Espero que para o ano não haja tanta mama para o Cavendish no percurso dos JO.
Transformaram uma prova que tem quase sempre espectáculo numa prova monótona digna de uma etapa de transição do Tour, o campeão do Mundo não devia ser quem sprinta melhor, mas sim quem é o ciclista mais completo e isso para mim só pode ser numa clássica com colinas. Ou então comecem a separar, fazendo um campeão de sprint e outro da montanha.
A questão nem é a chegada ser ao sprint, agora que ponham um percurso com algumas dificuldades, senão torna-se super chato.
E se numa prova de 3 semanas ainda se entende porque tem de existir um pouco de tudo, numa prova dum dia é dificil de enteder o porque de um percurso tão chato.
Ve-se claramente que o percurso foi pensado para chegada em pelotão compacto, e assim foi não só nos elites, como nos outros escalões. E a prova feminina então foi a mais monotona de todas, resumiu-se a : Uma ciclista canadiana sozinha na frente, e um pelotão quase a fazer cicloturismo durante 9 de 10 voltas, comandado por 1 selecção e as outras todas a ir de boleia… E tipo, a diferença ora descia, ora crescia…quando pareciam que iam apanhar a ciclista, parava tudo lá atrás e voltava a ganhar tempo. ^-^
Tirando os contra-relogios, foram campeonatos muito monotonos, em que se viu que o pelotão controlava durante a maioria das voltas, em que pouco ou nada se passava, e basicamente o que decidiu isto foi a colocação antes da ultima curva, e a ponta final dos ciclistas, de resto, não teve muito mais motivo de interesse.
[size=14pt]Cardoso (Radio Shack): “Las cosas no funcionaron como debían en el Mundial”[/size]
Manuel Cardoso ha vuelto hoy martes a casa después de participar en Dinamarca en la prueba de Fondo del Mundial, en la que concluyó en una agria 16º posición.
Cardoso, vencedor este año de una etapa en la Volta a Catalunya, se muestra
descontento con la actitud de algún compañero de selección en los kilómetros finales.
“Ser el 16º no es un gran resultado”, admite el corredor del Radio Shack, “sobre todo porque el recorrido se adaptaba perfectamente a mis características y porque encima terminaba en una recta que picaba hacia arriba, como a mí me va mejor”.
El jefe de filas de la selección lusa reconoce que soñaba “con subir al podio”, aunque “entrar dentro de los diez primeros era un objetivo que estaba al alcance” y para el que se preparó desde el inicio.
“Se decía que el recorrido era suave y efectivamente tenían razón. Sin embargo, era un Mundial, y éste siempre se hace duro por la velocidad y por los kilómetros. Yo fui ahorrando fuerzas desde el inicio y llegué con chispa a los últimos kilómetros”.
Sin embargo, y después de un trabajo por parte de sus compañeros que define
como “perfecto”, Cardoso se encontró solo en los momentos decisivos. “Las cosas estaban claras en el equipo y quien tenía que haberme colocado bien para el sprint no hizo su trabajo, por lo que tuve que hacer un esfuerzo extra que luego pagué en el sprint, en el que encima me vi cerrado”.
Cardoso considera “una lástima” el desenlace del Mundial, ya que “llegaba en buena forma y además el recorrido me venía muy bien”. De todas formas, el sprinter portugués prefiere mirar adelante y espera subir al podio en alguna de las últimas carreras del año, la Binche-Tournai-Binche, París-Bruselas y París-Tours.
Cardoso a não ficar contente com o seu Mundial.
A meu ver acho as críticas apontados ao companheiro de equipa infundadas, se o Cardoso queria sinceramente fazer uma boa classificação teria de se ter colocado na roda dos melhores do Mundo e não de um companheiro de equipa que nem é sprinter(digo isto porque não foi mais nenhum sprinter na nossa equipa).
E com um ano muito fraco da sua parte, é natural a queda para uma equipa de segundo plano (Caja Rural)
[size=14pt]Manuel Cardoso a caminho da Caja Rural[/size]
Manuel Cardoso está a caminho da Caja Rural, devendo juntar-se a Hernâni Broco e André Cardoso, que na próxima temporada irão representar a equipa espanhola na categoria Continental Profissional.
Confrontado, o corredor pacense, que no dia 4 estará no Binche-Tournai-Binche na Bélgica, não confirmou a transferência.
«É uma das possibilidades, mas existem outras equipas interessadas. Quando estiver a situação resolvida divulgarei para onde irei na próxima época», disse o corredor da Radioshack. A A BOLA está em condições de avançar que existe acordo entre as partes, apenas faltando a assinatura do contracto e a definição da sua validade - se por uma ou duas temporadas.
Quanto aos restantes portugueses que correm em equipas estrangeiras, Sérgio Paulinho ingressa na Saxo Bank-Sungard de Alberto Contador, enquanto Rui Costa, que estará no Giro da Lombardia no dia 15, mantém-se na Movistar e Nelson Oliveira, que participará no Tour de Pequim entre 5 e 9 de Outubro, transita para a nova equipa que resulta da fusão entre a Radioshack e a Leopard.
Já Tiago Machado, que também vai correr na China, ainda não resolveu a seu futuro, podendo manter-se na equipa de Johan Bruyneel ou estar de saída para outra formação Pro Tour. Bruno Pires, que ontem foi pai de uma menina, tem vários contactos em carteira. O corredor vai terminar a época em Itália, participando no Giro Delle Emília, no Grande Prémio Beghelli e no Giro da Lombardia.
Não percebo a ideia.
Lutar por uma Volta a França de certeza que não será para ele, os Schlecks provavelmente nem às outras grandes voltas irão deixando-lhe espaço para ele poder lá ir e brilhar. Está numa equipa onde pode treinar com um dos melhores trepadores e um dos melhores contra-relogistas. Dado que ele não tem nível para lutar por um top-10 num Tour só tem mesmo é que trabalhar e aprender ao lado de quem é melhor que ele.
Precebo a ideia, mas acho que ele estaria melhor numa equipa tipo a BMC onde ele poderia lutar por provas menores, do que na nova Radioshack-Trek, onde ele estará tapado não só pelos irmãos como pelo Brajkovic, Kloden, Leipheimer e Zubeldia.
Faz sentido querer a mudança para ambicionar por voos mais altos. Mas a questão é saber se alguém além do José Azevedo estará disposto a apostar nele.
Não querendo eu duvidar das suas capacidades pelos resultados mostrados, mas actualmente é muito complicado para o ciclista português conseguir vingar no pelotão internacional.
Desses que citas há que ter em atenção o seguinte:
-o Brajkovic está de saída, justamente para não ficar tapado pelos Schleck. Mas convenhamos: o Brajkovic é mais completo que o Tiago, já ganhou um Dauphine-Libere e está naquela fase em que precisa de mostrar o “sim” ou “sopas”;
-Kloden, Zubeldia e Leipheimer estão claramente na curva descendente das suas carreiras e já este ano não foram eles que obrigaram o Tiago a abdicar da sua prova em seu favor;
O Tiago que tenha calma, que treine e aprenda com os melhores.
O Tiago Machado veio cá ao Fórum, leu o que eu disse e tomou a melhor decisão. 8)
Tiago Machado vai continuar na RadioShack, depois de ter colocado algumas dúvidas quanto à sua permanência na equipa na sequência da junção com a Leopard-Trek. O ciclista, tal como o nosso jornal avançou, terá mesmo pedido para sair já depois de ter renovado contrato, temendo que perdesse algum espaço no plantel face à entrada de novos ciclistas. Mas agora tudo parece esclarecido quanto ao seu papel no futuro projeto.
“Assinei contrato antes do Tour. Ao dar-se a fusão entre a RadioShack e a Leopard foi necessário sentarmo-nos e falarmos sobre o futuro. Mas o Bruyneel mostrou, uma vez mais, confiança em mim e não posso responder de outra maneira que não seja continuar com ele”, explicou Tiago Machado em comunicado divulgado pelo seu empresário.
A renovação é para dois anos, pelo que o ciclista português continuará no ProTour pelo menos até 2013, sendo que agora terá como companheiros de equipa, entre outros, os irmãos Schleck, assim como Fabian Cancellara. “Haverá muitas novidades em 2012, mas tudo foi feito para incrementar o potencial desportivo da equipa. Somos mais fortes que no passado”.
in Rascord
Entretanto a Astana mexeu-se bem e está a construir uma equipa bastante interessante. Já lá tinham o Vino, o Kreuziger (embora o ache um tanto quanto sobrevalorizado pelos opinion makers) e agora juntam o Brajkovic. Nada mau!
[b]Brajkovic assina pela Astana[/b]
Esloveno regressa à Astana com um contrato válido por dois anos. Giuseppe Martinelli espera dupla infernal com Roman Kreuziger.
“Estou feliz por anunciar que vou fazer parte da Astana no próximo ano. Deixo um agradecimento especial à RadioShack por uns anos inesquecíveis”. Foi desta forma que Janez Brajkovic confirmou via Twitter a mudança de ares em 2012.
O esloveno assinou por duas temporadas e vai assim juntar-se a Roman Kreuziger e Alexandre Vinokourov como um dos líderes da equipa, como confirmou o director desportivo Giuseppe Martinelli: “É um corredor forte que ocupará um lugar importante na Astana. Junto com o Roman Kreuziger podem formar uma dupla nas grandes Voltas e liderar a equipa. Também podem beneficiar com a experiência e as lições do Alexandre Vinokourov”.
Brajkovic chega à Astana depois de um ano azarado. O esloveno abordou o Tour em boa forma depois de um 7º lugar no Paris-Nice e um 9º no Criterium Dauphiné, mas uma queda colocou-o fora de combate quando tinha a missão de lutar pela geral.
Em termos de carreira este será um regresso à Astana para o esloveno, que em 2008 e 2009 esteve no projecto cazaque sob as ordens de Johan Bruyneel, com quem trabalhou desde que chegou ao Pro Tour. Brajkovic passou pela Discovery (2005-2007) e estava na RadioShack desde a formação da equipa, em 2010.
in http://tv.eurosport.pt/cycling/storynews_sto2971710.shtml