Peço desculpa, o Figo terá muito interesse em saber que fotos do trabalho da mulher dele chegaram sabe-se la onde.
Mostra o carateer dos envolvidos carago!
Já agora, para quem não sabe quem é o António Figueiredo
era o Presidente da SAD do Estoril a quando daquele celebre jogo que foi disputado no Algarve… e que tanta indignação causou ao Litos (treinador na altura) e ao Carlos Xavier (seu adjunto)
Malta, que já tem e pode ver, há aqui uma coisa que não percebo.
4-12-2008
O joão Gabriel manda dois drafts/propostas para Gonçalves rever. O primeiro, é uma proposta de reacção do benfica contra um jornalista da LUSA.
A 2a é…a proposta de resposta do CR da LUSA…à reacção… ? Eu estou a pensar, mas prefiro não dizer antes de alguém mais ver, porque estou a ler muita coisa.
[size=10pt][i](colocar como link/título por baixo do comunicado do SLB)
Clube
Diferendo SLB-Lusa
Leia aqui a Proposta de Comunicado do Conselho de Redacção
O Conselho de Redacção da Lusa reuniu-se no dia 18 de Novembro de 2008 sob a presidência do Director de Informação, Luís Miguel Viana, com a presença de Alberto Peres, Ana Cristina Figueiredo, Fernando Valdez, Susana Oliveira e Vítor Rodrigues, para analisar o diferendo da Lusa com o Benfica e a notícia que lhe deu origem.
O Conselho de Redacção da Lusa condena e repudia a decisão ilegal do Benfica de impedir a entrada de jornalistas da agência no Centro de Estágios do Benfica e de assistir ao jogo de domingo, limitando o acesso dos jornalistas à informação.
A limitação imposta pelo Benfica viola o artigo 37º da Constituição da República Portuguesa, a alínea b) do artigo 6º e o número 1 do Artigo 8º do Estatuto do Jornalista (lei aprovada pela Assembleia da República) e o artigo 1º da Lei de Imprensa.
A interdição de entrada de jornalistas da agência Lusa em instalações do Benfica é ilegal e inaceitável, independentemente da maior ou menor correcção da notícia que lhe deu origem.
O Conselho de Redacção da Lusa exige a reposição da legalidade e reclama que o Benfica anule de imediato as restrições que impôs.
O CR pediu ao DI a presença do jornalista autor da notícia para explicar os critérios usados na elaboração da notícia que originou o diferendo, mas Luís Miguel Viana preferiu ser ele a explicá-los.
O DI afirmou que o objecto das SAD são os resultados desportivos e que os prémios aos administradores devem ser colocados em perspectiva com aquilo que é o objecto da actividade empresarial.
Para Luís Miguel Viana, comparou-se o que era comparável e no sublead colocou-se a perspectiva dada pelo Benfica. Acrescentou que a Lusa acha pertinente e editorialmente interessante colocar em perspectiva os prémios aos administradores e os resultados desportivos.
“Enquanto jornalista, entendo que é intelectualmente mais honesto colocar em perspectiva com os resultados desportivos”, indicou o DI, dizendo que a notícia não começou pelo Sporting porque ganhou mais troféus, nem pelo Porto porque já tinham sido noticiados os prémios.
O DI afirmou que o autor da notícia achou, e Luís Miguel Viana disse concordar em absoluto com ele, que o critério e a relevância do assunto justificam o título e o lead, que considerou jornalisticamente legítimo e inatacável.
O Conselho de Redacção da Lusa considera que o seu principal papel é defender a Redacção da Lusa, o seu bom funcionamento e o seu prestígio, o que passa por defender um serviço rigoroso, isento e de qualidade. Isto só é possível reconhecendo os erros cometidos no serviço, aliás à semelhança do que o CR tem feito desde que tomou posse, para que se possa evitar repetir erros e para melhorar o trabalho da agência.
O Conselho de Redacção considera que a notícia sobre a distribuição de prémios nas SAD, daqueles que são geralmente considerados como os três principais clubes portugueses, está tecnicamente incorrecta.
Depois de esclarecido que o critério de atribuição de prémios da sociedade anónima desportiva do Benfica, uma empresa cotada em Bolsa, não estava ligada aos resultados desportivos (ao contrário das sociedades anónimas do Sporting e FCPorto), não era legítimo construir o título e o lead da notícia como se tal se verificasse.
Sendo os elementos constantes no lead da notícia verdadeiros quando analisados separadamente o Conselho considera que a relação causa/efeito estabelecida no título e no lead é abusiva.
Os dados não eram novos, dado que constam dos relatórios e contas das SAD do Sporting, Benfica e Porto que tinham sido divulgados há vários dias.
Nas sociedades anónimas, os critérios para a distribuição de prémios são definidos internamente e estão sujeitos apenas ao escrutínio dos accionistas, não sendo legítimo aos jornalistas da agência fazer qualquer juízo de valor sobre a matéria.
Além disso, enquanto no caso do Porto e do Sporting os critérios dos prémios estão bem identificados (um ganhou o título e foi directamente para a Liga dos Campeões e o outro ficou em segundo lugar, teve igualmente entrada directa naquela competição europeia e ganhou a Taça de Portugal), no caso do Benfica não é feito qualquer enquadramento com os resultados do exercício da SAD, já que é esse o argumento apresentado para a atribuição de prémios aos administradores.
As notícias da Lusa não podem nunca reflectir opiniões pessoais dos jornalistas e têm de se pautar pela isenção e rigor.
É essa isenção e esse rigor que o CR defenderá sempre.
O CR perguntou ao DI porque não se tinha feito notícia do comunicado do Benfica sobre este assunto quando a Lusa dele teve conhecimento.
Para o DI, a Lusa não deveria fazer notícia porque o comunicado tinha expressões insultuosas para a agência.
O Conselho sublinhou que a notícia poderia limitar-se a dar conhecimento dos argumentos do Benfica sem transcrever essas expressões consideradas insultuosas pelo DI.
Chamou igualmente a atenção para que, uma vez mais, uma “Nota aos Clientes” sobre este assunto saiu em formato de notícia, desrespeitando as normas de uma nota desse tipo.
O DI justificou que num período de grande atenção a este problema não se lembrou de recomendar a quem emitiu essa nota que tivesse em conta essas normas.
O DI informou o CR que foram apresentadas queixas contra a interdição de entrada de jornalistas da Lusa decidida pelo Benfica às autoridades policiais e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e que solicitou à administração da agência que participasse a proibição de acesso dos jornalistas da empresa às instalações do Benfica à Procuradoria Geral da República.[/i][/size]
Apesar de ter sido eu a divulgar isso tenho de concordar com o [member=22770]lacrymea . As fotos são publicas e quem quiser pesquisar no google encontra, mostra que são javardolas mas foge da questão importante que é a corrupção.
Dar demasiado tempo de antena a isso vai ter o mesmo efeito da história dos bruxos que foi um tiro no pé… desviou as atenções do que realmente conta.