Basquetebol Sénior Masculino - Época 2020/2021

Porto em dificuldades, 57-63 aos 3 minutos do último quarter

Vão ganhar. O Lusitânia rebentou fisicamente.

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Mas gostei de ver este jogo.
Há boas equipas além grandes.

Edit : sofrem mais k o previsto

Vão vencer, mas foi à rasca.

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Respondendo ao outro user,

Entre o Guga e o Francisco Silva, prefiro o 1°.

O miúdo do Esgueira vai ser mais jogador

Vai ser interessante ver como vai ficar o alinhamento para os play offs.

Há equipas que podem surpreender.

Vi 1 ou 2 jogos do CAB e gosto do Gameiro.
Foi recentemente chamado à seleção.

O Amiel tb n tem tido mtos minutos.

Eu comecei por não gostar do Amiel apenas pelos números e minutos que apresentou na universidade. Nunca jogava e quando jogava era para fazer número, apesar de eu não ter acompanhado a sua carreira lá. Quando chegou, apenas confirmou o que suspeitava pela ficha. Só que, em determinados jogos foi muito importante a defender. Nomeadamente um jogo contra o Porto em que defendemos zona mista, box-and-one, em que ele foi o principal responsável por sacar o melhor jogador do Porto do jogo. Foi perfeito. Fez mais uns jogos nesse sentido e comecei a ver-lhe bastante utilidade na equipa…
Agora, para jogos desequilibrados ele não tem características que tenham impacto na equipa, o que é normal. Estranhei bastante que ele não tenha sido mais utilizado quando o Shakir estava lesionado e andaram a força-lo em jogos de maior dificuldade… O treinador parece que perdeu confiança nele, não sei.
Os nomes citados acima não fazem sentido como complemento a esta equipa. Os role players que precisamos contratar são, essencialmente, jogadores que não precisem de bola e que defendam bem. E que sejam “spot shooters” e não “shooters off drible” ou “drivers”.

Sporting Tático

20 h ·

🔎 Basquetebol - Sporting CP 82-47 Académica Coimbra

📌 Lição bem estudada no regresso às vitórias!

Na sequência do desaire em Albufeira, frente ao Imortal, como consequência de um acumular de jogos desumano, 6 jogos em 14 dias, e 3 jogos em 4 dias, mais uma deslocação ao Algarve, o Basket leonino regressou hoje à normalidade! Além do mais, Sporting não pôde contar ainda com Fields no Algarve, e para além do desgaste da equipa, havia jogadores condicionados. A isto ainda somamos um acerto de triplos acima da média por parte da equipa algarvia, que chegou a estar a 20 pontos de distância, e talvez com um pouco mais de discernimento, a equipa verde e branca tinha vencido o jogo.

Mas adianta, não interessa chorar sobre leite derramado, e esta foi a primeira derrota no campeonato desde Novembro de 2019, ainda na época anterior. Resta agora trabalhar no sentido do record ser ainda maior e, sobretudo, no sentido de ganhar títulos.

Já com mais tempo de descanso e de preparação de jogo, Magalhães fez alinhar de início Ventura, Travante, Ellisor, João Fernandes e Cláudio. E a verdade é que o Sporting tratou de resolver rapidamente o jogo, com uma vantagem segura, para poder ir gerindo esforço com alguma rotação.

Os Leões foram extremamente fortes nos ressaltos, tendo um diferencial de 19 ressaltos para a equipa dos estudantes. A isso depois somavam uma transição muito rápida para obter superioridades numéricas. A nível de lançamento exterior, Sporting teve provavelmente dos seus melhores jogos desde que a secção regressou. Foram 13 lançamentos de 3, e distribuídos sobretudo pelos variados jogadores. Muitas vezes sem uma referência debaixo do cesto, e a jogar em small ball, havia jogadores mais rápidos e a equipa descobria melhor os lançadores sozinhos. Sporting conseguiu uma boa eficácia a nível de lançamentos de campo na primeira parte, e isso justifica o resultado dilatado.

Depois, com a vitória praticamente conquistada, a equipa técnica decidiu promover uma rotação e dar minutos aos elementos da formação, tais como Embaló e Jeremias. O que mais nos agradou na partida foi o tempo de jogo dado a Diogo Araújo, e estando este em campo na mesma altura de Micah Downs e pelo menos Ellisor ou Travante, o extremo leonino sentiu-se mais livre e solto no seu jogo, e por isso pontuou tantas vezes. Sabemos e já referimos várias vezes que Araújo não é um extremo ao nível de Ellisor ou Travante, porque não tem 1v1 e é mais pesado. Por isso, se o português puder atura entre 3 e um 4, consegue destacar-se mais, porque tem de assumir menos. Coloca-se nos zero graus no momento do ataque, de onde melhor lança, e da espaço para Downs dar mais centímetros e utilizar mais a penetração. Depois, no momento defensivo, pode não parecer, porque o seu trabalho é mais “silencioso”, mas com Araújo em campo a equipa conquista mais ressaltos, porque este se coloca muito bem no momento do ressalto e usa bem o corpo para si ou para os seus colegas ganharem a bola. Deste ponto de vista, Diogo Araújo pode ser um jogador extremamente útil.

Pouco mais há para falar sobre o jogo, apenas que este será o último dos próximos jogos sem poder contar com John Fields, que estará totalmente recuperado já no final desta semana, mas cuja pausa para Seleções lhe dará mais tempo de recuperação. Na máxima força e com os melhores jogadores disponíveis, torna-se muito difícil bater este Sporting.

🔎 Estatísticas e análise individual:

⚠️ Ellisor - 20:22’/ 5 pts/ 1 reb/ 2 assist/ 1 roubo

Já teve melhores jogos. Nota-se que está fatigado.

✅ Travante - 23:50/ 15 pts/ 5 reb / 5 assist/ 2 roubos

Com tudo - Entrou cheio de vontade de resolver o jogo cedo, e com os triplos a cair facilmente.

⏰ Amiel - 8:41/ 2 pts/ 2 roubos

Pouco tempo - Merece mais tempo de jogo, deixa sempre boas indicações.

✅ Shakir - 15:08/ 9 pts/ 4 reb/ 2 assist/ 1 roubo

Bom jogo - Está a lançar melhor, os triplos já entram mais vezes, e ajuda muito na defesa.

✅ Catarino - 16:10/ 5 pts/ 6 reb/ 2 assist

Boa entrada - Não tem muitos minutos mas normalmente cumpre e com qualidade.

✅ Ventura - 16:11/ 5 reb/ 1 reb/ 3 assist/ 2 roubos

Bom jogo, no geral - Mas já esteve em melhor forma.

✅ J. Fernandes - 27:57/ 11 pts/ 7 reb/ 3 assist/ 1 roubo

Igual a Ventura - Está com a moral e a crença em baixo da linha de 3.

✅ Cláudio Fonseca - 16:32/ 9 pts/ 8 reb

Não se pode pedir mais… - tendo em conta os números que apresenta. Mais garra e raça nas lutas debaixo do cesto.

✅ Micah Downs - 20:40/ 7 pts/ 7 reb/ 6 assist/ 1 roubo

Já esteve melhor - Depois de uma Taça condicionado e também um jogo com o Imortal sofrível, já esteve mais perto do seu nível. Pode e deve pontuar mais.

✅ Diogo Araújo - 21:43/ 11 pts/ 3 reb/ 2 assist/ 1 roubo

Dos seus melhores jogos - Ao serviço do Sporting foi das suas melhores prestações, que se justifica muito por aquilo que escrevemos na análise.

✅ Embaló - 7:01/ 3 pts/ 1 reb

Entrou com vontade - E ainda pontou.

⏰ Jeremias - 5:45/ 2 reb

Pouco tempo - Já não conseguiu marcar.

🔎 Resultados por quarto:

🏀 1.º Quarto: 29-10

🏀 2.º Quarto: 21-9 (50-19)

🏀 3.º Quarto: 15-20 (65-39)

🏀 4.º Quarto: 17-8 (82-47)

Estamos a ganhar à Bielorrússia

Ht 39-23

Gonçalo Delgado a fazer um bom jogo pela seleção hoje, a rever.

Modalidades


Basquetebol

BASQUETEBOLISTAS LEONINOS NO TRIUNFO NACIONAL

Diogo Ventura esteve em destaque na vitória portuguesa diante da Bielorrússia, por 75-57, contando com ajuda de Cláudio Fonseca

Tiago Jesus

Texto

19 de Fevereiro 2021, 12:29

A seleção Nacional de basquetebol bateu, na passada quinta-feira, 18 de fevereiro, a Bielorrússia, por 75-57. O jogo, válido para a quinta jornada do Grupo A da pré-qualificação para o Mundial, contou com a presença de Cláudio Fonseca e Diogo Ventura, sendo que o base do Sporting foi figura de destaque.

Diogo Ventura esteve dentro de campo por treze minutos e soube aproveitar bem o tempo que jogou. Autor de 13 pontos, seis ressaltos e seis assistências, foi o segundo melhor marcador dos lusos. Cláudio Fonseca também esteve no campo por quatro minutos, marcando quatro pontos.

A seleção Nacional regressa ao campo esta sexta-feira, 19 de fevereiro, tendo encontro marcado com o Chipre. A turma portuguesa ocupa o primeiro posto, com nove pontos em cinco encontros, tendo garantido o apuramento para a próxima fase.

Fotografia de Sporting CP

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Para quando o regresso do poste americano, alguem sabe?

PF português de elevada categoria. Só precisa de confiança.

Vou ver agora frente ao Chipre.
Na aplicação.

Seria muito bem vindo.

NBcÁ*: “P%&# que Pariu!”

O título foi escrito a quente, mas a crónica foi escrita a frio e já com a derrota bem digerida!

É um “p… que pariu” que pode ser entendido de várias formas: podem vê-lo como crítica pela falta de empenho defensivo durante 3 períodos ou podem vê-lo como forma de desabafo por ver António Monteiro (do Imortal) fazer um dos melhores jogos da carreira ou ver Tanner Omlid (na foto) a fazer triplos em queda para trás, qual Michael Jordan nos seus famosos movimentos de post up a 45 graus do cesto! Cada um interpretará como quiser!

O Sporting entrava para este jogo com 4 derrotas nos 5 jogos anteriores, sendo que a única vitória nesses 5 jogos tinha sido precisamente frente ao Imortal, na meia final da Taça Hugo dos Santos. Se dúvidas houvesse, nesse jogo recebemos um aviso para o que daí poderia vir. Juntem a tudo isto o cansaço acumulado de vários jogos durante 2 semanas e as lesões de Fields e Cândido Sá que nos limitavam fortemente o jogo interior.

Aquilo a que assistimos foi a um jogão de basquetebol! Eu sei que perdemos pela primeira vez para a Liga Placard desde dia 2 de Novembro de 2019, mas se não tiveram oportunidade de ver este jogo, aconselho que criem conta em www.fpbtv.pt e o vejam (link do jogo aqui – Imortal LUZiGÁS - Sporting CP | FPB TV ). Não vão dar o vosso tempo por perdido!

O Imortal começou o jogo num ritmo frenético! Na defesa, chegavam a todo lado primeiro que nós, e no ataque, conseguiam fazer as jogadas que queriam e lançar dos sítios que queriam. Desde logo, DJ Fenner e Tanner Omlid começaram a destacar-se no momento ofensivo, sendo que Omlid marcava, ferozmente, Travante Williams na defesa. Triplo cá, triplo lá, aquilo que vimos nos 2 primeiros períodos foi um autêntico festival de jogo ofensivo. O Imortal conseguia ainda criar alguns embaraços ofensivos ao Sporting, pois pareciam autênticos cães raivosos, um pouco como o Sporting se costuma comportar com as outras equipas. Ambas as equipas tinham altas percentagens de lançamento: 56% para o Imortal de 2 pontos e 45% para o Sporting; 68% de lançamentos de 3 pontos para o Imortal contra os 54% do Sporting. Ao intervalo, já ambas as equipas tinham feito um total de 15 triplos! O Sporting, no entanto, perdia por 53-48.

No 3º período, o Sporting tinha uma missão clara: parar DJ Fenner que, na primeira parte, tinha marcado 21 pontos, e carregar Tanner Omlid de faltas, pois estava claramente a ser o melhor defensor do Imortal e um problema para o ataque do Sporting. E deixem-me que vos diga que o Sporting cumpriu estas duas tarefas na perfeição! DJ Fenner fez 0 pontos no 3º período e Travante carregou Tanner de faltas, de tal modo que Luis Modesto (treinador do Imortal) foi obrigado a retirá-lo de campo. Então, recuperámos no marcador, perguntam vocês? Não podiam estar mais errados! Se realizámos na perfeição estas tarefas, esquecemos-nos de realizar todas as outras! António Monteiro ficou com bastante espaço para lançar de 3, Tyere Marshall e o mesmo António Monteiro ganhavam ressaltos como queriam e concretizavam segundas bolas, Nuno Morais vinha do banco e marcava de 3 em 3… Enfim, o Sporting continuava amorfo defensivamente e cometeu um festim de erros que levaram a um parcial de 29-17 nesse período. O Imortal chegou a liderar por 20 pontos de diferença! Algo impensável, pensariam e bem, muitos de vós.

No 4º período, surgiu finalmente o Sporting! Aquela equipa de jogadores que lutam por todas as bolas, que pressionam como se o jogo estivesse nos últimos segundos e aquela fosse a última posse de bola. Subimos a pressão para campo inteiro e, sempre que pudemos, fizemos a nossa famosa pressão de 2×1 sobre o portador da bola e, com isso, retirámos toda a organização ofensiva ao Imortal, que esteve vários minutos sem converter ou convertendo muito poucos pontos. Um cesto aqui, outro triplo ali, Travante voava para apanhar uma bola que se perdia pela linha lateral e que resulta num afundanço, mais dois pontos por João Fernandes e, aos poucos, o Sporting ia recuperando no marcador. O Sporting tinha o pensamento certo: não se recuperam 20 pontos de uma vez; recupera-se aos poucos, fazendo bem as pequeninas coisas e aproveitando todas as posses de bola que conseguirmos. E assim foi o 4º período!

Infelizmente para nós, os triplos que convertemos no 2º período fizeram falta neste momento do jogo. Fruto da pressão de ter uma montanha de pontos para recuperar, estivémos mal neste aspecto do jogo no 4º período. Nem Shakir, nem Travante, nem Ellisor, nem mesmo Catarino ou Araújo conseguiam fazer cair triplos de forma regular. No Imortal, Fenner voltava a conseguir marcar um cesto, Omlid regressava ao jogo e Tyere Marshall continuava a dar muito trabalho nas zonas próximas do cesto. Aos poucos, íam conseguindo marcar aqui e ali, e isso foi importantíssimo para o desfecho final!

Ainda assim, o Sporting foi conseguindo recuperar ao ponto de se colocar na posição de poder passar para a frente e, eventualmente, ganhar o jogo. Uma entrada para o cesto falhada nos últimos momentos, um erro ao pisar a linha quando temos a posse de bola e um lançamento triplo falhado deitam tudo a perder! Os momentos finais foram típicos de um jogo de basquetebol que se encontra com uma pontuação muito próxima: quem está atrás no marcador tenta parar o relógio e faz faltas na esperança que o lançador não converta os 2 lançamentos; quem está na frente, coloca a bola no seu melhor lançador da linha de lance livre. Conseguimos um parcial de 20-33 neste período, mas perdemos o jogo por 102-98!

Foi um jogo em que, durante 3 períodos, tivémos uma má atitude defensiva e onde Luís Magalhães e sua equipa técnica não estão isentos de culpas. Se é certo que no 3º período foi rodando a equipa à procura de alguém que conseguisse meter a bola lá dentro, aquilo que fez no 4º período deveria ter sido feito ainda no 3º, que era levar o Sporting à sua habitual matriz defensiva!
Parabéns ao Imortal por ter ganho o jogo, foi um justo vencedor e conseguiu marcar mais de 100 pontos ao Sporting, algo que ninguém ainda tinha conseguido, nem em jogos europeus, nem em jogos internos com direito a prolongamento!

No segundo jogo da semana passada, o Sporting recebeu, no Pavilhão João Rocha, a Académica de Coimbra, uma equipa com uma forte presença interior, que no ínicio da liga prometeu muito e que se mantém ali na luta por um lugar nos playoffs.

A nossa estratégia para este jogo passava por limitar o jogo interior de Daniel Relvão e Bacary Konate e tentar também limitar o jogo exterior, sobretudo de Malcolm Richardson. Defensivamente, estivemos irrepreensíveis! Voltámos a ser o Sporting que todos nós conhecemos. Sofremos apenas 1 triplo em todo o jogo e Daniel Relvão só surgiu com maior efectividade no 3º período. Malcolm Richardson terminou o jogo com 6 pontos e Bakary Konaté ainda hoje foi visto no Pavilhão João Rocha à procura dos adversários e colegas de equipa!

Primeira parte com uma chuva de triplos da nossa parte, boa circulação de bola e uma defesa asfixiante, que levou a Académica a marcar apenas 19 pontos em 20 minutos. É menos de 1 ponto por minuto! No 3º período, assistimos finalmente a uma boa reacção da equipa de Coimbra, mas, na parte final do jogo, leia-se 4º período, voltámos a acelerar no ataque e a pressionar na defesa, e terminámos com uma vitória contundente por 82-47.

Era importante ganhar desta forma, após 5 derrotas em 6 jogos. Embora o adversário fosse mais fraco, com todo o respeito pelos estudantes, foi importante para repor os níveis de confiança em todos os jogadores, visto que o Sporting deu minutos de forma consistente a muitos jogadores do plantel.

Esperemos que a derrota frente ao Imortal tenha aberto os olhos à equipa sobre qual não pode ser a sua atitude.

Saudações leoninas!

*quando o nosso Basquetebol entra na quadra, o Tigas dispara um petisco a saber a cesto de vitória sobre a sineta

Algumas mexidas em equipas do nosso campeoanto

  • Troca no plantel da Oliveirense saída de Shaquille Cleare e entrada de Terrell Carter
  • Académica também apresentou novo reforço Joe Laravie com a saída de Bakary Konate, fala-se ainda da possibilidade da contratação de Stefan Djuckic, poste internacional português.