E Ventura.
Tomara que o interventivo responsável da Secção e o responsável das modalidades pensem o mesmo. Não podemos descalçar assim esta equipa. O Travante está muito bem acompanhado, e temos q potencializar este plantel de confirmada qualidade
O Armwood q n seja como o Patton, e o segurem p mais anos ![]()
Espero que não tenhas razão. A contratação do Sokolov no futsal e do Lovett, Fenner e Armwood no basquetebol fazem-me acreditar num poste de nível.
Da mesma forma que o andebol precisava urgentemente de um pivot (e incompreensivelmente não parece que vá ter) ou que o hóquei precisava de dois NFL melhores do que Verona e Toni Perez.
Patton ou Alston para poste agradar-me-iam.
REENTRADA LETAL DESBLOQUEOU VITÓRIA NO ALGARVE
Por Sporting CP
15 Nov, 2022
Sporting CP superou Imortal BC e mantém pleno na Liga (72-103)
São já sete triunfos em outros tantos jogos na Liga. A equipa principal de basquetebol do Sporting Clube de Portugal visitou e venceu, esta terça-feira, o Imortal BC 72-103 no jogo em atraso da segunda jornada da fase regular.
Depois de uma primeira parte muito equilibrada (44-42), o reatamento verde e branco foi imparável, virando o resultado de forma decisiva até aos 15 pontos de vantagem, que não mais seriam recuperáveis pelos algarvios. Decisivos neste terceiro período, mas não só, Diogo Ventura, com um duplo-duplo (18 pontos, quatro ressaltos e 13 assistências), DJ Fenner (19 pontos) e Isaiah Armwood (21 pontos e sete ressaltos) destacaram-se individualmente na partida.
Para enfrentar o décimo classificado, em Albufeira, o treinador Pedro Nuno Monteiro lançou Marko Loncovic, João Fernandes, DJ Fenner, Isaiah Armwood e Marcus LoVett Jr no cinco inicial – António Monteiro, Diogo Araújo e Tanner Omlid foram baixas. Depois do equilíbrio inicial e das vantagens alternadas (10-9), Diogo Ventura e Travante apareceram desde a linha de três pontos e cimentaram os Leões na frente (13-20).
Apesar da boa réplica do Imortal BC na recta final (18-20), sobretudo à boleia de Spencer Littleson, a turma de Alvalade voltaria a sair por cima, vencendo por 18-24 no fim dos primeiros dez minutos – nota ainda para as oportunidades dadas nesta fase a João Troni e Gil Jardim, jovens Leões de 18 e 19 anos, respectivamente.
Já no segundo período, o conjunto algarvio conseguiu aproveitar um reinício mais errático dos Leões para chegar ao 30-26, contudo, com Ventura a distribuir e DJ Fenner a penetrar com sucesso em direcção ao cesto, o Sporting CP reestabeleceu o empate (33-33). Fruto desse equilíbrio num quarto com mais paragens, as duas formações seguiram a par e passo no marcador, que assinalava 44-42 ao intervalo.
Defensivamente, os Leões não conseguiram impor a sua habitual agressividade na primeira parte e foi na eficácia nos lances livres (80%-56%) que residiu a ligeira diferença no resultado. Individualmente, Littleson (14 pontos e três assistências), para o Imortal BC, e Ventura (12 pontos e sete assistências), para o Sporting CP, eram até este momento os principais destaques.
Revitalizada para o segundo tempo, a turma de Alvalade entrou a todo o gás e num abrir e fechar de olhos saltou para os 15 pontos de vantagem (47-62), graças à ‘chuva’ de triplos de Armwood, LoVett Jr, Ventura e Travante.
Com um Sporting CP mais igual a si próprio, tanto na defesa como no ataque, o domínio neste terceiro quarto foi evidente - parcial autoritário de 15-35 - e decisivo. Foi muita a partilha de bola do lado Leonino (10-21 em assistências) e os lançamentos exteriores também não pararam de cair, resolvendo praticamente o encontro (51-72).
Ainda nesta fase, um inspirado Ventura alcançou o seu duplo-duplo e os Leões foram para os derradeiros dez minutos a vencer por 18 pontos (59-77).
Já no último quarto, os norte-americanos Armwood e DJ Fenner também continuaram a brilhar, ao mesmo tempo que a turma de Alvalade se dedicou a gerir os ritmos da partida e o resultado de forma segura (67-90).
Por fim, com os jovens João Troni, Gil Jardim e Dinis Cherepenko - este de apenas 16 anos - em campo em simultâneo para os últimos minutos, ultrapassou-se a barreira dos 100 pontos, antes do 72-103 final.
Confirmada a sétima vitória em sete jogos na Liga – a quarta consecutiva em todas as competições -, os Leões de Pedro Nuno Monteiro subiram à liderança partilhada na tabela com o SL Benfica, ambos com 14 pontos e cem por cento vitoriosos.
Segue-se, no próximo fim-de-semana, uma deslocação à Dragão Arena para o clássico frente ao FC Porto.
Sporting CP: Travante Williams (11), Ricardo Monteiro (2), Gil Jardim, Marko Loncovic (7), Diogo Ventura (18), João Fernandes (7), DJ Fenner (19), João Troni (2), Dinis Cherepenko (2), Isaiah Armwood (21) e Marcus LoVett Jr (14).
NUNO MANARTE: “A MUDANÇA FOI RADICAL”
Por Sporting CP
15 Nov, 2022
Treinador-adjunto enalteceu melhorias na segunda parte
Confirmada a vitória no recinto do Imortal BC (72-103), Nuno Manarte, treinador-adjunto dos Leões do basquetebol, analisou a partida em declarações ao Jornal Sporting, começando por destacar a “mudança radical” que se deu da primeira para a segunda parte.
“Na primeira parte sofremos 44 pontos e na segunda apenas 28, o que faz muita diferença. Foi precisamente isso que o Pedro Nuno [Monteiro] falou ao intervalo, apelando à identidade da equipa, sendo que a mais-valia defensiva é uma das nossas ideias principais”, referiu, antes de elogiar a resposta dos jogadores: “Acabaram por cumprir isso e a mudança foi radical”.
Em Albufeira, a turma de Alvalade não pôde contar com António Monteiro, Diogo Araújo e Tanner Omlid, tendo entrado para a ficha de jogo e para a partida três jovens Leões: João Troni, Gil Jardim e Dinis Cherepenko. Também para eles a porta está sempre aberta, garantiu o técnico, sempre que “apresentarem capacidade e qualidade para tal”.
“A forma como a equipa joga acaba por ser fisicamente muito desgastante e, por isso, é importante contar com o maior número de jogadores possível, sem que haja um decréscimo na intensidade. Necessitámos de jogadores que possam contribuir para esse ritmo”, explicou.
Depois de muitos jogos em pouco tempo, Nuno Manarte enalteceu a importância da pausa competitiva de dez dias atravessada, sobretudo para “um descanso activo” e para preparar mais uma “série de jogos consecutivos de grande importância”.
No que toca ao momento verde e braco, até ao momento, considera que “os resultados falam por si”. Ora, na FIBA Europe Cup, os Leões ainda lutam pelo apuramento para a próxima fase e na Liga somam por vitórias todos os sete jogos realizados.
Não esquecer que esta é a modalidade predileta…
Se há alguma onde acredito em reforços, é nesta.
Eu do varandas so espero palha… Leia-se reforco de palha para o dressage.
Nos últimos anos, os bons reforços que chegaram foram para esta equipa na sua maioria. Daí a minha esperança em algo positivo.
Futsal saiu Leo, Taynan e Rocha durante os últimos anos e o único jogador entusiasmante contratado foi o Sokolov.
Andebol fez a renovação e gastou-se dinheiro na base FL mas fica sempre o trabalho a meio com Natán e Tidemand (acho que o polaco entrará neste lote) a serem os únicos NFL de nível contratados.
No Hóquei não fizemos uma contratação sonante em 3 anos e a renovação anda a ser adiado nos últimos 2 anos. Este ano foi mesmo um adiamento danoso que torna este ano -1.
Voleibol é só “nordestinos” como a malta gosta de apelidar.
Tudo o resto é formação aka desinvestimento com desculpa que a formação é o nosso ADN.
O nosso ADN é ganhar.
Formar para perder já ficou em 2013.
O Leo Maciel foi uma “contratação sonante”, para usar a expressão que usas relativamente ao hóquei. Pode não ter rendimento, mas era um jogador com nome e CV.
Ainda há o Gassama e o Folqués que, não sendo craques, eram jogadores com alguns créditos (CV).
No caso do andebol não há tanto a questão da base FL vs NFL’s porque não há (creio) limite de estrangeiros. O Martim e o Kiko seriam super contratações fossem portugueses ou estrangeiros.
No resto, em geral, concordo contigo. No hóquei e sobretudo no vólei então concordo a 100%.
nao consideras o esteban ? na altura tinha sido nomeado para melhor do mundo.
Pode ser que chegue entretanto, então ![]()
Deixa primeiro ver se não é um nordestino da Noruega.
SL
Incrível como não há ninguém responsável das modalidades dos lampiões que, pelo menos, eduque o Ivan Almeida. Não o digo para o calar porque viria chorar mais e apregoar mais as causas trendy bacocas, mas q o eduquem pelo menos
Há uns meses, vi camisolas de basquetebol à venda na nossa loja da Rua Augusta… Não voltei lá depois.
O Ivan Almeida precisa de acompanhamento psicológico, claramente
Dps da reportagem mais badalada desta semana, mais força lhe deu para continuar… Se bem q neste caso, refere-se às forças de INsegurança
A melhor coisa a fazer com gajos como o Ivan é ignorá-los. O que ele mais quer é atenção.
Precisar de acompanhamento psicológico não deve ser referido como algo negativo - bem pelo contrário. Devia ser normalizado pela sociedade.
O que o Ivan precisa é de deixar de ter atenção porque o que ele quer é guerra e conflito e quanto mais lhe ligam, mais vai fazer.
Mas eu não o referi como algo negativo…