Golaço!
Nos Carvalhos acho que o povo vai saltar e partir os cornos aos gatunos do apito!
O que se passou?
Nem dá para explicar.
Azul para um gajo do panelas e dão ao contrário.
Antes o 6° golo do panelas ilegal.
Está 4-6
Quanto está?
0-3
Sporting ganhou 0-3.
Panelas agora ganha 4-8
Mas esteve 4-5… apito dilatou as coisas.
Acabou 5-9.
Ainda esteve 5-8.
Adivinhem lá com quantas faltas acabou o jogo o boifica?
Diria 5..
Top Rampulla!
9 para variar.
a meu ver, o “problema” não foi a saída do Toni Perez, foi ele ter saído e não termos feito uma troca direta > saiu um avançado de área “puro” e não entrou nenhum ( embora o Facundo Navarro e o Rafael Bessa possam lá desenrascar )
deu para perceber a saída do Toni Perez, já está na fase descendente da carreira dele ( tal como estava o Matias Platero ) e precisávamos de vagas disponíveis de hoquistas estrangeiros no plantel para poderem entrar 2 hoquistas estrangeiros que já são muito bons mas podem vir a ser dos melhores do mundo dentro de pouco tempo e durante muitos anos > o Rampulla e o Navarro
até aqui, nada a dizer
com estas duas trocas,
ficámos sem um defesa “puro” e um avançado de área “puro” e trouxémos 2 avançados : um criativo e o Navarro que é completo e meio-híbrido pode jogar tanto mais fora como também pode jogar dentro ( tem alguma estampa física e muita qualidade técnica para essa função, embora a stickada forte de longe também seja uma das suas mais-valias e jogando dentro não pode fazer tanto uso dela )
na defesa, cá atrás, decidimos para já não trazer nenhum defesa “puro” estrangeiro para substituir o Matias Platero, decidimos recuar o Nolito
o Nuno Santos virá, mas para sair o Henrique Magalhães, é troca por troca,
na frente, no ataque, não temos nenhum avançado de área mais “puro”
visto que já não temos vagas de hoquistas estrangeiros para utilizar, terá de ser um hoquista português
( a minha sugestão seria > visto que o Santiago Honório está a demonstrar que o nível atual dele já não é a nossa equipa B, já tem um nível superior, tem tido um bom rendimento na nossa equipa principal, como ainda é novinho emprestá-lo na próxima época a uma boa equipa do 1o escalão do hóquei em patins português e fazermos regressar o Alvarinho que penso que termina contrato no final desta época com o Trissino e assim traríamos mais um hoquista da nossa Seleção ( que já seriam 2, juntamente com o Guga Bento ), ficávamos com 4 ao todo que já é um bom número )
Obrigado pela resposta pormenorizada. O meu ponto pessoal, porém, era outro. Mesmo no seu auge, sempre encarei o Perez como um jogador algo limitado. Do tipo "este só sabe fazer uma coisa, e, em equipas que jogam só com quatro elementos (no hóquei nem há aquela “artimanha” do redes fazer cinco a atacar), isso é um problema. Mas, tendo partido, torna-se evidente que essa “única coisa” é mesmo preciosa. Posso estar enganado, mas tenho ideia de que, em termos estatísticos, o índice de êxito medido em termos de número de golos / número de remates baixou muito da época passada para esta. E não será fácil substituir o Perez. Nem mesmo o Miguel Rocha (muito menos o Alvarinho) tem essa capacidade extraordinária de descobrir tanto espaço quanto a bola na área para rematar “letalmente”.
sim, esse tipo de hoquista às vezes é catalogado por alguns como sendo algo unidimensional > quase só faz uma coisa, mas essa coisa que faz faz muito bem, executa muito bem
há quem aprecie, há quem não aprecie tanto
a minha opinião é que faz sentido termos, pelo menos, um avançado de área mais “puro” no plantel,
a meu ver, até considero que este tipo de hoquistas são mais necessários em jogos contra equipas abaixo do nível da nossa, em que é preciso desmontar blocos defensivos mais recuados e considero que não são tão necessários em jogos contra equipas do mesmo nível da nossa, em jogos mais equilibrados, neste tipo ds jogos considero que resulta melhor um avançado lá na frente como o Facundo Navarro > mais comlpeto, mais móvel, mais dinâmico, que não de dá tanto à marcação
mas em situações em que é necessário arriscar, os avançados de área mais “puros” ( e ainda por cima se forem de grande dimensão física, que não era o caso do Toni Perez ) dão muito jeito, são capazes de criar o seu próprio espaço na área da equipa adversária e com isso finalizam melhor, mais à vontade ou em melhores condições,
muitos deles têm aquele “faro” de golo, parece que advinham onde a bola vai cair, aproveitam as bolas que vêm da tabela de fundo, marcam a partir de ressaltos e de recargas, são os goleadores,
em determinadas situações do jogo, são muito necessários
o Toni Perez era “um rato de área”,
e apesar dele, de vez em quado marcar grandes golos com grandes gestos técnicos ( quem não se lembra daquele 1o golo que ele marcou no jogo da Final da 1a Liga dos Campeões, destas mais recentes, contra os azuis no Pavilhão João Rocha, de costas para a baliza dos azuis e stickou a bola por entre as pernas ),
fiquei com a sensação no geral que ele tecnicamente não era muito bom, também falhava muito “golo fácil” lá está por lhe faltar alguma qualidade técnica superior
o Miguel Rocha tem, está num nível assombroso, está “uma máquina de marcar golos”
e depois é muito completo > ainda alia à característica de ser um goleador, ter uma grande dimensão física, é muito difícil de defender, de parar pelos defesas das equipas contrárias
o Alvarinho, não o tenho acompanhado no hóquei em patins italiano, sei que se tem fartado de marcar golos, mas fez um muito bom Europeu há uns meses atrás,
acho-o mais próximo do Toni Perez, do que o Miguel Rocha do Toni Perez que são avançados de área mais diferentes
Vitória em ritmo de tango
Por Sporting CP
17 Dez, 2025
Golos dos argentinos Gonzalo Romero e Danilo Rampulla (dois) no triunfo em casa do SC Tomar (0-3)
A equipa de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal venceu esta quarta-feira em casa do SC Tomar, por 0-3, em partida a contar para a 10.ª jornada do Campeonato.
Um excelente triunfo da equipa de Edo Bosch em ritmo de tango, dado que dois hoquistas argentinos dos Leões – Gonzalo Romero e Danilo Rampulla (duas vezes), – marcaram os golos dos campeões do Mundo, que souberam sofrer quando estiveram duas vezes em inferioridade numérica – por cartões azuis a Gonzalo Romero e a Rafael Bessa e depois souberam aproveitar de forma exímia quando estiveram em superioridade numérica, por cartão azul ao jogador do SC Tomar, Ivo Silva.
Foi por uma falta sobre Diogo Barata que o Sporting CP teve uma grande penalidade a favor, em que Marante defendeu com muita dificuldade o remate de Rampulla. Quase a seguir, com pouco mais de 13 minutos para o intervalo e ainda em power-play a jogar com mais um, Gonzalo Romero em ‘stickada’ forte, atirou colocado para o 0-1. Até então, o jogo estava dividido, com perigo nas duas balizas e os guarda-redes a sobressaírem.
Menos de dois minutos depois do 0-1, Danilo Rampulla, superiormente assistido por Roc Pujadas, fez o 0-2. O Sporting CP mostrava capacidade para resistir a jogar com menos um, tinha novamente em Xano Edo um esteio na baliza e nova grande exibição e depois exibia arte e frieza para se colocar na frente do marcador, com uma ‘lição’ de eficácia.
Na segunda parte, um remate de Rampulla embateu nos dois postes da baliza da formação nabantina logo aos dois minutos, sinal da vontade do Sporting CP em alargar a diferença.
Com cerca de 16’00 para jogar e em superioridade numérica por cartão azul a Ivo Silva, Gonzalo Romero acertou no poste e no lance a seguir, Filipe Almeida viu um cartão azul que deixou a equipa da cidade dos Templários com três jogadores de pista - já trinha havido um cartão azul cerca de um minuto antes. Quase acto contínuo, Rampulla atirou ao poste.
Com 12’3, numa jogada maravilhosa de hóquei em patins, Rampulla fez o 0-3, num lance esplêndido de ataque em power-play.
A gerir bem o jogo, o Sporting CP controlava as operações. A cerca de 3’00 para o final a formação de Edo Bosch ainda passou por um susto, com uma penalidade de Filipe Almeida a embater nos ferros da baliza de Xano Edo e o jogo terminou com triunfo do Sporting CP por 0-3 em casa do SC Tomar.
Cinco vitórias consecutivas fora de portas da equipa de hóquei em patins do Sporting CP, com um triunfo no sempre difícil reduto do SC Tomar.
Sporting CP: Xano Edo [GR], Diogo Barata, Rafael Bessa, Alessandro Verona, Facundo Navarro, Roc Pujadas, Danilo Rampulla, Gonzalo Romero [C], José Diogo Macedo [GR], Santiago Honório
Edo Bosch: “Foi um jogo quase perfeito”
Por Sporting CP
17 Dez, 2025
Rescaldo ao triunfo da equipa de hóquei em patins do Sporting CP
Após o triunfo do Sporting CP em casa do SC Tomar por 0-3 na 10.ª jornada do Campeonato de hóquei em patins, o treinador da formação Leonina, Edo Bosch, fez a análise para os meios de comunicação do Clube.
“Fizemos jogo muito sério, muito bem conseguido, tanto na defesa como ataque. No ataque fomos ‘espertos’, eles pressionam bem nas tabelas, sabíamos que não podíamos conduzir muito tempo a bola. Foi um grande jogo da nossa parte na defesa, estivemos quase irrepreensíveis, em underplay conseguimos manter a baliza a zero e tivemos muito mérito na defesa. No ataque gerimos bem e criámos ocasiões. Soubemos sofrer, as grandes equipas têm de saber fazer isso, ir a Tomar ‘sacar’ três pontos é muito difícil, uma equipa que tinha complicado as coisas ao líder na casa deles na jornada anterior. Tinha de ser um Sporting CP muito focado e organizado. Foi um jogo quase perfeito. Preparámo-nos muito bem, eles não tiveram grandes oportunidades”, dissecou.
O técnico frisou a satisfação por orientar o plantel Leonino. “Estou muito contente e orgulhoso dos meus jogadores, temos um descanso agora muito merecido, estamos a trabalhar desde princípios de Agosto, com muitas viagens e muitos jogos e temos agora de descansar, porque o início de 2026 volta a ser muito exigente”.
Sobre um dos aspectos que decidiu o jogo – a forma de saber jogar em under-play e em power-play, ou seja, com menos um jogador e com mais um hoquista em pista – Edo Bosch enalteceu o mérito da sua equipa em lidar com esses momentos do jogo.
“O quatro para três transformou-se numa situação muito importante no hóquei, nem sempre o cartão azul dá livre directo, mas dura os dois minutos. Trabalhamos muito o três para quatro”, observou.

