Podemos e deviamos ter mais 2 NFL
Parece que veio uma. Vejamos o que vale…
Nem masculino nos dão o sexto nfl ,quanto mais no feminino que a única coisa que se aproveita é o atletismo
Sim, vamos ver, mas depois de subir, era muito importante a manutenção e tentar entrar no playoff.
Verdade. O masculino merecia um poste nfl.
Mas tbm o volei feminino, deviamos ter mais 2 jogadoras e nao temos.
Eu acho que será difícil não ir ao playoff. As equipas dos 4 últimos lugares já levam alguma diferença.
O nosso banco é deprimente ,existem jogadoras na segunda divisão muito melhores do que as que estão no nosso banco !
E se não iam contatar estrangeiras ,ao menos tinham mantido as do ano passado (siena dur e a pratt).
Para aqui já vens chorar… não tenho pena nenhuma.
Criaram esta porcaria para quê?
Se vi bem a tabela sao 4 pontis de diferença….
Isso não é bem possível, porque as estrangeiras que podes ter não podem ser todas da mesma categoria. Não sei exatamente como funciona, mas garantidamente não podes ter 4 americanas/canadianas
Temos +3 vitórias e -1 jogo que a 1ª equipa fora dos playoffs
Sendo assim faz sentido que não tenham permanecido!
Mas mesmo assim continuamos a precisar de nfl,vamos ver se a nova jogadora é boa jogadora
…
Vamos ver se nos entendemos !! Eu não falo com fugitivos da ala psiquiátrica,muito menos os que parecem rabolhos (sim, pareces tendo em conta tanta porcaria que já te vi por aqui escrever ).
E eu não vim chorar ,constatei factos .
Olha eu digo o mesmo dos teus.
Defendes investimentos em secções cujos resultados são uma vergonha para o Sporting.
E o maluco sou eu lol
Tanta explicação para uma coisa tão simples: se é para a andar a perder - semana sim, semana não - mais vale estarem quietos
Defendo investimentos ,porque é com investimento que se ganha
.
E porque o paradigma das modalidades femininas tem que mudar ,tirando o atletismo!
Só acho que mereciam mais condições/mais investimento,mas nesta modalidade ainda dou o benefício da dúvida,tendo em conta que regressamos agora á primeira divisão e não íamos investir logo em grande ,além disso as outras equipas já têm tudo mais estruturado …
Mas é lógico que apartir do próximo ano tem que começar a existir mais vontade . O mesmo se passa com o voleibol feminino,dar mais opções e que sejam mais valias ,embora os bimbos tinham feito um investimento louco !também podia falar do futebol feminino uma coisa ou outra ,mas o maior problema é o treinador que temos ,e enquanto lá estiver nem vale a pena falar em jogadoras …
Mas pronto ,era lógico que no regresso á primeira divisão não íamos chegar e vencer tudo e todos …
Sim, mas não há € para tudo.
Prefiro modalidades masculinas vencedoras.
No feminino, jogar com a prata da casa.
Começar nas camadas jovens e não pelo topo da pirâmide.
Leoas sem garras para se defenderem no Barreiro
Por Sporting CP
17 Jan, 2026
Dificuldades na segunda parte ditaram derrota frente ao GDESSA (86-60)
De regresso à Liga, a equipa feminina de basquetebol do Sporting CP deslocou-se, este sábado à noite, ao Barreiro, onde perdeu por 86-60 com o Grupo Desportivo da Escola Secundária de Santo André na partida da 15.ª jornada da fase regular.
Em duelo directo entre duas equipas que estavam em igualdade pontual, a diferença na capacidade física - e, por inerência, no jogo interior - revelou-se determinante, capítulo em que o GDESSA soube aproveitar decisivamente as limitações das Leoas, que tiveram de lidar com ausências de peso.
O GDESSA, a viver o melhor momento da época (quatro vitórias seguidas), começou desde logo por cima, mas as Leoas mostraram-se dispostas e capazes de responder na etapa inicial. Depois de um desfavorável parcial inaugural de 7-0, o dinamismo de Luana Serranho e um triplo de Emília Ferreira não tardaram a reequilibrar o jogo (11-10), tal como fizeram Dayna Rouse e, outra vez, Emília Ferreira pouco depois (16-15).
19-17 foi o resultado no final dos primeiros dez minutos, mas o crescendo verde e branco até se acentuou no segundo período, que arrancou com o Sporting CP a fazer-se com a liderança do marcador pela primeira vez (19-22). Nesta fase, o acerto nos lançamentos exteriores (26-29 e 31-32) foi o melhor aliado das Leoas, só que, em contraponto, a superioridade da equipa da casa na zona pintada - mais ressaltos e muitos lances livres - nunca permitiu aumentar distâncias e começou a fazer a diferença.
O GDESSA, aliás, viria mesmo a subir de produção na recta final e inverteu a tendência em definitivo com um triplo – o único em toda a primeira parte – a 30 segundos do fim para fixar o 40-32 ao intervalo. E se, do lado verde e branco, as ausências de Maria Kostourkova e Cláudia Almeida já estavam a pesar – sentidas em especial no jogo interior – João Pedro Vieira ainda teve de deixar de contar com Simone Costa, que saiu limitada do encontro.
E reatado o jogo no Pavilhão Municipal Prof. Luís de Carvalho, a maior capacidade física do conjunto do Barreiro veio ainda mais ao de cima e, assim, ‘disparou’ de forma determinante no resultado até ao 51-35. Apesar do esforço, o Sporting CP sentiu o golpe e levou uma desmoralizadora desvantagem de 19 pontos para os derradeiros dez minutos (61-42).
Face às limitações na rotação e ao crescente cansaço acumulado, capacidade de luta e sacrifício nunca faltaram às comandadas de João Pedro Vieira, mas sem nunca conseguirem superar o sentimento de impotência para relançar a discussão. Prova disso foram os triplos de Márcia Carvalho e Emília Ferreira, que ainda tentaram ‘remar contra a maré’ (77-54), mas o GDESSA nunca deixou de estar confortável em campo e no marcador até ao 86-60 final.
Na próxima jornada, as Leoas – no sétimo lugar com 21 pontos - voltam a jogar fora, desta feita em casa do CP Esgueira, para procurar o regresso às vitórias.
Sporting CP: Simone Costa (3), Emma Huff (11), Luana Serranho (7), Emília Ferreira [C] (13), Dayna Rouse (15), Márcia Carvalho (7), Mariana Barros, Catarina Martins (2), Maria Kostourkova, Rita Chainho, Ana Urbano (2), Maria Oliveira
João Pedro Vieira: “O plano é sempre deixar tudo dentro de campo”
Por Sporting CP
17 Jan, 2026
Técnico não escondeu dificuldades sentidas face às várias ausências por lesão
Após a derrota em casa do GDESSA (86-60), João Pedro Vieira, treinador da equipa feminina de basquetebol do Sporting CP, fez o rescaldo da partida em declarações ao Jornal Sporting.
O duelo teve duas partes muito distintas e o desfecho acabou por ficar muito marcado pela notória diferença na capacidade física entre as duas equipas, em claro prejuízo das Leoas, actualmente com muitas limitações nas suas opções.
“Com a quantidade de lesões que temos neste momento, temos de gerir a equipa da melhor maneira possível. Não há muito mais a dizer”, começou por lamentar o técnico, que no decorrer do jogo ainda ficou sem o contributo de Simone Costa, a sua “jogadora mais ofensiva”, para lá de não ter tido Maria Kostourkova e Cláudia Almeida no jogo.
Ainda assim, a mensagem passada para a equipa manteve-se inalterada, revelou. “O plano é sempre deixar tudo dentro de campo. Nunca vamos dar um jogo por perdido. O adversário foi melhor, temos de lhe dar os parabéns, mas neste momento está tudo tão equilibrado [na classificação] que uma vitória ou derrota significam subir ou descer quatro ou cinco lugares”, lembrou, considerante que “o campeonato está muito equilibrado”.
Apesar das muitas adversidades, o treinador das Leoas assegurou que o grupo não vai virar a cara à luta. “Temos de continuar a trabalhar e levantar a cabeça. Vêm aí tempos difíceis, mas temos de dar a volta. Não vale a pena chorar pelas lesões, temos de trabalhar para as colmatar com as jogadoras que temos”, traçou João Pedro Vieira, por fim.
Se o departamento médico for o do futebol, a época está feita.