Deve haver boicote aos Jogos Olímpicos de Pequim?

Será que não devia haver um boicote aos Jogos Olímpicos de Pequim ?

Acho que os países que vão participar , nomeadamente Portugal deviam pensar nisso , ou será que a repressão no Tibete , Direitos Humanos e a poluição não contam ?

O nível de poluição na China do ar entre outras é brutal , o atleta etíope Gebrselassié favorito para a prova da maratona já anunciou que não vai correr com receios pela própria saúde já que sofre de asma , para se ter uma ideia no que li por aí , turistas que regressaram da China com problemas respiratórios , um deles dsse que apenas saíu do aeroporto sentiu um cheiro a queimado que pensava que estavam a queimar alguma coisa perto do aeroporto , não é que durante os dois dias que esteve lá o cheiro não parou :o , não era nenhuma queimada , mas sim poluição , o nível é tanto que o céu já não é tão claro como era devido ao smog e os próprios chineses usam máscara para não terem nenhum problema respiratório.
Será que as medidas tomadas pelo governo chinês de encerrar temporariamente antes dos jogos , as fábricas de cimento , centrais de carvão entre outras vai ser suficiente?

Quanto aos direitos humanos nem vale apena dizer nada , já é sobejamente conhecido como agora no caso do Tibete , aliás este caso tem claras semelhanças com o de Timor Leste.

Não percebo é porque a esquerda não pega nesta causa , será que é por os EUA não estarem envolvidos , ou por o Governo Chinês ser comunista apesar de o ser só no nome.

Como é que é possível nenhum representante da organização não ter pensado nisso antes?

Porque é que a esquerda não pega nesta causa? Porque a “Esquerda” já não existe… e porque o PRC não é de Direita… lol

A minha opinião é que os JO não devem ser boicotados, pelo menos a nível governamental. A existir um boicote este deveria ser da parte dos atletas que vão participar e não da parte dos Governos. Aliás, seria, no mínimo hipócrita, uma vez que não são poucas as vezes que ouvimos os atletas a queixarem-se da falta de apoios governamentais.

Quanto à situação no Tibete: Tiananmen foi há 19 anos, o PRC continua à frente do país, o “socialismo de caractéres chineses” continua a imperar… Alguém estava realmente à espera que isto não pudesse acontecer 3, 2 ou 1 ano antes dos JO? O COI agora que descalce a bota, mas quando a China foi escolhida (curiosamente em Moscovo :twisted:) para organizar os JO, a expressão mais utilizada foi “direitos humanos”.

Continuo a dizer: o boicote é uma decisão individual de cada atleta. Eu, como espectador, não vou boicotar.

O recordista mundial da maratona, Gebre, já se cortou. :dance: :dance: :dance:

Porquê pensar em boicotar os jogos agora, ou melhor, só agora? :inde:

Ja se sabe ha 8 anos onde os jogos se iam realizar este ano; a questâo do Tibete tem mais de 60 anos e a poluiçâo em Pequim tb nâo é de ontem. Porquê entâo falar em boicote agora- e nâo é só em PT que isto de tornou tema quente- e nâo ha 5 anos atras? Hipocrisia, oportunismo?

Eu acho que se atinge muito mais continuando a manter contactos diplomaticos com a China, o que possivelmente deixar de ser o caso boicotando os JO.

A China faz o que bem lhe apetece e o resto do mundo come e cala :inde:

…come e cala porque dá jeito e porque “não se pode” mandar às urtigas (e aqui tanto entram boicotes a Jogos Olímpicos, como taxas aduaneiras significativas ou boicote a produtos “made in China”…) um país com uma taxa de crescimento de 10% ao ano, com 1.3 biliões de pares de braços mortinhos para trabalhar, a preços impossíveis de atingir para a concorrência…

Nós - Ocidentais - também fizemos o que bem nos apeteceu (vide África, agora re-colonizada pelos… chineses!) e ninguém se ralou muito…

A seguir vem Londres. O que é que vamos fazer? Boicotar porque foram ao Iraque? Da mesma maneira que não nos boicotaram o Euro 2004 porque cedemos a Base das Lajes? Ou obrigar a malta a fazer a maratona de mascarilha por causa do smog?

O COI talvez tenha sido moralmente leviano… mas não são os JO um negócio? Não é o Mundial de Futebol um negócio também? Há muito que a Humanidade deixou de ser a força motriz da política!

Claro que perceberia se X,Y,Z boicotassem os JO. Mas não acredito que tal aconteça…

Curioso é verificar a quantidade de vezes que a organização de Jogos Olímpicos e Campeonatos do Mundo ou da Europa foi confiada a ditaduras:

JO - Berlim, 1936, Moscovo, 1980, Seul 1988 (a democracia regressou em 1987, mas quando foi decidida a atribuição dos jogos ainda vigorava a ditadura militar), Pequim 2008.

Mundial - Itália 1934, Argentina 1978

Europeu - Espanha 1964, Jugoslávia 1976.

Em 1934, 1936, 1964, 1978 ou 1980 estes eventos desportivos foram usados descaradamente para fins propagandísticos. Aliás, os JO da era da guerra fria não passaram de mais um campo de batalha na disputa entre os dois blocos, com a contagem de medalhas a assumir relevância política. Cheira-me que estes jogos de Pequim vão ser usados pelo governo chinês para brindar o mundo com uma dose industrial de propaganda. Esperem só. Aliás, o governo chinês nunca deixam passar nada em claro quando se trata de defender a imagem do país. Basta um aluno da 2.ª classe no Mali escrever uma redacção a dizer que o Tibete é muito bonito e vêm logo um protesto oficial e ameaças mais ou menos veladas.

O MadeiraLion tem razão ao dizer que isto é uma questão de dinheiro. Que o governo da China é uma ditadura assassina, toda a gente sabe e já o sabia quando a organização dos JO foi atribuída ao país, como já foi assinalado por outros foristas. Mas também é o maior mercado do mundo e, ainda por cima, um mercado onde a esmagadora maioria da população só recentemente começou a aderir ao consumo em massa.

Para o caso não interessa que morram alguns tibetanos, ou que os direitos humanos sejam pura e simplesmente ignorados. Quando as grandes competições desportivas já foram confiadas a países liderados por Hitler, Mussolini, Franco, Brejnev ou pela sinistra ditadura argentina (os tais que drogavam os opositores para que eles ficassem inconscientes, os despiam, os metiam em helicópteros e os atiravam ao mar), a organização dos jogos pelos herdeiros do “Grande Timoneiro” não é surpresa nenhuma, nem foge à normalidade.

Por mim, o boicote seria de saudar. No entanto, não creio que venha a suceder. Ninguém quer cometer a “gaffe” diplomática de ofender a China, que deve ser o segundo país mais poderoso do mundo a seguir aos EUA. E também ninguém quererá perder a sua fatia do mercado chinês. Os tibetanos (e, já agora, os chineses) que se aguentem…

Vi os EUA boicotarem Moscovo, a URSS boicotar Los Angeles (se bem me lembro), nunca percebi como não é possivel num evento com um ideal tão nobre, colocar de lado a politiquice (ainda que a mesma comece nas nomeações dos escolhidos) e simplesmente celebrar a festa do desporto entre as nações.

Sou totalmente contra este tipo de boicotes…

Sobretudo neste momento de crise profunda em que estamos a entrar (os media é que andam mais interessados nos apitos “douvermelhos”). Segundo o que vinha no Diário Económico a crise nos mercados americanos e, principalmente, a desvalorização do dólar devia-se à valorização da moeda chinesa e ao facto de, em termos de importância mundial, já estar a ultrapassar os EUA. Uma afronta ao governo chinês nesta altura podia ser o ditar de uma crise profunda (que já começou).

Mas concordo que um boicote seria uma forma de protesto com enorme visibilidade e que deveria partir dos atletas (para fugir das questões políticas). Podia ser que alguns pilares abanassem.

Presidente do Parlamento Europeu apelou a boicote Cavaco Silva declinou convite para ir à abertura dos Jogos Olímpicos

O Presidente da República, Cavaco Silva, declinou o convite que lhe foi dirigido pelo Comité Olímpico para estar presente na abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, em Agosto, noticiou a Radio Renascença.

Não foram adiantadas as razões da recusa do chefe do Estado. A rádio diz que estes Jogos Olímpicos deverão ter apenas a presença do ministro Pedro Silva Pereira, que tutela a área no Governo, e do secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias.

O presidente do Parlamento Europeu, o alemão Hans-Gert Poettering, apelou entretanto, na terça-feira, aos líderes da UE para que boicotem a cerimónia de abertura dos jogos de Pequim, devido à instabilidade e repressão no Tibete. A organização de defesa dos direitos dos jornalistas e da liberdade de expressão Repórteres Sem Fronteiras apelou no mesmo sentido devido à violação dos direitos humanos na China e à violenta repressão no Tibete.

Para Teresa Nogueira, da Amnistia Internacional, o facto de Cavaco Silva “ter declinado o convite resulta da situação no Tibete ou do reconhecimento de que a China está a reprimir cada vez mais os seus próprios cidadãos, à medida que a contagem decrescente para os Jogos Olímpicos avança. Nós só temos de nos congratular com isso e agradecer ao Presidente da República pela posição tomada”. “Esperamos que seja também a posição do Governo, no seu todo”, acrescenta, citada pela Renascença.

[b]Hu Jia: China's enemy within[/b]

Even under house arrest, Hu Jia continued his fearless campaign against Beijing’s abuse of human rights. Yesterday he was finally jailed – but he is likely to become the poster-boy for critics of the Olympics

By Clifford Coonan
Friday, 4 April 2008

As far as Hu Jia was concerned, the door to his apartment was always open to fellow Chinese who shared his desire for greater freedom, foreign friends, or activists with issues to discuss.

But it was always a question of when, not if, the Communist Party would lock up Mr Hu, China’s most famous dissident, who has been under house arrest for many months, guarded by state security officers.

Yesterday Mr Hu, 34, was transformed into one of the world’s most famous human rights defenders as China moved to stifle dissent before the Olympic Games in Beijing. He was jailed by a Beijing court for three and a half years for “inciting to subvert state power” through a series of articles about freedom and for his constant dialogue with foreign journalists.

Mr Hu would not have been surprised by the jail sentence. One of the last things he said to me defiantly after I interviewed him while he was under house arrest last year was: “I’m ready that the next step after house arrest will be jail.”

Getting in to see Mr Hu in his apartment complex, which is called Bobo Freedom City, involved flashing your press pass at the police who ran alongside your car as you entered the compound. Then you had to pick your way around groups of police officers playing cards in the stairwell and standing around outside the apartment block, smoking and chatting idly, or hassling Mr Hu’s wife, Zeng Jinyan, as she left for work.

Despite the constant surveillance, Mr Hu kept a blog on an overseas website called Boxun. The prosecutors had 4kg of documents in evidence against him – this was never going to end well for him.

Mr Hu seems fearless. He has spoken out on Aids, Tibetan autonomy and free speech, while embracing the causes of the activist lawyer Gao Zhisheng, and Chen Guangcheng, a blind rural campaigner who has been jailed for four years.

He sometimes gives an impression of naivety. How can he survive? Long a thorn in the side of the Beijing government, the authorities say his case exemplifies how Western media are obsessed with human rights and other negative aspects of China’s rise, while not paying enough attention to the progress made.

While the sentence is lighter than many in the human rights community feared, Mr Hu’s conviction for criticising the Communist Party is likely to become a cause célèbre among rights activists, alongside the issue of Tibet, ahead of the Olympic Games. By formally jailing him, the authorities may have created a monster, a poster boy for the critics of the Communist Party’s strict controls on dissent and protest.

Mr Hu, an amiable, slight figure, who suffers from hepatitis B, was carted off by state security police in late December after he had already spent more than 200 days under house arrest. He and his wife and their six-week-old daughter, Hu Qianci, were at home around Christmas time with Ms Zeng’s grandmother when 20 policemen burst in, cut their telephone lines and internet connection and arrested Mr Hu. Ms Zeng and the baby remain under house arrest, and she left the courtroom yesterday visibly upset, before being taken home in a police van.

Speaking on the telephone recently, she told of how she was only allowed out a couple of times to take baby Qianci to the clinic for check-ups, but she wasn’t allowed out to walk the child. Mr Hu’s sister and parents were keeping them supplied. She was furious and frustrated at her plight. Both of them are proud that the Olympics are being hosted by Beijing, but they think the Games have been hijacked.

“These Games are for the Chinese Communist Party and they violate the basic human rights of Chinese people,” she said.

Living under house arrest was difficult for an energetic figure such as Mr Hu, who spent so much of his time on the road defending the causes dear to his heart. The walls of his apartment are covered with still-life drawings, and a DVD boxed set of Friends on the coffee table bears testament to the tedium of imprisonment. In a basket on the table sat a pharmacy of medicines ranging from vitamins to kidney treatments.

During his confinement he kept a video diary, and one particularly affecting scene is of a police officer walking behind Ms Zeng, cruelly mimicking her walk and making ape-like gestures.

By nature a cheerful person, Mr Hu refuses to be bowed by his experiences and the events which have befallen his family. He doesn’t look tough, but he has clearly learnt resilience from his parents. Although a Beijing native, his parents were declared “rightists” during the Mao era in the 1950s, and then were sent to the countryside in Hunan during the Cultural Revolution for re-education.

“So I’m from Beijing, but I’m not really a Beijinger. I speak Mandarin rather than Beijing dialect,” he said. A square peg in a round hole from an early age.

He studied in Beijing but by 1996 he had started on his path of activism and lobbying for change. He began doing environmental work, joining the Friends of Nature and heading into the desert to plant trees. Between 1998 and 2000 he was in Qinghai, protecting the endangered Tibetan antelope.

He is best known in China for his work with Aids victims. A taboo subject until the current leadership decided to take steps to tackle the problem, the government’s slowness, particularly at local level, to acknowledge the epidemic contributed to its spread. This was particularly true in Henan province in the 1990s, when millions of people sold blood to unsanitary clinics.

A Buddhist since 1979, Mr Hu’s beliefs are a driving factor behind his activism. “I don’t believe in taking life. This is why I helped the antelope and why I became an Aids activist. I saw a family, a man and his wife and their child, and all of them died within two months of my seeing them. I feel life is so precious, but so easily taken away. And so worth protecting,” he said during our talk.

He has been involved in lobbying for HIV/Aids foundations and has had much success in boosting the profile of the disease and helping sufferers get acceptance in Chinese society.

“Inciting subversion” can earn you five years or more in jail and Mr Hu’s lawyer, Li Fangping, had feared a longer sentence. Another Chinese dissident, Yang Chunlin, who called for human rights to take precedence over the Olympic Games, was sentenced to five years in jail last month on similar charges, although the two trials were unrelated.

John Kamm, executive director of Dui Hua Foundation, a San Francisco-based group that works to free Chinese political prisoners, said the verdict seemed rushed. "From the point of detention to the announcement of the verdict, this case is the fastest we’ve seen and it raises questions here about whether due process was exercised.

“In my discussions with Chinese officials recently, after the events in Lhasa, I was told that any concessions would be seen as a sign of weakness. This appears to be the mindset,” said Mr Kamm. “The Hu Jia verdict to me speaks of this very hard attitude toward dissent and protest that we’ve been seeing for a while.”

The press freedom group Reporters Without Borders said it was “appalled” by the sentence and called on the European Union to freeze its human rights dialogue with China.

“The Chinese justice system has, at the behest of the authorities, thrown oil on the flames just four months ahead of the Olympic Games by imposing this sentence on Hu Jia, a figurehead of the peaceful struggle to improve respect for human rights in China,” the group said.

“In a sign of protest, we urge the European governments to immediately freeze the constructive dialogue on human rights that has been conducted with China for the past few years.”

Amnesty International said the verdict was a “slap in the face for Hu Jia and a warning to any other activists in China who dare to raise human rights concerns publicly”.

The official news agency Xinhua said Mr Hu had confessed to his crimes and accepted his punishment, hence the light sentence. His legal team said he had conceded to “excesses”.

“Mr Hu spread malicious rumours, and committed libel in an attempt to subvert the state’s political power and socialist system,” the court said, according to Xinhua.

Mr Hu’s profile has been high for a long time and this is not the kind of case that will be brushed easily aside, particularly when allied to the condemnation of China’s crackdown on violent protests in Lhasa and other Tibetan areas last month.

The US Secretary of State, Condoleezza Rice, raised Mr Hu’s case when she visited Beijing earlier this year, and the US embassy in Beijing issued a statement about his sentencing, saying: “In this Olympic year, we urge China to seize the opportunity to put its best face forward and take steps to improve its record on human rights and religious freedom.” The European Union and other Western governments, Germany in particular, have also pressed China on the matter.

Mr Hu is unlikely to appeal against the sentence. Now his supporters in Beijing and elsewhere are waiting to see when he will be allowed to come back to Bobo Freedom City again to welcome people to his home.

http://www.independent.co.uk/news/world/asia/hu-jia-chinas-enemy-within-804571.html

Nao consigo entender como estes JO foram dados á maior ditadura do mundo, mais uma prova que COI e os governos dos paises Ocidentais nao passam de comerciantes corruptos sem eticas ou moral e nao estao nem nunca estiveram interessados nos problemas das minorias ( a nao ser que haja lucros pessoais ou negocios escuros prontos a serem feitos ) continuando a assistir impavidos e serenos ao exterminio dos 5 milhoes de Tibetianos por 1 bilhao e qualquer coisa de Chineses.
Nao esquecer tambem o envolvimento Chines em Darfur no Sudao, Zimbabue e outros paises Africanos onde como regra geral mantem negocios com os responsaveis por a probreza vivida nessas areas a.k.a. governos e ditaduras locais.
Ainda a considerar ha o consumo de especies animais em vias de extinçao,mais um dos crimes permitido por a ditadura Chinesa.

Sem duvidas que ha motivos mais que suficientes para boicotar estes JO mas duvido muito que venha acontecer a nivel governamental. Talvez o melhor seja mesmo um boicote a nivel pessoal á economia Chinesa como foi feito a uns anos em
Portugal aos produtos oriundos da Indonesia. Quantos mais atletas aderirem a causa, melhor.

O comentario do dissidente Russo Vladimir Bukovsky em 1980 acerca dos JO de Moscovo foi o seguinte:
“Politically, a grave error; humanly, a despicable act; legally, a crime” Uma frase que nao perdeu nenhum significado nas ultimas decadas.

Parece que por a primeira vez Nicolas Sarkozy e eu estamos de acordo em como agir, visto ter sido o primeiro politico a nivel
internacional ( para o The Times o “nosso” Cavaco Silva nao conta, aqui esta o link
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/europe/article3620417.ece ) ameaçar com a sua nao comparencia á
cerimonia de abertura dos JO.

Não há nenhum grande organismo internacional ligado a desportos de grande visibilidade que não se reja por interesses económicos… Basta ver o caso do Futebol