Não concordo contigo. Sempre que joga na posição 6 na equipa B, acho que se desposiciona um pouco, porque acaba por arriscar em subir no terreno.
De ressalvar que eu quero o Wallyson na equipa A para o ano, mas não para jogar na posição 6. Vejo-o como um 8 ou como um dos jogadores que atue em complemento com outro num duplo-pivot.
Não vejo o problema. Nem vejo que o 6 tenha que ficar na sua quintinha. Depende da sua capacidade de perceber de quando e como “arriscar” e da equipa em perceber e compensar esse risco.
Eu talvez o prefira a 8, também. O que digo é que faz as 2 posições com competência. E na posição 6 em especifico, não vejo nada em Rosell que me convença que possa ser melhor opção que Wallyson.
Tem sido uma bela surpresa nos jogos que tenho acompanhado na B. Não o conhecia anteriormente. Parece-me ter estrutura física e posicionamento para ser um bom trinco.
como é que isto é poßivel num jogador da academia? comprendo quando é um jogar que se compra caro e não hà dinheiro. mas nestes casos? talvez alguem me poßa explicar.
Isso é fácil de perceber, o Jorge Mendes é empresário dele, ao fazer o contrato de empresário-jogador pediu que fosse dono de metade do passe dele, caso tenha sucesso no futuro é uma bela nota para o J.Mendes.
Mas o jogador nao pode oferecer metade do seu passe economico por isso nao lhe pertence, pertence sim ao clube com o qual esta vinculado. Isto foi certamente uma godinhada como fez com o William JM Chaby…