João Virgínia (GR) (Emprestado por: Everton)

Sim, falhou o jogo da Luz e perdemos 1-0, por ele ter visto um amarelo aos 90+2. Já dou de barato que não tenha sido forçado mas foi um profundamente lesivo do interesse competitivo do clube.

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Mas na nossa wiki aparece com o nome Manuel Santos Virgínia.

João Virgínia tem estreia em vista na Taça de Portugal

Guardião terá chance de começar a convencer a SAD a acionar a opção de compra de 3,5 milhões

BALIZA. Virgínia tem batismo pelo Sporting no horizonte

Arranca hoje a preparação do Sporting tendo em vista o duelo da 3ª pré-eliminatória da Taça de Portugal, diante do Belenenses. E mesmo sem sete dos seus jogadores, ao serviço nas respetivas seleções, Rúben Amorim faz desde já contas ao onze que vai entrar em campo no próximo dia 15, no qual deve constar João Virgínia. Dois meses depois de ter assinado pelos leões, por empréstimo do Everton, o guarda-redes de 21 anos terá assim a primeira oportunidade de mostrar serviço, representando também uma chance para começar a convencer a SAD a acionar a opção de compra de 3,5 milhões de euros fixada no seu contrato de cedência.

Desde que chegou a Alvalade, com o rótulo de substituto de Luís Maximiano, hoje no Granada, o internacional português sub-21 esteve sempre nas fichas de jogo da equipa, sem exceção, como suplente. Isto porque Adán pura e simplesmente não deu hipóteses e consolidou o estatuto de titular indiscutível que havia conquistado na última temporada, assumindo-se como um dos esteios do leão. Durante a próxima semana e meia, ambos vão continuar a trabalhar na Academia, como André Paulo e Diego Callai, outras opções para a baliza, mas Virgínia deverá ser mesmo o escolhido para o embate frente aos azuis no Estádio do Restelo.

Mais mexidas em vista

Amorim já avisou que o Sporting vai encarar o jogo da Taça com máxima seriedade, mas de qualquer forma são esperadas várias alterações em relação à habitual equipa-tipo, até para que assim outros jogadores tenham mais minutos nas pernas, desejo que o técnico já vincou em diversas ocasiões. Com efeito, além da estreia de Virgínia ou o regresso de Pote, é expectável que alguns jovens talentos da formação leonina possam, pelo menos, entrar nos eleitos.

Natural que jogue, tem uma boa oportunidade para deixar de ser uma total incógnita.

O que se pede é que não comprometa, o resto será para analisar posteriormente.

REFORÇO COM ESTREIA MARCADA

Jovem leonino poderá ter primeira oportunidade na equipa principal no próximo encontro dos leões

Tiago Jesus

Texto

5 de Outubro 2021, 12:37

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João Virgínia deverá vestir a camisola da equipa principal pela primeira vez diante do Belenenses. De acordo com o jornal ‘Record’, a partida válida para a terceira eliminatória da Taça de Portugal, Rúben Amorim colocará o jovem guardião português no lugar de Ádan.

O reforço dos leões leva seis meses sem disputar uma partida oficial. O encontro diante dos azuis do Restelo marcará não só a estreia de João Virgínia, como também o seu regresso aos relvados, uma vez que o atleta não compete desde março, quando defendeu a baliza do Everton na derrota diante do Manchester City (0-2), num encontro da FA Cup.

O guardião dos leões foi dos últimos reforços a chegar a Alvalade. O guardião chegou proveniente dos ‘toffes’ por empréstimo de uma temporada, sendo que o seu contrato contempla uma cláusula de opção de compra colocada nos 3,5 milhões de euros.

Sporting: Adán vai descansar e João Virgínia joga sete meses depois

Sem competir oficialmente há mais de seis meses - o último jogo foi contra o Manchester City, a 20 de março -, será um dos escolhidos para o jogo da Taça de Portugal de sexta-feira. Espanhol descansa

Rúben Amorim vai dar, tudo indica, a primeira oportunidade a João Virgínia, na próxima sexta-feira diante do Belenenses, para a Taça de Portugal. Numa partida de risco muito baixo - os azuis militam no quarto escalão -, o treinador dos leões irá aproveitar para conceder minutos a um guarda-redes que não joga há quase sete meses, poupando, por outro lado, o titular indiscutível, Antonio Adán.

No Everton, o último jogo em que Virgínia participou foi contra o Manchester City, a 20 de março. O guardião português tinha realizado alguns minutos diante do Burnley, devido a uma lesão do guarda-redes Jordan Pickford e manteve-se na liderança da baliza na partida seguinte.

No entanto, depressa voltou ao banco de suplentes quando o internacional inglês se recompôs. Longe das balizas na Premier League, foi emprestado ao Sporting, na tentativa de ganhar uma maior rotina competitiva. No entanto, com Rúben Amorim a escolha está há muito cimentada: é Adán e mais 10. Perante este cenário, o jogo contra o Belenenses surge como uma das poucas oportunidades que o jovem terá para mostrar serviço.

Em Inglaterra desde 2015, João Virgínia, que conta com um título de campeão europeu de sub-17 e outro de sub-19, passou pela formação do Benfica e do Arsenal, tendo assinado contrato com os toffees, em 2018. O percurso no clube inglês não tem sido fácil: apenas três jogos na equipa principal.

No lado oposto, está o guarda-redes espanhol. Amorim não abdica da presença do ex-Atlético de Madrid naturalmente pelas suas qualidades, mas também pela experiência e por aquilo que representa para o grupo, tendo sido determinante para a conquista do título na temporada transata.

Adán, recorde-se, só falhou dois jogos para o campeonato, dois na Taça de Portugal, um para a Taça da Liga. Esta época, esteve nos onze jogos (990") realizados pelo Sporting.

Muito provavelmente a opção não vai ser acionada, o curso natural das coisas é para o ano o Adán fazer a última época com o Callai como suplente e daqui a 2 épocas ser o próprio Callai a assumir a titularidade.

Não acredito que fiquemos só com Adán e Callai para o ano.

Para mim há duas opções; ou se tenta ficar com o Virgínia (eventualmente negociando um valor mais baixo) ou se aciona a opção por mais um ano de contrato do André Paulo.

Duvido que optem pela segunda hipótese mas eu preferia ter os 3 a treinar na A, o André Paulo a ir ao banco de suplentes e o Callai a jogar na B. Se o Adán se lesionasse obviamente era o Callai que seria aposta e não o André, mas entrava na equipa com ritmo e numa época com minutos, não numa época com banco.

Ou seja: convinha ter mais alguém nem que fosse para “fazer número” no banco dando ao Callai a hipótese de somar minutos na B.

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100% de acordo com isso, estender o contrato do André Paulo por 1 ano para fazer número, e o Callai assume se acontecer algo. Acho que nunca vi o Callai a fazer um mau jogo, e já vi muitos dele.

Não é que o Adán precise de descansar, está sem jogar há duas semanas, mas o Virgínia também merece jogar. É muito complicado ficar todos os jogos no banco, em condições normais nem cinco jogos faz durante a época. O Max sofreu desse mal na época passada.

A opção de ficar com o André Paulo ‘só para fazer número’ faria sentido se ele fosse melhor que o Callai. Mas não é. Em nada…

Posto isto, nem me faria confusão ficar com o Virgínia. Mas devem haver por aí boas opções. O Granada, por exemplo, comprou um GR altamente promissor por 5,5M€.

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Mas ao fazeres essa opção estás a dizer que não queres apostar no Callai.
Por mim seria o Àdan até ao fim do contrato ( caso continue a jogar bem renovar ) e depois apostava no Callai, para GR a fazer função de suplente arranjas um André Paulo/Renan para fazer número.

O problema é que os suplentes, às vezes, têm de jogar. Imagina que o Adan se lesiona antes da ida à Luz. Vais lá com o André Paulo? Eu, mal por mal, preferia ir com o Callai…

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Não sei se concordo com isso de ter de ser melhor do que o Callai para ficar a “fazer numero”.

Ia ao banco, o Callai jogava na B. Se o Adán se lesionasse, o Amorim chamava o Callai para apostar nele e mantinha o Paulo no banco a fazer numero.

Pelo menos permitiria o Callai ir jogando (na B) enquanto o Adán jogava (na A), não ficando a comer banco a época praticamente toda…

Eu não teria dúvidas nenhumas em quem chamaria no caso desse cenário que colocas: Callai. Mas pelo menos seria um Callai mais experiente e com mais jogos, com ritmo e rotina…

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Jogar na B não o impede de ir ao banco na A. E é como digo. Isso de ‘fazer número’ não existe num Clube bem gerido. Mas estamos a falar do Sporting, realmente…

É muito complicado conciliar as duas coisas, até pelas datas dos jogos, pelas concentrações e estágios, pelo risco de teres um jogador a jogar e passado 24h (ou 24h antes) estar num banco de suplentes…

Nunca vi tal coisa, confesso.

A dúvida aqui não tem a ver com boa gestão, tem a ver com encontrar alguma solução que permita ao Callai ir tendo minutos na B até chegar à altura de assumir o lugar do Adán na A. O futuro é obviamente dele e também me parece claro que o Adán faz mais um ano, o próximo, e deve fechar a loja. Pelo menos no próximo ano preferia o Callai pronto para jogar na A se necessário, mas a jogar na B sempre que o Adán estivesse disponível e fosse titular na equipa principal. E isso implicava não passar a época a comer banco nos A.

Ou seja, seria:

Com Adán disponível, Adán titular na A, um gajo que não implica custos (Paulo) no banco e Callai a somar minutos na B treinando com os A.

Nas Taças entrava o Callai para o onze, Adán ou Paulo no banco.

Em caso de lesão do Adán, Callai titular e Paulo suplente.

Será preciso um terceiro elemento que assegure banco, porque isso permite aos outros 2 (Adán e Callai) terem minutos em simultâneo sempre que possível. Se um se lesionar, joga o outro nos A.

Então encontrem uma solução que não faça do André Paulo o GR suplente do Sporting. Se nem na B é consensual, numa Liga 3, vai ser o número 2 de uma equipa que diz que quer ganhar coisas? O Benfica tem o Vlachodimos e o Helton Leite. O Porto tem o Marchesin e o Diogo Costa. Nós temos o Adan e queremos ficar com… O André Paulo? Deus Nosso Senhor nos livre e guarde! O Virgínia ainda escapa…

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Só era o número 2 no papel. O verdadeiro número 2 seria o Callai. Simplesmente para estar no banco de suplentes arranjava-se alguem que possibilitasse ao Callai jogar na B sempre que não pudesse jogar na A.

Até se podia explicar ao miúdo que na hierarquia seria o número 2 mas que seria melhor para ele um guarda-redes mais fraco ir ao banco dos A de modo a que ele pudesse ir somando minutos de competição. Faltando o titular, quem avançava seria ele e não o outro.

Para um clube com pouca cheta, isto até faria algum sentido mas cheira-me que vão mandar uns 3,5 milhões para Inglaterra para comprar o Virgínia.