Ugo Tognazzi… e da inesquecível Andrea Ferreol!

Ah, mas no nosso “ludopédio” a Grande Farra é mesmo outra… é pobre, é medíocre, é rasteira, é vil, é abjecta… é repugnante! Ainda tentei descobrir o “quem é quem” dessa nossa Grande Farra… quem é o nosso Piccolli? Onde está o Tognazzi? E a Andrea? E o gigante Mastroianni?.. e o maestro Ferreri, onde anda? Mas não, não descobri nenhum… só vejo actores menores, insignificantes… uns de sarjeta, outros de saguão… uns répteis, outros toupeiras… todos rasteiros… todos torpes, todos míseros, todos mesquinhos, todos infames…

É isto o futebol português… Uma Grande Farra!!!

No filme, morreram todos… salvaram-se as prostitutas e a “enorme” Andrea… e no futebol português… quem se salva???

O Sporting Clube de Portugal!!!

Sim, o Sporting CP… o único que não está, que nunca foi contaminado por esse vírus incrustado há décadas no “poder bicolor”… servilmente defendido por todo o tipo de lacaios úteis… desde os “virginais sábios catedráticos” do comentário arbitral, indelevelmente agrilhoados aos seus próprios “pecados mortais” quando apitavam de “dourado” ou se vestiam de “padres”… passando pelos “hipócritas da escrita e do verbo”… que nada denunciaram, que nada viram, que nada apontaram, que nada escreveram… e que, agora, hélas, quais “ingénuas e inocentes sereias”, tanto reclamam – com totalitária e uniforme cartilha – contra a indiscutível “razão verde”, ecológica mesmo, que varre Portugal de lés a lés!!! Como se a razão, essa, só agora tivesse nascido… mas não… essa “ecológica verde razão” tem – apesar desse indecoroso e cobarde silêncio dessas “melífluas sereias” – décadas de existência!!!

Está na hora!!! Está na hora de lavar, de descontaminar o futebol português!!! … é “ecológico” que assim seja!!! O “clima verde” assim o exige!!!

Os tempos de mudança estão aí… a chegar!!!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

O bilhete? O bilhete, Pedro? Já colaste o bilhete?

DESONESTIDADE INTELECTUAL!!!

Por Tito Arantes Fontes
17 Dez, 2020

OPINIÃO

(…) Excelente foi mesmo a resposta que a equipa deu em campo no jogo com o FC Paços Ferreira para a taça de Portugal! Categórica! E agora mesmo no jogo da Taça da Liga com o CD Mafra!

Tenho um velho amigo dos tempos em que trabalhei na CGD (década de 1980), grande Leão, Sócio desde sempre, mais que cinquentenário, família toda Sportinguista, gente de Anadia. É um homem sério, impoluto, honesto, de carreira irrepreensível na CGD até se reformar há já uns dez anos. É um homem que sofre com injustiças. Testemunhei isso mesmo nos quase dez anos em que convivemos profissionalmente na CGD. É um homem que tem amigos e mantém relações com gentes de todas as cores, sempre educado, sempre “gentleman”. É, como se costuma dizer, gente boa! Certo é que poucas vezes vi esse meu amigo manifestar-se como agora se manifestou. Por causa do famigerado jogo de Famalicão. Ainda essa pouca vergonha de que fomos vítimas! De que o Sporting CP foi alvo!

Devidamente autorizado pelo seu autor, transcrevo o que esse meu amigo, revoltado com os comentários do ex-árbitro Pedro Henriques no Público , enviou ao mesmo:

“Senhor Pedro Henriques:

Sou leitor habitual do Público desde o primeiro número. Considero este Jornal como um grande exemplo do que deve ser um órgão de comunicação social – liberdade de expressão, pluralismo de opinião e muito respeito por quem discorda. Fiquei, por isso, estupefacto pelo título da sua crónica de hoje: DESONESTIDADE INTELECTUAL. De quem, senhor Pedro Henriques? De quem discorda de si? Vá chamar intelectualmente desonesto na cara de quem julga que o é, porque não pode, e não deve, usar o título dum comentário como se todos nós, leitores do Público , tivéssemos de estar de acordo com a sua opinião que, para si, é a única, a definitiva, a verdadeira. Gostaria que alguém lhe chamasse cobarde por usar um comentário num jornal para insultar na generalidade quem o lê e discorda de si? Certamente que não, mas eu senti-me insultado por si e não lhe concedo esse direito. E para que sustente a minha posição, pedia-lhe o favor de me corrigir, já que é ex-árbitro e actual comentador, da minha visão do lance que originou o golo invalidado ao Sporting CP. O que eu vi: Coates está NO AR ANTES do guarda-redes do FC Famalicão, portanto o movimento é claro, é o guardião que vem contra Coates, o outro jogador nem sequer salta, os braços do guarda-redes estão SEMPRE em paralelo, não conseguem agarrar a bola e NÃO HÁ UM ÚNICO SINAL de alteração do percurso dos braços, o que seria inevitável se tivesse havido um toque do braço de Coates. Numa das imagens que foram passadas vê-se que, de facto, o braço de Coates toca no braço do guarda-redes DEPOIS da bola seguir o caminho da baliza. E tudo isto se passa FORA DA ÁREA EXCLUSIVA DO GUARDA-REDES. Para ter a certeza absoluta, fui rever as regras do futebol que, naturalmente, o sr. Pedro Henriques sabe de cor e salteado. Não consegui encontrar nenhuma alteração ao facto do guarda-redes, sublinho, fora da área exclusiva, ser considerado um jogador de campo como outro qualquer. Está certo o que digo, sr. Pedro Henriques? Não concorda com a minha visão do lance? Então diga que eu tenho deficiência ocular, mas não me chame desonesto intelectualmente. Não lhe admito, nem a ninguém. Não é aos 75 anos que aceito que um escriba, presumido detentor da verdade absoluta, me trate assim. Se quiser atingir alguém em concreto, então tenha a coragem de o nomear. Insulte quem quiser, mas faça-o cara a cara e assuma as consequências. E tenho pena que a Direcção do Público tenha deixado passar o título do seu comentário.

Os meus cumprimentos.”

É um expressivo “grito de alma” de um Sportinguista de toda a vida, do coração de Portugal, bem demonstrativo do estado catatónico em que o povo português, de lés a lés, ficou! Revoltado! Revoltado com o jogo… e depois, mais ainda, se possível, revoltado com este tipo de comentários que se fizeram… maltratando e insultando quem não pensa como eles! Quem nunca se vendeu ou serviu do “sistema”, como nós, Sportinguistas! Já os tivemos que aturar como árbitros… e tão maus que foram… e agora só nos faltava ter que ler e ouvir os dislates desta gente… destes verdadeiros e autênticos “desonestos intelectuais”!!!

Excelente foi mesmo a resposta que a equipa deu em campo no jogo com o FC Paços Ferreira para a taça de Portugal! Categórica! E agora mesmo no jogo da Taça da Liga com o CD Mafra! A verdade é que esta época para nos pararem só com “roubos”, “habilidades” e “desonestidades intelectuais”! Digam lá o que disserem! É esta a verdade! São estes os factos!

Duas últimas palavras: uma de solidariedade para todos os visados nos processos disciplinares instaurados pelo Conselho de Disciplina! A soldo das inenarráveis, tristes e torpes participações do Conselho de Arbitragem e da APAF… e lá vem o Conselho de Disciplina defender a podridão, defender o “sistema” e atacar quem reclama das injustiças, das anormalidades e dos dislates que fazem ao nosso querido SCP! Só o presidente Varandas já leva desde o início do ano três processos disciplinares… e nem dez jornadas temos…

E a derradeira palavra… porque não, não posso deixar em claro! São inadmissíveis quaisquer frases, comentários ou referencias sobre “Alcochete 2”! O que é isto? Aqui não há que tergiversar, aqui só há uma opinião de todos os Sportinguistas… Alcochetes 1 ou 2… não, nunca mais!!! E nunca é mesmo NUNCA!!!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

RESPOSTA

Por Pedro Almeida Cabral
17 Dez, 2020

OPINIÃO

(…) Segue o Sporting CP a resistir a tudo e todos, e a responder como todos os Sportinguistas querem

Parada e resposta. Depois do injusto e mal digerido empate em Famalicão, em que, não é demais repetir, foi marcado um golo inteiramente limpo por Coates, o Sporting CP deu uma resposta a todos os que põem em causa a valia da equipa. Em campo e fora dele.

Não se avizinhava uma semana fácil. Fantasmas de épocas passadas começaram a pairar sobre Alvalade. São décadas de experiência em erros grosseiros e decisões incompreensíveis. Também isso explica a onda espontânea que se gerou. Houve uma partilha genuína e convencida das palavras de ordem lançadas pelo treinador do Sporting CP. Onde vai um, vão todos. Onde foi um, foram mesmo todos. E foi bonito ver nas redes sociais e por todo o lado a adesão a esta campanha de apoio à equipa de futebol, que culminou com a escolta à equipa por centenas de adeptos na ida de Alcochete para Alvalade antes do jogo contra o FC Paços de Ferreira, a contar para a Taça de Portugal.

Contra o FC Paços de Ferreira, demos muito mais do que uma mera resposta. Foi uma das melhores exibições dos últimos anos. Intensidade a todo o tempo. Esclarecimento táctico. Acerto e rigor defensivo. Aproveitamento de oportunidades. Tudo factores que tiveram como consequências três grandes golos, perante um FC Paços de Ferreira que ainda não havia sofrido tantos tentos. O primeiro é um primor. Coates lança bola alta, Nuno Santos subtilmente cabeceia para Tiago Tomás que, velozmente, arranca em direcção à baliza adversária e, com o seu pé esquerdo, ele que não é canhoto, fuzila com um remate colocadíssimo. Destaco a excelente leitura do lance por Nuno Santos. Mal Coates se preparava para estender a bola longa, Nuno Santos faz sinal a TT para se adiantar, preparando a sua desmarcação. Proveitoso entendimento colectivo e boas execuções individuais fazem jogadas como esta, que ficarão nas memórias das conversas de Sócios e adeptos. Tabata reservou o seu lugar no 11 com um jogo com olhos pregados na baliza e um golão em arco de belo efeito. Palhinha fechou a contagem em cabeceamento oportuno, demonstrando a sua valia nas alturas.

Já esta semana, a resposta continuou também num jogo de Taça, mas esta a da Liga. Leão de segundas linhas que tudo fizeram para jogar como as primeiras. Plata, Inácio e Bragança prometem fazer muito estrago nesta época, a merecerem claramente mais oportunidades. Segue o Sporting CP a resistir a tudo e todos, e a responder como todos os Sportinguistas querem.

AS VOZES DO DONO

Por Juvenal Carvalho
17 Dez, 2020

OPINIÃO

(…) um pedido aos Leões comandados por Rúben Amorim. Continuem a praticar bom futebol e a ser uma muralha inexpugnável. E deixem-nos falar… porque será a voz da razão – neste caso a do bom futebol – contra as vozes do dono

Ainda sou do tempo, como dizia aquele bem conseguido spot publicitário, que as discussões de futebol se faziam entre amigos, de forma calorosa, e tinham como palco os cafés ou mesmo as ruas dos locais onde vivíamos. Eram discussões acaloradas, mas vividas de forma desinteressada, até porque as cartilhas eram única e simplesmente o amor fervoroso pelo nosso símbolo, fosse ele qual fosse.

Eu como Sportinguista estive em tantos momentos desses, que eram mesmo de antes quebrar que torcer. Afinal, qual de nós não teve momentos desses entre amigos, que começavam aos gritos, e acabavam – refiro-me só aos civilizados – com umas cervejas e com um abraço fraterno, depois de cada um defender o seu clube até à exaustão.

Eram tempos saudáveis e sem agenda. Falava-se do jogo – sim, porque o futebol não é uma ciência exacta, desassombrada e apaixonadamente.

Quando digo eram, coloco mesmo o tempo do verbo no passado. Hoje essas discussões não só deixaram de ser saudáveis, como passaram também a ser viciadas no pensamento, porque é na sua maioria com base em opiniões de outros, só porque ouviram algumas intelegentzias dizer em determinados canais televisivos.

Hoje proliferam os programas sobre futebol, e não generalizando na mediocridade dos intervenientes, porque também existe algum bom senso e conhecimento do jogo por parte de alguns, na sua maioria é composto por pessoas sem conhecimento algum, até porque muitas delas que nem desporto praticaram, e que falam de “nadas” com tão douta sapiência.

Hoje promove-se o ódio e a viciação de pensamento, por pessoas que dizem o que lhes mandam, num vale-tudo que não deveria existir. Felizmente já deixaram de proliferar alguns habitués da guerrilha porque, e muito bem, por mudanças nas grelhas televisivas, foram extintos os programas onde participavam alguns proeminentes incendiários, que viam tudo aquilo que as imagens repetidas vezes sem conta diziam o seu contrário

Este “jogo falado” é contraproducente. Tem até cariz de promoção de uma guerra de guerrilha que em vez de valorizar o futebol e os seus agentes, tem sim, e cada vez mais, o condão de afastar as pessoas do fenómeno.

Nada me move contra ninguém, porque nem conheço pessoalmente a grande maioria dos intervenientes, e até evito de ver os mesmos depois de ter aderido à causa durante algum tempo, sobretudo pelo que a novidade acarretava então.

E porquê, perguntam alguns de vós, se ele não vê porque critica? Fundamento a minha análise, porque nos dias que se seguiram ao nosso jogo de Famalicão, e porque o Sporting CP consegue começar a incomodar o status vigente, quis perceber se algo tinha mudado. Mas não. Tudo na mesma, ou mesmo que sendo muito difícil piorar o que já era mau, a realidade é que ainda achei pior. Até o célebre e jocoso “está a chegar o Natal”, para contrariar as críticas Leoninas à arbitragem ouvi. Numa postura, quiçá a mando de uma tal cartilha, que está mesmo em proporções inusitadas aos dias de hoje.

E não creiam que esta coluna de opinião é escrita na versão Calimero. É tão só uma questão factual. E porque a minha “cartilha” é escrever semanalmente neste espaço e dizer sem amarras o que me vai na alma, que peço aos nossos rapazes, na tal lógica do “onde vai um vão todos”, que sejamos fortes dentro de campo, para que com a qualidade da razão, deixem ainda mais aziados os profetas da desgraça, que opinam sobre futebol com a qualidade com que provavelmente Amália Rodrigues cantaria rock.

Em suma, ganhamos pouco mas incomodamos tanto os que tão céleres são a tentar adulterar o que todos vêem.

Termino reiterando um pedido aos Leões comandados por Rúben Amorim. Continuem a praticar bom futebol e a ser uma muralha inexpugnável. E deixem-nos falar… porque será a voz da razão – neste caso a do bom futebol – contra as vozes do dono.

JORNAL SPORTING JÁ DISPONÍVEL

Por Sporting CP
17 Dez, 2020

NOTÍCIAS

Edição n.º 3798 disponível em papel e em formato digital

Já está nas bancas e disponível também em formato digital a edição n.º 3798 do Jornal Sporting , com o destaque na primeira página a pertencer ao parecer independente sobre os Campeonatos Nacionais de 1921 a 1940 que o presidente do Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal entregou, na última quarta-feira, a Fernando Gomes, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

A lenda a recordar nesta edição é Henrique Reis Pinto, uma das figuras de maior relevo da ginástica nacional e do Sporting CP.

Nas páginas iniciais o destaque vai para as vitórias da equipa principal do Sporting CP que permitiram avançar, ora na Taça de Portugal, ora na Taça da Liga.

De seguida, são passados em revista todos os jogos disputados no último fim-de-semana, das equipas B, sub-23 e feminina no futebol, mas também o triunfo no dérbi no basquetebol.

A publicação conta ainda com entrevistas a Larissa Lima, atleta da equipa feminina de râguebi, e a Marta Onofre, atleta do salto com vara verde e branco.

Por fim, realce para o terceiro episódio do podcast ‘ADN de Leão’, que terá Patrícia Mamona como convidada.

É só fritos!!!

FEBRE AMARELA

Por Pedro Almeida Cabral
24 Dez, 2020

OPINIÃO

Não é justo que o Sporting CP tenha de jogar a gerir vários jogos ao mesmo tempo. Esta autêntica febre amarela deve descer para que todos joguem em pé de igualdade

Foi épica a vitória do Sporting CP contra o SC Farense. Contra uma equipa aferrolhada, valeu a insistência e a garra de acreditar até ao fim. Muito se falou do penálti de Defendi, o guardião da equipa algarvia, mas sem qualquer razão. Como já havia demonstrado na primeira parte, Defendi sai-se de entre postes com algum afoito. Naquela jogada, foi só mais uma investida descuidada. Desabridamente lá foi ele de braço esticado e punho erguido, qual manifestante em parada política, acertando em quem viesse. Bola ou jogador, tanto fazia. Primeiro a bola e depois a cabeça do pobre Feddal foram corridos a soco, ficando o marroquino a fazer gelo no balneário. Se isto não fosse penálti, os avançados do Sporting CP teriam que passar a andar de capacete em campo. Nada que não possa vir a acontecer, atenção.

Três pontos ganhos, o Sportinguista faz a habitual contagem dos cartões amarelos. Foram mais quatro. Nos dez jogos do campeonato até agora disputados, o Sporting CP tem até um jogo em que viu seis amarelos. Noutros dois jogos, vimos cinco amarelos, também noutros dois, quatro amarelos e, por fim, num outro jogo três amarelos. Não sendo uma equipa indisciplinada, este critério parece demasiado largo. Na dúvida, amarelo para o Sporting CP. Aliás, ainda está por explicar o amarelo mostrado a Nuno Santos após o final do jogo contra o SC Farense. Diz-se que o jogador leonino provocou a equipa adversária. Já vi as imagens uma dúzia de vezes e a única provocação que consigo ver é ao Nuno Santos, que nada fez para ser admoestado.

Este exagero disciplinar desequilibra o campeonato, prejudica a competitividade e conduz a disparidades absurdas. É que até agora o SL Benfica, o FC Porto e o SC Braga têm, respectivamente, 19, 18 e 17 cartões amarelos, tendo o Sporting CP 31. Não se percebe esta contabilidade, sobretudo quando se conhece o estilo aguerrido de jogo de cada uma dessas equipas. Já temos quatro jogadores em risco de exclusão por um jogo, com quatro amarelos: Coates, Palhinha, Nuno Santos e Feddal. Continuando com as comparações, o FC Porto e o SC Braga não têm nenhum e o SL Benfica tem apenas um. No próximo domingo, jogamos contra a B SAD claramente condicionados, também a pensar no jogo seguinte com o SC Braga. Não é justo que o Sporting CP tenha de jogar a gerir vários jogos ao mesmo tempo. Esta autêntica febre amarela deve descer para que todos joguem em pé de igualdade.

UM NATAL DE LEÃO

Por Juvenal Carvalho
24 Dez, 2020

OPINIÃO

Uma coisa é certa, do ponto de vista desportivo, este Natal em família – na família Leonina – traz esperança. A esperança inerente à nossa cor

Não é quadra que viva efusivamente do ponto de vista meramente pessoal. Não sou até muito de datas e destes simbolismos. Como se convencionou dizer, ninguém é igual a ninguém. Uma coisa sei, porque sou de mente aberta, e habituado a respeitar, e neste caso a ter que respeitar uma larga franja de pessoas, que familiarmente vivem o Natal de forma arreigada, não me quero fechar numa “bolha”, termo agora tão em voga nesta época de pandemia, e o meu propósito é desejar um Feliz Natal a todos os Sportinguistas espalhados pelo Mundo. Que tenham tudo o que almejam do ponto de vista pessoal e profissional, e que no plano desportivo desejem o mesmo que eu. Um Natal de Leão para todas as modalidades onde entrar o símbolo do Leão rampante.

Este é até um Natal que nem os mais pessimistas previam. Os tempos de hoje estão estranhos. A pandemia que nos veio ‘visitar’ não tem contemplações a raças, credos ou ideologias. Apanhou-nos a todos de surpresa e ninguém mais viveu como nos dias anteriores à Organização Mundial de Saúde ter declarado oficialmente a pandemia do século XXI provocada pela COVID-19.

As famílias terão de se cuidar. Os festejos estão muito limitados. As crianças aguardarão pelos presentes, mas sem a alegria de outrora. Sinais dos tempos, com a esperança que outros mais alegres hão-de vir.

E por falar de tempos alegres, e porque naquilo que nos une, que é o Sporting Clube de Portugal, os tempos de hoje, ao contrário dos da sociedade, são de esperança e de crença num futuro com prosperidade. No futebol, que é aquilo que mais apaixona a grande maioria de nós, faz algum tempo que não íamos à frente no Natal. Claro que ninguém ganha nada neste momento, mas uma coisa é certa, e como naquele velho ditado popular, candeia que vai à frente alumia duas vezes. Esta alegria ninguém nos tira. É factual. Também nas principais modalidades o nosso Clube está a liderar no basquetebol, no hóquei em patins, no futsal e no ténis de mesa. No sector feminino estamos na liderança no futebol e no hóquei em patins, o que elucida do bom momento vivido. Sabemos que em todas as modalidades só ganha um e que a disputa é árdua. Também nas designadas modalidades de alta competição, os clubes vivem tempos estranhos financeira e desportivamente. Uma coisa é certa, do ponto de vista desportivo, este Natal em família – na família Leonina – traz esperança. A esperança inerente à nossa cor.

E agora cuidem-se, para que o próximo Natal seja diferente para melhor. Sem máscaras, sem privações. Normal, portanto.

Um feliz Natal a todos sob o signo do Leão!

Já me esquecia… é quinta-feira, dia de fritos!

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Assim como o Sr. Fernando Correia, ostracizado por esta corja que assaltou o clube.