Só há uma forma de a coisa acalmar no Porto que é Jorge Nuno Pinto da Costa falecer. Enquanto respirar vai ser sempre lembrado pela minoria mais que ruidosa como o herói daquela malta toda. O que permitia que os que vivem no Aleixo, Cerco e Ribeira tivessem vidas de luxo. A mama fechou e isto doi-lhes.
Já não falta muito para na bancada sul do Dragão ouvirmos “AVB vai para o ■■■■■■■”. E por esta altura, sou sincero, até pensei que a divisão fosse muito maior.
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Para além disso, também há quem pague para chegar a determinada demografia (i.e., “temos um produto que queremos que chegue a homens da Peninsula Ibérica entre os 18 e os 45 anos de idade”) e nesse caso os algoritmos fazem push dos anúncios mesmo que não encaixem necessariamente nos teus padrões de busca.
Pode-se dar o caso dos anúncios no forum dos tripeiros serem para “homems em Portugal entre os 18-45 que gostem de desporto” e não distinguir preferência clubística, mas isso era um bocado amador de quem definiu os padrões.
Do que eu tenho pena é que muita gente pensa que todas as pessoas daquela cidade têm essa mentalidade clubística de ódio ao sul.
Os portistas fanáticos pensam que a cidade é deles.
Tirei o meu curso junto da Batalha, no ISCAP. Gosto da cidade.
Lá está, tal como os rabolhos, importa é ganhar, não interessa como. Só de pensar que quer Pinto da Costa quer Vieira, já não são presidentes dos seus clubes, e nada lhes vai acontecer a nível de justiça.
Muitas vezes, eles sabem mais do que dizem, e ficam-se pelas meias palavras.
O painel chegou à conclusão que há a impressão que estão a preparar o terreno para despedir o Vítor Bruno e meter o Jorge Costa. O Rodolfo fartou-se de dar voltas à rotunda para não dizer mas depois disse que também tinha essa impressão que queriam meter o Jorge Costa, mas entre essa diatribe o Otávio disse “espanhol”.
Após o Rodolfo admitir que também ficou a impressão que querem meter o Jorge Costa, o Otávio disse que não sabe nada mas que financeiramente o Jorge Costa era bom porque não gostavam mais dinheiro, mas disse que (e cito) “não sei se passa a haver cerveja e chamuças”.
Estava à nora mas o google explica.
Quando regressa definitivamente ao Porto passa a ser o rapaz da chamuças. Aliás há uma história com chamuças que vou pedir-lhe para contar mais uma vez.
[risos] Isso é porque ao sábado havia o treino, banho e massagens e saíamos por volta do meio dia para estágio. Almoçávamos em estágio, tínhamos de descansar à tarde e no dia a seguir jogávamos. Eu era um miúdo e o João Pinto, o Jaime Magalhães, o André, essa malta dizia: “Miúdo, vais ali à Primazia, já lá está feita a encomenda e trazes”. E fui, obviamente, porque eles mandavam e eu obedecia, lá está, a tal democracia. E eu fui, com tempo. Meti as chamuças no carro, estava a chegar às Antas e havia um hotel ali perto onde tinha acabado de chegar o Nacional da Madeira… Resultado: estavam a tirar as malas e todo o equipamento do autocarro, o que provoca trânsito e eu começo a stressar. Quando cheguei ao Parque das Antas, estavam todos, jogadores, treinadores, já dentro do autocarro à minha espera. E eu só tinha duas hipóteses. Ou deixava as coisas no carro e entrava, ou assumia o risco. E pensei: “não os posso deixar ficar mal”. Mas também me passou pela cabeça: “se houver alguma coisa com o treinador, eles vão-me defender.” E entrei no autocarro a pedir desculpa pelo atraso e eles lá atrás a rirem e a bater palmas. Moral da história, quando passas com um saco de chamuças, passado cinco segundos veio aquele cheiro intenso e típico [risos]. Mas não aconteceu nada e ganhei pontos ali porque viram que afinal o “Bicho” era de confiança.
Não sei se está a dar a dica que o Jorge Costa é jogador e não treinador, ou que não é de confiança, ou a insistir que tanto pode ser ou o Jorge Costa ou o Zubizarreta a substituir o Vítor Bruno.
Mais um voto de confiança para o Vitor depois do treino. Adoro estes votos de confiança e a mensagem que querem passar falaciosamente, porque vai bastar um desaire na Bélgica.
Fico frustrado como 3 derrotas consecutivas (possivelmente 4, vamos ver), apenas uma é para o campeonato, e não estão de todo de fora da luta pelo título, como nos acontecia há uns anos atrás, de na altura de Novembro/Dezembro, já estarmos longe do primeiro.
Eu quero que o Porto ganhe na Bélgica, de preferência com uma exibição convincente. Assim o treinador aguenta mais um pouco.
Aquilo que desejo, é ver o Porto perder pontos para o campeonato. Não perdeu muitos pontos até agora, temos de ganhar vantagem confortável.
A nível financeiro a coisa começa a ficar complicada para aqueles lados, daqui a 6 meses (abril 2025) têm de reembolsar um empréstimo obrigacionista de 50 milhões e em janeiro 2025 têm uma dívida de longo prazo que deverá ser reclassificada a curto prazo no valor de 55 milhões (reembolso em dezembro 2026).
Importante o Porto não se qualificar para a Champions League.
Efectivamente os votos de confiança são meio caminho andado para o despedimento.
Eu gostava que perdessem pela 4ª vez consecutiva, percebo que não é o melhor para nós o Vitor ir já de carrinho.