Basquetebol Sénior Masculino - Época 2020/2021

Ganhamos é o que interessa.

No proximo jogo temos que fazer muito melhor e é o que vai acontecer. :point_right:

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Com um Travante bem não damos hipótese a ninguém em Portugal.

Sporting Tático

1 h ·

🔎 Liga Placard de Basquetebol - AD Ovarense 92-97 Sporting CP

📌 Travante foi o anjo da guarda de Magalhães, e o Leão garante a vitória na fase regular!

Antes de fazermos a análise ao jogo, realçar a importante e histórica vitória do Sporting na fase regular da Liga Placard de Basket. Se o ano passado nos vimos impedidos de alcançar esse feito, esta época o objectivo foi garantido. Com 4 equipas candidatas ao título e sempre, pelo menos, uma outsider, o Sporting levou a melhor e assume a liderança da tabela classificativa. Para nós, ganhar a fase regular assume sempre capital importância. Mesmo sem adeptos, o factor casa é sempre motivador e mentalmente precioso. Poucas são as vezes nas mais variadas modalidades em que a equipa que tem o factor casa nos Playoffs não vence os campeonatos. A decisão pende na grande parte dos casos para esses contendores.

Portanto, já sabemos que caso alcance a final, o Sporting terá, independentemente do adversário, os 2 primeiros jogos e o último jogo no Pavilhão João Rocha.

Mas vamos à partida: depois da saborosa vitória na Luz, pensávamos que a equipa ia encarrilar para uma sequência de jogos bem conseguidos e vencer com maior clarividência. E a verdade é que, depois do jogo com o Esgueira, só não somos eliminados da Taça pelo Vitória porque na última posse de bola os minhotos acabaram por perder a bola. Foi um jogo bem sofrido e nunca conseguimos pôr em prática um bom Basket que nos desse alguma distância e descanso. Felizmente que a decisão pendeu para nós, numa partida muito sofrida e de unhas na boca.

Hoje o registo foi o mesmo. Importa referir que a equipa da Ovarense lutava arduamente por um lugar nos primeiros 8, e só uma vitória lhe garantiria essa presença. Recrutaram 2 estrangeiros de clara mais valia em Janeiro e rapidamente passaram dos últimos lugares para a discussão do playoff, mas não chegou. A equipa do Sporting estava avisada, mas deu para o susto. E que susto.

Praticamente a meio do último período a Ovarense vencia por 14 pontos (!) de diferença. Extremamente motivada, a formação de Ovar aproveitou um jogo completamente desastrado do ponto de vista ofensivo por parte do Sporting para acreditar que a vitória seria possível. E desengane-se quem pensa, pelo resultado, que a vitória foi natural. Se no final a Ovarense estivesse a festejar a conquista dos 2 pontos, seria de forma totalmente justa e meritória, pois foram mais equipa durante os 40 minutos. Só que, quando estava no banco, Travante reencarnou numa espécie de Jordan ou Curry. Se não fosse o americano natural do Alaska, teríamos de discutir o primeiro lugar na última jornada… em Azeméis.

Jogo muito pobre da turma de Alvalade. Em ambos os lados do campo. No ataque já pouco há a acrescentar sobre a desorganização e o desenho ofensivo leonino. As jogadas limitam-se a 1x1, penetração e servir para tiro exterior, mesmo quando há hipóteses de pontuar mais facilmente de 2. O Sporting joga parecendo que não reconhece as suas debilidades. Claro que os verde e brancos têm bons lançadores, mas estamos a falar de jogadores de campeonato português. Não estamos a falar de jogadores de NBA que num dia normal metem 5 ou mais triplos e num dia bom metem 10. A insistência neste estilo de jogo é um pouco como apostar nas raspadinhas, pode correr bem, mas a tendência será sempre haver mais desperdício do que aproveitamento. E uma equipa que usa e abusa do lançamento de 3, em Portugal, arrisca-se a desperdiçar vários pontos preciosos, muitas vezes até em situações de desvantagem. Isto não são os Golden State Warriors de 2017 ou 2018.

É verdade que Fields não tem estado num bom momento, mas também não podemos deixar de afirmar que é confrangedor a forma como o poste leonino é servido. Estamos a falar de um dos melhores, senão o melhor, poste da Liga. Raramente vemos situações de 2x2 ou pick and roll com Fields. É a jogada mais simples e eficaz do basquetebol. Quem via NBA dos anos 90 percebe bem porque Karl Malone pontuava tanto e John Stockon tinha incríveis números de assistências, detém o recorde até hoje aliás. Bloqueio directo, jogar dentro, ficar em 1x0. É difícil? Porque é que no Sporting não se faz isso? Não há uma jogada de 3x3 também, com corte para dentro, ou que origine situações de 2x1 debaixo do cesto?

O Basket leonino é muito previsível e baseia-se quase em isolamentos sucessivos, o que depende muito da qualidade e inspiração individual. O colectivo acaba relegado para segundo plano, e se as mais valias não estão em dia sim, pode dar para o torto. A bola passa demasiado tempo nas mãos dos mesmos jogadores à espera que eles resolvam. E, por acaso, Travante acordou a tempo.

Não querendo fazer comparações até porque são contextos diferentes, mas há casos em que se comprova que mais vale cair em graça do que ser engraçado. Rui Silva, técnico do andebol, tem muitas vezes que contar com poucas soluções que acrescentem realmente no ataque, muito por culpa de lesões, e mesmo assim os pivots acabam por ser muitas vezes servidos. Andrejew tem crescido muito assim e Tiago Rocha também tem beneficiado dessa particularidade, é especialista nisso. No basquetebol há outro tipo de soluções ofensivas (atenção que não estamos a falar de orçamentos ou competitividade, não é isso que está em causa), e mesmo assim quase tudo passa por rasgos individuais ou lançamentos de 3. Agora imaginem o que seria do andebol do Sporting se o caso fosse decidir jogadas de ataque apenas pela primeira linha. Damos a bola a Valdes, Ruesga ou Schongarth e eles que decidam sozinhos. No caso de Rui Silva a culpa é do técnico que é “fraco e inexperiente”, no caso do Basquetebol é culpa de quem? As pessoas têm de começar a ver melhor os jogos com olhos de ver. Não estamos com isto a dizer que não gostamos de Luís Magalhães, que é para nós um excelente treinador e percebe muito de basquetebol. Mas o jogo ofensivo do Sporting não pode ser só um almanaque de 2/3 jogadas. Há qualidade para fazer mais. Na quadra e no banco. A previsibilidade tem de ser combatida.

Defensivamente, é preciso realçar que o Sporting também esteve longe de estar bem na partida. Muito faltosos, os jogadores leoninos foram muitas vezes ultrapassados nos duelos individuais, deixando-se muitas vezes ficar pelo caminho com bloqueios ou não ajudando o colega que estava a marcar o homem da bola. A Ovarense teve uma enormidade de bolas debaixo do cesto, tal era a facilidade com que entravam e conseguiam tantas vezes gerar uma certa superioridade na área pintada. E o pior é que mesmo de 3 não desarmavam. Tinham espaço dentro e fora do garrafão e faziam o que queriam. A única nota mais positiva por parte do Sporting foi a conquista de ressaltos. Os Leões estiveram, de facto, bem neste segmento. Foram dominadores tanto no seu cesto como no cesto da Ovarense e isso permitiu mais ataques e posses de bola.

Travante surgiu a 5 minutos do fim e parece que a equipa também se revigorou um pouco. Os verde e brancos tinham 5 triplos em 26 tentativas (e mesmo assim persistiam em demasia no lançamento de 3), mas Travante ainda foi a tempo de fazer 5 lançamentos consecutivos que fizeram o registo terminar num 10/31. Ainda se conseguiu passar de 20 para 33% dos triplos concretizados. A equipa fechou melhor os caminhos do cesto, teve mais espaço nos contra ataques e, pelo menos, aproveitou melhor as oportunidades. E quando estava mais difícil, era chamar o número 0 que ele resolveria. Travante que esteve os últimos minutos tapado com 4 faltas, o que o impediu de dar maior contributo a defender, dado que mais uma falta o levaria para o banco - exclusão.

A vitória veio, e que bem que soube, em especial quando tudo chegou a estar por 77-63. Mas na próxima semana há uma Taça com o Porto, e na final virão, se passarmos, Benfica ou Imortal. É preciso elevar os níveis e começar a mudar um pouco a estratégia. Até para dar um sinal de força para os playoffs.

Parabéns pela conquista da fase regular, mas queremos mais e sabemos que podemos dar mais.

P.S.: Já agora, desejamos as melhoras a Pedro Catarino, que parece que terá a época terminada. Vai fazer muita falta a esta equipa, não só pela rotação mas também por ser dos jogadores com melhor QI de jogo do plantel, além de ser um bom lançador. Volta rápido, Pedro!

🔎 Estatísticas e análise individual:

⚠️ Ellisor - 32:39’/ 10 pts/ 3 reb/ 4 assist

Apagado - Não esteve bem no jogo e Magalhães até foi obrigado a abdicar dele numa fase mais decisiva. Zero lançamentos de 3 convertidos, 3 turnovers e 3 faltas.

🔥Travante - 24:09/ 27 pts/ 7 reb / 4 assist/ 3 roubos

Sétimo de Cavalaria - Esteve on fire mas chegou a tempo de apagar o fogo. A sua entrada revigorou a equipa e contagiou todos à sua volta positivamente. Nem estava a ter um jogo particularmente positivo, em especial por estar a ser muito faltoso. Fez 5/5 em triplos nos últimos minutos, correu, assistiu, decidiu. É por isso que merece o MVP.

❓Fields - 26:13/ 15 pts/ 10 reb/ 2 assist

Vítima ou réu? - Não está em boa forma, é verdade. Faz passos porque demora a decidir, e debaixo do cesto parece que se esquece que se lançar ao ângulo do rectângulo nunca falha. Mas a verdade é que também pediu bola o jogo todo ao ponto de se enervar. Queria ajudar a equipa e resolver e estava no banco. A equipa trabalha pouco para Fields e não aproveita a qualidade que o americano tem nos últimos metros. Culpa sua ou da estratégia?

✅ Shakir - 21:12/ 14 pts/ 2 reb/ 4 assist

Bom jogo - Dentro do que podemos esperar de Shakir, o base leonino fez um bom jogo. Não foi muito eficaz de fora, mas fez 4 assistências, ajudou a defender fechando bem o seu espaço e dando pouca margem ao oponente. Dos melhores do Sporting até.

✅ Ventura - 28:42/ 11 reb/ 3 reb/ 3 assist

Já teve melhores jogos - Foi muito faltoso e condicionou o seu jogo um pouco por isso. Tem nota positiva porque fez vários pontos preciosos em arrancadas para o cesto onde inclusive arrancou lances livres.

✅ J. Fernandes - 29:52/ 10 pts/ 8 reb/ 4 assist/ 1 roubo

Valeu pela defesa - Se o jogo fosse só atacar, teria feito uma partida desastrosa. Lançamentos falhados, continua a cair no erro de fazer passos quando está marcado ou quando recebe a bola e arranca para o cesto. Não acertou da linha de 3, e não devia ter insistido. Ainda assim, foi muito importante a defender, onde conquistou vários ressaltos e recuperou bolas. Decisivo na parte final.

✅ Diogo Araújo - 9:22/ 3 pts/ 1 reb

Entrou bem - Não jogou muito tempo, mas dadas as circunstâncias e até a dificuldade que o jogo assumiu, não esteve mal. Foi a rotação que Magalhães conseguiu encontrar dada a ausência de Catarino e a baixa forma de Cláudio.

⚠️ Micah Downs - 27:51/ 7 pts/ 5 reb/ 2 assist

Intermitente- Tal como João Fernandes, esteve tenebroso no ataque, e foi várias vezes ultrapassado na defesa. Não estava a decidir nem a fazer propriamente a diferença para ficar em quadra tanto tempo, só teve a sua quota parte de relevo nos ressaltos.

🔎 Resultados por quarto:

🏀 1.º Quarto: 16-18

🏀 2.º Quarto: 19-20 (35-38)

🏀 3.º Quarto: 30-21 (65-59)

🏀 4.º Quarto: 27-38 (92-97)

Não está em causa o feito do Travante, mas a ovarense também o deixou bem a vontade para ele marcar aqueles triplos.

Em 2 anos de retorno ao basquetebol, o SCP nunca perdeu nas 2 fases regulares nenhum jogo em casa.Poder jogar o jogo decisivo dos PO no João Rocha será sempre uma vantagem.
Concordo com as criticas ao nosso jogo ofensivo e o Sporting Táctico faz um bom resumo da nossa pobreza de opcoes em termos ofensivos
Catarino ainda não está fora dos PO. As lesões no metacarpo evoluem de maneira muito diferenciada quer pelo local fracturado do metacarpo quer de jogador para jogador. Acredito que pode voltar em Maio. Será bem vindo pois faz muita falta na nossa rotação

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“ESTAMOS MUITO MOTIVADOS”

Por Sporting CP
08 Abr, 2021

BASQUETEBOL

Leões defrontam o FC Porto nas meias-finais da Taça de Portugal

A equipa principal de basquetebol do Sporting Clube de Portugal joga, este sábado, às 17h30, diante do FC Porto, em Matosinhos, as meias-finais da Taça de Portugal. Um encontro que colocará frente-a-frente os finalistas da última edição da prova.

Diogo Ventura não tem dúvidas de que será um encontro difícil, mas acredita num bom resultado: “Vai ser um jogo importantíssimo e que vale a passagem à final da Taça de Portugal, troféu que nós ganhámos no ano passado depois de vencermos, precisamente, o FC Porto. Estamos muito motivados e trabalhámos muito para conseguirmos o triunfo”.

As duas equipas já se defrontaram em três ocasiões esta temporada, com uma vitória para o Sporting CP e duas para o FC Porto. Na última partida, a contar para a Liga Placard, foi a formação azul e branca que venceu, por isso os Leões trabalharam os aspectos que foram decisivos no Dragão Arena: “Tentámos corrigir os erros desse jogo e de certeza que vamos entrar bem e com a lição bem estudada”.

“Esse jogo podia ter caído para qualquer lado. Nós estivemos a vencer por oito/dez pontos a pouco tempo do final, mas não conseguimos controlar a posse da bola e penso que esse é um aspecto a melhorar nesta partida. Independentemente do resultado, temos de a controlar. Temos de jogar com mais tempo e fazer jogadas mais ‘seguras’. É nisso que estamos a trabalhar: jogar mais colectivamente, organizados no ataque e com a nossa defesa muito forte”.

“Isso será fundamental para vencer o jogo”, finalizou o jogador Leonino.

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Jogar como equipa e ganharemos! :point_right:

Controlar melhor o tempo de ataque e selecionar melhor os lançamentos. Tentar que não seja necessário o “Travante decide tu sozinho” que isto não está a dar.
Como disse o Cláudio no Multidesportivo… As duas derrotas com o porto deveram se a péssimos 3os períodos em ambos os jogos…

NBcÁ*: “1º lugar? Check!”

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Na penúltima jornada deste campeonato, o Sporting deslocou-se a Ovar e bateu a Ovarense por 92-97.

A Ovarense, que estava na luta pela 8ª e última posição dos playoff, necessitava de ganhar este jogo para não ficar de fora. Por isso, ninguém estranhou a atitude com que a equipa da casa entrou em campo: muito intensa defensivamente, muitas ajudas defensivas e no ataque, toda a equipa em movimento… É preciso dizê-lo que, com a troca de americanos no mercado de Inverno e com a entrada de Pedro Nuno (ex-atleta da equipa nos anos 90) para o cargo de treinador, esta equipa transfigurou-se para melhor. E fê-lo de tal forma que Pedro Nuno foi eleito o treinador do mês de Março da liga Placard!

O Sporting viu-se e desejou-se! Defensivamente não estávamos a conseguir parar os elementos mais perigosos da equipa da casa (Knight, Lovett jr e Beamon) e ofensivamente a nossa percentagem de lançamento estava muito baixa (sobretudo a de 3 pontos). O que foi valendo ao Sporting foi uma clara superioridade na luta das tabelas, o que ia proporcionando vários ressaltos ofensivos e, consequentemente, segundas bolas que depois eram finalizadas com sucesso.

A primeira parte foi equilibrada, com um ligeiro ascendente do Sporting, que o levou para os balneários a ganhar por 3 pontos: 35-38.

No regresso ao campo, a Ovarense veio ainda mais forte. Defensivamente, forçava a que o Sporting retirasse a bola do seu base e a colocasse em João Fernandes, que sofria o 2×1 (algo que o Sporting faz habitualmente aos seus adversários) e isto retirou muita organização ao ataque do Sporting. No ataque, a equipa de Ovar tirava os seus postes de fora da área pintada (Knight e Cristóvão Cordeiro) e os 3 americanos (referidos atrás no texto) iam criando desequilíbrios fruto de acções individuais. A Ovarense terminou esse período já à frente no marcador (fez 30 pontos no 3º quarto) e levou esse bom momento para o 4º período.

A 7 minutos do fim, a equipa da casa tinha 14 pontos de vantagem e o Sporting parecia perdido. Felizmente para nós, acabou-se o gás em Ovar! Jogar a um ritmo muito elevado numa equipa que não está habituada a fazê-lo, tem os seus custos e essa factura pagou-se bem caro! A Ovarense baixou, e muito, a intensidade defensiva e Travante Williams arrumou a questão. O americano do Sporting fez 5 triplos nos últimos 7 minutos do jogo, ajudando o Sporting a marcar 38 pontos nesse mesmo 4º período e a vencer o jogo por 97-92.

Travante Williams, que acabou o jogo com 27 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências, 3 roubos de bola e 7/10 da linha de 3 pontos, não foi o MVP da partida! Esse título foi para o poste da Ovarense, Christopher Knight, que terminou com 33 pontos e 10 ressaltos. No Sporting, destaca-se ainda o facto de 6 jogadores terem terminado com 10 ou mais pontos e os 19 ressaltos ofensivos ganhos, numa luta que nos levou a dominar as tabelas com 42 ressaltos ganhos contra 27.

Com esta vitória, o Sporting garantiu o 1º lugar e a Ovarense ficou de fora dos playoffs. A classificação ainda pode sofrer uma ou outra alteração na última jornada; Sporting e Porto já garantiram o 1º e 2º lugar, respectivamente e o Benfica deverá garantir o 3º lugar, porque não me parece exequível que perca frente ao Maia Basket. Por sua vez, Imortal e Oliveirense disputam o 4º e 5º lugar, sendo que, na última jornada, Oliveirense recebe o Sporting e o Imortal recebe o Porto. Porém, o Lusitânia, que está em 6º, ainda pode roubar o 5º lugar à equipa de Oliveira de Azeméis, bastando, para isso, que ganhem na Madeira ao CAB e a Oliveirense perca com o Sporting. O CAB e o Guimarães encontram-se com os mesmos pontos no 7º e 8º lugar. O emparelhamento é o habitual nos playoffs com o 1º a defrontar o 8º, o 2º com o 7º e por aí fora. Se os favoritos prevalecerem, poderemos ter um Sporting-Benfica e um Oliveirense-Porto nas meias- finais (coloquei aqui a Oliveirense por ser mais experiente e por ter ganho ambos os confrontos frente ao Imortal na fase regular). O Porto parece-me ter o caminho aberto para a final, mas sobre isso falaremos quando o campeonato acabar…

Este fim de semana, disputa-se a Final Four da Taça de Portugal. Sporting, Benfica, Porto e Imortal foram as equipas que se apuraram. O Imortal jogará frente ao Benfica na 1ª meia-final e o Sporting jogará com o Porto na 2ª meia-final, ambas no sábado e ambas com transmissão na RTP2 ou FPBtv.pt, às 15h00 e 17h30, respectivamente. A final realizar-se-á no domingo, pelas 16h00.

O Porto vai ser um osso duro de roer e acho que quem sair desta meia-final ganhará a taça. O Benfica tem o melhor plantel, mas falta-lhe intensidade defensiva, que é crucial para passarem o Imortal, pois vão ter que defender, e bem! Até podem conseguir ter essa intensidade defensiva num jogo, mas fazê-lo em dois jogos e em dias seguidos já não o acho possível, daí este meu palpite de que, mesmo que marquem presença na final, não ganharão a prova. Quanto ao nosso confronto, vai ser duro e equilibrado, como foram todos os jogos com o Porto nesta época. Aquilo que espero é que o Sporting consiga ganhar uma almofada de pontos para os minutos finais e que, desta vez, os gira melhor para conseguirmos vencer.

*quando o nosso Basquetebol entra na quadra, o Tigas dispara um petisco a saber a cesto de vitória sobre a sineta

Links do jogo:

Histórico de Confrontos – Basquetebol – Seniores Masculinos vs FC Porto (Hoje às 17h30)

1.º Jogo: Sporting CP 28-38 FC Porto (2.ª Divisão Nacional 49/50)

Último jogo: FC Porto 81-78 Sporting CP (CN 20/21)

Total

Jogos – 103

Vitórias – 53 (51.5%)

Empates – 1 (1%)

Derrotas – 49 (47.6%)

Pontos Marcados – 7623 (74 p/ jogo)

Pontos Sofridos – 7210 (70 p/jogo)

Maior vitória – 80-35 (CN 55/56)

Maior derrota – 111-85 (CN 86/87)

Maior série de vitórias – 7 jogos (1965-1970)

Maior série sem vitórias – 8 jogos (1978-1980)

Última vitória – 63-57 (CN 20/21)

Série Atual – 2 derrotas

Este Omlid do Imortal… Tinha-o debaixo de olho.

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Ele, o Fenner… Mas o Omlid cuidado, aquele contra ao Betinho é qualquer coisa.

Imortal com menos armas, mas é uma equipa que joga muito. Estão na frente já

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Bem, o Omlid já ganhou o Defensive Player desta final-four. E não são propriamente abafos fáceis

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Imortal joga muito!

Primeiro jogo que vejo desse Omlid, muito bom. Carraça na defesa e inteligente no ataque.

Já tinha dado cabo de nós.

No proballers aparece como SF.

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