Ex-jogadores do Sporting - Parte 1

Juro que não percebo como é que alguém pode chamar cepo ao Danny. Ainda hão-de me explicar o que é exactamente um cepo.

Basta ver jogos do Danny pelo Zenit, tanto no campeonato, e actualmente o campeonato russo está já bem longe de ser um qualquer, como nas competições europeias. Os 30 milhões foram obviamente absurdos e provavelmente com outras “intenções” por trás, mas não foi totalmente por acaso que eles os pagaram por ele.

Se voltasse para Portugal seria de caras um dos melhores do campeonato.

Diz-me um que não tenha sido mal tratado pelos adeptos? O “Tribunal” não perdoa! Depois faz que não, e dá palmadinhas nas costas, como no caso do Acosta!

Quais bons tempos?! Olha o primeiro Europeu e fase de qualificação para o mundial seguinte, onde ao ritmo que marcava golos ameaçava tornar-se o melhor marcador de todos os tempos da mesma. Depois foi sempre a cair é verdade, mas não me esqueço daquele jogo contra a Espanha que foi só partir rins.

[size=10pt][b]Danny coloca de parte hipótese FC Porto ou Benfica[/b][/size]

O internacional português Danny, do Zenit, criticou os jornalistas portugueses por terem alegadamente deturpado as suas palavras sobre querer jogar no FC Porto ou Benfica.

«Os jornalistas deturparam completamente as minhas palavras, o que poderão constatar todos os que viram a minha conversa com os jornalistas na televisão portuguesa. Aí está a gravação precisa, soou o que eu realmente disse», afirmou Danny ao diário Sport-Ekspress

O médio apenas está concentrado em ajudar a sua equipa: «Vou partir para o Dubai, para o estágio da equipa, e espero ajudá-la a repetir o êxito do ano passado.»


Fonte: http://abola.pt/nnh/ver.aspx?id=242077

Afinal, segundo ele, foram os jornalistas que manipularam as suas palavras :think:
Mas apesar de achar que é um bom jogador o preço que o Zenit pagou por ele é uma loucura e a sair não será por pouco

O Danny enquanto cá esteve nada provou. Na Selecção, até à data, também não. Querem o regresso do Yannick, versão caucasiana? Eu não…

Querer… queria, RuDDi, sem dúvida… e Danny não tem nada a ver com Djaló, já nem falo em qualidade.

Eu então queria uma direcção competente, um departamento de futebol profissional e um treinador de verdade.

Post Scriptum: Estás a ler Pai Natal? O dia 24/12/2010 já foi. O dia de Reis de 2011, também. Perdeste a minha carta?

:slight_smile:

Repito que queria, diferente de achar exequível. Como quero aquilo que tu queres… e que para já não me parece, também, muito provável.

http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1475391

Nani: "Adoro a ideia de ser um jogador influente" 15.01.2011 - 12:04 Bruno Prata

Nani está feliz da vida em Manchester. Tornou-se, finalmente, num titular indiscutível e a imprensa inglesa tem insistido na circunstância de ele estar a preencher bem, com golos e assistências, o espaço vazio deixado por Cristiano Ronaldo. Mas o extremo português quer mais. “Quero ser visto como um dos melhores do mundo”, afirmou Nani, que admite o gosto de "assumir as responsabilidades e os riscos. “Adoro a ideia de ser um jogador influente”, sublinha o internacional português numa entrevista em que aborda ainda a sua recente renovação do contrato: “Sempre foi minha intenção continuar aqui. O Manchester United é o melhor clube do mundo”.

No conjunto das três épocas anteriores, tinha marcado, na liga inglesa, sete golos ao serviço do Manchester United. Nos cinco meses de 2010/11, já apontou seis, tendo ainda contribuído com 12 assistências para golo, o melhor registo individual na prova. A que se deve esta subida de rendimento?
Penso que isso acontece por ser hoje um jogador mais confiante nas minhas próprias capacidades. Quando isso acontece, torna-se mais fácil marcar e assistir. Claro que a circunstância de ter agora mais oportunidades também tem um grande peso. Há quem diga que me tornei num jogador mais eficaz, o que não deixa de ser verdade. Claro que essa melhoria tem a ver com a maturidade que fui adquirindo.

Tem 24 anos, vai na quarta época no futebol inglês e, quem acompanhou a sua carreira percebe que houve também uma evolução enorme do ponto de vista físico. Hoje, o Nani parece um jogador mais robusto…
Aplico-me muito nos treinos, até porque aqui isso é absolutamente determinante para se ter sucesso. Mas, curiosamente, penso que até fazia mais trabalho de ginásio quando estava no Sporting. Em Inglaterra, com tantos jogos, não há tantas oportunidades para o fazer. Nalgumas alturas, como acontece agora, jogamos quase de dois em dois dias. É preciso jogar e recuperar rapidamente e o melhor possível para o jogo seguinte. São ritmos diferentes.

Parece também mais evoluído tacticamente, colaborando muito no trabalho defensivo…
Sinceramente, penso que isso já acontecia no Sporting. Na altura, o Paulo Bento já exigia muito de mim nesse capítulo. Em Alvalade, eu jogava como médio interior e também tinha de subir e depois recuperar para “fechar” no meio. O Paulo Bento trabalhou muito esse aspecto comigo e tenho de lhe estar grato por isso. Quando cheguei a Manchester, percebi que o sistema de jogo era diferente, mas muitos dos movimentos eram idênticos. Por isso, foi só uma questão de me ir aperfeiçoando. A prova do que estou a dizer foi uma conversa recente que tive com o Paulo Bento em que ele me disse: “Atenção que tu, tacticamente, já sabias o que fazias no Sporting. Não eras nenhum tosco em termos tácticos”.

A imprensa internacional, designadamente a inglesa, tem insistido muito no facto de você estar a ocupar o espaço que estava em aberto desde que Cristiano Ronaldo saiu de Manchester para o Real Madrid. Custou-lhe assumir essa responsabilidade?
A saída do Ronaldo de Manchester abriu, de facto, um espaço que foi também uma oportunidade para alguns jogadores, designadamente para mim. Penso estar a aproveitar bem. Gosto de assumir as responsabilidades e os riscos. Adoro a ideia de ser um jogador influente e, sem falsas modéstias, acho que tenho conseguido dar conta do recado. No Manchester há belíssimos jogadores, mas não há muitos com a capacidade de fazer a diferença. Eu sinto-me bem a tentar desempenhar esse papel. Gosto dessa responsabilidade.

Daí não ter tido dúvidas em afirmar que um dos seus objectivos é passar a ser visto como um dos melhores jogadores do mundo…
É verdade. Quero atingir o top. Há quem tenha dificuldade em assumir essa ambição, mas eu estou a passar por uma óptima fase e tenho todo o direito em sonhar alto.

Mas daqui a quanto tempo pretende atingir a meta, por si revelada, de ser incluído no lote dos três nomeados para a Bola de Ouro?
Não sei, é difícil responder, mas pretendo consegui-lo o mais rápido possível. Para se atingir aquele plano, é preciso ter qualidade técnica, velocidade, capacidade física, visão e inteligência de jogo. Penso estar a responder cada vez melhor em cada um destes capítulos. Mas sei também que preciso de ter paciência para atingir o meu objectivo. Se o conseguir num ano, excelente. Mas, se for em dois ou três, também é bom. Além disso, quero ganhar títulos colectivos, até porque sei que eles contribuem de forma decisiva para os troféus e o reconhecimento individual.

Quando renovou o contrato até 2014, o treinador Alex Ferguson afirmou que tinha “tido um desenvolvimento fantástico” e que “terá um futuro longo e de sucesso no Manchester United”. Nunca pensou, a exemplo do que fez o Cristiano Ronaldo, mudar de clube?
Sempre foi minha intenção continuar aqui. O Manchester United é o melhor clube do mundo. Claro que nunca se sabe o dia de amanhã e não digo que vou ficar sempre aqui. Mas, por enquanto, estou mais do que satisfeito.

Gosta de viver em Manchester?
Tirando o tempo frio e chuvoso, o resto até é tranquilo. É bom para nos concentrarmos no trabalho. É o sítio ideal para quem vive desta profissão.

E como se dá com os tablóides? Já teve problemas com a imprensa inglesa?
Não, felizmente não. Não tenho tido grandes chatices. Se jogo bem, dizem que jogo bem. Se não dou nas vistas, dizem que estive discreto.

O Manchester segue na liderança da liga inglesa, com dois pontos de vantagem sobre o Manchester City (que tem mais dois jogos realizados) e quatro sobre o Arsenal (que tem mais um jogo). O título está garantido?
Ainda não, ainda falta muito campeonato e aqui todos os resultados são possíveis. Há grandes equipas e um equilíbrio enorme. Não podemos facilitar.

Num campeonato em que o Chelsea e o Liverpool estão a desiludir, o City e o Arsenal acabam por ser os últimos resistentes. Curiosamente, você foi criticado pelo treinador desta última equipa, Arsène Wenger, que ficou irritado quando o Nani não incluiu o Arsenal entre os candidatos ao título.
O Sun, que foi o jornal que utilizou essas declarações, não explicou que elas tinham sido proferidas por mim um mês antes, quando o Arsenal seguia atrás do Chelsea. Se tivesse sido naquela altura, claro que eu teria dito que o Arsenal e o City são os nossos principais opositores.

Como é trabalhar com Alex Ferguson?
É muito especial. Ele é um treinador diferente, fora do normal. Por vezes nem vai ao treino ou fica só a ver. Mas a sua presença paira em tudo o que acontece no clube. Só fala o que é essencial, mas duas palavras dele chegam para resolver qualquer questão. É carismático e funciona muito bem num clube que tem uma estrutura impressionante.

Mas ele também é conhecido por utilizar o “secador”, expressão que retrata a forma como berra no balneário a um palmo da cara dos jogadores…
[risos] De facto isso pode ser intimidante para os jogadores mais novos. Eu também já passei por essa fase…

Bebé transferiu-se surpreendentemente do Guimarães (onde não chegou a jogar) para o Manchester. Como está a decorrer a sua adaptação?
Tem estado muito bem. Treina bem e tem vindo a evoluir. Ainda hoje falei com ele para lhe dizer que fez um belíssimo treino. Mas tem de continuar a trabalhar e a tentar evoluir. Tem também de ter paciência para o facto de não jogar tanto quanto gostaria. Porque foi isso que também aconteceu com o Cristiano [Ronaldo] e comigo. Acontece a todos os jovens que chegam a este clube e ele tem de ser forte psicologicamente para lidar com isso.

É outro animal de competição, este Nani…

Excelente entrevista.

Obrigado! Mas ainda falta o resto da carta…

http://www.academia-de-talentos.com/artigo/2011/1/18/telstar-no-firmamento

TELSTAR NO FIRMAMENTO

Rabiu Ibrahim terá tudo certo para se juntar ao SC Telstar

O penoso caminho de Rabiu Ibrahim no desemprego após ter concluído a sua ligação ao Sporting após um nada profícuo empréstimo ao Real SC, da II Divisão, terá terminado, parecendo que após experiências no VVV Venlo e no Club Brugge o destino da promessa nigeriana será mesmo os País Baixos, onde agora de dar uso a todo o seu brio e capacidade de trabalho para não perder uma única oportunidade que se poderá mesmo tornar a derradeira de se afirmar no futebol europeu, estando Rabiu prestes a tornar-se muito provavelmente o mais mediático reforço da história do modesto SC Telstar.

O emblema holandês, que compete na Jupiler League Eesrste Divisie, verá no internacional sub-20 nigeriano um enorme reforço para um SC Telstar que há muto busca por talentos de capacidade de forma a sair de uma situação manifestamente incómoda, podendo Rabiu Ibrahim incutir a criatividade que tem faltado ao clube de Velsen, cujas impressões sobre as qualidades do atleta se revelaram desde logo extremamente positivas.

As qualidades de Rabiu, para muitos vistas como especiais, poderão mesmo tornar-se essenciais para as ambições de um conjunto que luta arduamente para se manter na Eerste Divisie, desejando a todo o custo não cair na incógnita III Divisão holandesa, competição que, caso o campeonato terminasse neste momento, o SC Telstar se veria obrigado a disputar. Porém, com uma individualidade com o gabarito de Rabiu, de 19 anos, os responsáveis holandeses esperam em breve deixar a zona de descida, tendo a quase consumada contratação do médio criativo sido encarada como uma verdadeira celebração.

Médio criativo esperará dar o passo certo para o seu futuro no modesto SC Telstar

O SC Telstar batalhou intensamente para conseguir chegar a Rabiu Ibrahim, visto no modesto emblema com um foco de salvação para a equipa, que soma um registo bem sofrível na secundária prova holandesa, na qual soma apenas duas vitórias em 17 encontros já disputados, podendo na habilidade de Rabiu receber uma injecção de confiança na luta pela manutenção que o atleta há várias semanas acompanha de perto, uma vez que há dois meses se encontra em testes, não tendo ainda sido inscrito face à obrigatoriedade de se obter uma licença de trabalho para que possa mesmo constituir reforço.

A II Liga holandesa poderá ter recebido um foco de atenção que poderá ajudar o SC Telstar na batalha pela manutenção, objectivos baixos para Ibrahim, mas necessários, uma vez que havia entrado numa perigosa fase de ocaso que o tem afastado da possibilidade de estrear-se como internacional A pela Nigéria, depois de pelas ‘super águias’ já ter conquistado o Mundial sub-17, assim como a CAN nesse escalão, motivando de imediato o interesse de grandes clubes, apontando-se que ainda hoje o Manchester United ou o Arsenal possam observar com à distância o médio criativo.

A estela nigeriana será encarada como um reforço de peso por parte do SC Telstar, um emblema que reconhece as suas dificuldades desportivas e financeiras, o que valeu ao clube holandês a aposta na contratação do atleta, que não envolvendo custos de transferência será sempre uma enorme aposta para o clube.

O emblema holandês terá de gastar as suas economias para conseguir atingir o salário pretendido pelo atleta, incomportável para o SC Telstar, que apenas conseguirá ter Rabiu Ibrahim com recurso a investidores exteriores, uma realidade confirmada pelo próprio clube, que saberá que o salário do nigeriano será demasiado elevado para qualquer conjunto da sua divisão.

Texto: Redacção Academia de Talentos - RBR

Enfim cada um tem aquilo que merece …

João Paiva…

http://www.ionline.pt/conteudo/99220-joao-paiva-so-vou-la-se-eles-nao-descerem-divisao

Imagine que Falcao assinava um pré-acordo com a Naval para jogar na Figueira da Foz na próxima época. Pronto, a história de João Paiva é diferente, mas a lógica é essa. O i apanhou-o pelo telefone, a meio de um estágio no Egipto, para perceber melhor a transferência. E para saber como tem corrido a aventura do herói do Torneio de Toulon, em 2003, pelo estrangeiro: primeiro em Chipre, agora na Suíça.

Como explica a mudança do Lucerna para o Grasshopper? Vai do primeiro para o último classificado…

É curioso, só que o Grasshopper é o Benfica da Suíça. É a equipa com mais títulos, apesar de os primeiros meses desta época não lhe terem corrido bem. O campeonato suíço tem apenas dez equipas e a diferença entre estar em décimo ou estar em quarto são duas ou três partidas. Mas na Suíça toda a gente sabe que o Grasshopper é muito forte, tem um treinador [Ciriaco Sforza, antigo internacional suíço e jogador do Bayern e do Kaiserslautern] conhecido e vai ser uma mudança muito aliciante para mim. Apesar de estar no primeiro lugar, o Lucerna não está habituado a lutar pelo título.

Mas imagine que o Grasshopper ficava mesmo em último e descia de divisão…

Se ficar em último o pré-acordo não tem validade. O contrato é exclusivo para a primeira divisão. O pré-acordo por três épocas só se concretiza nesse caso. Olhe, eu não sei tudo - até porque estou na Suíça há pouco tempo -, mas a probabilidade de o Grasshopper descer é muito pequena. É a única equipa suíça que nunca foi despromovida. É muito difícil, digo eu!

Começou nas camadas jovens do Sporting, passou pela equipa B, pelo Marítimo e pelo Sp. Espinho. Seguiu-se Chipre (Apollon Limassol e AEK Larnaca) e agora a Suíça. A sua carreira está a seguir o rumo que queria?

Tenho consciência de que poderia ter sido ainda melhor. Algumas coisas impediram que triunfasse no futebol português. Umas por minha culpa, outras por culpa de outras pessoas. Tenho sido feliz, tenho feito golos em todo o lado. Fui campeão em Chipre, ganhei uma Taça e uma Supertaça. E agora, na Suíça, estou a lutar pelo título numa equipa que normalmente não faz isso. Ou seja, tenho estado sempre em equipas vencedoras. E ir para o Grasshopper vai significar, depois do Sporting, o regresso a uma equipa grande, o que também me dará outras condições, até para ir às competições europeias.

E sente que foi prejudicado por causa da altura [1,74 m]?

Em Portugal foi sempre um handicap que nunca entendi. Estou na média de altura daí. Os portugueses não são como os noruegueses ou os dinamarqueses. E há avançados baixos, como o Liedson, que marcam golos. Sempre consegui fazer golos, tenho muitos de cabeça. Mas é verdade que há treinadores e directores que preferem jogadores de 1,90 m. Honestamente, essa página de Portugal passou-me mesmo ao lado e já nem penso em voltar. Há sete anos que estou fora e nunca tive um convite para regressar. Mas é claro que, se me perguntassem se trocava por seis ou sete anos mais no Sporting, se calhar hoje diria que sim.

Ganhou o Torneio de Toulon, em 2003, ao lado de jogadores como Cristiano Ronaldo e Raul Meireles. Como recorda esses tempos? [João Paiva bisou na vitória por 3-1 sobre a Itália, na final]

Foi muito bom. Recordo com bastante saudade e alegria. Joguei 50 vezes pelas selecções nacionais jovens. É pena que ainda não tenha conseguido chegar à selecção principal. Mas, lá está, foi muito bom jogar com jogadores desse nível. Ajudava-me a marcar ainda mais golos. E ganhámos outros títulos.

Disse que “ainda” não chegou à selecção A. Continua a acreditar que é possível concretizar esse sonho?

Claro. Por isso é que a mudança para o Grasshopper é importante. Sempre me disseram que marcava golos em equipas pequenas, de campeonatos pequenos. Agora vou para uma equipa com historial e projecção na Europa, muitos títulos na Suíça. Quero jogar bem, ir às competições europeias e, quem sabe, mostrar-me ao mister Paulo Bento, que bem me conhece. Cheguei a treinar muitas vezes com ele enquanto estava no Sporting. Ele, mais do que ninguém, saberá se mereço ou não a oportunidade de jogar. Com todo o respeito, não há muitos avançados portugueses a marcar golos. Se formos ver as estatísticas, tenho estado sempre entre os mais goleadores. Por isso, a esperança não pode acabar.

Então e como tem corrido o estágio no Egipto? Nesta altura é hábito as equipas fugirem do frio e da neve da Suíça.

Sim, vamos estar aqui durante dez dias para preparar o resto da época. Temos equipas fortes atrás de nós, como o Basileia, o Zurique ou o Sion. E queremos ver se voltamos à Suíça com tudo estudado para ganhar o campeonato.

E estão em que zona do país?

[A ligação fica com algum ruído e João Paiva deixa de ouvir em condições] O quê? O clima?

Não, não… estava a perguntar em que zona do país estão.

Ah, estamos em… El Gouna. Aterrámos na cidade de Hurghada e estamos em El Gouna. É junto ao mar Vermelho e tem estado bom tempo. Comparado com a Suíça, nesta altura, é muito mais agradável!

Mais detalhes sobre a transferência de Ronaldo para Manchester, o perigo do “autocarros de comissões”, a lado negre de “SuperAgents” e a incompetência que reina no Sporting (e ainda há pessoal que defende, o homem de comissões, carlos freitas);

[b]The brightest star in Europe and £1m to a mysterious agent[/b] [i]• Second of a three-part series by David Conn[/i] - [url=http://www.guardian.co.uk/football/david-conn-inside-sport-blog/2011/jan/18/jorge-mendes-super-agent] Part one aqui[/url] • The deal that delivered Ronaldo to Old Trafford

Manchester United’s signing of a callow, improbably talented Cristiano Ronaldo in August 2003 was a defining moment for the Premier League and modern football itself, heralding a dazzling new superstar for a fledgling millennium.

For the 18-year-old’s agent, former nightclub owner and semi-professional footballer Jorge Mendes – who is being sued by the English agency Formation for half the fees he earned on that and other deals – Ronaldo’s arrival marked his entry into football’s big time. Ronaldo’s brilliant Old Trafford career and the astounding £81m United received when Real Madrid signed him six years later, meant relatively few questions have been asked about the circumstances surrounding the player’s arrival at United.

There have, however, been some: about which agents actually worked on the deal and how much they were paid; about how close Ronaldo came to signing for Arsenal; and why United paid £12.24m when it was rumoured Sporting Lisbon had been discussing a fee of €6m with other English clubs, including the north Londoners. Formation’s court case against Mendes’s company, Gestifute, with piles of the original documents filed in the Porto district court, reveals more details about the deal. The revelations fill some of the gaps, but also beg some further questions.

According to Formation’s claim, and Tony Henry, Formation’s then principal agent working with Gestifute, Mendes told them at the time that he had received €400,000 from United for the Ronaldo deal. Then United reported in their 2004 accounts that they had paid £1.129m to agents in the transfer.

In defence documents seen by the Guardian, Mendes has said United did not pay him at all and that his fee was paid by an Italian agent, Giovanni Branchini. The Football Association, through which clubs must pay all agents’ fees, is understood to have stated, following court orders that it discloses the detail, that United did indeed pay “another agent” – not Mendes – £1m.

Why United more than doubled the fee being discussed to sign Ronaldo, and what role Branchini performed to merit being paid when Mendes was Ronaldo’s agent, and why the Italian then apparently paid Mendes are questions that remain unanswered. Branchini and Mendes did not answer the Guardian’s queries about these details of the deal.

Ronaldo’s transfer figured among the 99 very public questions United’s former major shareholders, John Magnier and JP McManus, asked of the club during their dispute with Sir Alex Ferguson over the stud rights for Rock of Gibraltar, the racehorse they had given him.

“Did [Manchester United] pay any commission to agents in relation to the transfer of Mr Ronaldo from Sporting Lisbon?” the Irishmen asked.

"If commissions were paid, please identify the agent engaged on behalf of [United]. Please identify the agent engaged on behalf of the player.

“Please explain the reason for the amount of the commission and the process of calculation of that figure. Was the commission paid on behalf of both [United] and the player?”

United never confirmed which agents acted on the deal, nor who they acted for, nor how the payment of £1.129m was arrived at. In fact the club never produced public answers to any of the Irish investors’ 99 questions about the club’s transfer dealings.

United did announce subsequently that Jason Ferguson, Sir Alex’s son, would no longer be involved in transfers at the club – he had acted on some, although not Ronaldo’s – and Panorama’s “Fergie and Son” documentary, detailing Jason’s involvement in United deals, is the reason Ferguson Sr no longer speaks to the BBC.

United’s board also then agreed to publish how much they paid agents on individual player deals each year, and disclosed the £1.129m in Ronaldo’s case. That was a landmark commitment to transparency, which the Glazer family scrapped shortly after they bought United in 2005.

Formation’s claim against Mendes’s Gestifute agency, pursued via the court in Porto, and seen by the Guardian, alleges that Mendes reneged on a two-year agreement the two companies had signed in May 2003, to work in partnership and share fees when Mendes’s Portuguese stars were signed by Premier League clubs. Formation, run at the time by Paul Stretford, Wayne Rooney’s agent, says in the court document that the firm began to promote the then 17-year-old Ronaldo to English clubs from October 2002, after Mendes and Sporting Lisbon’s sporting director, Carlos Freitas, said they wanted to sell him.

The court claim states Formation first suggested Ronaldo to Gérard Houllier, then Liverpool’s manager. Then on 21 November 2002 Tony Henry, the main Formation agent working with Gestifute, and Mendes met at Arsenal to pitch the merits of various Gestifute players. Arsène Wenger was very interested in Ronaldo, as the Arsenal manager lamented in an interview three years ago. In fact, the document states Ronaldo visited Arsenal’s London Colney training ground to meet Wenger and the coaching staff three days later, on 24 November 2002.

The claim states that Formation met Wenger again in January 2003, followed by David Dein, then Arsenal’s vice-chairman, in February, and continued to discuss a move through the subsequent months, including at a meeting in June 2003 at the Hotel Concorde La Fayette in Paris. As late as 1 August 2003, the claim states that Henry was meeting Mendes in Porto to discuss Ronaldo’s prospective move to Arsenal, which Henry, now chief scout at Everton, says was indeed priced at €6m.

Just five days later United arrived in Lisbon to play the now-legendary friendly with Sporting to open their Jose Alvalade Stadium, in which the 18-year-old Ronaldo bewitched United’s defence with the full palette of his skills.

Ferguson always said his senior players begged him on the plane home to sign Ronaldo – although one United source said they had been intending to sign him before that game and allow him to continue on loan at Sporting – and within four days he was a United player for a fee of £12.24m.

Formation claims it was kept out of the negotiations with United, in breach of its 50-50 partnership agreement with Gestifute.

The day after Mendes tied up the signing of the football prodigy, Formation claims he met with Stretford at the Mottram Hall Hotel in Cheshire and told the agent he had received €400,000 as his fee for the deal. The court claim alleges that Mendes did not pay Formation 50% of that, as it had equally shared the fees on previous deals, but instead offered £80,000.

The agency says it accepted that figure, substantially less than it was entitled to, to preserve the relationship with Mendes, who had signed up most of the Portuguese internationals playing their way to prominence.

The companies later held discussions about Ronaldo’s commercial deals, and Henry, who says he spent “85% of my time working with Jorge,” continued to pitch the potential of Mendes’s players to Premier League clubs. The relationship between the two agencies broke down terminally after the arrival of Jose Mourinho at Chelsea and the signing of several Portuguese players through Mendes, for which Formation received no fees.

In the court action Formation has included a claim that Mendes “concealed” the full amount of the fee he was paid by United in order to pay Formation off with a lower figure – £80,000 – rather than half the £1.129m which United paid. Formation acknowledged, however, that other agents may have been involved in the deal, saying the true amount Mendes received would have to be determined from his company’s accounts.

Formation’s Portuguese lawyers obtained from the Porto court an order in this country that obliged the FA to reveal how much Mendes was paid by United when Ronaldo signed. The answer was €150,000 – a figure even lower than the €400,000 Mendes declared to Formation. In a defence document filed with the court more recently Mendes’s company said it did not receive any commission at all from United, but was paid for its work in the deal by Branchini. He is a Fifa-registered agent, well known in his native Italy, who more recently appeared in this country as an associate of Fabio Capello, although not his agent, when he arrived to coach England.

Formation sought clarification from the FA, which arrived via a letter to the high court late last year, and prompted only further questions. The governing body is understood to have confirmed that, according to its records, United paid the full £1.129m through the FA as a “clearing house” as English clubs are required to do. However, the governing body said only €150,000 was then paid to Gestifute, and that the rest, £1m, was indeed paid to another agent.

United themselves have never said which agents were involved in the Ronaldo transfer, and it is unclear what Branchini did for the money he received in the deal.

Sporting Lisbon had made it known to both Mendes and Formation that they wanted to cash in on Ronaldo; Henry had actively promoted him to Premier League clubs and Arsenal were interested in signing him. United were even understood to have a “partnership” agreement with Sporting that they would have first refusal on the Portuguese club’s players (only last week it was reported that Manchester City have replaced United in this arrangement).

Ronaldo played wondrously in the friendly with Sporting, Ferguson wanted him, and United moved immediately, so why would Branchini need to be paid by Manchester United? And if Mendes was – and still is – Ronaldo’s own agent, why did Branchini then pay him more money directly, as Mendes has alleged?

Asked by the Guardian about these revelations and questions, United declined to explain. A spokesman said: “We have no comment to make. The deal was agreed, the correct payments made and we were delighted to secure Ronaldo who, with his hard work and our coaching, turned into the world’s best player.”

A spokesperson for Gestifute declined to comment on the specifics of the case but reiterated they were “very confident that the court will decide in our favour”.

Formation declined to comment pending resolution of its legal action against Gestifute. Ronaldo did indeed develop into a global football icon at United and he, Manchester United and Mendes all made a great deal of money when the star was signed by Real Madrid for that staggering £81m in 2009.

Mendes is reported to have been paid a neat €8m then, although he has never confirmed it. Neither has he, United nor Real declared whether any other agents were paid, how much, for what work, or what they did with the money.

Although the fortunes involved have steepled higher, transfer deals are even less transparent now than they were in 2003-04, when the prince of stepovers arrived from Portugal, lighting up the game – but not the way its greatest clubs, or his agent, handle their money.

Nicualae vai fazer companhia ao Pereirinha no Kavala

Aguente-se…quis ser mamão,agora vai para a segunda divisão. :stuck_out_tongue:

Retirado do primeiro artigo sobre o Mendes:

The first was to pay Mendes "to facilitate the renegotiation of the player's contract with the club". The second, remarkably, was to "look after the wellbeing of the player … the agent will do his best to ensure that the player … timeously [sic] attends training and matches." The third was for Mendes to "act as a consultant … to secure any image rights attached to the player for the club".

Deviamos ter feito um acordo destes com o Veiga na altura em que tínhamos o Jardel.

Lourenço no Alzira Por Pascoal Sousa

O avançado Lourenço, ex-Sporting e que recentemente rescindiu amigavelmente contrato com o Moreirense, foi apresentado como reforço do Alzira, equipa de Valência que milita no grupo 3 da II Divisão B.

O contrato do atacante é válido até final da época e a estreia de Lourenço pode acontecer já neste fim-de-semana, caso o certificado do jogador chegue a tempo à Federação espanhola.

Ainda se fosse na Alzira…andaluza.