Futebol Inglês - Parte III

Newcastle vendido a um príncipe qualquer Saudita, mais um novo Rico. Para quem não sabe, estima-se que a Família Real Saudita tenha um “Net Worth” avaliado em 1 trilião de euros, tanto que nem aparecem nas listas da Forbes.

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O futebol cada vez mais desvirtuado pelo dinheiro.

Está pandemia poderia servir perfeitamente para alterar o paradigma do futebol, tabelando custos e gastos. Sobretudo que se chegasse a um ponto em que se percebesse que não faz qualquer sentido pagar milhares de euros.por mês a quem dá uns chutos na bola.

Torna-se difícil continuar a “gostar” do Man U após Ferguson. É asneiras atrás de asneiras.

Já se fala de 1001 reforços para o Newcastle. :sweat_smile:

Então calma, o Atlético ainda ia fazer lucro com o Félix, depois de o comprar por 120 milhões de euros? :joy:

Amor à moda antiga

«Comecei a prestar mais atenção à Premier League em 2003.

A principal razão é óbvia: Cristiano Ronaldo. Até essa altura fui olhando mais para Espanha, onde morava o Barcelona do Ronaldo Fenómeno e Luís Figo. Quando o português se transferiu para o Real Madrid passei a torcer pelo clube da capital, mas sempre com o foco naquele campeonato.

Chega então 2003 e o Manchester United com Cristiano Ronaldo a driblar e a correr pela ala nos relvados da Premier League. Ninguém sabia, mas nesse ano Alex Ferguson já estava a entrar na recta final como treinador dos diabos vermelhos. No total, foram 27 anos no mesmo clube. Uma vida, literalmente. Podia ser a minha, que nasci um ano depois da chegada de Sir Alex a Old Trafford.

A longevidade no mesmo clube escasseia no futebol e parece-me quase impossível voltarmos a ver casos como o de Sir Alex Ferguson ou Arsène Wenger (22 anos no Arsenal). Diego Simeone está no Atlético Madrid desde 2011 e, no mesmo período, José Mourinho treinou Real Madrid, Chelsea, Manchester United e Tottenham; Pep Guardiola cumpriu os últimos anos no Barcelona, mudou-se para o Bayern e já tem quatro anos de Manchester City.

As relações entre treinadores e clubes são cada vez mais curtas, em que a vontade de mudar existe nos dois lados ou acontece por crises de resultados. Um casamento duradouro e feliz como o de Sir Alex com o United é uma história que merece ser assinalada na paixão que é o futebol.»
( David Novo , Passe Teleguiado, in Record, em 02 de Maio de 2020 às 20:00)

Campo neutro desvirtua a Premier League? Há quem defenda que sim

Brighton luta pela permanência e iria disputar cinco dos nove jogos no seu estádio.

Em Inglaterra sugere-se a utilização de apenas dez estádios para a conclusão da Premier League, com partidas em locais neutros e à porta fechada, sendo esta a única forma de “garantir a segurança” de todos os intervenientes, mas Paul Barber, diretor executivo do Brighton, que luta pela permanência, teme que esta opção possa “desvirtuar a competição”.

“Como é evidente, todos devemos estar preparados para aceitar alguns compromissos. Compreendemos, por exemplo, que a realização de jogos à porta fechada seja necessária para conter a disseminação da pandemia”, começou por referir. “No entanto, nesta fase crítica da época, jogar em estádios neutros tem, na nosso opinião, um grande potencial para ter um efeito negativo sobre a integridade da prova”, prosseguiu o dirigente.

Para sustentar esta opinião, Barber recordou que o Brighton deveria disputar no seu estádio cinco das nove partidas que ainda lhe faltam realizar e que, neste caso, acabaria por perder o factor casa. “As desvantagens de não jogarmos com as melhores equipas no nosso estádio, num ambiente familiar, e com 27 mil pessoas a apoiar, são muito óbvias”, acrescentou. “É verdade que também vamos ser beneficiados nos quatro jogos fora, mas, nesta altura, não é uma opção equilibrada, tendo em conta que não foi esta a regra utilizada nas primeiras 29 jornadas”, concluiu.

O Jogo