Andre Agassi vai para a reforma

Ou, como dizem os franceses, para a retrete! :lol:

Não curtia este gajo quando apareceu, os brincos e o lenço à pirata na cabeça contribuíam muito para isso. Com o decorrer do tempo, tornou-se dos meus jogadores preferidos, esteve quilómetros à frente em termos de carisma e desportivismo em relação aos insonsos ídolos do ténis de hoje. Para além do mais, provou ser um homem de convicções - quem troca a Brooke Shields pela Steffi Graf, só pode! :smiley:

O ténis fica mais pobre sem ele. Esperemos que venham a aparecer mais como ele. Até sempre, Andre! =D>

acima de tudo um grande desportista o Agassi

Um grande profissional,um grande tenista e uma grande pessoa.Merece sair pela porta grande do tenis mundial.

Roger Federer o numero um mundial deste momento,um jogador que admiro imenso,com uma enormidade de talento.

Nem se mexeu na ultima bola. Ja tava a churar. Grande player 8)

Aquele jogo há dois/três dias foi demais… e eu só vi uma hora.

=D> =D> =D> =D> =D> =D> =D> =D>

Agora já nao resta nenhum… :cry:

Fiquei preso ao ecrã. Já antevia a eliminação de Agassi…as notícias das injecções, lesões, e jogos decididos no quinto set não indiciavam nada de bom.

O ténis é o meu 2º desporto e Agassi foi, provavelmente, o segundo tenista que mais admirei, a seguir a Edberg.

O discurso final, para o seu público, com quem teve uma relação de mais de 20 anos, diz bem da forma como vivia o ténis.

A.A.

a par de Pete Sampras, Ivan Lendl, e McEnroe, e o meu jogador preferido!

Sem duvida que o tenis perde, com o fim de carreira deste SENHOR dos courts!

Um grande tenista que deu muito ao desporto. Obrigado Agassi! =D> =D> =D>

Tudo tem um fim. Mas com um futuro com Nadal, Federer, Baghdatis, Roddick, Safin (se voltar à velha forma), esse próprio Benjamin Becker, Monfijls… temos ténis.

Mesmo assim proporcionou, para mim, os dois melhores jogos deste torneio contra Pavel e Baghdatis, a par do Nalbandian vs Safin.

E saudades daqueles Agassi x Sampras.

a par de Pete Sampras, Ivan Lendl, e McEnroe, e o meu jogador preferido!

Sem duvida que o tenis perde, com o fim de carreira deste SENHOR dos courts!

LENDL RULES!

Agassi foi um grande jogador, mas infelizmente para ele foi contemporâneo de um alien como Sampras e só em curtas fases da sua carreira foi capaz de ombrear com ele. Desconfio que daqui a vinte anos Agassi será lembrado mais como o gajo do cabelo comprido e t-shirts roxas do que como o excelente tenista que foi (o que será injusto para ele).

É o último representante de um tempo em que os campeões eram carismáticos e cada fã adoptava um, torcendo por ele como se de um clube se tratasse. Nos últimos anos, o desporto tem sido dominado por super-campeões inócuos e assépticos, como Courier, Sampras e o actual Federer, máquinas de jogar que, paradoxalmente, não entusiasmam ninguém. Que saudades dos tempos de Borg e McEnroe (sendo que, como o amigo A.A., também admirava o Edberg, por razões que hoje tenho dificuldade em explicar).

Aliás isto aconteceu também nos outros desportos individuais que eu acompanhava (F1 e GP500). Aos tempos áureos de Senna, Prost, Piquet e Mansell sucedeu o infalível Schumacher; aos grandes duelos de Schwantz, Rainey, Lawson e Gardner seguiu-se o domínio entediante de Doohan e Rossi (sendo que neste a excentricidade não se confunde com carisma). Hoje em dia estes desportos não me despertam interesse nenhum…

FLL, acho injusto colocares o Sampras no grupo que colocaste.

O meu tenista preferido a seguir a Borg…

Só uma achega, FLL, ainda que em torneios a vantagem seja do secante Sampras, verifica os nºs em confrontos directos :wink:

=D> =D> =D> =D>

FLL, acho injusto colocares o Sampras no grupo que colocaste.
Eu acho que o Sampras, mais do que pertencer ao grupo, é todo ele o protótipo do jogador ultra-completo, ultra-competente e ultra-profissional, mas sensaborão e incapaz de provocar entusiasmo. Schumacher é exactamente a mesma coisa.

Os campeões com carisma tinham características humanas, eram falíveis, e por isso havia nas suas vitórias algo de superação pessoal. Sampras não, tinha um domínio absoluto do jogo. O serviço, o fundo do court, o jogo de rede, era o melhor em tudo, e por isso as suas vitórias eram apenas o desfecho natural.

Não tenho dúvidas de que foi o melhor tenista de todos os tempos, como Schumacher foi o melhor piloto de F1 e Rossi será o melhor de motociclismo; do que duvido é que o adepto comum os veja como ídolos, queira ser como eles ou recorde com saudade esta ou aquela prestação em especial, como eu recordo a volta perfeita de Senna no Mónaco em 1990 ou incrível vitória de Schwantz no Japão em 1991.

Só uma achega, FLL, ainda que em torneios a vantagem seja do secante Sampras, verifica os nºs em confrontos directos
Encontros: Sampras 20 - Agassi 14 Sets: 53 - 41 Jogos: 475 - 457 Tie Breaks: 9 - 7

Ganha Sampras, óbvio, mas realmente pensava que ganhasse por mais.

Eu com o ténis tive uma experiência diferente dos outros desportos: nunca fui “contra” ninguém, nem contra o ice-Lendl, nem contra o Wilander (rival do Edberg). Talvez um bocadinho contra o Becker…

Recordo-me com saudade de mais jogadores dos anos 80 do que a partir da segunda metade dos 90: Noah, Connors, McEnroe, LeConte, Muster (mais 90’s), Pat Cash…

Edberg era um senhor. Aprendi a apreciá-lo por isso. E depois aprendi a apreciar o seu ténis e o melhor “volei” de sempre até então.

Hoje em dia prefiro o ténis feminino, onde as novas técnicas são testadas, e onde o ténis é mais variado.

Quanto ao resto, caro F, não sei se foi o mundo que mudou, se o que descreves é mais um “problema” geracional :wink: .
A.A.

Agassi foi um grande jogador, mas infelizmente para ele foi contemporâneo de um alien como Sampras e só em curtas fases da sua carreira foi capaz de ombrear com ele. Desconfio que daqui a vinte anos Agassi será lembrado mais como o gajo do cabelo comprido e t-shirts roxas do que como o excelente tenista que foi (o que será injusto para ele).

É o último representante de um tempo em que os campeões eram carismáticos e cada fã adoptava um, torcendo por ele como se de um clube se tratasse. Nos últimos anos, o desporto tem sido dominado por super-campeões inócuos e assépticos, como Courier, Sampras e o actual Federer, máquinas de jogar que, paradoxalmente, não entusiasmam ninguém. Que saudades dos tempos de Borg e McEnroe (sendo que, como o amigo A.A., também admirava o Edberg, por razões que hoje tenho dificuldade em explicar).

Aliás isto aconteceu também nos outros desportos individuais que eu acompanhava (F1 e GP500). Aos tempos áureos de Senna, Prost, Piquet e Mansell sucedeu o infalível Schumacher; aos grandes duelos de Schwantz, Rainey, Lawson e Gardner seguiu-se o domínio entediante de Doohan e Rossi (sendo que neste a excentricidade não se confunde com carisma). Hoje em dia estes desportos não me despertam interesse nenhum…

Talvez diga isso de Sampras, pois para mim ele foi um ídolo. E curiosamente logo a seguir vinha o Agassi.

O Sampras entusiasmava-me bastante. Eu gosto de ver jogadores que realmente sabem jogar. E o Sampras para mim é o melhor de sempre. Lembro-me de alguns passing shots memoráveis [humanamente impossíveis para um comum mortal], de levantar os 4 palcos do Grand Slam.

E o Federer apesar de mais sóbrio, encanta-me a classe de cada winner.

Quem faz esta jogada fabulosa senão entusiasma, então não sei:

http://youtube.com/watch?v=2Hp-EArV6s8

Quanto ao resto, caro F, não sei se foi o mundo que mudou, se o que descreves é mais um "problema" geracional :wink:
Lendo as opiniões do pessoal mais novo, sou levado a pensar que és capaz de ter razão. Se calhar sou mesmo eu que estou a ficar velho e a dizer que "no meu tempo é que era"... :D

PS- Mas meus caros jovens, se vissem uma partida Borg vs McEnroe, ou umas corridas Senna vs Prost ou Schwantz vs Rainey, garanto-vos que a comparação com o que se vê agora é como o dia e a noite… :wink:

  1. o ultimo grande tenista, aprendi a respeita-lo.

quanto ao resto não sou nada a favor desta tendencia Pete Samprista que grassa por aqui , o homem era uma seca e no Court só me lembro de uma sensação: tédio, bons foram os mais emotivos mesmo ganhando menos: Becker, McEnroe, Leconte etc.

o Ténis como o conheciamos acabou com Agassi.