Heavy Metal e todos os seus derivados

Tens duas perspetivas:

  • Como músico e apreciador de Opeth, deu gosto ver quatro excelentes músicos em palco;

  • O acima referido, aproveito mais facilmente num concerto na Aula Magna, sentado e a apreciar.

OPETH musicalmente foi brutal e com uma interação engraçada com o público por parte do Mikael Åkerfeldt, a contar umas histórias e piadas. No entanto, considerando o ambiente de festival, não foi dos melhores concertos (em minha opinião, obviamente).

Para mim - e não sendo do meu estilo - Annihilator foi provavelmente o melhor concerto do festival. Boa música, bom som, animação, agarraram o público, etc.

Primeiro: os Opeth são 5. :mrgreen:

Segundo: a análise ao concerto de Opeth naquele contexto - festival - depende muito do conhecimento/apreciação que se tem pela banda e pelo que se vai fazer ao festival. Eu geralmente sou incapaz de dar 50/60€ para ir a um festival de 2/3 dias onde não haja pelo menos uma banda de que seja verdadeiramente fã. Mais rápidamente prefiro aguardar que passem por cá as tours de quem aprecio.

Partindo deste pressuposto, achei um excelente concerto deles, nada a apontar à prestação enquanto músicos, o Akerfeldt mantêm os seus dotes de pseudo- stand-up, que sempre animam a malta, principalmente quando muita gente não vai lá por eles e para mim surpreenderam principalmente com um setlist que provou que não vieram só “picar o ponto” (Whitecluster, Atonement, Demon of the Fall,…).

Do ponto de vista da performance terá até sido melhor do que há 3 anos, apesar de menos intenso.

[hr]

Para mim os melhores concertos passaram por Annihilator (Anal-Eater :twisted:) com uma energia brutal, fiquei rendido ao Jeff, e definitivamente Gojira. Há 10 anos que ansiava que por cá tocassem e não desiludiram em nada.

Já Epica e Soilwork é que podiam ficar de lado na próxima.

Excelente ver que o festival continua a crescer anualmente, foi a 2ª vez que por lá passei (1ª na Quinta do Ega) e conto voltar.

Epah… Opeth são 5? Não reparei se tinham teclista ahaha

Quanto ao que dizes, lá está, opiniões & gostos… Eu dei os 60 e tal euros e nenhuma das bandas do cartaz era algo que eu adorasse antes de eu saber quem iria a Vagos. Para mim, tornou-se uma questão de culto e tomei a decisão que Vagos é deslocação obrigatória.

Passei os últimos meses a ouvir as setlists da maioria das bandas e a ambientar-me a cada uma dela. Fui com uma série de expetativas, tanto com os cabeças de cartaz como com as bandas mais pequenas. Por exemplo, Sylosis, Angelus Apatrida e Vita Imana foram dos concertos onde mais curti (Circle pit \m/ ), eheheh…

Como disse, a performance de Opeth foi muito boa, independentemente de ser enquadrado num estilo festivaleiro ou não. Eles são BONS e o concerto foi BOM, inquestionavelmente.

Soilwork era uma das bandas que eu queria ouvir e embora não tendo desgostado, também não encheu as medidas. Já EPICA, pareceram descontextualizados da maioria do restante festival (Power Metal sinfónico / melódico) no meu de um festival super agressivo ehehe, mas gostei bastante desse concerto também.

Não me digas que és daqueles cotas matulões que vão abafar os chavalos para o circle pit. :twisted: :lol:

Apesar de não me encherem as medidas, também considero que os concertos de Epica e Soilwork foram bons. Simplesmente o estilo de cada uma dessas bandas é que não me diz nada (a evolução de estilo dos Soilwork para uma sonoridade mais “moderna” é que me parece muito forçada).

A horda de bandas espanholas (Vita e Angelus) foi também uma agradável surpresa.

Epah, nos auge dos meus quase 31 anos, não me consigo considerar cota :mrgreen:

[youtube=640,370]http://www.youtube.com/watch?v=9wKw3oGb9-g[/youtube]

http://www.ytpak.com/?component=video&task=view&id=PFQSuONHk8s

esta banda é do caraças, não conhecia!

Slash featuring Myles Kennedy and The Conspirators
World on Fire full album

já anda por aí

Credo. Este tópico vai de mal a pior. :mrgreen:

A malta trve que me ajude a manter isto na ordem. Aqui vai a malha mais pesada que vão ouvir este ano. É meter o volume no 11.

Bölzer-Steppes

Só para não estares com merdas, toma lá o primeiro avanço para o split dos Process of Guilt com RORCAL (?) a ser lançado em Outubro, a rodar na Pitchfork. :clap:

Têm de procurar pelo capítulo

Process of Guilt: "Liar (Mouvement I)"
[url]http://pitchfork.com/thepitch/482-hell-awaits-sinmara-moss-death-fortress-and-more/[/url]

Tem um ou dois riffs dignos de meter o amp no eleven. :mrgreen:

O rasganço vai voltar!
[youtube=640,360]RcO_ViGfKRQ&feature=youtu.be[/youtube]

Novas de Ghost Inside:
[youtube=640,360]e42u_KQj20o[/youtube]
[youtube=640,360]cASpchz2npg[/youtube]

Viva pessoal,

Ando à procura de músicos para uma banda Hard-Rock / Heavy (Guitarrista, Vocalista e Baterista) - Zona de Lisboa.

Se conhecerem alguém ou estiverem interessados, PM sff :wink:

Como fiz anos há pouco tempo, os meus amigos ofereceram-me um bilhete para o concerto EPICA + Dragonforce.

Epica já vi este ano em Vagos… Dragonforce vi uma vez no Atlântico quando vieram cá com Iron Maiden.

Entretanto, estou também a ponderar ir a concerto de Overkill a 1 de Novembro.

E a faixa fúnebre dos Slipknot em memória do Paul Gray? …

A letra está qualquer coisa, é mais um poema do que própriamente música, mas está fantástico.
Não me sai da cabeça.

É a faixa que abre onovo album “5: The Gray Chapter”
Nesta o Corey esmerou-se, também só podia…

[hr]

[youtube=640,360]http://www.youtube.com/watch?v=2fsGyFjoyR0[/youtube]

“… This Song… is not for the living
This song is for the dead…”

[i]With my face
Against the floor
I can see you knocked me out of the way

I don’t want
To get back up
But I have to, so it might as well be today

Nothing appeals to me
No one feels like me
I’m too busy being calm to disappear

I’m in no shape
To be alone
Contrary to the shit that you might hear

So walk with me
Walk with me
Don’t let this symbolism kill your heart

Walk with me
Walk with me
Just like we should’ve done right from the start

Walk with me
Walk with me
Don’t let this fucking world tear you apart[/i]

Cada vez admiro mais o Corey. Um gajo que aos 17 era um vagabundo que só tinha a roupa no pelo e um saco de lixo com alguns pertences transformar se naquilo que é hoje merece todo o meu respeito e admiração. :mais: :clap:

Tive recentemente a oportunidade de ouvir o …For Victory de Bolt Thrower (1994). Conhecia apenas o War Master (1990) e nem sempre me dava grande pica a ouvir o álbum. O som é brutal e pesadão mas não me ficou especialmente na memória de audição para audição.

O …For Victory tem o condão de manter a brutalidade e peso característico dos Bolt Thrower mas uma produção bem mais limpa ou equilibrada (não é a minha praia) que lhe dá um balanço e sonoridade incríveis. Dada a diferença estética até na capa em relação a restantes álbuns, resta-me saber qual dos dois está mais deslocado do resto do trabalho dos Bolt Thrower. A rever.

Deixo aqui a malha com o nome do álbum. Uma entrada incrível, parece que estamos a implodir lentamente um prédio. Os amigos do Corey Taylor que oiçam isto para abrir os horizontes. :whistle:

Bolt Thrower - …For Victory [HQ]

Bolt Thrower é aquelas bandas que são sempre a mesma coisa, mas sempre muito em cima. A maior malha deles é a Cenotaph.

[youtube=640,360]http://www.youtube.com/watch?v=6IWuoMU7Hzo[/youtube]

Nem o bruto alves consegue entradas tão demolidoras como esta :cartao:

hm hm

[youtube=640,360]?v=4RRshh1ieLU[/youtube]

Isso não é do tipo dos Paradise Lost? Cenas requentadas.

A Cenotaph é do War Master que, repito, não me chama à atenção em momento algum. E é “vísivel” ( :shifty:) a diferença no som dos vídeos que aqui estão. :slight_smile: