Cartão do Adepto

Não estou muito acordo com o princípio.
Mas em Portugal, provavelmente é um mal necessário.
Resta saber como vão funcionar as Zonas com Condição Especial.

O que motiva a criação do «Cartão do Adepto»? Há vários motivos que levam o Governo a criar o «Cartão do Adepto», alguns enumerados na portaria em Diário da República e na nota enviada à comunicação social. Tendo isso por base, conclui-se que o «Cartão do Adepto» serve para promover a segurança nos recintos desportivos, assim como combater o racismo, a xenofobia e a intolerância. Como é que isso pode ser feito? O «Cartão do Adepto» vai permitir a entrada em zonas específicas dos estádios, denominadas por ZCEAP (zonas com condições especiais de acesso e permanência de adeptos), e vai identificar todos os que estejam presentes nessas zonas, uma vez que só é permitida a entrada a portadores do «Cartão do Adepto». Estas zonas vão ser criadas em «áreas específicas do recinto desportivo integrado em competições desportivas de natureza profissional ou em espetáculos desportivos integrados nas competições desportivas de natureza não profissional considerados de risco elevado, destinadas à assistência de eventos desportivos», com a aprovação da APCVD (Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto), das forças de segurança e do organizador da competição.

Texto retirado do zerozero.pt
«Cartão do adepto»: Em que consiste, para quê e como funciona? :: zerozero.pt

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A APDA lançou uma petição publica para lutar contra o cartão do adepto.

Esta medida corre em paralelo com as accoes colocadas em tribunais civis portugueses

Cartão do adepto motiva críticas

Documento exigido pelo Sporting a todos aqueles que queiram ver o jogo frente ao Vizela no topo Sul do estádio

Na informação referente à receção ao Vizela ontem disponibilizada, o Sporting vincou que aqueles que queiram assistir ao jogo no topo Sul – local que, por norma, é ocupado pelas claques afetas aos leões – terão de ser detentores do Cartão do adepto. A regra, que foi homologada por regulamentação estatal, está para ficar, pelo menos “até à conclusão das obras necessárias” no estádio, diz o leão. Nas redes sociais, alguns sportinguistas manifestaram-se contra a medida, à semelhança dos representantes de vários grupos organizados de adeptos, que já haviam protestado, em reunião no mês de setembro.