Beto Acosta - O Nosso Matador

Acabou a a sua carreira imunda!

Nem mais.
Pensou que arrear no matador seria o mesmo que arrear no João Vieira Pinto.

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Preferi “arrumar” com esse vasculho do que ganhar essa Taça.

Esse badalhoco era o símbolo do “não fair play”, era o símbolo do “podem fazer tudo que não lhes acontece nada”.

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Foi o meu primeiro ídolo no Sporting, na altura em que comecei a perceber o que era futebol. Um verdadeiro leão! Saudades de ver a sua raça em campo e o instinto matador. Grande Acosta :lion:

Vou publicar aqui, mas também o podia fazer no tópico do jogo.

Este campeonato como está, e a ansiedade para o jogo de logo a noite bem como os seguintes fazem-me lembrar uma história da época 99/00.

Não sei se alguém se lembra disto mas na semana que antecedeu o último jogo salgueiros-SCP (em que se o Sporting ganha-se era campeão, se não ficava a depender do resultado do gil vicente-fcp) vários jogadores, dirigentes e o próprio Augusto Inácio receberam cartas anónimas com ameaças de morte.

A carta que foi dirigida ao Acosta parece que dizia “por cada golo que marques levas um tiro”. O SCP marcou então uma conferência para falar do assunto (não consigo encontrar imagens), em que o jogador escolhido para falar foi o Acosta e nunca mais me saiu da memória a saída que teve. Algo do género : “Domingo tomaré cinco tiros”

É isto! Esta maneira de ser, de encarar tudo o que vai acontecer até ao fim, que precisamos nos jogadores. Que encarnem este espírito!

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Acosta assinala conquista do título do Sporting e envia “abraço de golo a todos os leões”

Antigo avançado argentino foi figura no campeonato de 1999/00, que quebrou jejum de 18 anos

O antigo futebolista ‘Beto’ Acosta felicitou o Sporting, pela conquista do 19.º título de campeão português de futebol, enviando “um abraço de golo a todos os ‘leões’”.

“Felicitações ao clube Sporting Clube de Portugal pelo campeonato! Um abraço de golo para todos os ‘leões’”, escreveu na sua página no Facebook o ex-avançado do clube, melhor marcador na caminhada para o título de 1999/2000, que, então, pôs fim ao jejum de 18 anos do emblema ‘verde e branco’.

O antigo avançado e internacional argentino chegou ao Sporting na temporada de 1998/99, tendo vestido a camisola ‘leonina’ durante três temporadas, até 2000/01.

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MATADOOOR, MATADOOOR
BETO ACOSTA, BETO ACOSTA
ÉS O NOSSO MATADOR!

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Fica para sempre na história!

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Lenda

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Vai ser lindo quando o nosso Paulinho tiver tmb um topico no orgulho leonino.

Já tou a imaginar: “Paulinho - O Nosso Grande Matador!”

já tens o cabelo todo branco… Oh wait!!!

kkkkkkk tá igual o gajo :joy: :joy: :joy:

Não envelhece

Grande Acosta

Acosta recorda duelos com o FC Porto: «O Jorge Costa era o defesa mais duro»

Ex-avançado do Sporting garante que as divergências morriam sempre em campo

Acosta passou dois anos e meio em Alvalade, o tempo suficiente para deixar o seu nome gravado na história do Sporting. O internacional argentino foi a referência ofensiva da equipa orientada por Augusto Inácio que colocou um ponto final num jejum de títulos de 18 anos, em 99/00, e travou duelos muito ríspidos com a defesa do FC Porto. Na memória dos adeptos dos dois clubes perdura o duelo que travou com Paulinho Santos, na final da Taça de Portugal disputada a 21 de maio de 2000, e que terminou com a substituição do médio do FC Porto com o maxilar fraturado, mas o antigo avançado garante que havia ainda um jogador mais duro no plantel dos dragões: Jorge Costa.

“Eram sempre jogos muito intensos, não consigo explicar as razões, e eram sempre muito difíceis para os dois lados. Na altura o FC Porto era o campeão, a equipa a derrubar, e nós entravámos sempre muito motivados nesses jogos”, afirma a Record o ex-internacional argentino, que não tinha vida fácil: “Toda a equipa era forte mas o Jorge Costa… era um defesa muito forte, duro, estava sempre a falar durante o jogo, a provocar. Foi dos centrais mais complicados que apanhei pois era um jogador com muita presença mas, curiosamente, fora do campo sempre mantivemos um respeito muito grande um pelo outro. O que se passava em campo acabava por morrer no campo, como deve ser sempre. Eu defendia a minha equipa e o Jorge Costa a sua, e fazíamos tudo para ganhar”.

Reencontro com Paulinho Santos

Apesar de ter destacado Jorge Costa, Acosta não esquece também a final da Taça de Portugal onde travou um intenso duelo no relvado com Paulinho Santos que, recorde-se, saiu com o maxilar fraturado e acabou por perder o Euro’2000 após uma cotovelada do atacante leonino. “Também era um jogador duro, tal como eu, e são coisas que acontecem no futebol. Tal como o Jorge Costa posso dizer que fora do campo sempre foi um rival digno e o que acontecia no relvado morria lá. Voltámos a estar juntos anos depois, na festa de homenagem ao Iordanov, e na altura quando me concentrei no hotel até temi que pudesse haver problemas, mas não. O Paulinho Santos cumprimentou-me com toda a naturalidade e deixámos o passado para trás. É assim que deve ser”, acrescenta o antigo internacional argentino, que admite que nos clássicos nem sempre é possível jogar limpo: “Nesses anos tanto o FC Porto como o Sporting tinham jogadores que se fosse preciso sabiam fazer jogo sujo. É assim em todos os clássicos no Mundo”.

Dois golos na memória

No total, em 10 jogos disputados frente ao FC Porto, Acosta marcou quatro golos, dos quais dois foram no Estádio das Antas, mas não são estes que recorda com mais prazer. “O primeiro foi no Estádio José Alvalade. Em março de 2000 recebemos o FC Porto e vencemos por 2-0 com um golo meu e o outro do André Cruz. Esse jogo permitiu-nos ultrapassar o FC Porto na classificação e abriu-nos as portas do título. Depois há também a finalíssima da Supertaça em 2001, em Coimbra, onde marquei o único golo de penálti…os golos que valem títulos são sempre especiais”, acrescenta o antigo jogador, que volta a destacar o poder do adversário: “Foram sempre triunfos muito complicados, essa Supertaça até foi decidida numa finalíssima. O FC Porto tinha sempre um plantel com grandes jogadores…aliás, uma das camisolas que tenho é a do Jardel, que trocámos no final do jogo em 2000. Nós fomos campeões e eu marquei 22 golos no campeonato, mas o Jardel foi o melhor marcador com 38! Que avançado!”

Sem favoritos

Para o clássico de sexta-feira, Acosta garante que “não há favoritos” mas vai apostar no Sporting, naturalmente. “É um clássico, não interessa quem está melhor, em jogos destes acaba sempre por ganhar quem joga com mais coração e eu espero que seja o Sporting”, assinala o sul-americano, que tem continuado a acompanhar a carreira dos leões na Argentina: “Ainda na semana passada vi o jogo com o Benfica [Allianz Cup], em que o Sporting conseguiu dar a volta e venceu o troféu. Espero que continuem assim e que sejam novamente campeões”.

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