Acção para o Desbloqueamento dos Terrenos

Resumidamente, que é para todos terem paciência de ler…

Qual é a prioridade nº1 desta direcção? Equilibrar as contas e renegociar com a banca as taxas de juro sobre as nossas dívidas.

Qual tem sido a maior dificuldade neste processo? Têm existido várias, mas o maior problema tem sido o desbloqueamento dos terrenos por parte da Câmara, terrenos esses que estão já aprovados e que representam uma questão capital nas nossas contas.

Propunha então que se discutisse e se propusesse uma forma de pressionar a CML com o objectivo de efectivar a capitalização deste bem imobiliário.

Seja qual for a vossa opinião sobre os culpados da crise, esta é uma questão que nos une, cuja resolução servirá os interesses do Sporting.

#Peço aos moderadores que mantenham este tópico nesta secção, evitando a mesma sina de outras boas ideias.#

Houve uma sindicância à CML por parte de uma Procuradora, que levou a um saneamento de funcionários no departamento do urbanismo, e que vai provocar a anulação de uma série de projectos imobiliários aprovados nos tempos de Santana Lopes e Carmona Rodrigues, por irregularidades várias. Na actual conjuntura política, pressões deste tipo não resultam. O Sporting não usou o Euro 2004 para pressionar a Câmara como fez o Benfica, deixou passar o tempo, e agora népias. Além disso, o actual presidente dirige uma empresa de construção civil, e não vai prejudicar os seus interesses a afrontar a CML por causa do Sporting. Sempre fica com mais uma desculpa.

Mais uma teoria da conspiração sem fundamento :twisted:

Boa iniciativa.

A meu ver só existe uma coisa que pressiona os políticos. O receio de perder muitos votos.

Se os responsáveis, ou aqueles que tomam parte nas decisões, da Câmara sentirem votos a escaparem, então tudo muda. E qualquer argumento servirá para mudar as suas orientações.

A forma de os fazer sentir isso é que não é fácil de descobrir. Para mim, não existe outra hipótese que não seja uma posição cívica a esse respeito. Quero dizer com isto, que:

  • Cartas abertas online para a Câmara.
  • Abaixos assinados online
  • Abaixos assinados no Estádio em dias de jogo
  • Tarjas no Estádio em dias de jogo,

são a única forma de fazer passar a mensagem de que não são só os dirigentes que estão indignados com a Câmara, mas também os adeptos.
Uma iniciativa desse género teria grande repercussão na imprensa e provocaria reacções na Câmara. O curioso é que não só alguns teriam medo de perder votos, como outros poderiam ver nisso uma oportunidade para capitalizar votos se conseguissem resolver a situação dos terrenos do Sporting.

Neste contexto, deve perceber-se que no presente momento está a ocorrer uma guerra na Câmara e que saber jogar com esse facto é essencial.

O Sporting por seu lado não deve tomar opções políticas, mas tem obrigação de tomar opções estratégicas para o Clube.

Os sócios e adeptos podem, em qualquer caso, fazer sentir aos responsáveis da Câmara o seu mal estar e indignação. Não é mais do que um direito cívico.

Uma ou duas questões.

Será permitido por lei, expressar opiniões políticas num recinto desportivo?

Quero dizer, podem os adeptos tomar uma posição pública no Estádio, sobre uma questão destas?

Será que a resposta às perguntas anteriores, reside no facto de se saber se, uma tomada de posição destas é uma intervenção política ou cívica?

Note-se que nas últimas eleições votaram 192.354 pessoas, e que quem ganhou ganhou por 25.000 votos. Mas se somarmos os votos do 2º. e 3º. lugar (membros do mesmo partido), a diferença desce para 5.000 votos. Ora qualquer um acredita que o universo leonino poderia fazer uma grande diferença nestas contas.

http://www.cne.pt/dl/al_int_2007_resultados_ce_lisboa.pdf

É esta realidade que se deve ter em atenção.
Notar ainda que não falta muito para a seguinte eleição, porque estas foram intercalares.

Por fim, as próximas eleições são em Setembro de 2009 (falta 1 ano e meio). Falta muito pouco tempo, o que poderia favorecer os objectivos de que aqui falamos. Isto é, qualquer coisa feita pelo Sporting não seria prontamente esquecida porque já faltam poucos meses para as próximas eleições.

são a única forma de fazer passar a mensagem de que não são só [b]os dirigentes que estão indignados com a Câmara[/b] :eh:, mas também os adeptos.

:boohoo:

:boohoo:
[/quote]

:eh:, :boohoo:?!!!

E o resto pareceu-te interessante, ou só tens tiradas dessas?

Honestamente e sem qualquer tipo de ironia, 2as intenções ou outras coisas que não sejam o interesse do clube, Gostaria de saber qual pressa em fazer aprovar o desbloqueamento dos terrenos, e ainda por cima de forma “favorecida” pois seguno consta vai contra o PDM.

Porque não aproveitar esta oportunidade e rever todo este processo de se vender tudo e ainda por cima sem qualquer beneficio palpavel???
Porquê não deixar uma área já destinada à construção do pavilhaõ e vender-se o resto??? No meio de tanto juro, dividas e despesa não é a área do pavilhão que vai matar ninguem. Não é chegada a hora de deixar de andar a pedinchar terrenos onde o diabo perdeu as botas, para construir o pvilhão.

É que, se calhar sou muito “anjinho”, não consigo perceber a moral com que se negoceia a aprovçaõ “fora da lei”, para depois se vender para irmos pedir mais terrenos porque já não temos mais!!! Sou eu que estou a ver mal!!!

Saudações Leoninas

E o resto pareceu-te interessante, ou só tens tiradas dessas?

O voluntarismo que aqui vai. Olha, por acaso já pensaste porque é que esta questão se arrasta há anos e nunca ninguém dentro do Sporting se mexeu? Porque é que, na actual conjuntura, a CML está relutante em aprovar o loteamento no terreno do antigo Bingo? Porque é que o Soares Franco não vai afrontar o António Costa? E vais lá tu fazer o quê, quando o próprio presidente do clube diz não ter “feitio” para fazer o que tem de ser feito? Ou melhor, não lhe interessa. Sinceramente, há que cair na realidade. Vocês se começam a levantar “ondas”, vão saber-se coisas que não abonam nada em favor do que foi feito em nome do Sporting, e depois está melhor… :arrow:

Pensamos de maneira diferente.
Eu acho que essas coisas devem saber-se.
E se foram mal feitas ainda mais… para não se correr o risco de voltar a repetir.