Frederico Varandas - Presidente do Sporting Clube de Portugal

O sport também falhou o pagamento A nós, que estava obrigado pela FIFA. Pela lógica varandista, não devem ter ficado chateados… eles fazem o mesmo…

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Eu quero que o Braga se foda, mas não à custa da nossa imagem e de dinheiro.

Que enorme vergonha que pelos vistos ainda nos vai custar mais um milhão. Qual é a desculpa desta vez?

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Até dá para o vivaço brincar mais uma vez com o Sporting…No fim disto tudo ainda o varandas vai pedir desculpa, o porco só sabe envergonhar o Sporting.

E este corrupto do braga, queria fazer o mesmo com BDC, agora apanha se novamente com os lambuças é gozar a grande.

Pode ser que se foda…

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Sporting já informou: agentes e clubes ficam para trás

SAD já comunicou a alguns dos visados que vai atrasar o pagamento de determinadas tranches face à pandemia de covid-19.

A suspensão do pagamento da primeira prestação - e como consequência a segunda, mais juros - da transferência de Rúben Amorim ao Braga não será caso único em Alvalade: sabe O JOGO que a SAD do Sporting já informou alguns empresários, mas também clubes, que o contexto atual obrigará a adiar determinadas tranches que deveriam ser depositadas, pelo menos, nos próximos três meses.

Recorrendo ao último relatório e contas da sociedade com baliza final a 31 de dezembro último, percebemos que as dívidas a fornecedores ascendem aos 50 milhões de euros (M€): 17,056 M€ são dívidas a emblemas, 20,104 M€ a empresas de agenciamento/intermediação e 13,569 M€ a outro tipo de fornecedores de serviços, essenciais para o dia a dia do futebol, principal atividade dos verdes e brancos.

É certo que, nos primeiros três meses do ano, algumas destas verbas podem ter sido abatidas e que também nos proveitos o Sporting tenha recebido algum dinheiro: Bruno Fernandes, por exemplo, cujo negócio para o Manchester United foi o maior da história do clube, com 55 M€ logo à cabeça, ainda não está reportado neste relatório e será, certamente, uma peça essencial para que os leões possam, a curto prazo, resolver o que agora estão a adiar.

Em Alvalade, defende-se que a lei salvaguarda alterações de contratos já assinados caso as circunstâncias sejam, como é o caso, anormais. A covid-19 tem sido elemento estranho na sociedade e no Sporting já provocou, inclusive, uma situação de lay-off, até ver por 30 dias.

O Jogo

Salvador furioso por Sporting ter dinheiro de Bruno Fernandes e não pagar Amorim

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Leões com estratégia de gestão em tempo de pandemia

A ausência de pagamento de Rúben Amorim por parte do Sporting ao SC Braga poderá originar uma ‘guerra’ entre os dois emblemas sendo que, nesta altura, cresce a tensão entre bracarenses e leões.

De acordo com o jornal ‘Record’, os cofres leoninos têm liquidez para proceder ao pagamento do que ficou estipulado com a mudança de Amorim para Alvalade mas a direção verde e branca terá optado por não pagar por estratégia, algo que terá deixado António Salvador irritado.

O referido jornal sustenta que deram entrada nos cofres do Sporting 13 milhões de euros vindos do Manchester United por causa da mudança de Bruno Fernandes para Old Trafford.

Salgado Zenha, vice-presidente do Sporting com responsabilidades na área financeira, assumiu que se trata de uma “gestão” que está a ser feita em Alvalade.

“A lei prevê que se existirem alterações de circunstâncias críticas, extraordinárias, os próprios contratos possam sofrer alterações. O Sporting sente-se protegido nesta situação”, observou o vice-presidente leonino.

“O acordo entre o Sporting e o SC Braga é de 10 milhões de euros, mais IVA, que é um custo dedutível. Qualquer atraso de pagamento que haja, tenha penalidades ou juros, estamos protegidos pela lei, porque as circunstâncias mudaram dramaticamente”, reforçou.

Nesta altura, o Sporting está em situação de incumprimento com o SC Braga, falhando o estipulado no acordo de transferência do técnico Rúben Amorim para Alvalade.

A primeira prestação, de cinco milhões de euros acrescidos de juros, venceu no passado dia 6 de março.

O Sporting não prestou ainda esclarecimentos sobre se a ausência de pagamento se deve ou não ao eventual impacto financeiro provocado pela Covid-19, embora tenha dado conhecimento que avançaria para o ‘lay-off’ que abrange 95 por cento do universo ‘leonino’.

A administração da SAD informou o regulador do mercado de capitais que está a viver um “incontornável impacto financeiro” e sublinha o facto de a atual conjuntura se revestir de “incerteza, não só relativamente ao término da época desportiva em curso, mas igualmente no que diz respeito ao início da época 2020/21”.

Bancada

Ex-vice-presidente do Sporting pede a leões e SC Braga para que “falem baixo”

Menezes Rodrigues reage ao não-pagamento da primeira prestação da transferência de Rúben Amorim

Menezes Rodrigues, ex-vice-presidente do Sporting aquando dos mandatos de Dias da Cunha e Soares Franco, comentou a falha de pagamento da primeira prestação da transferência de Rúben Amorim, no valor de cinco milhões de euros.

Em declarações à ‘Rádio Renascença’, o antigo dirigente pede aos responsáveis dos dois clubes para que “falem baixo”, considerando que esta não é a altura para se estar a discutir este tipo de assuntos.

“Não é o propriamente o momento para se fazer guerras. Os intervenientes disso devem ter tranquilidade e falar baixo uns com os outros”, afirmou Menezes Rodrigues.

Conhecedor da realidade financeira do Sporting, o ex-vice-presidente refere que o emblema leonino enfrenta “uma situação tão difícil como a dos outros clubes”, face ao surto de Covid-19 em Portugal, e que os leões costumam cumprir com as suas obrigações.

“O Sporting é uma instituição que costuma honrar a obrigação de cumprir os seus contratos. Se não está a cumprir, tem alguma razão para isso”, indicou o ex-dirigente, acrescentando que esta situação.

Francisco Salgado Zenha, administrador da SAD do Sporting para a área financeira, garantiu, na passada quinta-feira, em entrevista à Sport TV, que é “absolutamente ridículo” que se fale de pagamentos em atraso “de um mês ou 15 dias”.

Por outro lado, António Marques, presidente da mesa da Assembleia-Geral do SC Braga, indica que António Salvador vai tomar as diligências necessárias para que o Sporting pague o que foi acordado por Rúben Amorim.

Bancada

“Frederico Varandas tem-se preocupado em demasia com a sua imagem pessoal”

Pedro Madeira Rodrigues deixa críticas à gestão do presidente leonino

Pedro Madeira Rodrigues, antigo candidato à presidência do Sporting, mostra-se preocupado com o futuro do clube leonino.

Em artigo de opinião à ‘Tribuna Expresso’, Madeira Rodrigues considera que o emblema verde e branco precisa, mais do que nunca, de “competência, maturidade e seriedade”.

“O Sporting continua a definhar, a piorar a sua imagem pública e a afastar-se da sua matriz fundadora”, afirmou Madeira Rodrigues, acrescentando que os atuais dirigentes mantêm “tiques” de Bruno de Carvalho, antigo presidente dos leões, nomeadamente ao nível da arrogância.

O ex-candidato comentou o atraso no pagamento da primeira tranche da transferência de Rúben Amorim, referindo que o Sporting esta a dar uma imagem de um “clube desesperado e pouco sério”.

Ao mesmo tempo, Madeira Rodrigues refere que Frederico Varandas não estava preparado para assumir o desafio de ser presidente.

“É cada vez mais evidente que Frederico Varandas não estava preparado para a dificuldade do cargo e, tal como o seu antecessor, tem-se preocupado em demasia com a sua imagem pessoal”, salientou.

Pedro Madeira Rodrigues também falou sobre as palavras de Francisco Salgado Zenha, administrador da SAD para a área financeira, que indicou que o clube leonino “está a fazer uma gestão racional e cuidada”.

Para o ex-candidato, essas declarações não passaram de “desculpas esfarrapadas” e deixa uma dúvida no ar.

“Espero que as últimas declarações de Salgado Zenha não tenham sido vistas em Manchester, na NOS, por Rafael Leão, etc”, concluiu.

Bancada

Soares Franco “compreende” a falha do pagamento ao SC Braga relativo a Amorim

O ex-presidente do Sporting relembra que o futebol “está a viver uma situação de força maior”

O antigo presidente do Sporting, Filipe Soares Franco, falou sobre o atraso do clube leonino no pagamento da primeira tranche da transferência de Rúben Amorim ao SC Braga.

Em declarações ao jornal ‘Record’, o ex-dirigente refere que esta situação não pode ser analisada de forma isolada e “compreende” o porquê do Sporting não ter conseguido pagar ao clube minhoto.

“Se o Governo legislou para se suspenderam as ações que havia em tribunal, por que é que os contratos dos jogadores não poderão estar em ‘suspensão’? Não só ao Rúben Amorim, mas a todos os outros pagamentos que estão a vencer nesta fase de exceção”, indicou Soares Franco.

Em relação às contas do clube leonino e não tem dúvidas: a banca já está “arrependida” de não ter aprovado a proposta de reestruturação financeira.

Como tal, Soares Franco considera que o Sporting está “completamente estrangulado”.

“Estou a falar da recompra da dívida, pois, pelos contratos que tem com a banca, o Sporting está completamente estrangulado. Nenhum outro banco empresta dinheiro, sabendo que uma percentagem das receitas é canalizada para o Novo Banco e o Millennium BCP”, afirmou.

Na passada quarta-feira, os leões oficializaram à CMVM o avanço para o ‘lay-off’ que abrange cerca de 95% dos colaboradores do clube, esperando reduzir os custos com o pessoal em cerca de 40%.

Para Soares Franco, as medidas tomadas pela direção de Frederico Varandas revelaram “transparência” por parte do conselho diretivo, lembrando que estamos a passar por um período invulgar, face à pandemia da Covid-19 em Portugal e no Mundo.

“O futebol está a viver uma situação excecional e de força maior”, salientou o ex-presidente.

Bancada

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Pedro Figueiredo

VALE A PENA PENSAR NISTO

O primeiro, conjugado com o segundo, revelam a chico-espertice já referida: o Sporting reconhece a dívida, tenciona pagá-la, até tinha liquidez para o fazer, mas, por uma questão de gestão, não o fez.

18 Abr 2020, 09:00

Nunca nada está tão mau que não possa piorar. O facto de a família leonina ter acordado na quinta-feira para a triste realidade de o Clube não ter honrado o seu compromisso, em relação à primeira prestação dos 10 milhões acordados com o Sp. Braga pela contratação de Rúben Amorim, foi-se revelando um pesadelo ainda maior com o desenrolar dos acontecimentos.

Naturalmente, quem continua – legitimamente, porque a liberdade de opinião não deve ser limitada se não promover preconceitos de quaisquer espécie – a patrocinar este estado lamentável de gestão assente em expedientes típicos de chico-esperto, arranja sempre argumentos que possam eventualmente justificar acções que aos olhos do senso-comum não têm qualquer cabimento. Refiro-me ao já propalado artigo 437.º do Código Civil sobre a alteração das circunstâncias que mediaram o acordo entre os dois emblemas.

A exposição ao ridículo agravou-se com as explicações do responsável pela área financeira sobre o episódio, bem como pelas ‘gordas’ difundidas pela imprensa. O primeiro, conjugado com o segundo, revelam a chico-espertice já referida: o Sporting reconhece a dívida, tenciona pagá-la, até tinha liquidez para o fazer – ainda bem que os devedores do Clube não pensam de igual forma –, mas por uma questão de gestão, não o fez. Deixou passar o primeiro prazo acordado, sem que houvesse ainda um Estado de Emergência que o justificasse, deixou passar o segundo e arrisca-se a, em tribunal, não sendo reconhecida a razão aos leões, pagar ainda mais 1,3 milhões de euros. Aliás, parece tornar-se recorrente a desculpabilização da incompetência que grassa no 3.º piso de Alvalade com factores externos, ora de uma herança pesada – que só gente de má-fé advoga –, ora agora com a incerteza inerente à pandemia que assola o Mundo. Quando não é o passado, é o futuro que atrapalha uma gestão onde o rei parece ir nu e se aponta o dedo a quem o denuncia.

Isto tudo com o beneplácito de uma Mesa da Assembleia Geral conivente, unânime em considerar que os Sócios não precisam de se pronunciar sobre o assunto. No entanto, nada disto pode constituir qualquer surpresa. No dia 27 de Abril de 2018, na sua habitual crónica no jornal A Bola, Rogério Alves, tecia rasgados elogios ao seu amigo, como “médico competentíssimo” – que não se duvida – e igualmente “sportinguista dos pés à cabeça, que vive e vibra com o clube”. Como esperar do Presidente da Mesa da Assembleia Geral (PMAG) do Sporting que aja contra o seu amigo, se o superior interesse do Clube estiver ameaçado? E, não, não é o PMAG que define esse mesmo superior interesse e, sim, os seus Sócios.

Nessa mesma crónica, Rogério Alves tem outra pérola visionária, quando o triste episódio do ataque à Academia só decorreria três semanas depois. “Não me canso de louvar o profissionalismo dos nossos atletas, superiormente capitaneados por Rui Patrício e William Carvalho, dois símbolos que, aconteça o que acontecer, terão sempre lugar cativo no quadro de honra da nossa história”. Aconteça o que acontecer. Daquelas expressões que se utiliza quando se acredita que os valores pelos quais os visados se regem não desmoronam nas mais difíceis tempestades. Apesar de se ter chegado a acordo com os dois “símbolos”, após a rescisão unilateral do contrato, ficou à vista de todos o prejuízo causado ao Clube, e não ao então presidente, depois de ambos terem estado toda a vida ligados ao Sporting. Em qualquer um dos casos, mais de duas décadas.

Talvez um dos problemas do nosso Clube seja mesmo esse: as amizades, que nem sempre se traduzem em competência. Um círculo fechado, sempre com os invariáveis protagonistas do costume que, de eleição em eleição, se legitima pelo medo do “desconhecido”. Acusar o anterior Conselho Directivo, tendo como cabeça de cartaz o seu presidente, de ter desviado o Sporting do seu rumo é uma narrativa que só interessa a quem sente o status quo ameaçado e, com isso, perder influência. É precisamente por isso que os Sócios e adeptos são os únicos responsáveis pelo estado do Clube, sendo os seus atletas, o seu esforço, dedicação e devoção os únicos responsáveis pela glória que todos desejamos. Glória essa que, com esta direcção, até foi motivo de incómodo, como foi o caso do título mundial de Jorge Fonseca, no judo.

Uma palavra de solidariedade para com os 95% dos funcionários que foram sujeitos ao lay-off. Gostaria que houvesse alguma medida possível que os mantivesse activos, pois sei que independentemente dos campeonatos estarem todos parados, estes tempos servem também para se debruçar sobre assuntos que, com a apertada gestão diária, torna difícil a avaliação. Se temos o orgulho de nos considerarmos tão grandes como os maiores da Europa, poderíamos seguir o exemplo do Barcelona; do Bayern de Munique; do Borussia Dortmund; do Schalke; do Athletic Bilbao; do Valladolid; do Leeds United, com cortes em nome de manterem TODOS os funcionários em actividade, sem perda de rendimentos.

Termino com uma ressalva. Assumi o compromisso, comigo mesmo, que enquanto durasse o Estado de Emergência não iria tecer qualquer crítica aos dirigentes do Clube. Tentei, nestas últimas semanas, escrever sobre outros assuntos, realçando o que de bom ia acontecendo, muitas vezes nada relacionado com o Sporting. Até porque, objectivamente, estamos sem a presença física do Presidente do Conselho Directivo, a trabalhar 12 horas por dia na sua verdadeira função, de médico do Exército, assegurando a sua tarefa de líder leonino pelo telefone, como de resto teria de o fazer dadas as obrigações de confinamento.

Porém, todos temos um limite. Este episódio, que parece redefinir o conceito de dívida, fez-me pensar se não seria contra-producente deixar andar o barco, guardando tudo para um final que não tem data marcada. Além disso, equacionei o meu compromisso depois de ouvir Fiona Hill, especialista em relações externas e conselheira de Trump – como já havia sido de Obama. Apesar do cargo na Casa Branca, Fiona foi uma das testemunhas ouvidas pela Câmara dos Representantes no processo de destituição do ainda Presidente dos Estados Unidos. Foi desacreditada pela direita americana, apelidada de toupeira de George Soros, o que não a impediu de dizer o que achava.

Em declarações ao 60 Minutes, contou uma história preciosa, ocorrida precisamente no dia em que testemunhou no Congresso. Levava a filha à escola, que iria ter um teste nesse dia. Estava nervosa por isso e a mãe, tentando retirar-lhe pressão, comparou níveis de stress. “Vou testemunhar contra o presidente e perante milhões de pessoas, que vão estar a ver”. Ao que a filha respondeu: “O meu teste é muito pior. Tu só tens de lá chegar e dizer a verdade”. Não arrogo o pensamento de ser o detentor da verdade. Esta é só a minha visão dos acontecimentos. Até porque, em última análise, gostaria que a direcção do meu Clube tivesse o maior sucesso. No entanto, parece que se afastam cada vez mais de o alcançar. Creio que vale a pena pensar nisto.

Leonino

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O jornal record é a maior merda de sempre, não é o jornal dos sportinguistas como é muitas vezes apelidade por muitos, é o jornal mais anti-sporting que conheço pois tudo o que faz são perigosos ataques dissimulados de elogios/apoio.

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Precisamente. Mas vai servir para enganar mais uns quantos tolos.

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A malta é que tudo o que tem a ver com bola parece que estupida. Imaginem que o Braga tinha vendido o Matheus por 60M para o Tottenham em Janeiro, e que tinha chegado a acordo para comprar o Palhinha por 10M no inicio de Março, não pagava a primeira tranche, e um mês depois dizia que tinha decidido não pagar o Palhinha, por opção estratégica.
Era só malta a rasgar o Braga de alto a baixo. Hipócritas, é o que é.

A prepotente sobranceria paternalista da nojenta elite de vão-de-escada…

Mostra o quão “diferentes” são esses dinossauros alienados que afundam este Clube.

É desesperante ler e ouvir o que eles vomitam e como se protegem uns aos outros.

Ouviste oh CALOTEIRO?
https://www.google.com/amp/s/www.abola.pt/amp/noticias/ver/840317

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Arrogante da merda, quem julga ele que é?? Volte pro buraco

Croquettes a defender croquettes.

Este até é aquele que faz almoços mensais com o Khadaffi dos pneus, o Bagão Félix e o fífias da Cunha. Nem sei qual a admiração.

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Maya
marionete
golpista
incompetente
que mais lhe irá chamar BDC?

O Varandas vai sair de bolsos cheios e com o clube todo esfarrapado…e a dignidade e o carisma do ser humano varandas???

Palpita me que esta fatura ainda lhe vai sair cara…o jorge mendes tem o clube manietado assim o diz BDC! ou será que o Zé o Manel o Chico o Joaquim ainda não perceberam isto.

que irá jorge mendes fazer com o clube?
rebenta lo?

cenas dos próximos capitulos
OBRIGADO
G 71.

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