Basquetebol Masculino - Época 2024/2025

Cringe ver os tripeiros ali todos excitados na bancada.

Parece-me que não vão ganhar o título este ano, de novo.

Quando deixarmos de ganhar Futsal não se esqueçam que gastamos 2M para lança tijolos

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A novidade foi a luta que demos nos primeiros 3Q
Próximo jogo no domingo e deverá não ter história pois o porco tem muito mais equipa que nós

Deste agrupamento de pseudo jogadores de basket não espero nada….

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https://x.com/SCPModalidades/status/1926003621667148147

Com excepção de Barber, é tudo demasiado mau, para jogar neste clube. Esta época conseguiram escolher um naipe de NFLs do pior que já alguma vez vi, em Portugal.

Até Armwood, que tinha feito uma época bem aceitável na primeira passagem, parece um jogador de futebol de San Marino, com lances de iniciado.

Naquilo que podíamos fazer a diferença, com o poste que temos, o gajo é tão fraco nos lançamentos, que nem tira vantagem do físico que tem.

E este plantel até melhorou como equipa, em relação ao inicio de época, mas não passam de uma cambada de Funderburks.

Volte-face repentino dissipou o controlo verde e branco

Por Sporting CP
23 maio, 2025

Basquetebol

Leões estão obrigados a vencer no regresso ao Dragão Arena

No primeiro jogo das meias-finais dos play-offs da Liga, a equipa masculina de basquetebol do Sporting Clube de Portugal deslocou-se, esta sexta-feira à noite, ao Dragão Arena e perdeu por 91-81 diante do FC Porto.

Um desfecho demasiado amargo, tal foi o controlo que os Leões tiveram ao longo do encontro até que tudo ruiu na recta final do último período. Assim, no domingo, quando as duas equipas voltam a enfrentar-se, de novo no Dragão Arena, só a vitória interessa à equipa de Luís Magalhães para evitar a eliminação e forçar um último jogo no Pavilhão João Rocha.

Na Invicta, o Sporting CP entrou logo (bem) mais eficaz e o capitão Diogo Ventura personificou esse acerto nos primeiros minutos: à base de triplos, o base internacional português indicou o caminho e ‘catapultou’ os Leões no marcador, primeiro para 2-9 e, depois, para 7-15. Um excelente arranque que teve continuidade com a ligação de sucesso entre Cat Barber e Nick Ward e, a seguir, graças a mais um triplo, então de Jeremiah Bailey (12-22).

No fim dos primeiros dez minutos, a equipa verde e branca saiu a ganhar por 17-25 e manteve a tendência no segundo período. Perante um FC Porto errático, os Leões de Luís Magalhães - com mérito nos ressaltos e no momento defensivo - somaram vários roubos de bola e, muitas vezes esclarecidos no ataque, capitalizaram para colocar de novo a vantagem nos dez pontos (19-29 e 23-33).

Nos últimos minutos antes do intervalo, o clássico ficou mais rápido e impreciso, também mais faltoso, mas continuou a ser o Sporting CP – sempre com melhores percentagens de lançamento - quem melhor interpretou o jogo a nível colectivo e, por isso, a liderança nunca esteve em causa. 36-45 no marcador e um Ward dominador (13 pontos e cinco ressaltos) bem coadjuvado por Bailey (oito pontos, seis ressaltos e duas assistências) foram as principais notas de uma primeira parte verde e branca francamente positiva.

E foi, precisamente, sob a batuta destes dois intervenientes que os comandados de Luís Magalhães até reentraram a mandar (41-53). No entanto, de repente, dois triplos seguidos de Max Landis ‘ressuscitaram’ os dragões (57-60) e o jogo mudou, mas apenas por momentos.

Em poucos minutos, o FC Porto subiu a intensidade e, além de conseguir trazer a incerteza ao marcador pela primeira vez no clássico, fez-se com a dianteira na recta final do terceiro período (62-60). Ainda assim, Cat Barber respondeu de imediato com um triplo e Ventura apontou dois lances livres para devolver a liderança ao Sporting CP, que foi para os derradeiros dez minutos a vencer, mas agora com tudo ainda mais em aberto (62-65).

De imediato, a dupla Barber - brilhante a atirar e a assistir - e Ward emergiu outra vez para que o Sporting CP até voltasse ao controlo no Dragão Arena (67-73, 70-76 e 72-78), porém a três minutos do fim - num instante - tudo se precipitou, de vez, para a derrota Leonina. Williams repôs o empate com um triplo (78-78), Diogo Ventura, a seguir, foi excluído e um lançamento de três de Marble lançou definitivamente os dragões, que nesta fase ‘dispararam’ rapidamente para uma liderança de sete pontos (85-78) que só aumentou até ao 91-81 final.

E nada mais os Leões conseguiram tirar do recinto azul e branco, de onde saem deste primeiro jogo das meias-finais com um sabor muito amargo. Domingo, às 15h30, FC Porto e Sporting CP voltam a defrontar-se no Dragão Arena e uma nova vitória da equipa da casa sela a eliminação verde e branca, enquanto um triunfo Leonino leva a decisão para o Pavilhão João Rocha.

Sporting CP: Tim Guers (4), Ludgy Debaut (4), Jeremiah Bailey (13), Diogo Ventura [C] (13), Cat Barber (15), Uwais Razaque, Arnette Hallman, Isaiah Armwood (8), Nick Ward (24), Sérgio Silva, Denilson Tavares

Já eu estou farto de defensores desta trampa. Mesmo que corresse bem, continuaria a dizer para fechar. Não há nem nunca haverá condições para “correr bem” na Europa. Para só andar a discutir títulos internos aos rabolhos e aos porcos não me interessa nada. Só alimenta uma visão mesquinha (em todos os sentidos) do Sporting que nunca foi ou será a minha.

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Luís Magalhães: “Penso que dignificámos o Sporting CP”

Por Sporting CP
23 maio, 2025

Basquetebol

Técnico lamentou reviravolta sofrida no último período

Terminado o clássico no Dragão Arena, onde os Leões averbaram uma derrota (91-81) no primeiro jogo das meias-finais dos play-offs da Liga, Luís Magalhães, treinador da equipa de basquetebol do Sporting CP, abordou a forma como se deu o repentino volte-face no marcador após a consistente exibição conseguida.

“É próprio deste tipo de equipas. Somos uma equipa toda nova e sem as rotinas necessárias para gerir o jogo até ao fim. Conseguimos estar à frente [do marcador], ter calma e procurar os melhores lançamentos em equipa e, de repente, jogadores até experientes fazem faltas técnicas e antidesportivas… Assim, infelizmente, o FC Porto, uma equipa com qualidade, venceu”, apontou em declarações à RTP, responsável pela transmissão do jogo.

O técnico lamentou o desfecho, realçando que a partir do banco tentou sempre “acalmar a equipa e dar instruções” para manter o jogo sob controlo. Ainda assim, Luís Magalhães considerou que a sua equipa dignificou “o basquetebol e o Sporting CP”, concluiu.

O problema é que esses títulos europeus não têm interesse nenhum no desporto mundial

Mas quem é que quer saber por exemplo da Champions de Hockey?

Jogada por 3 clubes de um país minúsculo, sempre na zona norte? Lol

Mesmo a UEFA CUP nem a merda do pavilhão de Le Mans encheu

Isso é que são títulos europeus?
Give me a break…

O insucesso do nosso basquetebol foi ditado no verão passado. Sempre tive a esperança da chegada de mais dois jogadores que nos colocaria a lutar pelo título mas infelizmente nunca chegaram.

O Armwood já tinha ido embora depois de uma final paupérrima contra o benfica. Se os outros que chegaram eram incógnitas, este já sabíamos que não servia, muito menos com dois anos de pouca atividade em cima.

Não esperava a luta que demos.

Até é possível ganhar a fcp e slb.

Slb já fomos a prolongamento e antes tivemos a bola no cesto da vitória que saltou e não caiu!

É mesquinha a visão do nosso fundador?

Sim, devemos investir mais para derrotar o Ferreira do Zêzere, o Leões de Porto Salvo, o Burinhosa, oh a Agremiação desportiva de Nunca-ninguem-ouviu-falar.

Temos que cavar um foço para não sermos apanhados pelo Miramar ou a Correio da Manhã.

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Já não te posso ouvir mais .
Quantas vezes mais vais referir o dinheiro investido nesta modalidade?já não posso ouvir falar em “2 milhões” ou "fechar ".
Sporting é um clube eclético amigo !ok está a ser um ano péssimo ,temos que ter a ambição de ganhar sempre ,mas nem sempre se ganha . E esta época foi um completo tiro no escuro , reforços péssimos !! Mas desde o regresso da modalidade,já ganhamos diversos títulos .

Fechar não é ,nem nunca será solução. E o insucesso em outras modalidades não pode ser justificado com outras modalidades que não sejam a própria .

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O pior que aconteceu ao nosso Basquetebol foi a passagem do Pedro Nuno por aqui, que parece que conseguiu trazer e dourar a bandalheira por aqui. Claro que foi embora e não tem qualquer culpa no cartório da preparação desta época, e que isto só se deve a um completo desnorte do que queremos e sabemos para construir um plantel. Antes alavancámos o sucesso nos americanos que estavam em Oliveira de Azeméis, agora como não há essa facilidade ou realidade, não sabemos mais..

Há duas formas de olhar para a coisa.

  1. Pela grandeza (europeia) das modalidades. Dou-te razão. Por este critério, a nossa aposta deveria cingir-se ao andebol e ao voleibol. No basquetebol (que é, a seguir ao futebol, a principal modalidade europeia de desportos coletivos), não há a menor possibilidade de sermos competitivos. O hóquei dificilmente algum dia terá expressão europeia e o futsal, para meu desgosto, não consegue sair da cepa torta.
  2. Pela capacidade de contratar bons atletas que confiram às respetivas equipas qualidade de jogo. Neste critério, a única que fica de fora é o basquetebol. Nem quando fomos campeões tivemos bons jogadores. Só mesmo quem não pesca nada de basquetebol ou fica obnubilado pelos títulos considera o Travante um bom basquetebolista. Não é e nunca foi. Era eficaz para o patamar competitivo medíocre do campeonato português de basquetebol. Dizer que era mais do que isto é simplesmente risível.

É um bocadinho pela combinação destes dois critérios que vou. É deles que resulta a posição de “deitar borda fora” o basquetebol.

Imagino. A verdade às vezes magoa. Mas não nos chateemos. Talvez entendas melhor a minha posição lendo a resposta que dei ao Danix.

SL

A culpa não é só tua, mas anda aqui tanta gente a querer fechar isto e aquilo que até falo mal de modalidades que prezo. Não é que aprecie muito o futsal mas prezo o que fazem pelo Sporting. E muito.

Justamente. Esse recusou-se a olhar apenas para o umbigo.