Hóquei em Patins Masculino - Época 2025/2026 - CAMPEÕES DO MUNDO!

Morcões copiões. Qual é a novidade?

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O ano passado foi o -1 então.

Não ganhar nenhum jogo fora ao top 5 é demasiado preocupante. Carnide está a milhas de todos.

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Difícil exigir mais hoje, com a equipa a jogar sem os dois defesas…

Até nos batemos bem, melhor até que algumas vezes que ali jogámos completos, mas as lacunas acabaram por vir ao de cima.

Menos mal que ficamos com o confronto direto.

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Quando é que esta modalidade acaba mesmo de forma global no “Mundo”?

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Muito por aqui. Concordo.

O pior é mesmo perder para o demente ruivo na tribuna. Que asco desse gajo

Não podes acabar com algo que não existe.

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Ainda não fizeste uma citação minha?

Se desse para apostar CTG estava rico

Jogamos como nunca perdemos como sempre… Um habitual desta equipa…

Ainda faltam mais 2 derrotas… Temos que ir á Oliveirense e ao galinheiro…

Plantel super mal construído…

Bastava ter contratado 3 jogadores…mas preferiram ir por opções que nenhum dos rivais quiz…

Até para substituir um monstro das balizas… Preferimos um bebê filho do treinador enquanto que o nosso rival foi só contratar o melhor do mundo…

Prioridades

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O panelas é em casa.

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O Xano tem feito uma época melhor que a do Conti que tem comprometido em quase todos os jogos grandes dos lamps

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Desaire no clássico de hóquei

Por Sporting CP
07 Mar, 2026

Hóquei em Patins

Sporting CP perdeu na visita ao FC Porto (5-3)

A equipa de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal perdeu com o FC Porto por 5-3, na tarde deste sábado, em jogo da 20.ª jornada do Campeonato Nacional.

Ainda sem Gonzalo ‘Nolito’ Romero e Henrique Magalhães, Edo Bosch apostou num cinco inicial com Xano Edo, Rafael Bessa, Danilo Rampulla, Facundo Navarro e o capitão Alessandro Verona. Quem entrou mais forte, contudo, foi o FC Porto, que aos dois minutos, e pelo stick de Hélder Nunes, acertou no poste da baliza de Xano Edo, provocando o primeiro calafrio ao guardião verde e branco.

Mais dominante nos minutos iniciais, a equipa da casa continuou a rondar a área Leonina e a criar dificuldades à defesa do Sporting CP. Ainda assim, os comandados de Edo Bosch também atacavam com intenção e, aos seis minutos, obrigaram Xavi Malián à primeira intervenção de relevo, após um remate de Rafael Bessa pela esquerda.

Aos nove minutos, o FC Porto pediu o primeiro desconto de tempo da partida, momento em que o treinador verde e branco aproveitou para lançar Facundo Bridge no rinque. Num rápido contra-ataque, Diogo Barata, que também entrara entretanto, esteve perto de inaugurar o marcador com um remate fortíssimo e, uma vez mais, valeu Xavi Malián a fechar a baliza portista.

Aos 12 minutos, com os dois guarda-redes em evidência, várias oportunidades de golo e muita rotação, o jogo mantinha-se vivo e emocionante, disputado a um ritmo altíssimo e de sadia competitividade. Um minuto depois, Alessandro Verona testou os reflexos de Xavi Malián, novamente sem sucesso, e o Sporting CP chegaria mesmo à vantagem aos 14 minutos, com uma bomba de Facundo Navarro. O argentino ganhou a bola na tabela, embalou para dentro e, com um remate forte, colocou a bola no ângulo superior direito da baliza dos dragões.

A vantagem verde e branca foi, contudo, sol de pouca dura, já que o FC Porto reagiu de imediato e Pol Manrubia fez o 1-1 na bola de saída. O jogador portista rematou do meio da rua, a bola ressaltou em Facundo Navarro e acabou por enganar Xano Edo, que nada pôde fazer para evitar o empate.

Com seis minutos por jogar, a equipa da casa pediu novo desconto de tempo, mas foi o Sporting CP a sair melhor dessa pausa técnica. Num lance tirado a papel químico do 0-1, Alessandro Verona flectiu da direita para dentro e desferiu mais um remate do lado oposto, colocando os Leões novamente na frente do marcador.

Com os dragões a correr atrás do prejuízo, aos 21’ foi Xano Edo quem voltou a estar em evidência. O guardião aplicou-se e evitou, por duas vezes, o golo de Carlo Di Benedetto, mas teve a concorrência de Xavi Malián, que aos 23 minutos também se mostrou a um nível altíssimo e, do lado oposto do rinque, negou o golo a Facundo Bridge.

Em cima da buzina para o intervalo, o Sporting CP podia ter dilatado a vantagem. Num rápido contragolpe, Hélder Nunes fez falta sobre Danilo Rampulla já na área e, após longa deliberação, a equipa de arbitragem concedeu livre directo aos Leões. Na conversão, o argentino permitiu a defesa de Xavi Malián, mas ainda assim os visitantes, mais eficazes nos momentos-chave, recolheram aos balneários em vantagem mínima após 25 minutos de hóquei ao mais alto nível.

No regresso para o segundo tempo, o FC Porto entrou mais acutilante, à procura de recuperar da desvantagem no marcador, e Gonçalo Alves testou a atenção do intransponível Xano Edo aos 26 minutos. O guardião voltou a opor-se a Rafa aos 28’, já com uma mão cheia de intervenções decisivas.

Com a mesma toada intensa da primeira parte, dava a sensação de que qualquer uma das equipas podia voltar a marcar. Facundo Navarro tentou a picadinha aos 29’, Xano Edo voltou a fechar o caminho para a sua baliza e, na resposta, também Xavi Malián ergueu um muro azul e branco.

Neste leva e traz de oportunidades, o FC Porto confirmou o maior ascendente e chegou ao empate aos 31 minutos. Carlo Di Benedetto apareceu à boca da baliza e precisou apenas de encostar, coroando uma jogada inventada por Gonçalo Alves (2-2).

Extremamente eficazes, os Leões aproveitaram o balanceamento ofensivo do FC Porto para, aos 34 minutos, saltar novamente para a frente do marcador. Numa jogada de dois para um, Facundo Bridge assistiu Rafael Bessa, que com um gancho deixou Xavi Malián para trás e fez o 2-3. O Sporting CP podia, até, ter ampliado a vantagem logo depois, quando Facundo Bridge acertou no poste da baliza portista.

Melhor depois do golo, a equipa de Edo Bosch conseguiu afastar a pressão do FC Porto e, num momento em que as equipas se batiam de igual para igual, os dragões voltaram a empatar a partida. Pol Manrubia bisou aos 41 minutos, galvanizando os portistas, que dois minutos depois deram mesmo a volta ao marcador, com Ezequiel Mena a colocar o FC Porto pela primeira vez na frente.

Com cinco minutos por jogar, o Sporting CP beneficiou de uma situação de power-play e lançou-se para o ataque. Contudo, também Roc Pujadas viu o cartão azul, numa altura em que Xavi Malián, novamente decisivo, negou o golo a Danilo Rampulla. E se o Sporting CP podia ter feito o 4-4 aos 47’, num lance de manifesta infelicidade em que a bola embateu no poste, Pol Manrubia teve mais sorte na imediata resposta e fez o 5-3 final.

No tudo ou nada, os Leões de Edo Bosch precipitaram-se para o ataque, mas não tiveram tempo nem argumentos para travar o FC Porto e saíram da Dragão Arena com a sensação de que, após terem estado em vantagem por três ocasiões, podiam ter trazido outro resultado para Lisboa.

Sporting CP: Rafael Bessa, Diogo Barata, Danilo Rampulla, Alessandro Verona [C], Roc Pujadas, Facundo Navarro, Xano Edo [GR], Santiago Honório, Facundo Bridge e José Diogo [GR]. Treinador: Edo Bosch.

Falhámos muito, foram várias aos postes e mantivemo-los em sentido até marcarem o quinto. O primeiro e o quarto foram precedidos de falta e o azul do Pujadas, que foi uma compensação pelo erro do golo roubado - e que os põs com dono no confronto directo connosco - é precedido de penalty sobre o espanhol e foi marcado para evitar o nosso empate.

Tudo isto sem arriscar o segundo lugar nem Magalhães ou Romero.

Não chegou, morcões, pois continuam a olhar para cima. Restam a excepção e o gozo de termos sido por uma vez beneficiados do vosso Caixote.

Edo Bosch: “O resultado mais justo seria o empate”

Por Sporting CP
07 Mar, 2026

Hóquei em Patins

Técnico analisou o clássico com o FC Porto

No final do clássico frente ao FC Porto, Edo Bosch considerou o resultado penalizador para os Leões e sublinhou a qualidade do espetáculo protagonizado pelas duas equipas.

“Fizemos um grande jogo durante muitos minutos. Na parte final, o FC Porto conseguiu colocar-se à frente no marcador. Nós arriscámos para tentar chegar ao 4-4, tal como o FC Porto tinha feito durante quase toda a partida”, começou por analisar o técnico verde e branco, em declarações ao Porto Canal após o encontro.

Lamentando o desaire, Edo Bosch destacou que, na fase decisiva do encontro, o Sporting CP teve oportunidades claras para empatar as contas e deu mesmo o exemplo do lance que terminou no ferro da baliza de Xavi Malián, segundos antes do golo que sentenciou o encontro.

“Podíamos ter feito facilmente o 4-4, mas, no contra-ataque, o FC Porto acabou por fazer o 5-3. Acho que é um resultado um pouco injusto pelo que aconteceu durante os 50 minutos”, apontou o espanhol, para quem o desfecho mais ajustado teria sido a divisão de pontos.

“Acho que o resultado que melhor encaixava aqui era o empate, era o 4-4. Foi um grande jogo de hóquei entre duas grandes equipas, um grande espetáculo para quem assistiu ao jogo, quer aqui quer pela televisão”, concluiu.

Eles têm variados os jogos todos!!! Essa é para rir!?

Por isso é que têm variado. Se o Conti estivesse ao nível que tava no Barcelos, o guitarrista nem cheirava

O ruivo este fim-de-semana vai acabar a esfregar as mãos.

Só “stickadas”..

Pelo investimento muito maior, pela quantidade e profundidade do plantel, o slb tanto em Hóquei como em Basquetebol, EM TEORIA, ganha facilmente os campeonatos.

Até porque vai ter ainda por cima factor casa.

No basquetebol é provável mas ainda temos uma palavra a dizer na HdS.

No Hóquei há três títulos em disputa e não acho isso nada linear. Comecemos por ganhar ao Liceo na semana que vem pois convém-nos acabar no 2o. lugar do nosso grupo da CL e acedamos às meia-finais da TdP. Mantenhamos também o 2o. lugar no campeonato…