Frutaria - Parte II

Pensava que o Avô Bacar já tinha para aí 60 anos…

Bem, eles já andavam à rasca. Mas o covid fez questão de lhes furar os poucos planos de fuga financeira que dispunham.
Quem é que no seu perfeito juizo vai contratar alguem antes de 30Junho? Tão bem f***
só é pena é que assim ninguem dá luta aos narcotraficantes do colombo…

Obrigações sem reembolso

«Como aqui se antecipava há duas semanas, o FC Porto não tem dinheiro em caixa para a 9 de junho proceder ao reembolso de 35 milhões de euros em obrigações que vendeu aos investidores em 2017. Vai por isso pedir que estes dêem à SAD um prazo máximo de 12 meses para pagar.

Foi já convocada uma assembleia de obrigacionistas para 19 de Maio, neste caso virtual, para que estes aprovem a proposta de alargamento do prazo. O que é expectável que aconteça, já que os investidores preferem receber dentro de um ano do que não receber de todo. E sempre ficam mais 12 meses a ganhar uma taxa de juro de 4,5%. O voto, antecipado, terá de ser feito por via electrónica ou postal.

Em regra, os clubes pagavam o reembolso com uma nova emissão, mas a pandemia deu cabo dos planos da administração do FC Porto, que foi apanhada sem um plano B. O administrador financeiro da SAD, Fernando Gomes, reconhece ao jornal “O Jogo” que “o momento é demasiado incerto” para tentar uma operação, que se falhasse colocaria a SAD às portas da insolvência.

Sim, da insolvência. Por aqui se vê que o assunto é sério e fica à vista o que tem sido a gestão financeira no Dragão. Fernando Gomes garante que os salários e despesas mais comuns “estão assegurados para os próximos meses”. Que alívio…

O FC Porto não é o primeiro a ser forçado a adiar o reembolso. A estreia coube ao Sporting e a Bruno de Carvalho. A crise profunda em que o clube estava mergulhado e que se agravou depois do ataque à academia de Alcochete não permitiu que a SAD fosse ao mercado conseguir financiamento para reembolsar 30 milhões de euros em obrigações a 25 de maio de 2018.

A solução na altura passou também pelo adiamento, em seis meses, do prazo de maturidade. Só na segunda assembleia os obrigacionistas aprovaram a proposta da SAD, depois de na primeira não ter existido quórum. O Sporting voltou ao mercado em Novembro, já com Frederico Varandas, mas a emissão não chegou ao montante pretendido: ficou-se pelos 26,2 milhões. O clube teve de conseguir financiamento alternativo para o restante.

Estes casos deixam sequelas. Com dois empréstimos adiados, a confiança dos investidores neste tipo de emissão já não é mesma. Não depois de tomarem o gosto ao risco que encerram. Também por aqui se vê que as taxas de juro com que os investidores se deixam seduzir, e que no actual contexto parecem fantásticas, na verdade não pagam a probabilidade de a coisa correr mal.

Como hoje salientava Record, o FC Porto fica com 70 milhões para reembolsar até Junho de 2021, só em obrigações. Mas depois destes desaires, recorrer aos pequenos investidores para obter financiamento deverá ser mais caro ou mesmo impossível. Com as portas dos bancos encerradas, as SAD perdem mais uma alternativa de financiamento. Porque não é só o seu nome que é posto em causa, é também o dos bancos que montam estas operações e colocam as obrigações junto dos seus clientes.

Agora é preciso recuperar a confiança. E isso só se consegue com contas certas e uma folha limpa na relação com os investidores.
( André Veríssimo , director do Negócios, in Record, hoje às 16:22)

DRAGÕES CONTESTAM ESCOLHA PARA LIDERAR O CONSELHO DE DISCIPLINA

FC PORTO 15:27

Por
Redação

Através da publicação digital Dragões Diário, o FC Porto veio contestar a escolha de Cláudia Cruz Santos como candidata para liderar o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

As eleições federativas estavam previstas para junho, mas ainda não têm data marcada. No entanto, Cláudia Cruz Santos é a escolhida para suceder a José Manuel Meirim na lista liderada pelo atual presidente da FPF, Fernando Gomes.

Eis o que é escrito na Dragões Diário:

«O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol vai ser liderado nos próximos quatro anos por Cláudia Cruz Santos, atual deputada do Partido Socialista. Aparentemente, o que mais qualifica esta jurista para o cargo é o tempo que passou como presidente da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga, durante o mandato de Mário Figueiredo. Esse foi, recorde-se, o pior período da história da instituição, marcado pela promiscuidade bem documentada entre o seu presidente e o Benfica – à qual, segundo a imprensa de ontem, não seria alheia Cláudia Cruz Santos – e por uma relação conflituosa entre ele e uma grande parte dos clubes – quem é que se esquece, por exemplo, da reunião de 16 presidentes numa bomba de gasolina depois de Mário Figueiredo lhes ter fechado as portas da sede da Liga? A capacidade de o futebol português se expor ao ridículo, não sendo nova, não deixa de surpreender. É que cá dentro haverá sempre muitos a branquear o que acontece e a fazer de conta que estas coisas são normais, mas lá fora, nas redações dos melhores jornais do mundo, a perpetuação do grotesco já não passa despercebida.»

A Bola

FC Porto solidário com os atletas: «Compreendemos as posições públicas tomadas»

Emblema azul e branco garante, ainda assim, que entende o fim das modalidades de pavilhão

A decisão da Federação Portuguesa de Andebol de não atribuir o título de campeão ao FC Porto, depois de confirmado o término dos campeonatos das modalidades de pavilhão, gerou uma enorme revolta no seio dos jogadores azuis e brancos.

Ao longo dos últimos dias, foram vários os elementos da equipa portista a criticar esta situação e esta tomada de posição pública levou também o FC Porto a emitir um comunicado, este sábado. Na nota, os dragões sublinham que é “compreensível a decisão de encerrar as competições em diferentes modalidades de pavilhão”, mas garantem-se solidários com os seus atletas, por quem irão interceder junto das respetivas federações, no sentido de defender os seus interesses.

Eis o comunicado do FC Porto:
As prioridades e as convicções

  1. Para o FC Porto, a saúde pública, a integridade física dos atletas, colaboradores e adeptos em geral é um bem inalienável e uma prioridade absoluta nestes tempos difíceis porque estamos a passar.

  2. Acreditamos que todos juntos conseguiremos ultrapassar estas dificuldades e voltar às competições em todas as modalidades ainda mais fortes.

  3. São compreensíveis as decisões de encerrar as competições em diferentes modalidades de pavilhão pelas respetivas federações como aconteceu, aliás, por toda a Europa.

  4. Num momento como este, a Direção do FC Porto manifesta total solidariedade com os seus atletas e compreende as posições públicas por alguns deles tomadas recentemente, já que viram defraudadas naturais expetativas relativamente ao seu trabalho árduo e dedicado ao clube.

  5. A Direção do FC Porto tomará sempre junto das federações nacionais e europeias as posições que entenda mais convenientes na defesa dos interesses do clube, dos atletas e das modalidades.

Record

Mais um lateral…

Nos ficamos sempre a ver navios

Fruteiros com 1º caso de COVID no plantel.
Agora como é? Qurentena para todos? Falta de comparência na proxima jornada e aposto que o campeonato acaba já.

Vai dar asneira. Estava tudo limpo, sem problemas, de repente é casos todos os dias.

O Marcano já rasgou.