João Virgínia (GR) (Emprestado por: Everton)

Concordo (tirando a parte do Boeck, Salin e Renan). Um tipo não se desenvolve no banco. Se isso é verdade para qualquer jogador, é pior num GR. É que um GR nunca pode tremer, um GR não entra 10 ou 15 minutos num jogo resolvido.

Aqui, das duas uma: ou temos dois Virgínias e vão rodando na B (tentando que essa rotação lhes dê dificuldades semelhantes) ou jovens é a B e no banco mete-se um tipo de 30 e tais, já batido e que não seja daqueles que precisam de jogos nas luvas para se aguentarem.

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Mas o Adan faz mais 2, no máximo 3, anos e adeus portanto faria sentido começar já a preparar a sua substituição.

Callai tem 17 anos, daqui a 3 terá 20. Não quero outro Patrício a abrir o galinheiro durante as primeiras 3 ou 4 épocas porque não estava preparado/não tinha estofo mental e só depois se tornar um guarda-redes de elite.

Rui Patrício e guarda-redes de elite na mesma frase lol

Esta, para mim, é a melhor solução. Não gosto de ter guarda redes jovens no banco, acho que o desenvolvimento deles fica muito estagnado.
Depois, ter Callai a evoluir na B/sub-23 para suceder ao Adan quando este sair ou reformar-se.

Para já, o Maximiano está num patamar muito superior - e a jogar a um nível alto.
(pode n querer dizer nada a longo prazo…)

Temos parte do passe do Max, portanto eu acredito que volte daqui a algum tempo.

Concordo, gajos por exemplo como o Beto com expriencia que não se importam de ficar no banco, que quando são chamados cumprem e que são bons elementos de balneário.
Como foram os casos do Antunes e João Pereira no ano passado.

Para mim o patricio teve 3 bons anos com a velha, de resto nada de especial…

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A memória às vezes atraiçoa um pouco e sem rever, posso estar a ver mal a coisa, mas tenho ideia que 14/15 foi de bastante bom nível. Especialmente tendo em conta a defesa que tinha à frente.

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devolver e nem é admissivel outro cenário, não se pode gastar dinheiro nele.

Sim começou mais por aí com Leo Jardim e terminou com a velha sendo que em 2016 era um dos melhores redes da europa, por muito fodido que esteja com a atitude dele, na altura estava muito bem.

Depois da saida para o Wolves passou a ser um redes banal…

O Patrício começou a melhorar e muito em 2011/12, quando o Sporting foi finalmente buscar um treinador de GR digno desse título. Ninguém pode desmentir que houve um salto enorme, seja na forma como se posicionava, seja na saída dos postes (bolas pelo ar então, de 0 a 10, passou do -9 a 5).

A partir daí, tem muito que ver com o próprio crescimento, experiência e a defesa que tem à frente. Essa equipa do Leo, apesar de jogadores banais, defendia melhor que as anteriores. Mas o clique do Patrício foi uma época de treino e correções à séria.

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Eu cá não tinha problema nenhum em colocá-lo já na IIB com garantias de titularidade. No ano seguinte, 2.ª liga. Depois começa a jogar na 1.ª liga. O Sporting CP tem que perder o pudor de impor este tipo de influências. O miúdo já não ganha nada no futebol de formação.

Na equipa B tem de jogar, acima de tudo, jogadores nos quais o clube acredita que possam ser úteis no futuro portanto ai eu também não tinha problemas nenhuns.

Agora uma coisa é a equipa B e outra é o Sporting. Ou demonstrava uma personalidade incrível ou ia-se borrar todo. Dar a baliza a um puto de 20 anos, num clube como o Sporting, é irresponsabilidade e contra producente para o próprio jogador. Guarda-redes é uma posição terrível, tu cometes 1 erro e vai tudo por água abaixo.

Mas é por isso que defendo que estes jogadores não façam o crescimento no Sporting CP. O Oblak e o Ederson não fizeram o crescimento nos lampiões. O Ederson, a determinada altura, foi colocado no Ribeirão (onde jogou bastante) e, só mais tarde, é colocado no Rio Ave de onde dá o salto para os lampiões. O Oblak foi contratado na 1.ª divisão da Eslováquia e foi colocado de imediato. O Callai, com a idade que tem, se é o fenómeno que dizem que é, tem que começar a assumir a titularidade já em equipas cujas vitórias e derrotas contem alguma coisa. Os grandes guarda-redes são assim. O Donnarumma foi assim, o De Gea foi assim, o Courtois foi assim.

Assumem o lugar e pronto. O Rui Patrício, por exemplo, sofreu o que sofreu porque é colocado a titular e a jogar sobre brasas num clube que não estava capacitado (até por ausência de staff técnico para ter aquele jogador na baliza. Continuo a achar que num clube da dimensão do Sporting CP, o ideal é ter por cá um jogador que dê segurança suficiente para que, quando entre, não seja um buraco tal que deixe a equipa intranquila. Acredito que a melhor opção que tivemos no banco nos últimos anos foi mesmo o Beto Pimparel.

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