Futebol Português mais competitivo

Acho que o nosso futebol se tornaria mais competitivo e lucrativo se alguém “os” tivesse para fazer certas mudança.

Redução de clubes pra 10 e campeonato disputado a 4 voltas.

Introdução de uma Taça da Liga.

Isto levaria os clubes a defrontarem-se mais, os nossos jogadores teriam que ser muito melhores e passarem a ser profissionais a sério, como em Inglaterra. Com isto ganhavam os clubes, os adeptos, enfim todos os que realmente gostam de futebol.

O que pensam sobre isto?

Saudações leoninas

No meu entender,

Taça da Liga: inútil.

Redução do número de clubes: acho que o assunto foi discutido várias vezes. Quanto a mim, não vejo necessidade nenhuma, o número de clubes não é para mim factor de qualidade ou de falta de qualidade. Até porque em países como a Suiça, como a Escócia (12 equipas com 4 voltas, creio eu, ou 3), ou outros, a tal redução de participantes não se traduziu numa melhoria da qualidade de jogo.

Factor de qualidade principal? O investimento na formação. Em França, são muitos os clubes que têm tradição na formação de grandes jogadores: Nantes e Auxerre são os mais famosos, tb há o Bordéus, o Lille, o Metz… Nos países onde o dinheiro é pouco, a solução será essa.

Apesar da SL este ano estar mais competitiva, nota-se que há 5 ou 6 clubes a mais, ou seja, que estão nitidamente abaixo dos restantes quer em pontuação, quer em qualidade, para não falar em contas.

Eu defendo a redução para levar mais gente aos estádio. Uma pergunta quando é que os estádios enchem?

Quando há derbis, e assim teríamos 2 Sporting-Lamps, etc.

Aumentava as receitas, a emoção, e a qualidade.

Ao mesmo tempo limpava-se o que não interessa, clubes mais que falidos, situações fiscais dubias, etc, etc.

Taça da Liga - aumentava o nº de jogos dos nossos clubes, para além do aumento de receitas, levava os jogadores e clubes a ter que apostar na profissionalização desportiva, são pagos pra jogar, então joguem, no fds e durante a semana.

A reduçao do campeonato acho bem…mas a taça da liga penso que eria inutil ja que nem a taça de Portugal se da grande importancia.

[i]Sim a reducao, mas para 12 equipas e nao deveria ser uma hipotese mas sim um objectivo a curto prazo em nome da competitividade da SL.

Quanto a taca, o que eu acho, e que se devia mudar simplemente o nome dela e a respectiva imagem. Passo a explicar, nos paises como a vizinha Espanha e a Inglaterra, associam a taca ao rei para a espanha e a rainha para a Inglaterra. Associam o futebol a um simbolo forte da nacao em que todos sentem orgulho, destaca-se por ser uma competicao nobre, quase que dao a crer que se joga em honra de uma instituicao e nao para o dinheiro ou para preencher calendarios, (motivos futeis, logo nao teem interesse).

Em Portugal, visto nao haver um regime monarquico, deveria associar-se o nome da taca de Portugal a um feito historico de que todos se orgulhem, como o 25 de abril por exemplo ou algo sobre o nosso passado dourado de grandes descobertas. A taca deveria ser a competicao em que todos se reconhecam e em que todos sintam um especial sentimento de justa causa. Os medias, logo dariam outro valor ao evento visto nao ser possivel passar ao lado dum evento nacional com especial destaque em que se joga em nome dum simbolo forte da nacao.

Nao sei se me perceberam, mas acho que daria outra dimensao aos jogos da taca. Ate porque acho um pouco redutor, os jogos da taca, servirem mais para limpar cartoes do que propriamente para a beleza da competicao. O que acham?[/i]

Redução da 1ª Liga para 14 equipas, com um campeonato a duas voltas com 26 jornadas. Descem 4 clubes.

2ª Liga com duas zonas Norte e Sul, de 14 equipas cada. Sobem as duas primeiras classificadas de cada zona. Deste modo, equilibrar-se-ia a distribuição geográfica das equipas do país, uma vez que a maioria dos clubes que militam actualmente na Liga de Honra pertencem à Área Metropolitana do Porto, havendo regiões subrepresentadas (Alentejo e Algarve, por exemplo).

Quanto à Taça de Portugal, pegando na ideia do Morpheus, que nome se lhe daria? E que imagem se lhe atribuiria? Taça Vasco da Gama? Taça Os Lusíadas? Taça das Descobertas?

O problema é que os símbolos nacionais hoje em dia são os sacos azuis, os cheques sem cobertura e os tachos! Taça do Tacho? Isto não me soa nada bem… :roll:

Redução da 1ª Liga para 14 equipas, com um campeonato a duas voltas com 26 jornadas. Descem 4 clubes.

2ª Liga com duas zonas Norte e Sul, de 14 equipas cada. Sobem as duas primeiras classificadas de cada zona. Deste modo, equilibrar-se-ia a distribuição geográfica das equipas do país, uma vez que a maioria dos clubes que militam actualmente na Liga de Honra pertencem à Área Metropolitana do Porto, havendo regiões subrepresentadas (Alentejo e Algarve, por exemplo).

Quanto à Taça de Portugal, pegando na ideia do Morpheus, que nome se lhe daria? E que imagem se lhe atribuiria? Taça Vasco da Gama? Taça Os Lusíadas? Taça das Descobertas?

O problema é que os símbolos nacionais hoje em dia são os sacos azuis, os cheques sem cobertura e os tachos! Taça do Tacho? Isto não me soa nada bem… :roll:

Na minha opiniao o nome da taça nao levaria a mudança de atitude nenhuma…alias o que e que se pode respeitar mais para alem do nosso pais??? Taça de Portugal ta muito bem.

Quantoa redução para 14 clubes, so com duas voltas acho pouco…com 3 voltas e 39 jogos seria demais portanto 14 clubes nao e o numero ideal.

Com a ideia da segunda divisao concordo.

Para mim mudava-se para 12 clubes, tres voltas e por isso 33 jogos…6 classicos…seria o ideal.

Discutido há uns tempos atrás

http://sportingcp.artinova.pt/viewtopic.php?t=60&postdays=0&postorder=asc&start=0

De facto o assunto já tem sido discutido, mas não me parece esgotado.

A minha opção seria por uma liga com 12 clubes, organizada da seguinte forma:

  • Todos contra todos a duas voltas (22 jornadas);

  • Separação em duas séries de 6, baseada na classificação das 22 jornadas iniciais (os 6 “de cima” jogam para o título e competições europeias, os 6 “de baixo” para fugir à despromoção);

  • Um clube promovido à Superliga teria uma época de “imunidade”, em que não poderia descer, qualquer que fosse a sua classificação;

  • Os pontos amealhados nas 22 jornadas seriam transportados para a fase seguinte em múltiplos de 3, para premiar quem lutasse pela vitória;

  • Segunda fase disputada também a duas voltas (10 jogos), totalizando um campeonato com 32 jornadas, apenas menos duas do que actualmente;

Haveria também uma série de regras a observar pelos clubes (e aqui estaria o grande problema):

  • Cumprimento de regras sérias de sanidade financeira e verificação rigorosa das obrigações fiscais;

  • Limitação das participações municipais nas respectivas SADs e restrição ao financiamento, declarado ou encapotado, por parte de quaisquer entidades públicas;

  • Estádio com determinada classificação;

  • X campos relvados;

  • Máximo de 19 jogadores inscritos, mais 4 obrigatoriamente abaixo de X anos e com Y anos de ligação ao clube;

  • Máximo de 2 jogadores emprestados, sem restrições de espécie alguma;

Em relação aos árbitros, apenas três medidas que resolveriam TUDO:

  • Arbitragem fora da Liga, gerida por um corpo autónomo que respondesse ao Instituto do Desporto ou outro organismo do género;

  • Árbitros profissionais;

  • Introdução de dois árbitros de campo e aplicação massiva da tecnologia (se necessário candidatando a Superliga às experiências-piloto promovidas pela FIFA), com verificação electrónica de foras-de-jogo e bolas sobre as linhas, e recurso a vídeo para lances duvidosos e ocorrências disciplinares;

Sejamos claros: não existem em Portugal 18 clubes com estrutura e base social para aguentarem equipas de futebol de alto nível, capazes de proporcionar espectáculos atractivos e de competir a sério no estrangeiro.

“Cortar” um terço da actual Superliga teria o condão de pôr fora da órbita do futebol de elite alguns clubes verdadeiramente indigentes, com assistências médias na ordem das 1500/2000 pessoas, e que sobrevivem graças a um cocktail de adiantamentos da Olivedesportos, subvenções das câmaras ou governos regionais, e incumprimento fiscal.

A redução tenderia a distribuir os melhores jogadores por menos clubes, o que resultaria em plantéis de melhor qualidade e, desejavelmente, melhores espectáculos.

O próprio sistema da competição seria um incentivo à luta pelas vitórias, porque os clubes mais pequenos quereriam assegurar um lugar na 1ª série da 2ª fase, de modo a terem mais jogos com os grandes.

Por outro lado, os recém-promovidos teriam, durante uma época, a oportunidade de se consolidarem na competição, evitando o “sobe e desce” que impossibilita qualquer gestão a médio prazo.

Para compensar as perdas de receita dos clubes mais pequenos (os que não acedessem à 1ª série da 2ª fase) e as duas jornadas em falta em relação às actuais 34 (porque acho que em Portugal não se joga demais), não sou contrário a uma Taça da Liga, que garantisse ao vencedor um lugar na Taça UEFA.

Seria disputada a uma mão entre os 16 clubes da Superliga de cada ano, mais os 15º e 16º da Superliga e os 3º e 4º da 2ª liga anteriores. Seriam mais quatro datas, o que não me parece demais, sobretudo se vier a ser feita uma verdadeira uniformização das datas das selecções (em particular poupando as maiores potências aos jogos com Ilhas Feroe e afins). Penso que esta Taça da Liga viria a ser o que é noutros países: uma oportunidade para dar minutos aos jogadores menos utilizados, que é algo que também me parece necessário.

Quanto à Taça de Portugal, não me desagrada o formato actual, que tem algo de romântico. A ideia avançada pelo Morpheus para a mudança do nome não me parece má (se bem que acho que a Taça de Inglaterra se chama F.A. Cup e não tem nada a ver com a rainha, a não ser o facto de ela a entregar ao vencedor). O nome teria que ser um denominador comum para todo o país, pelo que acho que um acontecimento recente como o 25 de Abril não serviria. Qualquer coisa como Taça das Descobertas ou Taça Camões parece-me bem, mas o Cativo também tem razão: haverá nome mais digno de respeito que o do próprio país?

FLL, tens andado a pensar nisto! :lol:

Já na atura das discussões anteriores, dei-me ao trabalho de pesquisar qual seria o Top12 de sempre e o Top12 dos ultimos 10 anos e fica-se claramente com a certeza de um campeonato muito mais interessante, competitivo e lucrativo.

Assim, os 12 mais de sempre são:
(por ordem)
galinhas
porcos
Sporting
belenenses
guimarães
boabosta
setubal
braga
academica
maritimo
farense
salgueiros

Descontando farense e salgueiros estariam da super liga o beira mar e o estoril.

Os 12 mais desde 93/94 são
(por ordem)
porcos
Sporting
galinhas
boabosta
guimarães
maritimo
braga
leiria
belenenses
salgueiros
farense
gil vicente

Descontando farense e salgueiros estariam da super liga o setubal e o beira mar.

É claro pra todos que a Taça de Portugal se tornou numa coisa desprestigiante.É o desleixo da Federação que a tornou nisto e algumas declarações de alguns clubes que a tornaram no que é. Faz falta credibilizar a Taça de Protugal (este nome é perfeito), é preciso dar-lhe alguma nobreza, seja através de prémios, seja através da própria Marca.

Em meu ver as eliminatórias da Taça de Portugal deveriam ser disputadas a 2 voltas, sempre, com excepção da Final que seria única, um só jogo, em campo neutro definido no início da época, antes da competição começar, talvez um sorteio entre os estádios do euro + o estádio nacional (poderiam ser adicionados outros que tivessem boas condições ou que tenham sofrido remodelações recentes), todos conheceriam o palco final antecipadamente, isto iria levar o futebol ao país.

A Taça da Liga serviria para termos mais jogos e mais espectáculo, em Portugal não se joga muito, há que optimizar os Estádios e fazer mais jogos.

Quanto à arbitragem é um facto que tem de se tornar profissional, autónoma e exigente, aqui poder-se-ia fazer o que o FLL diz, não precisamos de inventar a pólvora, podemos copiar alguma boas políticas já utilizadas noutros países, nomeadamente Inglaterra, e até servir de cobaia à FIFA/UEFA.
Eu penso que um só árbitro de campo chega, o que fará falta são + dois fiscais de linha ou arbitros assistentes, a par de um ecran junto do 4º árbitro, podendo ele utilizá-la para mandar expulsar jogadores (lance do Benny) ou validar golos (lance na Luz), existindo uma câmera na linha de golo.

Eu acho as 12 equipas um bom numero para a nossa Liga.

Tb concordo com algumas das medidas do FLL, embora ache que essa da tecnologia nao passa pela nossa pobreza financeira e porque os poderes da FIFA tb nao estao pelos ajustes.

Qto a questao da avaliacao dos estadios… isso e tao fundamental como muito do que se pede por ai.

So nao gostaria de ver algo do genero Sul Americano ou Escoces… campeonatos “divididos”, pontos dispares, etc…

Menos equipas representam mais datas livres, ate para o surgimento de outro tipo de competicoes e para respeitar os compromissos da Seleccao com outro vagar.

Uma introducao que veria com bons olhos seria pe. o Campeonato de Lisboa (e de outras cidades ou mesmo regioes), competicao a disputar seriamente pelos clubes grandes e onde participassem os restantes (no caso de Lisboa, o Olivais, Sacavenense, Oriental, Atletico etc…)… um genero de Torneio de Reservas mas com as regras bem definidas e potenciando o interesse da tribo da bola (com precos muito acessiveis pe.) e onde se apresentassem os jovens promissores do futuro.

Concordo inteiramente com o post do FLL e acho isto tao importante ou mais do que o movimento iniciado ontem pelo DC e o LFV. Seria realmente uma limpeza sem precedentes e tornaria com toda a certeza o campeonato muito mais interessante e competitivo.

Para mim se houvesse taça da liga a final seria disputada no estadio do algarve e a final da taça de Portugal deve permanecer no estadio nacional…tem que se dar uso aqueles estadios!

Quanto a essa das duas voltas na taça de portugal nao concordo porque assim os pequenos clubes teriam menos opurtunidades.

Também concordo com a generalidade da mensagem do FLL, excepto em algumas questões que na minha opinião ferem a verdade desportiva como por exemplo a possibilidade de haver um clube isento de descer, o que é que esse clube andava lá a fazer, ou qualquer tipo de aritméticas que alterem o número de pontos conquistados em campo.

Acrescentaria apenas zero pontos para empates sem golos, e na arbitragem o sorteio puro e a classificação dos árbitros feita com regras objectivas e total transparência para que no final reflectisse o desempenho dos homens do apito em campo e não o peso das paixões e cunhas de cada um

Também concordo com a generalidade da mensagem do FLL, excepto em algumas questões que na minha opinião ferem a verdade desportiva como por exemplo a possibilidade de haver um clube isento de descer, o que é que esse clube andava lá a fazer, ou qualquer tipo de aritméticas que alterem o número de pontos conquistados em campo.

Acrescentaria apenas zero pontos para empates sem golos, e na arbitragem o sorteio puro e a classificação dos árbitros feita com regras objectivas e total transparência para que no final reflectisse o desempenho dos homens do apito em campo e não o peso das paixões e cunhas de cada um

Essa do empate a 0 valer zero pontos e boa, obrigaria os clubes pequenos a procurarem o golo, embora houvesse o problema de eles marcarem um golo e irem la para tras…mas era melhor que nada :smiley:

Também concordo com a generalidade da mensagem do FLL, excepto em algumas questões que na minha opinião ferem a verdade desportiva como por exemplo a possibilidade de haver um clube isento de descer, o que é que esse clube andava lá a fazer, ou qualquer tipo de aritméticas que alterem o número de pontos conquistados em campo.

Acrescentaria apenas zero pontos para empates sem golos, e na arbitragem o sorteio puro e a classificação dos árbitros feita com regras objectivas e total transparência para que no final reflectisse o desempenho dos homens do apito em campo e não o peso das paixões e cunhas de cada um


A sugestão de uma imunidade para os recém-promovidos tem a ver com a necessidade de lhes proporcionar alguma forma de planearem as suas actividades.

É sabido que uma descida de divisão acarreta uma brutal perda de receitas, que por sua vez provoca dispensas em massa, atletas desempregados, etc… Penso que isto é algo de evitar, embora admita que haja outras formas de o conseguir. Se não estou em erro era na Argentina que os clubes eram despromovidos em função da média de pontos das épocas anteriores (pelo menos no CM era assim…) :smiley: , o que também não seria uma má solução. O Leo poderá esclarecer.

O transporte dos pontos em múltiplos de 3 pretende premiar quem luta pela vitória na 1ª fase. Em tempos pensei nisto e cheguei a pensar que o melhor seria que só transitassem para a fase seguinte os pontos conquistados através de vitórias. As equipas saberiam que jogando para o empate esse ponto de nada lhes serviria na fase seguinte, e talvez assim jogassem futebol mais positivo.

Esta solução dos múltiplos de três acaba por ter o mesmo efeito, com a atenuante de fazer equivaler três empates a uma vitória.

Zero pontos para os empates sem golos é uma boa medida, com a desvantagem de se prestar a combinações entre “aflitos”.

Para conhecerem a opinião de um escriba que, certamente por coincidência, também descobriu ontem (horas depois de nós) as virtudes da liga de 12 clubes a duas fases e dos zero pontos para os empates sem golos, visitem http://www.quatroquatrodois.blogspot.com:smiley:

Para mim se houvesse taça da liga a final seria disputada no estadio do algarve e a final da taça de Portugal deve permanecer no estadio nacional...tem que se dar uso aqueles estadios!

Quanto a essa das duas voltas na taça de portugal nao concordo porque assim os pequenos clubes teriam menos opurtunidades.

As finais deviam ser disputadas em qualquer parte do País, sorteando-se o sítio da final antes da competição começar, defendo a mesma política para a Supertaça, no sorteio do palco da final colocar-se-iam os estádios candidatos incluindo sempre o Estádio Nacional (a discussão de ocupação exclusiva deste espaço dava pano para mangas, fica para outro tópico :wink:).

Quanto à questão de mais hipóteses aos pequenos, acho que as duas mão é que lhes dão mais hipóteses, imaginem a Oliveirense ou o Pampilhosa poderem fazer um segundo jogo, em sua casa, se calhar dificultava a vida aos grandes !!!, sendo que no caso da Oliveirense sair da Luz com um empate a um golo seria bastante motivante, não teriam que ter jogado um prolongamento, completamente desgastados.