Alvaláxia revisitada

Após ter passado pelas bilheteiras para levantar o meu convite, passei pela Alvaláxia para verificar o estado do espaço.

Poucas mudanças: no 2º piso, o espaço que pertenceu ao Alfoz continua fechado, estando a porta de acesso coberta por cartazes de cinema gigantes a ver se disfarça um bocado.

Os espaços de restauração dos pisos 0 e piso 1 estavam com ocupação bastante razoável. Duvido que estejam a perder dinheiro, até porque já houve mudança de mãos nalguns deles, pelo que as rendas (actuais e antigas, eventualmente renegociadas) não deverão ser excessivas.

O Bingo lá continua, tal como os cinemas. O enorme espaço no 1º piso poente tem lá uma exposição da Abraço (fechada à hora que lá estive) e tudo o resto fechado e sem nada.

E é para ser vendido…

Retomando uma discussão velha, avanço aqui umas idéias para a revitalização e rentabilização do espaço, seja este ou não vendido:

  • encerramento do café com “bowling” no piso 0. Se estivesse a dar prejuízo já tinha fechado, é certo. Mas acho essencial libertar aquele espaço para uma loja âncora. A idéia de um supermercado parece-me atractiva, se houver lugares suficientes no parque subterrâneo com estacionamento gratuito por (digamos) 1 hora.

Parece-me que uma loja como a Fnac Service teria facturação. Quanto a uma loja multimédia maior, tenho algumas reservas enquanto não avançar a urbanização dos terrenos do antigo estádio. A VC do metro do Campo Grande fechou há (que me lembre) pouco mais de um ano.

No “food court” do piso 0, não tocava.

  • no piso 2, avaliar as razões pelas quais fechou o Alfoz. Custa ver um sítio com uma vista tão deslumbrante :slight_smile: às moscas. Gostaria sobretudo se há algum efeito de canibalização por parte do restaurante da Bancada Nascente (onde nunca estive). Tomar decisões a partir daí.

  • encerramento do bingo no piso 1 e, caso as perspectivas de lucro o justifiquem, aluguer de uma sala em Lisboa para prosseguir as actividades. Historicamente o bingo mais lucrativo de Lisboa sempre foi o do Belenenses, na Avenida João Crisóstomo, longe da sede e do estádio do Clube. Quanto mais lamps forem lá largar a nota, melhor! :twisted:

  • a Media Market do Estádio da Luz não terá caído do céu. A oportunidade terá sido farejada e a instalação longamente negociada pelos dirigentes lamps. Não estou a ver outra oportunidade assim surgir do pé para a mão. Pegando naqueles negócios actualmente em voga, ficam aqui algumas sugestões de aproveitamento do espaço do 1º piso (quero que a Feira do Artesanato se lixe):

  • loja de telemóveis (não pode faltar hoje em dia em qualquer centro comercial que se preze)

  • loja / espaço de vídeo jogos (parece-me apropriada dada grande parte da frequência do recinto ser jovem)

  • loja /espaço de “street wear” (mesma razão do ponto anterior), ou uma loja estilo Zara

  • loja de DVDs, livros e revistas dedicada ao cinema (esta e os cinemas suportar-se-iam mutuamente).

Isto sou eu a avançar idéias sem ter feito qualquer estudo de mercado. Se houver um feito pela SCS (ou seja lá que entidade for actualmente responsabilidade) a demonstrar que o espaço não tem viabilidade, venda-se. Mas nesse caso, a quem e para fazer o quê? Uma Megastore do Glórias? :evil:

aquela parte comercial do estadio do glorias ta sempre abarrotar a pala do mediamarkt que realmente tem preços fantasticos…ate eu la fui comprar uma tv

:oops:

O Alvaláxia tem é que ser transformado em qq coisa completely diferent…não pode ser “mais um” centro comercial. Por várias razões. Tem de se especializar, de se tornar único e especial. Tem de numa primeira fase atrair as pessoas pela completa novidade, e depois fidelizá-las naturalmente.

Eu tinha a solução para aquele espaço em três tempos, até houve uma altura que pensei nisso a sério, mas não consegui os apoios necessários. Mas seria brutal, e uma grande ideia. Uma que uma pessoa pensa depois de ir a Taiwan… :wink:

O Alvaláxia tem é que ser transformado em qq coisa completely diferent...não pode ser "mais um" centro comercial. Por várias razões. Tem de se especializar, de se tornar único e especial. Tem de numa primeira fase atrair as pessoas pela completa novidade, e depois fidelizá-las naturalmente.

Eu tinha a solução para aquele espaço em três tempos, até houve uma altura que pensei nisso a sério, mas não consegui os apoios necessários. Mas seria brutal, e uma grande ideia. Uma que uma pessoa pensa depois de ir a Taiwan… :wink:

Fiquei curisoso. Não queres partilhar, juntamente com uma indicação de porque é que achas que seria lucrativo?

Ponham lá uma Fnac!

o tománas é que tem razão!
Só sabem dizer mal mas dar ideias ninguém dá! :smiley:

bom post Angel.

(...)

Eu tinha a solução para aquele espaço em três tempos, até houve uma altura que pensei nisso a sério, mas não consegui os apoios necessários. Mas seria brutal, e uma grande ideia. Uma que uma pessoa pensa depois de ir a Taiwan… :wink:

Não é nenhuma loja de chinês, daquelas que vende tudo e mais alguma coisa a preços imbatíveis, e abrem até no período noturno, incluindo fins-de-semana, ou é? :roll: :smiley: