Óbvio. Num campeonato as equipas só estão em pé de igualdade no final do mesmo.
a menos que a distância entre o primeiro e o segundo seja muito grande (ou já existir campeão virtual) não é nada justo declarar-se um campeão antes dos jogos serem todos realizados.
E isto repete-se no caso de lugares de acesso a competições na época seguinte…
É complexo, e eu também concordo que o melhor foi mesmo esta decisão conjunta. Gostaria que as provas continuassem mas acredito que não houvessem condições, especialmente condições financeiras para clubes menos robustos.
E assim com a decisão conjunta este tipo de pressões ridículas que o Porto está a tentar fazer têm menos probabilidade de resultar, uma vez que a federação pode escudar-se nisso.
Se andassem agora a mudar a decisão o Benfica vinha logo reclamar títulos nas modalidades em que está à frente. O Sporting provavelmente ia comer e calar porque somos geridos por idiotas.
Quintana jogador de um clube mais corrupto que possa ter existido no universo do desporto falar em cashball é surreal. Que pergunte ao Adelino caldeira e ao Pinto da Costa sobre a corrupção,agressões,coação etc praticada pelo seu clube e que deixe de ser otário. E sem nível.
Ninguém mas é q ngm está a reclamar o título um a justeza do mesmo, tendo em conta a competição até aqui. É q ngm. Têm q vir estes merdas, q acham q mandam mais q a FPA. Se fosse o Ruesga, não dava troco a gente sem o mínimo de decencia. O Quintana é outro que vive com trauma, ter os nossos adeptos atras dele faz lhe ter anseios e até mais
Mas estavas a falar em jogos de 300 pessoas, quantos jogos de 300 pessoas tivemos no nosso pavilhão em jogos de europeus de andebol?
Não percebo sinceramente o teu ponto de vista nem o que estás a rebater. O barça não tem essas assistências que pensas que tem no geral, tem nos jogos importantes.
Eu compreendo isso, mas também sei que estamos a “deitar para o lixo” o esforço dos atletas nestes seis ou sete meses de competição. Se um tem um calendário melhor ou pior até ao fim isso não interessa, o que interessa é que ganhou mais jogos que os adversários até ao ponto em que a competição foi suspensa. Há muito dinheiro envolvido nisto, portanto não seria descabido, a meu ver, atribuir o título a quem está em primeiro lugar.
Por exemplo, no futsal demos tudo por tudo para ganhar ao Benfica para assumir o primeiro lugar da fase regular. Nós ganhámos e eles perderam. Onde está a injustiça em atribuir o título ao Sporting?
Outro exemplo, onde está a injustiça ao atribuir o título de campeão de voleibol ao Benfica? Estão em primeiro, ganharam mais jogos que os outros, portanto não vejo problema nenhum.
Assim, não valeu para nada esta época sem ser, única e exclusivamente, gastar dinheiro.
O que estás a dizer não tem sentido nenhum e ainda ganha menos sentido quando dizes que o calendário não interessa.
Numa situação hipotética em que o campeonato de hóquei (por exemplo) fosse jogado por 5 equipas com jogadores normais e 5 equipas com jogadores manetas e o sorteio ditasse que o Sporting jogava com as 5 equipas normais primeiro e com as 5 equipas de manetas no fim e o Benfica ao contrário: seria natural que o Benfica no final dessas 5 jornadas tivesse mais pontos que o Sporting porque tinha jogado com as equipas mais fracas (onde a probabilidade de perder pontos é muito menor) enquanto que o Sporting tinha jogado com as 5 equipas mais fortes (onde a probabilidade de perder pontos é muito maior) - como vês, a forma como o calendário está organizado tem imenso impacto nos pontos de cada uma das equipas e, como tal, a classificação a cada momento (tirando no final) pode não espelhar o mérito/qualidade desportiva de cada uma das equipas.
Usando este exemplo no caso do hóquei: o Sporting até ao interregno do campeonato devido ao Covid já tinha jogado na segunda volta com Porto, Oliveirense, Óquei de Barcelos faltando, dos “5 grandes”, apenas o Benfica que seria em casa. Por outro lado, o Benfica até ao momento na segunda volta do campeonato ainda não tinha jogado com nenhum dos outros “5 grandes” do campeonato (onde as hipóteses de se perder pontos é muito menor).
PS: a minha referência a manetas não foi nenhuma ofensa a qualquer equipa, foi apenas um exemplo claro do ponto que quero demonstrar.
Eu não quero rebater nada. Só estava a dizer que não podemos comparar, nem de perto nem de longe, as assistências dos jogos do Sporting com as do Barcelona, e quando falei em 300 pessoas não me referia ao andebol, mas sim ao voleibol.
O que tenho a certeza é que na Catalunha e em Barcelona há uma mística, que nós sportinguistas, infelizmente, não temos. Logo, não acredito que apareça um qualquer pedro santana lopes, carlos barbosa ou doc fanhoso a querer encerrar modalidades
e os catalães não deixam de ir aos jogos por causa dos presidentes (fantoches e fanhosos).
Se seguires a sequência de publicações verás que tenho sido coerente, a única modalidade que tem menos de 1.000 pessoas é o hóquei em patins, com uma média de 701.
Acho que podemos encerrar este assunto
Percebo o que estás a dizer e até podia concordar se ainda nem no final da primeira estivéssemos, mas a realidade é que as equipas já se defrontaram todas pelo menos uma vez e, como tal, 60 ou 70% do calendário está cumprido.
Depois há outros dois pontos que deitam a tua teoria abaixo:
1- O calendário é definido por sorteio, portanto em nenhum momento pode ser colocada a sua justiça em causa. Ou seja, dificilmente aconteceria essa situação de uma equipa apanhar os 5 mais fortes e a outra os 5 mais fracos.
2- Pegando no que disse acima, o adiantar da competição permite apurar o campeão. Não é como se ainda só se tivessem jogado 7 ou 8 jogos.
Continuo a defender a minha opinião. Cancelar as restantes jornadas que faltam e atribuir o título ao clube que ocupa o primeiro lugar.
Desculpa, mas não consigo concordar com o que defendes. Não podemos dizer que uma equipa que não joga com nenhum dos seus principais adversários duas vezes, enquanto que a outra o faz, é um justo campeão quando só tem mais 3 pontos que o seu principal adversário. Um tem um caminho de pedras e outro caminha em veludo. Isso não é justo, lamento. Se houvesse uma diferença de pontos considerável aceitava essa ideia, assim não consigo fazê-lo.
Quanto às competições com segundas fases ou play-offs, o que estás a dizer também não se justifica porque as equipas preparam as épocas contando com essas fases (basta pensar no primeiro ano do sporting no voleibol em que só em janeiro foi buscar o garret e o agamez para atacar o play-off e poupar salários) e, como tal, as regras não podem ser mudadas a meio do jogo, caso contrário as equipas tinham abordado a primeira fase/fase regular de outra maneira.
Está é sem dúvida a solução mais justa, visto que não existe nenhum exemplo claro de superioridade nos campeonatos discutidos a pontos e no caso dos play offs, por razões óbvias, a solução de se atribuir um campeão só com a fase regular disputada era inaceitável obviamente (mudavam se as regras do jogo a meio do campeonato).
Mas respeito a tua opinião, apenas teremos de concordar em discordar.
Não precisas de pedir desculpa, é da apresentação de pontos de vista opostos que se dá saúde ao Fórum e ao debate.
Mais uma vez, entendo o que dizes porque sei que é assim que funciona, principalmente nas competições que não são decididas na fase regular (por exemplo, no futsal), mas é importante perceber que ficar em primeiro ou segundo lugar não é exatamente a mesma coisa. A equipa que acaba em primeiro tem vantagem sobre todas as outras, portanto que está em primeiro regular diria que foi melhor e que, como tal, está mais próxima de conquistar o títulos que os restantes rivais.
As equipas não podem preparar a época para só começar a jogar a sério a partir de março ou abril, porque sabem que isso pode correr muito mal e arriscam-se a chegar a essa fase quase sem hipóteses de poder ambicionar aquilo que desejam.
Depois, acho que também podíamos olhar ao factor histórico das modalidades que não se decidem na fase regular. A história diz-nos que quase sempre quem vence a fase regular é coroado como campeão, e porquê? Apesar de o fator casa tem algum peso, para mim a justificação está mesmo no trajeto da equipa, naquele percurso que começou em agosto ou setembro e terminou em junho ou julho. Ou seja, todo esse processo mostra que não é por existir uma fase final (play-offs) que vamos apurar um campeão diferente daquele que terminou em primeiro na fase regular. Por exemplo, e sem ter a certeza absoluta, julgo que no futsal só por uma vez é que a equipa que venceu a fase regular não foi campeã (penso que o Benfica venceu a fase regular e nós fomos campeões), portanto isto é um dado suficientemente relevante para não dar tanta importância às fases finais como estás a fazer.
Os campeonatos já vão longos, as equipas já jogaram todas entre si, já se deixou demasiado suor, garra e determinação na quadra para agora… cancelarem os campeonatos e não atribuírem o título.
Estamos numa fase excecional que obriga a que existam medidas excecionais, portanto, a meu ver, não seria injusto atribuir o título de campeão ao clube que ocupa a primeira posição.
Não faz sentido nenhum declarar um campeão num campeonato decidido a duas fases quando apenas a primeira foi disputada. Quanto à ida de Frade para Barcelona, péssimas notícias para nós. SL
«LUÍS FRADE VAI SER UM DOS MELHORES PIVÔS DO MUNDO»
ANDEBOL 01-05-2020 23:10
Por
Redação
Carlos Ruesga concedeu esta sexta-feira uma entrevista ao Mundo Deportivo. O central do Sporting foi convidado a falar do colega Luís Frade, pivô de 21 anos que vai assinar pelo Barcelona.
«É muito completa em todos os aspetos do jogo e acho que vai acabar por surpreender muita gente que não o conhece. É muito jovem e já se destaca com detalhes de craque. Tem qualidades e vai ser um dos melhores pivôs do Mundo e uma referência nos próximos anos», atirou o espanhol de 31 anos.
Formado no Águas Santas, Luís Frade passou as duas últimas temporadas no Sporting, onde fez 221 golos em 90 partidas. Internacional português em 19 ocasiões, esteve no último Campeonato da Europa.
O @polik publicou esta ultima actualização dos nossos dados de assistências. Até conseguimos superar o Barça em hóquei e em andebol não perdemos por muito. Temos um pavilhão mais pequeno e equipas não tão competitivas quanto o Barça (apesar de até termos sido campeões europeus em futsal e hoquei), existem mais adeptos do Barça do que do Sporting e nos dias de futebol tens mais gente a frequentar o Camp Nou do que o José Alvalade. Se formos com a proporcionalidade dos números, somos bastante equiparados em “mística” de modalidades (do binómio clube/adeptos). Até temos mais modalidades que o Barça no clube.
Em 3 épocas no João Rocha … Mais de 296000 espectadores em 244 jogos (oficiais+particulares) com mais de 1200 espectadores de média por jogo.
Para a realidade portuguesa, com campeonatos pouco competitivos penso que são números muito bons… até porque esta 3a época não teve os jogos decisivos …
E com os preços mais caros do país e de bem longe. Por acaso gostava de ter acesso a um estudo destes dados, se não forem mais do dobro dos outros dois estarolas em média…