Pensa em como era o Marítimo, o Nacional e o União, noutros tempos. Fundos do Estado. São uma promoção do turismo de Maiorca, recebem muito por isso.
Quais é que achas que são as competências que um director geral deve ter, e o que é que te faz achar que o João as tem?
Deixem estar o Matos na equipa que está longe de ser ele o problema…a presença dele naquele balneário é muito importante pela liderança e pela mística
Por mim pode lá ficar até aos 60 anos… obviamente que dará cada vez menos para ter minutos
O Gonçalo fica porque precisas de 3 guarda-redes. Não faz sentido haver uma lesão num dos primeiros dois e ficares com o teu melhor guarda-redes dos juniores a aquecer o banco da principal em vez de jogar.
E não faz sentido se chegar um 6º NFL em Janeiro, e teres que mandar um NFL de campo para a bancada por não teres 3 guarda-redes no grupo.
Se o Gonçalo dá segurança? Não. Nem o Bernardo, nem o Henrique. O Bernardo devia ser #2, o #1 devia ser outro, mas para #3 não vale a pena queimar um puto. Para estar sentado mais vale estar lá este, para já.
A menos que ele saia e se fique só com 2, e em caso de lesão se vá buscar um amador FL para a baliza, o que não me parece boa ideia.
Resumindo, não acho que o nosso problema esteja no terceiro guarda-redes, é mesmo no primeiro.
Tudo o que não seja contratar um grande guarda-redes, é desistir dos grandes objetivos para a próxima época. É a posição mais crucial.
A posição de guarda redes é importante como são todas as outras, o mais importante é ter um plantel equilibrado que tenha pelo duas alternativas para cada posição. Neste play-off o factor determinante foi o desgaste do plantel, pois perdemos um jogo nos pênaltis, outro no prolongamento e perdemos o quinto jogo, e outro factor foram realmente as expulsões, pois com um plantel curto e sem alternativas, sentimos demasiado as ausências. Não correu bem o planeamento da época anterior, espero que se tenha aprendido e não se voltem a cometer os mesmos erros.
Não que fosse o ideal, mas dada a sua situação contratual, é uma vergonha não se ter tentado o Gugiel (a não ser que me escape algo, não se fez nada…).
Resta aguardar que a futura direção rabolha acabe com a merd@ do pacto, pois se depender da nossa…
Ele renovou.
Já assinou? Ainda há poucos dias saiu uma notícia a dizer que a renovação estava encaminhada, mas não tinha assinado e o contrato acabado a 30 de Junho…
Concordo.
Discordo.
O primeiro passo está dado pelo Dias e pela secção: perceber que há um problema.
Nós, adeptos, queremos ganhar tanto quanto eles. Estão sob escrutínio como deve ser. Devemos, claro está, analisar e criticar a prestação de quem lidera. Mas vejo tanto forista aqui com este tipo de comentário sobre o guarda-redes.
Ora, o mercado do futsal não é como do futebol. Aqui procuramos o melhor guarda-redes que há, ou um dos melhores. Se, para o termos, tiver de esperar um ano que assim seja, caso contrário a probabilidade de andarmos com um Henrique 2.0 é grande e, dessa forma, só damos passos para trás.
Não me parece que esperar pelo guarda-redes certo seja hipotecar uma época. Para além disso, confirmando-se os tais 5 reforços, e tendo em conta que a maior parte dos que saem pouco acrescentavam, acho que estaremos bem mais fortes.
Isto tudo só para dizer que, como é óbvio, gostava de ver um Sporting mais “mandão” no mercado internacional. Mas também acho muitas das críticas que aqui leio completamente desajustadas. Ir buscar um guarda-redes qualquer de forma desesperada não me parece o tipo de modelo de gestão vencedor que todos queremos para o nosso clube.
Para ir buscar o Gugiel , vale mais ficar com o Henrique (mesmo nível)
Sinceramente, não sei.
Sim, ninguém vem para o Sporting por um ano aquecer o lugar (a menos que se queira um Bruno Rafael das balizas), portanto quem contratarmos agora vai ficar os 3 anos da praxe. Se não temos condições para contratar já este ano um GR top-10 mundial, prefiro não contratar outro Henrique.
Quanto ao porquê de não termos condições para contratar já, orçamentos, que dinheiro temos, como se poderia fazer, como não se poderia… Não sei. Não tenho conhecimentos. Parece-me estranho tendo em conta movimentos passados que não se consiga, mas precisava de muitos mais dados para falar. Tanto do nosso orçamento como de valores envolvidos.
O nível é praticamente o mesmo, mas pelo jogo de pés, acho o Gugiel um bocadinho melhor…
É hipotecar sim, modalidades como andebol, Hóquei e Futsal, se queres ser dominante tens de ter um grande guarda-redes.
Nao foi so pelo GR, quando um dos melhores jogadores e o Merlin com 39 anos diz muito do que se passa no Sporting.
Para ganhar na Europa tens de ter 2 lotes de 4 jogadores da mesma qualidade e mais 2 a 3 suplentes que facam a diferenca que entrem e nao exista a quebra no rendimento da equipa
Lá está. O que vai de encontro ao meu comentário.
Já agora, concordei com a generalidade do teu post, mas discordo deste ponto.
Em 25/26, a menos que um dos actuais guarda-redes se transfigure, não vamos competir pela Champions. Em Portugal pode ser que dê para ganhar tudo, porque perdemos por pouco este ano, e parece-me que vamos estar melhor em alguns sectores e pior em nenhum…
Mas num dia normal, os nossos guarda-redes vão sofrer mais golos evitáveis que os dos adversários do nosso nível, o que hipoteca a época.
Agora - não sei quanto teríamos que gastar para ir buscar “o escolhido” agora, e o que é que isso hipotecaria no futuro.
Se por exemplo para 26/27 vier o GR e um ala canhoto ambos de alto nível, e gastar o dinheiro na rescisão do GR agora nos fizesse não ter dinheiro para o ala…
Percebo que o jogo de pés seja importante no futsal atual , mas o essencial é ter primeiro um bom jogo de mãos… ![]()
Existem opções financeiramente mais viáveis do que manter estes três guarda redes.
O terceiro guarda redes a meu ver devia ser sempre (ou quase sempre, só o admitia em cenários muito específicos ou raros) alguém da formação. Gastar um vencimento mais alto num jogador como o Gonçalo é uma gestão incompreensível tendo em conta a forma como depois se gere outras posições.
Se a desculpa que existe sempre pronta a utilizar é a falta de maiores recursos financeiros, então quando se olha para a posição de guarda redes o que unicamente se visiona é um mau planeamento e uma péssima gestão de recursos.
O próprio João Matos devia ter terminado o seu percurso enquanto atleta no final da época 23/24, o vencimento dele e do Gonçalo já permitiria o investimento num bom reforço por exemplo.
É nestas alturas que se vê a falta de um director de secção. Alguém que saiba gerir timmings e tomar decisões, mesmo as mais difíceis.
Não se pode nem se deve delegar tudo ao Nuno Dias. Cada um tem de ter a competência especifica no seu cargo.
Para mim por exemplo, e disse o aqui antes do início da época que terminou, era impensável começar a temporada com o lote de fixos que possuíamos.
E é que nem todas as soluções passam por despejar dinheiro sobre os problemas. Recordo me bem de ter referido aqui que o Tomás seria esticado ao máximo fisicamente (e foi), e que uma solução podia ser manter o Bruno Maior no plantel (e a sua época de empréstimo mostrou que era uma opção completamente válida).
Um bom director fazia entender o seu treinador desta situação e guia-lo ia para uma melhor solução possível.
Voltando ao João Matos, faltou alguém na estrutura que falasse com o jogador e lhe desse a entender que o final da época 23/24 deveria ter sido o final da sua carreira no clube (pois tanto no clube e seleção o João vive mais da figura que representa do que propriamente o atleta que é hoje). Um sair digno do seu nome e da sua importância, mas não o fim da história do mesmo no clube. E dependendo da vontade do mesmo o próximo passo na carreira podia ser como dirigente ou treinador.
O João não é um jogador qualquer, e é um exemplo daquilo que um capitão deve ser não só nesta secção mas em outras igualmente. Agora, inclusive o orgulho próprio do atleta não vai permitir que este coloque um ponto final na sua carreira. Obviamente que o João não vai querer marcar o final da mesma com uma derrota de um campeonato, e neste momento o Sporting também terá de respeitar isso.
Isto até podem parecer pormenores quando comparados com críticas maiores que são feitas (a falta de alas criativos ou um guarda redes de maior qualidade), mas são pormenores que se tornam pormaiores quando todos se juntam e afectam outras decisões possíveis.
Ser director de secção não se poder resumir a negociar contratos, ou a dar entrevistas nos finais da época a vangloriar-se de títulos ganhos. Títulos esses diga-se que o contributo para os mesmos foi pouco ou nada…
Existe muito a melhorar nesta secção. O trabalho da dupla Albuquerque/Dias durou muito além daquilo que eu esperava, mérito para o Nuno que espremeu ao máximo os recursos disponíveis.
Mas ninguém ganha nada sozinho, e Nuno Dias precisa de ajuda muitas vezes também. E essa falta de ajuda tem sido sentida desde a saída do Miguel.
Mais que reforços, o que tinha sido verdadeiramente útil para a próxima época e as seguintes desta secção seria a tal chegada dessa ajuda.