Ontem à noite ainda estive a ver a primeira parte do jogo dos escoceses com os checos.
E até estava a gostar do central dos escoceses, o Hanley. E não é que é ele que falha no primeiro golo?
Gostei de ambas as equipas. Arrumadinhas, físicas, embora carentes de um talento fora do vulgar.
Sou fã do futebol checo. De alguma forma, têm sempre equipas competentes, mesmo quando o talento não abunda. Quem, como eu, assistiu àquela geração que nos eliminou em 96, deve concordar com a dificuldade em repetir gerações como aquela (Nedved, Smicer, Poborsky, Berger, mais tarde, Rosicky e Koller), embora a geração anterior a essa também tenha sido muito boa (Nemecek, Chovanec, Skuhravy, Hasek, Bilek, Vlk, Stejskal, Moravcik, Miklosko, Griga).
Já o futebol escocês regrediu imenso, dos anos 80 para cá. Vale-lhes alguma organização táctica e um espírito muito combativo. Mas quando o maior foco de talento e de perigo para os adversários é o Robertson, está quase tudo dito.