Esse acho que estava fora das contas logo à partida…
LEÕES CONHECEM ADVERSÁRIOS NA LIGA EUROPEIA
Por Sporting CP
27 Fev, 2021
Reus Deportiu e UD Oliveirense no grupo B com os Leões
A equipa principal de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal conheceu no sorteio deste sábado os adversários que irá defrontar na fase de grupos da Liga Europeia desta temporada. Os Leões, inseridos no grupo B, terão pela frente o Reus Deportiu e a UD Oliveirense naquela que é a maior competição europeia de clubes e da qual a equipa de Alvalade é a campeã em título.
O primeiro jogo da equipa verde e branca será contra o Reus Deportiu a 9 de Abril e o segundo encontro acontecerá, dois dias depois, a 11 de Abril perante a UD Oliveirense. O local das partidas ainda está por definir.
Para as meias-finais da prova seguem directamente os três líderes de cada grupo e ainda o melhor segundo classificado. A edição deste ano da Liga Europeia terá em competição cinco equipas portuguesas (Sporting CP, SL Benfica, FC Porto, UD Oliveirense e OC Barcelos) e quatro espanholas (FC Barcelona, Reus Deportiu, HC Liceo e CE Noia).
https://twitter.com/SCPModalidades/status/1365706941838872576?s=20
Foto José Lorvão
EMPATE NO CLÁSSICO (2-2)
Por Sporting CP
27 Fev, 2021
Sporting CP divide pontos em casa do FC Porto
A equipa de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal deslocou-se este sábado ao Dragão Arena, casa do FC Porto, para empatar a dois golos na 21.ª jornada da fase regular do Campeonato Nacional. Os tentos Leoninos foram apontados na segunda parte por intermédio de João Souto e Gonzalo Romero.
A emoção foi nota dominante ainda antes de começar o encontro. Os Leões entraram em pista com uma camisola a homenagear Alfredo Quintana, guarda-redes da equipa de andebol do FC Porto e da selecção nacional portuguesa que faleceu na última sexta-feira, e Pedro Gil, capitão verde e branco, ofereceu a Victor Iturriza e Daymaro Salina, jogadores de andebol dos dragões, uma camisola do hóquei de Alvalade com o nome e número do luso-cubano. A equipa de hóquei azul e branca também não esqueceu o companheiro de clube, exibindo uma tarja onde se lia “Eterno Quintana”.


Cumprido o minuto de silêncio, o desafio teve início com um ascendente Sportinguista. Os visitantes criaram perigo logo no primeiro minuto, por intermédio de Gonzalo Romero, e seguiram-se oportunidades claras de João Souto e de Matías Platero que só não inauguraram o marcador graças a defesas de Xavi Malián ou a falta de acerto na finalização. Do outro lado, o FC Porto teve direito a um livre directo a castigar o cartão azul exibido a Matías Platero, mas Ângelo Girão defendeu a tentativa de Gonçalo Alves.
Alessandro Verona foi o próximo a estar perto do 0-1 num jogo que estava agressivo - no bom sentido - e intenso. Aos 15 minutos, Telmo Pinto protagonizou um belo lance individual e repetiu a façanha pouco depois, mas o golo teimava em não surgir. Pelo meio, Gonzalo Romero atirou mais uma grande bola para defesa de Xavi Malián. O FC Porto, por outro lado, foi mais eficaz e marcou o primeiro da tarde a cerca de cinco minutos do intervalo por intermédio de Gonçalo Alves.
Até ao final da primeira parte, destacam-se duas ocasiões para o Sporting CP: primeiro por João Souto, em jogo corrido, e depois por Ferran Font, num livre directo a castigar a décima falta portista que foi defendido por Xavi Malián. Assim, os 25 minutos iniciais terminaram com 1-0 para os visitados.


A segunda parte começou com a mesma intensidade por parte dos dois conjuntos, mas com menos oportunidades de golo. Já com muitas faltas (dez para o FC Porto e oito para o Sporting CP ao intervalo), as equipas só começaram a dar muito trabalho aos guarda-redes a partir dos 35 minutos. Alessandro Verona acertou no ferro da baliza de Xavi Malián e os dragões, pouco depois, fizeram o mesmo na baliza de Ângelo Girão. Aos 39 minutos, grande penalidade para o Sporting CP, mas o guardião caseiro defendeu o tiro de Gonzalo Romero.
O empate do Sporting CP acabaria mesmo por aparecer logo a seguir, com Alessandro Verona a assistir João Souto e este, em boa posição, a não falhar. 1-1 merecido para os Leões, que no entanto iriam a voltar a estar em desvantagem menos de um minuto depois, quando o FC Porto dispôs de uma grande penalidade. Gonçalo Alves converteu com sucesso e recolocou o seu emblema na frente do marcador.


O Sporting CP, como é habitual, não desistiu e seguiu em busca da reviravolta. Até foi o FC Porto a voltar a estar perto do golo - livre directo de Carlo Di Benedetto para fora -, mas Alessandro Verona assustou o adversário. Pouco depois, Gonzalo Romero roubou a bola de forma magistral na defesa Leonina e, do meio da rua, atirou uma ‘bomba’ para o fundo das redes. Grande golo do argentino para o 2-2 no resultado.
Tudo em aberto e, por isso, muita emoção até ao fim, com as duas equipas a darem tudo em busca da vitória. Alessandro Verona voltou a ter uma boa ocasião e, a quatro minutos do final, o FC Porto cometeu a 15.ª falta. Livre directo para Gonzalo Romero bater e defesa de Xavi Malián, com a recarga a embater no ferro portista. No lance seguinte, o árbitro assinalou grande penalidade para o Sporting CP por falta sobre Ferran Font, mas Alessandro Verona não conseguiu superar Xavi Malián. Do outro lado, foi a vez de Xavi Barroso enviar uma bola aos postes de Ângelo Girão.
Até ao final, destaque para (mais) uma excelente de João Souto, mas Xavi Malián voltou a aparecer para salvar o FC Porto da derrota. Terminados os 50 minutos, 2-2 no marcador e divisão de pontos no Dragão Arena.
Sporting CP: Ângelo Girão [GR], Matías Platero, Gonzalo Romero, João Souto e Toni Pérez. Jogaram ainda: Telmo Pinto, Pedro Gil, Alessandro Verona e Ferran Font. Não utilizado: Zé Diogo.



PAULO FREITAS: “PODÍAMOS TER SAÍDO DAQUI COM OS TRÊS PONTOS”
Por Sporting CP
27 Fev, 2021
Técnico satisfeito com a exibição no Dragão Arena
Depois do empate (2-2) em casa do FC Porto para o Campeonato Nacional de hóquei em patins, Paulo Freitas, treinador do Sporting Clube de Portugal, mostrou-se feliz com o rendimento, mas não tão contente com o resultado.
“Estou satisfeito com o que produzimos, mas não totalmente satisfeito com o resultado. Podíamos ter saído daqui com os três pontos, foi à procura disso que viemos. Tínhamos de gerir os ritmos de jogo e acho que os jogadores foram perfeitos nesse objectivo que tínhamos para esta partida. Colocámos muitas dificuldades ao FC Porto com isso. Não fomos surpreendidos com a entrada do FC Porto. Pelo contrário: se calhar, o FC Porto ficou surpreendido pela forma como nos esticámos desde o primeiro segundo. Como dizia, estou muito satisfeito com a entrega dos jogadores e com o que produzimos, mas parcialmente satisfeito com o resultado porque sinto que podíamos ter saído daqui com os três pontos. Apesar de o FC Porto ter tido mais volume de jogo, nós tivemos situações mais claras de golo”, começou por dizer aos meios de comunicação do Sporting CP, continuando.
“Muito satisfeito com a entrega e com a atitude. Convém não esquecer que ainda estamos num período complicado porque viemos de uma paragem devido à COVID-19. Podem contar connosco. Vamos estar aí para as decisões. Jogo a jogo, claramente, e o importante agora é recuperar os jogadores para o próximo adversário, que será a AJ Viana”, frisou o técnico.
Sobre a falta de eficácia na conversão de bolas paradas, Paulo Freitas deixou a garantia de que a equipa treina este tipo de situações - ainda que com as inevitáveis limitações de um treino. Contudo, há que melhorar o rendimento em pista. “Não é por falta de trabalho, mas não conseguimos reproduzir este momento em treino. É um momento com condições diferentes, com pressão adicional e com a emoção da competição. Vamos continuar a trabalhar, vamos continuar a acreditar nos jogadores, que vão continuar a ter a minha confiança. Vamos acreditar naquilo que é fundamental: quem trabalha é recompensado e a nossa recompensa há de chegar. Mas temos de nos tornar eficazes nesse momento. Se hoje tivéssemos tido alguma dessa eficácia, saíamos daqui com os três pontos”, explicou.

Ângelo Girão também reagiu à divisão de pontos no Dragão Arena, mas começou por lembrar Alfredo Quintana. “Fizemos um grande jogo contra uma excelente equipa depois de uma semana difícil para todo o desporto. Quero deixar os sentimentos e pensamentos da equipa de hóquei em patins e do Sporting CP à família do [Alfredo] Quintana. Foi uma semana muito triste para todos nós”, disse o guarda-redes verde e branco, abordando depois o que se passou em pista durante 50 minutos.
“Sabíamos que era um jogo com muito sentimento e com uma carga emocional elevada associados a um clássico do hóquei em patins. Numa casa extremamente difícil, fizemos uma excelente exibição contra um rival directo. Queríamos a vitória e precisávamos dos três pontos. Conseguimos o empate e há muita época para jogar. Estamos contentes com o momento de forma que estamos a atravessar”, adicionou.
Tal como Paulo Freitas, o internacional português também comentou a falta de eficácia nos lances de bola parada. “O que os Sócios e adeptos do Sporting CP têm de entender é que não é por falta de trabalho. Sabemos que as bolas paradas são um momento importantíssimo do hóquei em patins. Treinamos e umas vezes somos felizes e outras não. Não temos conseguido e depois isto é uma bola de neve, quem vai marcar já está pressionado. O Sporting CP e a Liga têm os melhores jogadores do Mundo e quero tranquilizar os Sócios: não é por falta de treino”, garantiu.

PRIMEIRO ROUND TERMINOU EMPATADO
Hóquei em patins do Sporting empatou, a duas bolas, diante do Porto
Duarte Pereira da Silva
Texto
27 de Fevereiro 2021, 17:04

A equipa principal de hóquei em patins do Sporting empatou, este sábado, 27 de fevereiro, a duas bolas diante do Porto. Em jogo relativo à 21.ª jornada do Campeonato Nacional, os leões foram para o intervalo a perder por 1-0, devido a um golo de Gonçalo Alves. No segundo tempo, o conjunto de Paulo Freitas foi à procura do prejuízo e conseguiu empatar o encontro por duas vezes (2-2). Veja AQUI como decorreu a contenda.
Destaque para as exibições de Ângelo Girão e Gonzalo Romero. Do lado do Porto, Xavier Malián esteve em particular destaque, defendendo uma série de livres diretos e grandes penalidades.
Com este empate – o quarto na prova –, o Sporting soma agora 37 pontos em 17 encontros (11 vitórias, quatro empates e duas derrotas). O Porto segue líder, com 48 pontos em 20 partidas.
Os leões voltam a entrar campo no próximo sábado, 6 de março, pelas 15h00, na receção ao Juventude de Viana.
Fotografia de Sporting
Campeonato Nacional de Hóquei em Patins – FC Porto 2-2 Sporting CP
Soube a pouco….A muito pouco…
Ponto Prévio: Não podia começar este texto sem dizer que este é um dia muito triste para quem gosta de desporto. O falecimento chocante e revoltante de Alfredo Quintana deixa de luto todo o Desporto em Portugal.
Neste sentido, as minhas condolências a toda a família e amigos de Alfredo Quintana.
No primeiro clássico do dia de hoje, a nossa equipa de hóquei em patins deslocava-se ao Dragão Arena para defrontar o Futebol Clube do Porto, num jogo decisivo para as contas do campeonato nacional. Para o Sporting era um jogo absolutamente decisivo, visto que, caso perdesse, dizia o adeus definitivo ao primeiro lugar na fase regular.
Era com este espírito de missão que os nossos rapazes tinham de entrar em campo para tentarem assegurar os três pontos frente ao líder do campeonato que, por outro lado, queria certamente a vitória para honrar a memória de Alfredo Quintana.
Os minutos iniciais foram “mornos” e com grande equilíbrio entre as duas equipas, sendo de realçar que o primeiro remate perigoso veio do stick de Matías Platero aos quatro minutos de jogo. A partir desse momento e apesar de o equilíbrio ter sido a nota marcante deste jogo, o Sporting foi mais perigoso do que a equipa do FC Porto. Matías Platero e Toni Pérez realizaram dois remates muito perigosos para a baliza de Xavi Malián.
Contudo, situação vai-se alterando. O FC Porto tornou-se mais “mandão”, começou a ter mais controlo do jogo e consequentemente a ser mais perigoso. Uma nota para Xavi Barroso que criou problemas à baliza de Girão, obrigando o guardião leonino a realizar duas defesas apertadas. No seguimento deste controlo o Porto vai acabar por beneficiar de um livre directo criado através de um erro de Matías Platero que foi totalmente inconsequente tendo levado no seguimento dessa jogada um cartão Azul. Na conversão destaque para a grande defesa de Ângelo Girão, que travou a tentativa de Gonçalo Alves e manteve a igualdade no marcador. Em desvantagem numérica, o Porto pressionou e mais uma vez “São” Girão e a trave mantiveram a igualdade no marcador depois da tentativa de Gonçalo Alves. O FC Porto estava claramente por cima do jogo e nem o facto de o Sporting ter voltado a ter 5 unidades em campo alterou o rumo dos acontecimentos.
Este domínio acabou por traduzir-se no golo do FC Porto, que depois de um lance confuso bateu Ângelo Girão a cinco minutos do intervalo. A reacção do Sporting foi algo tímida. Hóquei previsível e sem grandes soluções não incomodavam a baliza do FC Porto, que só lá chegava com os remates de meia distância de João Souto e Gonzalo Romero. A 1 minuto do fim da primeira parte surge uma grande oportunidade para o Sporting após a 10ª falta cometida pela equipa do FC Porto. Na conversão Ferran Font não conseguiu converter em golo fazendo com que o Sporting fosse com desvantagem no marcador para a segunda parte. Uma fraca primeira parte da turma leonina que tinha que fazer muito mais no segundo tempo para não sair derrotada deste jogo.
No começo da segunda parte assistimos a mais do mesmo. Início amorfo e com domínio da equipa da casa que podia ter aumentado a diferença no marcador. Primeiro, depois de um erro tremendo de Pedro Gil e que foi bem cortado por Toni Pérez, seguido de duas defesas extraordinárias de Girão a remates de Gonçalo Alves.
A partir dos 15 minutos da segunda parte tudo se alterou! O Sporting mudou totalmente o seu comportamento, tendo feito provavelmente os melhores 15 minutos da temporada. Ferran Font, Romero, Verona e Souto protagonizaram várias situações muito perigosas para a baliza de Xavi Malián, que se destacou claramente pelas suas intervenções. Esta insistência acabou por resultar numa nova bola parada a favor do Sporting com penálti a ser cometido sobre Ferran Font. Na marcação da bola parada, Gonzalo Romero volta a falhar mostrando que as bolas paradas são um verdadeiro “calcanhar de Aquiles” para a turma leonina. No entanto, todo este bom hóquei produzido vai acabar por dar resultado com o golo de João Souto a 11 minutos do fim. Na resposta e totalmente contra a corrente do jogo, Gonçalo Alves sofreu falta dentro da área do Sporting, desfazendo uma vez mais a igualdade e colocando o resultado em 2-1 a favor dos Dragões. Este golo abalou um pouco a equipa do Sporting, que perdeu momentaneamente o discernimento e cometeu a 10ª falta, beneficiando o Porto de um livre directo. A chave do jogo poderia estar aqui. Se o Porto convertesse por Di Benedetto muito dificilmente os leões reentrariam no jogo. Valeu uma vez mais o salvador do costume… Ângelo Girão absolutamente decisivo travou o terceiro golo dos Dragões.
Este lance deu novo ímpeto aos leões que voltam a pressionar e a oito minutos do fim através de um golaço de Romero colocaram a igualdade e justiça no resultado.
A partir desse momento só deu Sporting criando vários lances de perigo. A cerca de 5 minutos do fim surgiram duas oportunidades flagrantes para o Sporting. Primeiro um livre directo por causa da 15ª falta do FC Porto, que não foi convertido por Romero, seguido de um penálti sofrido por Font e desperdiçado por Verona. Uma vez mais a total falta de competência nas bolas paradas prejudicava seriamente a nossa equipa que não conseguia chegar à vantagem.
Até ao fim, destaque ainda para Souto que teve no stick a vitória mas Xavi Malián não permitiu que tal acontecesse.
O Sporting sai assim do Dragão com um empate, mas com um sabor muito amargoso porque se convertesse parte das oportunidades que teve certamente que sairia vencedor deste encontro. Fica também a nota para Paulo Freitas que tem de trabalhar muito mais a bola parada e corrigir esta grande falha que a equipa apresenta. Na próxima jornada, o Sporting recebe a Juventude de Viana no pavilhão João Rocha.
Análise aos jogadores:
Girão. Melhor em campo.
Exibição extraordinária. Defendeu tudo o que praticamente tinha para defender. Parou duas bolas paradas em momentos decisivos e foi o grande responsável pelo Porto em dois momentos do jogo não ter ficado em vantagem com dois golos.
Platero. Bom jogo.
Começou por ser o melhor do Sporting, mas também foi responsável por um lance infantil onde leva cartão azul e podia ter causado grandes problemas. Reencontrou-se e acabou por fazer uma boa exibição
Romero. É mesmo verdade que a Argentina não produz “motores”?
Um verdadeiro motor. Corre, entrega-se ao jogo, joga e faz jogar. A cereja no topo do bolo é o golaço que acabou por fazer e que recolocou a igualdade no encontro.
Telmo Pinto. Cumpriu.
Não foi extraordinário mas também não foi péssimo. Foi cumprindo como pôde mas é precisamente neste tipo de jogos que se vê as suas limitações evidentes
Font. Uma montanha de sensações.
Começou por fazer um mau jogo estando muito inconsequente nas suas acções. Melhorou muito na segunda parte sendo o grande responsável pela bela exibição que a equipa fez nos últimos minutos.
Verona. Esteve em pista?
Não fez nada de diferenciador, complicando muitas vezes nas acções ofensivas. Péssimo jogo coroado com o falhanço de um penalty. Enviou uma bola à barra.
Pedro Gil. Péssimo.
Fez dos piores jogos com a camisola do Sporting. Péssimo em todas as acções ofensivas…a continuar assim a sua continuidade fica em questão.
João Souto. Podia ter sido herói.
Fez um jogo regular sendo lutador como é hábito. Marcou um golo e podia ter sido herói a um minuto do fim.
Toni Pérez. Mau jogo.
Na mesma linha do Verona fez um mau jogo. Foi lutador mas muito trapalhão e sem ideias.
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Liga Europeia?
Parece mais o calendário de uma Taça Ibérica.
Não digas isso que ainda te ofendem.
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Bolas paradas: esse pesadelo para a nossa equipa de hóquei
Os número são inacreditáveis e explicam o porquê de, no sábado, não termos ganho no Dragão Caixa. Não sei como, mas é fundamental que o Paulo Freitas encontre forma de resolver este problema a tempo dos playoff, pois é bem possível que o campeonato venha a decidir-se com base neste “pormenor”.
Retenho, também, que somos a terceira pior equipa a conquistar grandes penalidades e livres directos. E a culpa não será só de quem apita inclinado.
Que desgraça! Estamos em último. As principais equipas estão todas lá em cima e nós ao fundo. Contra factos, não há argumentos.
Temos de contratar o marcador de bolas paradas do Sporting de Tomar para melhorar isso. Não deve ser muito caro. Não precisa de jogar. Só entra para marcar as bolas paradas.
Mais arroz? Um dos 5 melhores batedores de bolas paradas do mundo joga no Liceo, tem 36 broas, não é propriamente jovem, mas ainda merecia um contrato de 2 épocas. Para além de ser craque da cabeça ao stick.
A trocar mais um estrangeiro (Pérez? Verona?) além do Pedro Gil, que provavelmente não terá substituto estrangeiro face às novas regras, só mesmo por outro que tenha esse extra de ser muito eficaz nas bolas paradas, de facto.
Já renovou com o liceo
Então, que abram os cordões à bolsa e que saquem o Pablo Alvarez ao barça. Aliás, nem deve ser preciso muito. Com alguns ajustes no plantel, seria bem possível. Reduzir de 12 para 11 jogadores, Gil deve sair, e só nesse salário deveria cobrir boa parte do salário do argentino, e depois entre Verona, Font e Perez, saia um destes, e a operação seria bem exequível. Digo eu , que não percebo nada do assunto.
Depois, eu apostava no Rodriguez ou no Juliá do Reus, e ficávamos com um plantel bem competitivo. Desde que mantivéssemos os restantes elementos do plantel. Ok, se Telmo saísse não se notaria assim tanto.
Para chatear e ver a frutaria a arder, tentava por todos os meios sacar o presunto Alves, gordo como um porco mas o fdp joga tanto…
Assinou pelo Liceo
Concordo, mas já lá vão os tempos para essas ideias…
Dass, mais um tiro ao lado…


