O CONFRONTO É INEVITÁVEL

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O primeiro confronto deve ser feito aporta do estadio este Domingo, ninguém entra, assim os assassinos deste clube aplaudem sozinho as voltas olímpicas e o keizerball

Que jeito dava agora o teu livro...
Os sportinguistas têm de perceber de uma vez por todas que não vamos lá com presidentes de galinhas mansas, educadinhos e simpáticos. Tivemos isso durante anos e não funcionou. Agora, com Bruno de Carvalho fomos campeões nacionais? Não. Mas notava se a diferença até na própria postura dos adeptos. Este caminho do Sporting respeitador só serve para aumentar o fosso que existe entre nós e os rivais, e até mesmo entre nós, adeptos. Percebo que queiram um clube que olhe só para dentro e que se governe a pensar em si, mas vejamos o outro lado da barricada. Luís Filipe Vieira e Pinto da Costa não são propriamente reconhecidos pelas suas boas posturas e atitudes passadas, mas ninguém nos seus clubes pensa sequer na hipótese de afastamento. Sabem que com eles, por mais incendiários que sejam, estarão mais próximos do sucesso. Aqui em Alvalade ainda não se teve esse momento de clareza. Temos que lutar pelo nosso lugar merecido e não se faz isso sentadinho a sorrir. Faz se mostrando a garra do leão. BdC, Varandas, Benedito, são nomes para mim. O que me interessa é o seu conteúdo, e o que conseguem fazer para o clube, e pelo clube. Isso é o mais importante. Não reconheço as capacidades nesta direção de levar o barco a bom porto, mas sou o primeiro a admitir se estiver errado, até porque não sou conhecedor da inteira realidade do Sporting. Mas sei o clube que quero. Um vencedor, com determinação e que não baixe a cabeça a interesses alheios. O momento é mau, mas estarei sempre cá, pelo meu Sporting, e farei o que puder por ele, para vê lo alcançar a glória.
Meu caro ,

Em 2013 , depois de um 12º lugar , o Couceiro teve 45 % de votos , aquele que era apoiado por estes crediveis :



Este comentário deveria estar fixo em cada página de cada tópico.  :venia:
"A mim ninguém me descarta c******!No dia em que ele me descartar, é o dia em que ele cai, é o dia em que ele leva no focinho, ele como leva qualquer um"* by Pedro "Rabini" Silveira
*Ler com sotaque de mafioso de terceira dos arrabaldes de Lisboa.
Limpeza.

Não deixem de pagar quotas.

Estes bandalhos vão cair por si próprios e nós cá estaremos para cobrar.
Limpeza.

Não deixem de pagar quotas.

Estes bandalhos vão cair por si próprios e nós cá estaremos para cobrar.

 :arrow: :arrow: :arrow:
Hi. In less than an hour, a war will begin

SPORTING -- that word should have new meaning for all of us today.

We will be united in our common interests and fight against the 71.

Perhaps its fate that today is the 2nd of March, and you will once again be fighting for our freedom, not from tyranny, oppression, or persecution -- but from annihilation.

We're fighting for our right to live, to exist.

We will not go quietly into the night!

We will not vanish without a fight!

We're going to live on!

We're going to survive!

Today, we celebrate our Independence Day!
mando f**** os 7 e os 71
Limpeza.

Não deixem de pagar quotas.

Estes bandalhos vão cair por si próprios e nós cá estaremos para cobrar.

Sim sim. É que é isso mesmo.

Vais pagar e não bufas. Como sempre.
"A mim ninguém me descarta c******!No dia em que ele me descartar, é o dia em que ele cai, é o dia em que ele leva no focinho, ele como leva qualquer um"* by Pedro "Rabini" Silveira
*Ler com sotaque de mafioso de terceira dos arrabaldes de Lisboa.

LONGE VÃO OS TEMPOS…

Longe vão os tempos em que, os nossos pais ao serão e ao deitar  nos transmitiam os princípios, os valores, e as conquistas dum Sporting dominador, pujante, orgulhoso.
Era o Alfredo Trindade… eram os Violinos… eram os sprints à linha de fundo e passes atrasados do Jesus Correia… eram as genialidades do Vasques… eram os golos do Peyroteo… era a classe e a arte do Travassos… eram as travessuras e as pinturas do Albano…
E era o Azevedo, o melhor guarda-redes português de todos os tempos, que até de braço ao peito foi herói, e nos deu em 1947 uma enorme conquista contra os nossos inimigos de sempre.
E era o Cardoso, o Manecas, o Canário, o Barrosa, o Veríssimo, e antes o Mourão, o Soeiro, o Pireza e o João Cruz, e ainda antes o Jorge Vieira e o Francisco Stromp. Eram tantos…
Tudo isto era magia, tudo isto fascinava, tudo isto era grandioso. Éramos crianças.
 
Longe vão os tempos em que, quando na escola, na vizinhança, nos nossos momentos de lazer - fossem eles quais fossem - conhecíamos alguém que se identificava como Sportinguista, e que para nós constituía desde logo, motivo de empatia, afinidade, identidade, e amizade. Éramos miúdos.
 
Longe vão os tempos em que andávamos diariamente à pancada com os lampiões, que escolhíamos para as nossas equipas só aqueles que eram do Sporting, que nas nossas festas de aniversário só iam os que eram do nosso Clube.
Longe vão os tempos em que, para ir para a borga, e assim chegar mais tarde ou nem dormir em casa, dizíamos aos nossos pais que ficávamos em casa de respeitáveis amigos Sportinguistas.
Longe vão os tempos em que rejeitávamos namoradas por não serem do Sporting, e que começávamos a cortar relações com supostos amigos que eram lampiões. Éramos adolescentes.

Longe vão os tempos em que na nossa vida profissional preferíamos a convivência com os nossos colegas do Sporting, e se acontecesse sermos entidade patronal, para contratar alguém, privilegiávamos quem era Sportinguista.
Longe vão os tempos em que os nossos filhos eram logo à nascença feitos sócios do Sporting. Éramos adultos.

E assim, fomos crescendo, fomos vivendo, e fomos conhecendo e aprendendo.

E há medida em que tudo isto ia acontecendo, a desilusão entranhou-se, e a decepção instalou-se em todos aqueles que estavam dispostos a dar a vida pelo Sporting.

Nessa circunstância, a “Era Roquette” foi determinante.
Se dúvidas houvesse, esse período nefasto e criminoso, entre 1995 e 2013, veio clarificar tudo o que de mau, detestável, e pernicioso o Sporting tinha dentro de si.

O Clube definhava, o Clube ia desaparecendo de dia para dia, o Clube ia sendo estilhaçado, os seus sócios humilhados e ostracizados, mas havia quem continuasse a defender a linhagem vergonhosa e abjecta dos vendidos, dos vergados, daqueles que nunca foram do Sporting.

Em consequência de toda esta desgraça, chegou ao Sporting, Bruno de Carvalho.
Depois de 5 anos de brilhantismo a todos os níveis, depois duma entrega total e dum fervor Sportinguista nunca antes visto, depois de devolver a honra e o orgulho aos Sportinguistas, expulsaram-no.

Expulsaram-no os mesmos de sempre. O baronato de piolhosos, a brigada do sapatinho de polimento, a matilha de mabecos, a execrável pandilha das boas maneiras e dos educadinhos, a detestável chusma da fidalguia e dos condes falidos, a repugnante camarilha dos impostores, dos ressabiados, e dos falhados, organizados em tertúlias e grupelhos de gentalha reles e nauseabunda, a infame seita dos notáveis de pacotilha e dos ridículos defensores do “somos diferentes”.

Este é o vírus maligno que não foi extirpado e exterminado a tempo, e que está instalado e espalhado por todo o Sporting. Este é o vírus que desgraçadamente contamina todo um Clube. Este é o vírus que está a matar e vai matar o Sporting.

Hoje, dizer-se que se é do mesmo Clube do que por exemplo, José Roquette e Godinho Lopes, apenas referindo o primeiro e o último carrasco da criminosa Era Roquette, onde todos os outros que pelo meio passaram afinavam pelo mesmo diapasão, é aviltante e repulsivo.

Dizer-se que se é do mesmo clube do que os Varandas, Henrique Monteiro, Daniel Oliveira, Trigo de Mira, Meneses Rodrigues, só para citar alguns, é revoltante e vergonhoso.

Hoje, aqueles que são realmente Sportinguistas, e que querem um Sporting digno, vencedor e dominador em todas vertentes, sentem nojo e vergonha desta corja infecta.

É com uma profunda tristeza, com uma enorme amargura, com uma dor dilacerante, que hoje, passados tantos anos, tenho um sentimento de vergonha em pertencer ao mesmo Clube do que toda essa escumalha que gravita dentro do Sporting.

O sofrimento é tão grande que, depois da maior pulhice a que assisti em toda a minha vida, não tenho coragem de dizer a meu Pai de 96 anos de idade, que sabendo o que sei hoje, fez mal em fazer-me Sportinguista. O desgosto que lhe dava seria enorme.

Resta-nos lutar, lutar muito, com todas as forças que temos e que não temos, de todas as maneiras e feitios, contra este sporting degradante, e contra a miserável casta que o domina.

Até à morte.

Longe vão os tempos…

LONGE VÃO OS TEMPOS…

Longe vão os tempos em que, os nossos pais ao serão e ao deitar  nos transmitiam os princípios, os valores, e as conquistas dum Sporting dominador, pujante, orgulhoso.
Era o Alfredo Trindade… eram os Violinos… eram os sprints à linha de fundo e passes atrasados do Jesus Correia… eram as genialidades do Vasques… eram os golos do Peyroteo… era a classe e a arte do Travassos… eram as travessuras e as pinturas do Albano…
E era o Azevedo, o melhor guarda-redes português de todos os tempos, que até de braço ao peito foi herói, e nos deu em 1947 uma enorme conquista contra os nossos inimigos de sempre.
E era o Cardoso, o Manecas, o Canário, o Barrosa, o Veríssimo, e antes o Mourão, o Soeiro, o Pireza e o João Cruz, e ainda antes o Jorge Vieira e o Francisco Stromp. Eram tantos…
Tudo isto era magia, tudo isto fascinava, tudo isto era grandioso. Éramos crianças.
 
Longe vão os tempos em que, quando na escola, na vizinhança, nos nossos momentos de lazer - fossem eles quais fossem - conhecíamos alguém que se identificava como Sportinguista, e que para nós constituía desde logo, motivo de empatia, afinidade, identidade, e amizade. Éramos miúdos.
 
Longe vão os tempos em que andávamos diariamente à pancada com os lampiões, que escolhíamos para as nossas equipas só aqueles que eram do Sporting, que nas nossas festas de aniversário só iam os que eram do nosso Clube.
Longe vão os tempos em que, para ir para a borga, e assim chegar mais tarde ou nem dormir em casa, dizíamos aos nossos pais que ficávamos em casa de respeitáveis amigos Sportinguistas.
Longe vão os tempos em que rejeitávamos namoradas por não serem do Sporting, e que começávamos a cortar relações com supostos amigos que eram lampiões. Éramos adolescentes.

Longe vão os tempos em que na nossa vida profissional preferíamos a convivência com os nossos colegas do Sporting, e se acontecesse sermos entidade patronal, para contratar alguém, privilegiávamos quem era Sportinguista.
Longe vão os tempos em que os nossos filhos eram logo à nascença feitos sócios do Sporting. Éramos adultos.

E assim, fomos crescendo, fomos vivendo, e fomos conhecendo e aprendendo.

E há medida em que tudo isto ia acontecendo, a desilusão entranhou-se, e a decepção instalou-se em todos aqueles que estavam dispostos a dar a vida pelo Sporting.

Nessa circunstância, a “Era Roquette” foi determinante.
Se dúvidas houvesse, esse período nefasto e criminoso, entre 1995 e 2013, veio clarificar tudo o que de mau, detestável, e pernicioso o Sporting tinha dentro de si.

O Clube definhava, o Clube ia desaparecendo de dia para dia, o Clube ia sendo estilhaçado, os seus sócios humilhados e ostracizados, mas havia quem continuasse a defender a linhagem vergonhosa e abjecta dos vendidos, dos vergados, daqueles que nunca foram do Sporting.

Em consequência de toda esta desgraça, chegou ao Sporting, Bruno de Carvalho.
Depois de 5 anos de brilhantismo a todos os níveis, depois duma entrega total e dum fervor Sportinguista nunca antes visto, depois de devolver a honra e o orgulho aos Sportinguistas, expulsaram-no.

Expulsaram-no os mesmos de sempre. O baronato de piolhosos, a brigada do sapatinho de polimento, a matilha de mabecos, a execrável pandilha das boas maneiras e dos educadinhos, a detestável chusma da fidalguia e dos condes falidos, a repugnante camarilha dos impostores, dos ressabiados, e dos falhados, organizados em tertúlias e grupelhos de gentalha reles e nauseabunda, a infame seita dos notáveis de pacotilha e dos ridículos defensores do “somos diferentes”.

Este é o vírus maligno que não foi extirpado e exterminado a tempo, e que está instalado e espalhado por todo o Sporting. Este é o vírus que desgraçadamente contamina todo um Clube. Este é o vírus que está a matar e vai matar o Sporting.

Hoje, dizer-se que se é do mesmo Clube do que por exemplo, José Roquette e Godinho Lopes, apenas referindo o primeiro e o último carrasco da criminosa Era Roquette, onde todos os outros que pelo meio passaram afinavam pelo mesmo diapasão, é aviltante e repulsivo.

Dizer-se que se é do mesmo clube do que os Varandas, Henrique Monteiro, Daniel Oliveira, Trigo de Mira, Meneses Rodrigues, só para citar alguns, é revoltante e vergonhoso.

Hoje, aqueles que são realmente Sportinguistas, e que querem um Sporting digno, vencedor e dominador em todas vertentes, sentem nojo e vergonha desta corja infecta.

É com uma profunda tristeza, com uma enorme amargura, com uma dor dilacerante, que hoje, passados tantos anos, tenho um sentimento de vergonha em pertencer ao mesmo Clube do que toda essa escumalha que gravita dentro do Sporting.

O sofrimento é tão grande que, depois da maior pulhice a que assisti em toda a minha vida, não tenho coragem de dizer a meu Pai de 96 anos de idade, que sabendo o que sei hoje, fez mal em fazer-me Sportinguista. O desgosto que lhe dava seria enorme.

Resta-nos lutar, lutar muito, com todas as forças que temos e que não temos, de todas as maneiras e feitios, contra este sporting degradante, e contra a miserável casta que o domina.

Até à morte.

Longe vão os tempos…
:clap:
Nunca tivemos um Presidente tão bem preparado na área do futebol, seguramente, nos últimos 50 anos. Tenho a certeza que será ele que fará regressar o "Crónico" dos Cinco Violinos!
Este já lá anda há 11 anos, se nem este consegue, então fechem esta m****.

LONGE VÃO OS TEMPOS…

Longe vão os tempos em que, os nossos pais ao serão e ao deitar  nos transmitiam os princípios, os valores, e as conquistas dum Sporting dominador, pujante, orgulhoso.
Era o Alfredo Trindade… eram os Violinos… eram os sprints à linha de fundo e passes atrasados do Jesus Correia… eram as genialidades do Vasques… eram os golos do Peyroteo… era a classe e a arte do Travassos… eram as travessuras e as pinturas do Albano…
E era o Azevedo, o melhor guarda-redes português de todos os tempos, que até de braço ao peito foi herói, e nos deu em 1947 uma enorme conquista contra os nossos inimigos de sempre.
E era o Cardoso, o Manecas, o Canário, o Barrosa, o Veríssimo, e antes o Mourão, o Soeiro, o Pireza e o João Cruz, e ainda antes o Jorge Vieira e o Francisco Stromp. Eram tantos…
Tudo isto era magia, tudo isto fascinava, tudo isto era grandioso. Éramos crianças.
 
Longe vão os tempos em que, quando na escola, na vizinhança, nos nossos momentos de lazer - fossem eles quais fossem - conhecíamos alguém que se identificava como Sportinguista, e que para nós constituía desde logo, motivo de empatia, afinidade, identidade, e amizade. Éramos miúdos.
 
Longe vão os tempos em que andávamos diariamente à pancada com os lampiões, que escolhíamos para as nossas equipas só aqueles que eram do Sporting, que nas nossas festas de aniversário só iam os que eram do nosso Clube.
Longe vão os tempos em que, para ir para a borga, e assim chegar mais tarde ou nem dormir em casa, dizíamos aos nossos pais que ficávamos em casa de respeitáveis amigos Sportinguistas.
Longe vão os tempos em que rejeitávamos namoradas por não serem do Sporting, e que começávamos a cortar relações com supostos amigos que eram lampiões. Éramos adolescentes.

Longe vão os tempos em que na nossa vida profissional preferíamos a convivência com os nossos colegas do Sporting, e se acontecesse sermos entidade patronal, para contratar alguém, privilegiávamos quem era Sportinguista.
Longe vão os tempos em que os nossos filhos eram logo à nascença feitos sócios do Sporting. Éramos adultos.

E assim, fomos crescendo, fomos vivendo, e fomos conhecendo e aprendendo.

E há medida em que tudo isto ia acontecendo, a desilusão entranhou-se, e a decepção instalou-se em todos aqueles que estavam dispostos a dar a vida pelo Sporting.

Nessa circunstância, a “Era Roquette” foi determinante.
Se dúvidas houvesse, esse período nefasto e criminoso, entre 1995 e 2013, veio clarificar tudo o que de mau, detestável, e pernicioso o Sporting tinha dentro de si.

O Clube definhava, o Clube ia desaparecendo de dia para dia, o Clube ia sendo estilhaçado, os seus sócios humilhados e ostracizados, mas havia quem continuasse a defender a linhagem vergonhosa e abjecta dos vendidos, dos vergados, daqueles que nunca foram do Sporting.

Em consequência de toda esta desgraça, chegou ao Sporting, Bruno de Carvalho.
Depois de 5 anos de brilhantismo a todos os níveis, depois duma entrega total e dum fervor Sportinguista nunca antes visto, depois de devolver a honra e o orgulho aos Sportinguistas, expulsaram-no.

Expulsaram-no os mesmos de sempre. O baronato de piolhosos, a brigada do sapatinho de polimento, a matilha de mabecos, a execrável pandilha das boas maneiras e dos educadinhos, a detestável chusma da fidalguia e dos condes falidos, a repugnante camarilha dos impostores, dos ressabiados, e dos falhados, organizados em tertúlias e grupelhos de gentalha reles e nauseabunda, a infame seita dos notáveis de pacotilha e dos ridículos defensores do “somos diferentes”.

Este é o vírus maligno que não foi extirpado e exterminado a tempo, e que está instalado e espalhado por todo o Sporting. Este é o vírus que desgraçadamente contamina todo um Clube. Este é o vírus que está a matar e vai matar o Sporting.

Hoje, dizer-se que se é do mesmo Clube do que por exemplo, José Roquette e Godinho Lopes, apenas referindo o primeiro e o último carrasco da criminosa Era Roquette, onde todos os outros que pelo meio passaram afinavam pelo mesmo diapasão, é aviltante e repulsivo.

Dizer-se que se é do mesmo clube do que os Varandas, Henrique Monteiro, Daniel Oliveira, Trigo de Mira, Meneses Rodrigues, só para citar alguns, é revoltante e vergonhoso.

Hoje, aqueles que são realmente Sportinguistas, e que querem um Sporting digno, vencedor e dominador em todas vertentes, sentem nojo e vergonha desta corja infecta.

É com uma profunda tristeza, com uma enorme amargura, com uma dor dilacerante, que hoje, passados tantos anos, tenho um sentimento de vergonha em pertencer ao mesmo Clube do que toda essa escumalha que gravita dentro do Sporting.

O sofrimento é tão grande que, depois da maior pulhice a que assisti em toda a minha vida, não tenho coragem de dizer a meu Pai de 96 anos de idade, que sabendo o que sei hoje, fez mal em fazer-me Sportinguista. O desgosto que lhe dava seria enorme.

Resta-nos lutar, lutar muito, com todas as forças que temos e que não temos, de todas as maneiras e feitios, contra este sporting degradante, e contra a miserável casta que o domina.

Até à morte.

Longe vão os tempos…
 :venia: :venia: :venia: :venia: :venia: :venia:
O Sporting somos nós!...É nosso outra vez!
Nunca nos renderemos!
Se eu nascesse agora e soubesse o que sei hoje, seria do Sporting outra vez!

LONGE VÃO OS TEMPOS…

Longe vão os tempos em que, os nossos pais ao serão e ao deitar  nos transmitiam os princípios, os valores, e as conquistas dum Sporting dominador, pujante, orgulhoso.
Era o Alfredo Trindade… eram os Violinos… eram os sprints à linha de fundo e passes atrasados do Jesus Correia… eram as genialidades do Vasques… eram os golos do Peyroteo… era a classe e a arte do Travassos… eram as travessuras e as pinturas do Albano…
E era o Azevedo, o melhor guarda-redes português de todos os tempos, que até de braço ao peito foi herói, e nos deu em 1947 uma enorme conquista contra os nossos inimigos de sempre.
E era o Cardoso, o Manecas, o Canário, o Barrosa, o Veríssimo, e antes o Mourão, o Soeiro, o Pireza e o João Cruz, e ainda antes o Jorge Vieira e o Francisco Stromp. Eram tantos…
Tudo isto era magia, tudo isto fascinava, tudo isto era grandioso. Éramos crianças.
 
Longe vão os tempos em que, quando na escola, na vizinhança, nos nossos momentos de lazer - fossem eles quais fossem - conhecíamos alguém que se identificava como Sportinguista, e que para nós constituía desde logo, motivo de empatia, afinidade, identidade, e amizade. Éramos miúdos.
 
Longe vão os tempos em que andávamos diariamente à pancada com os lampiões, que escolhíamos para as nossas equipas só aqueles que eram do Sporting, que nas nossas festas de aniversário só iam os que eram do nosso Clube.
Longe vão os tempos em que, para ir para a borga, e assim chegar mais tarde ou nem dormir em casa, dizíamos aos nossos pais que ficávamos em casa de respeitáveis amigos Sportinguistas.
Longe vão os tempos em que rejeitávamos namoradas por não serem do Sporting, e que começávamos a cortar relações com supostos amigos que eram lampiões. Éramos adolescentes.

Longe vão os tempos em que na nossa vida profissional preferíamos a convivência com os nossos colegas do Sporting, e se acontecesse sermos entidade patronal, para contratar alguém, privilegiávamos quem era Sportinguista.
Longe vão os tempos em que os nossos filhos eram logo à nascença feitos sócios do Sporting. Éramos adultos.

E assim, fomos crescendo, fomos vivendo, e fomos conhecendo e aprendendo.

E há medida em que tudo isto ia acontecendo, a desilusão entranhou-se, e a decepção instalou-se em todos aqueles que estavam dispostos a dar a vida pelo Sporting.

Nessa circunstância, a “Era Roquette” foi determinante.
Se dúvidas houvesse, esse período nefasto e criminoso, entre 1995 e 2013, veio clarificar tudo o que de mau, detestável, e pernicioso o Sporting tinha dentro de si.

O Clube definhava, o Clube ia desaparecendo de dia para dia, o Clube ia sendo estilhaçado, os seus sócios humilhados e ostracizados, mas havia quem continuasse a defender a linhagem vergonhosa e abjecta dos vendidos, dos vergados, daqueles que nunca foram do Sporting.

Em consequência de toda esta desgraça, chegou ao Sporting, Bruno de Carvalho.
Depois de 5 anos de brilhantismo a todos os níveis, depois duma entrega total e dum fervor Sportinguista nunca antes visto, depois de devolver a honra e o orgulho aos Sportinguistas, expulsaram-no.

Expulsaram-no os mesmos de sempre. O baronato de piolhosos, a brigada do sapatinho de polimento, a matilha de mabecos, a execrável pandilha das boas maneiras e dos educadinhos, a detestável chusma da fidalguia e dos condes falidos, a repugnante camarilha dos impostores, dos ressabiados, e dos falhados, organizados em tertúlias e grupelhos de gentalha reles e nauseabunda, a infame seita dos notáveis de pacotilha e dos ridículos defensores do “somos diferentes”.

Este é o vírus maligno que não foi extirpado e exterminado a tempo, e que está instalado e espalhado por todo o Sporting. Este é o vírus que desgraçadamente contamina todo um Clube. Este é o vírus que está a matar e vai matar o Sporting.

Hoje, dizer-se que se é do mesmo Clube do que por exemplo, José Roquette e Godinho Lopes, apenas referindo o primeiro e o último carrasco da criminosa Era Roquette, onde todos os outros que pelo meio passaram afinavam pelo mesmo diapasão, é aviltante e repulsivo.

Dizer-se que se é do mesmo clube do que os Varandas, Henrique Monteiro, Daniel Oliveira, Trigo de Mira, Meneses Rodrigues, só para citar alguns, é revoltante e vergonhoso.

Hoje, aqueles que são realmente Sportinguistas, e que querem um Sporting digno, vencedor e dominador em todas vertentes, sentem nojo e vergonha desta corja infecta.

É com uma profunda tristeza, com uma enorme amargura, com uma dor dilacerante, que hoje, passados tantos anos, tenho um sentimento de vergonha em pertencer ao mesmo Clube do que toda essa escumalha que gravita dentro do Sporting.

O sofrimento é tão grande que, depois da maior pulhice a que assisti em toda a minha vida, não tenho coragem de dizer a meu Pai de 96 anos de idade, que sabendo o que sei hoje, fez mal em fazer-me Sportinguista. O desgosto que lhe dava seria enorme.

Resta-nos lutar, lutar muito, com todas as forças que temos e que não temos, de todas as maneiras e feitios, contra este sporting degradante, e contra a miserável casta que o domina.

Até à morte.

Longe vão os tempos…


 :clap: :clap: :clap: :clap:

Enquanto continuar a haver pessoas como o Fernando "Chirola" Carvalho eu sei bem de que lado estou na luta.

vamos sem tréguas.

LONGE VÃO OS TEMPOS…

Longe vão os tempos em que, os nossos pais ao serão e ao deitar  nos transmitiam os princípios, os valores, e as conquistas dum Sporting dominador, pujante, orgulhoso.
Era o Alfredo Trindade… eram os Violinos… eram os sprints à linha de fundo e passes atrasados do Jesus Correia… eram as genialidades do Vasques… eram os golos do Peyroteo… era a classe e a arte do Travassos… eram as travessuras e as pinturas do Albano…
E era o Azevedo, o melhor guarda-redes português de todos os tempos, que até de braço ao peito foi herói, e nos deu em 1947 uma enorme conquista contra os nossos inimigos de sempre.
E era o Cardoso, o Manecas, o Canário, o Barrosa, o Veríssimo, e antes o Mourão, o Soeiro, o Pireza e o João Cruz, e ainda antes o Jorge Vieira e o Francisco Stromp. Eram tantos…
Tudo isto era magia, tudo isto fascinava, tudo isto era grandioso. Éramos crianças.
 
Longe vão os tempos em que, quando na escola, na vizinhança, nos nossos momentos de lazer - fossem eles quais fossem - conhecíamos alguém que se identificava como Sportinguista, e que para nós constituía desde logo, motivo de empatia, afinidade, identidade, e amizade. Éramos miúdos.
 
Longe vão os tempos em que andávamos diariamente à pancada com os lampiões, que escolhíamos para as nossas equipas só aqueles que eram do Sporting, que nas nossas festas de aniversário só iam os que eram do nosso Clube.
Longe vão os tempos em que, para ir para a borga, e assim chegar mais tarde ou nem dormir em casa, dizíamos aos nossos pais que ficávamos em casa de respeitáveis amigos Sportinguistas.
Longe vão os tempos em que rejeitávamos namoradas por não serem do Sporting, e que começávamos a cortar relações com supostos amigos que eram lampiões. Éramos adolescentes.

Longe vão os tempos em que na nossa vida profissional preferíamos a convivência com os nossos colegas do Sporting, e se acontecesse sermos entidade patronal, para contratar alguém, privilegiávamos quem era Sportinguista.
Longe vão os tempos em que os nossos filhos eram logo à nascença feitos sócios do Sporting. Éramos adultos.

E assim, fomos crescendo, fomos vivendo, e fomos conhecendo e aprendendo.

E há medida em que tudo isto ia acontecendo, a desilusão entranhou-se, e a decepção instalou-se em todos aqueles que estavam dispostos a dar a vida pelo Sporting.

Nessa circunstância, a “Era Roquette” foi determinante.
Se dúvidas houvesse, esse período nefasto e criminoso, entre 1995 e 2013, veio clarificar tudo o que de mau, detestável, e pernicioso o Sporting tinha dentro de si.

O Clube definhava, o Clube ia desaparecendo de dia para dia, o Clube ia sendo estilhaçado, os seus sócios humilhados e ostracizados, mas havia quem continuasse a defender a linhagem vergonhosa e abjecta dos vendidos, dos vergados, daqueles que nunca foram do Sporting.

Em consequência de toda esta desgraça, chegou ao Sporting, Bruno de Carvalho.
Depois de 5 anos de brilhantismo a todos os níveis, depois duma entrega total e dum fervor Sportinguista nunca antes visto, depois de devolver a honra e o orgulho aos Sportinguistas, expulsaram-no.

Expulsaram-no os mesmos de sempre. O baronato de piolhosos, a brigada do sapatinho de polimento, a matilha de mabecos, a execrável pandilha das boas maneiras e dos educadinhos, a detestável chusma da fidalguia e dos condes falidos, a repugnante camarilha dos impostores, dos ressabiados, e dos falhados, organizados em tertúlias e grupelhos de gentalha reles e nauseabunda, a infame seita dos notáveis de pacotilha e dos ridículos defensores do “somos diferentes”.

Este é o vírus maligno que não foi extirpado e exterminado a tempo, e que está instalado e espalhado por todo o Sporting. Este é o vírus que desgraçadamente contamina todo um Clube. Este é o vírus que está a matar e vai matar o Sporting.

Hoje, dizer-se que se é do mesmo Clube do que por exemplo, José Roquette e Godinho Lopes, apenas referindo o primeiro e o último carrasco da criminosa Era Roquette, onde todos os outros que pelo meio passaram afinavam pelo mesmo diapasão, é aviltante e repulsivo.

Dizer-se que se é do mesmo clube do que os Varandas, Henrique Monteiro, Daniel Oliveira, Trigo de Mira, Meneses Rodrigues, só para citar alguns, é revoltante e vergonhoso.


Hoje, aqueles que são realmente Sportinguistas, e que querem um Sporting digno, vencedor e dominador em todas vertentes, sentem nojo e vergonha desta corja infecta.

É com uma profunda tristeza, com uma enorme amargura, com uma dor dilacerante, que hoje, passados tantos anos, tenho um sentimento de vergonha em pertencer ao mesmo Clube do que toda essa escumalha que gravita dentro do Sporting.

O sofrimento é tão grande que, depois da maior pulhice a que assisti em toda a minha vida, não tenho coragem de dizer a meu Pai de 96 anos de idade, que sabendo o que sei hoje, fez mal em fazer-me Sportinguista. O desgosto que lhe dava seria enorme.

Resta-nos lutar, lutar muito, com todas as forças que temos e que não temos, de todas as maneiras e feitios, contra este sporting degradante, e contra a miserável casta que o domina.

Até à morte.

Longe vão os tempos…

Revejo-me particularmente no que coloquei a bold.
E dei eu, com algum sacrifício, mais um Sportinguista a este país. Que agora me pergunta que raio de clube é este e não lhe sei responder...

Porque lá está, é Sportinguista novo. Aqueles que a croquetada detesta porque viram depressa que pode haver um Sporting gigante.
"A mim ninguém me descarta c******!No dia em que ele me descartar, é o dia em que ele cai, é o dia em que ele leva no focinho, ele como leva qualquer um"* by Pedro "Rabini" Silveira
*Ler com sotaque de mafioso de terceira dos arrabaldes de Lisboa.

LONGE VÃO OS TEMPOS…

Longe vão os tempos em que, os nossos pais ao serão e ao deitar  nos transmitiam os princípios, os valores, e as conquistas dum Sporting dominador, pujante, orgulhoso.
Era o Alfredo Trindade… eram os Violinos… eram os sprints à linha de fundo e passes atrasados do Jesus Correia… eram as genialidades do Vasques… eram os golos do Peyroteo… era a classe e a arte do Travassos… eram as travessuras e as pinturas do Albano…
E era o Azevedo, o melhor guarda-redes português de todos os tempos, que até de braço ao peito foi herói, e nos deu em 1947 uma enorme conquista contra os nossos inimigos de sempre.
E era o Cardoso, o Manecas, o Canário, o Barrosa, o Veríssimo, e antes o Mourão, o Soeiro, o Pireza e o João Cruz, e ainda antes o Jorge Vieira e o Francisco Stromp. Eram tantos…
Tudo isto era magia, tudo isto fascinava, tudo isto era grandioso. Éramos crianças.
 
Longe vão os tempos em que, quando na escola, na vizinhança, nos nossos momentos de lazer - fossem eles quais fossem - conhecíamos alguém que se identificava como Sportinguista, e que para nós constituía desde logo, motivo de empatia, afinidade, identidade, e amizade. Éramos miúdos.
 
Longe vão os tempos em que andávamos diariamente à pancada com os lampiões, que escolhíamos para as nossas equipas só aqueles que eram do Sporting, que nas nossas festas de aniversário só iam os que eram do nosso Clube.
Longe vão os tempos em que, para ir para a borga, e assim chegar mais tarde ou nem dormir em casa, dizíamos aos nossos pais que ficávamos em casa de respeitáveis amigos Sportinguistas.
Longe vão os tempos em que rejeitávamos namoradas por não serem do Sporting, e que começávamos a cortar relações com supostos amigos que eram lampiões. Éramos adolescentes.

Longe vão os tempos em que na nossa vida profissional preferíamos a convivência com os nossos colegas do Sporting, e se acontecesse sermos entidade patronal, para contratar alguém, privilegiávamos quem era Sportinguista.
Longe vão os tempos em que os nossos filhos eram logo à nascença feitos sócios do Sporting. Éramos adultos.

E assim, fomos crescendo, fomos vivendo, e fomos conhecendo e aprendendo.

E há medida em que tudo isto ia acontecendo, a desilusão entranhou-se, e a decepção instalou-se em todos aqueles que estavam dispostos a dar a vida pelo Sporting.

Nessa circunstância, a “Era Roquette” foi determinante.
Se dúvidas houvesse, esse período nefasto e criminoso, entre 1995 e 2013, veio clarificar tudo o que de mau, detestável, e pernicioso o Sporting tinha dentro de si.

O Clube definhava, o Clube ia desaparecendo de dia para dia, o Clube ia sendo estilhaçado, os seus sócios humilhados e ostracizados, mas havia quem continuasse a defender a linhagem vergonhosa e abjecta dos vendidos, dos vergados, daqueles que nunca foram do Sporting.

Em consequência de toda esta desgraça, chegou ao Sporting, Bruno de Carvalho.
Depois de 5 anos de brilhantismo a todos os níveis, depois duma entrega total e dum fervor Sportinguista nunca antes visto, depois de devolver a honra e o orgulho aos Sportinguistas, expulsaram-no.

Expulsaram-no os mesmos de sempre. O baronato de piolhosos, a brigada do sapatinho de polimento, a matilha de mabecos, a execrável pandilha das boas maneiras e dos educadinhos, a detestável chusma da fidalguia e dos condes falidos, a repugnante camarilha dos impostores, dos ressabiados, e dos falhados, organizados em tertúlias e grupelhos de gentalha reles e nauseabunda, a infame seita dos notáveis de pacotilha e dos ridículos defensores do “somos diferentes”.

Este é o vírus maligno que não foi extirpado e exterminado a tempo, e que está instalado e espalhado por todo o Sporting. Este é o vírus que desgraçadamente contamina todo um Clube. Este é o vírus que está a matar e vai matar o Sporting.

Hoje, dizer-se que se é do mesmo Clube do que por exemplo, José Roquette e Godinho Lopes, apenas referindo o primeiro e o último carrasco da criminosa Era Roquette, onde todos os outros que pelo meio passaram afinavam pelo mesmo diapasão, é aviltante e repulsivo.

Dizer-se que se é do mesmo clube do que os Varandas, Henrique Monteiro, Daniel Oliveira, Trigo de Mira, Meneses Rodrigues, só para citar alguns, é revoltante e vergonhoso.

Hoje, aqueles que são realmente Sportinguistas, e que querem um Sporting digno, vencedor e dominador em todas vertentes, sentem nojo e vergonha desta corja infecta.

É com uma profunda tristeza, com uma enorme amargura, com uma dor dilacerante, que hoje, passados tantos anos, tenho um sentimento de vergonha em pertencer ao mesmo Clube do que toda essa escumalha que gravita dentro do Sporting.

O sofrimento é tão grande que, depois da maior pulhice a que assisti em toda a minha vida, não tenho coragem de dizer a meu Pai de 96 anos de idade, que sabendo o que sei hoje, fez mal em fazer-me Sportinguista. O desgosto que lhe dava seria enorme.

Resta-nos lutar, lutar muito, com todas as forças que temos e que não temos, de todas as maneiras e feitios, contra este sporting degradante, e contra a miserável casta que o domina.

Até à morte.

Longe vão os tempos…

 :clap:

LONGE VÃO OS TEMPOS…

Longe vão os tempos em que, os nossos pais ao serão e ao deitar  nos transmitiam os princípios, os valores, e as conquistas dum Sporting dominador, pujante, orgulhoso.
Era o Alfredo Trindade… eram os Violinos… eram os sprints à linha de fundo e passes atrasados do Jesus Correia… eram as genialidades do Vasques… eram os golos do Peyroteo… era a classe e a arte do Travassos… eram as travessuras e as pinturas do Albano…
E era o Azevedo, o melhor guarda-redes português de todos os tempos, que até de braço ao peito foi herói, e nos deu em 1947 uma enorme conquista contra os nossos inimigos de sempre.
E era o Cardoso, o Manecas, o Canário, o Barrosa, o Veríssimo, e antes o Mourão, o Soeiro, o Pireza e o João Cruz, e ainda antes o Jorge Vieira e o Francisco Stromp. Eram tantos…
Tudo isto era magia, tudo isto fascinava, tudo isto era grandioso. Éramos crianças.
 
Longe vão os tempos em que, quando na escola, na vizinhança, nos nossos momentos de lazer - fossem eles quais fossem - conhecíamos alguém que se identificava como Sportinguista, e que para nós constituía desde logo, motivo de empatia, afinidade, identidade, e amizade. Éramos miúdos.
 
Longe vão os tempos em que andávamos diariamente à pancada com os lampiões, que escolhíamos para as nossas equipas só aqueles que eram do Sporting, que nas nossas festas de aniversário só iam os que eram do nosso Clube.
Longe vão os tempos em que, para ir para a borga, e assim chegar mais tarde ou nem dormir em casa, dizíamos aos nossos pais que ficávamos em casa de respeitáveis amigos Sportinguistas.
Longe vão os tempos em que rejeitávamos namoradas por não serem do Sporting, e que começávamos a cortar relações com supostos amigos que eram lampiões. Éramos adolescentes.

Longe vão os tempos em que na nossa vida profissional preferíamos a convivência com os nossos colegas do Sporting, e se acontecesse sermos entidade patronal, para contratar alguém, privilegiávamos quem era Sportinguista.
Longe vão os tempos em que os nossos filhos eram logo à nascença feitos sócios do Sporting. Éramos adultos.

E assim, fomos crescendo, fomos vivendo, e fomos conhecendo e aprendendo.

E há medida em que tudo isto ia acontecendo, a desilusão entranhou-se, e a decepção instalou-se em todos aqueles que estavam dispostos a dar a vida pelo Sporting.

Nessa circunstância, a “Era Roquette” foi determinante.
Se dúvidas houvesse, esse período nefasto e criminoso, entre 1995 e 2013, veio clarificar tudo o que de mau, detestável, e pernicioso o Sporting tinha dentro de si.

O Clube definhava, o Clube ia desaparecendo de dia para dia, o Clube ia sendo estilhaçado, os seus sócios humilhados e ostracizados, mas havia quem continuasse a defender a linhagem vergonhosa e abjecta dos vendidos, dos vergados, daqueles que nunca foram do Sporting.

Em consequência de toda esta desgraça, chegou ao Sporting, Bruno de Carvalho.
Depois de 5 anos de brilhantismo a todos os níveis, depois duma entrega total e dum fervor Sportinguista nunca antes visto, depois de devolver a honra e o orgulho aos Sportinguistas, expulsaram-no.

Expulsaram-no os mesmos de sempre. O baronato de piolhosos, a brigada do sapatinho de polimento, a matilha de mabecos, a execrável pandilha das boas maneiras e dos educadinhos, a detestável chusma da fidalguia e dos condes falidos, a repugnante camarilha dos impostores, dos ressabiados, e dos falhados, organizados em tertúlias e grupelhos de gentalha reles e nauseabunda, a infame seita dos notáveis de pacotilha e dos ridículos defensores do “somos diferentes”.

Este é o vírus maligno que não foi extirpado e exterminado a tempo, e que está instalado e espalhado por todo o Sporting. Este é o vírus que desgraçadamente contamina todo um Clube. Este é o vírus que está a matar e vai matar o Sporting.

Hoje, dizer-se que se é do mesmo Clube do que por exemplo, José Roquette e Godinho Lopes, apenas referindo o primeiro e o último carrasco da criminosa Era Roquette, onde todos os outros que pelo meio passaram afinavam pelo mesmo diapasão, é aviltante e repulsivo.

Dizer-se que se é do mesmo clube do que os Varandas, Henrique Monteiro, Daniel Oliveira, Trigo de Mira, Meneses Rodrigues, só para citar alguns, é revoltante e vergonhoso.

Hoje, aqueles que são realmente Sportinguistas, e que querem um Sporting digno, vencedor e dominador em todas vertentes, sentem nojo e vergonha desta corja infecta.

É com uma profunda tristeza, com uma enorme amargura, com uma dor dilacerante, que hoje, passados tantos anos, tenho um sentimento de vergonha em pertencer ao mesmo Clube do que toda essa escumalha que gravita dentro do Sporting.

O sofrimento é tão grande que, depois da maior pulhice a que assisti em toda a minha vida, não tenho coragem de dizer a meu Pai de 96 anos de idade, que sabendo o que sei hoje, fez mal em fazer-me Sportinguista. O desgosto que lhe dava seria enorme.

Resta-nos lutar, lutar muito, com todas as forças que temos e que não temos, de todas as maneiras e feitios, contra este sporting degradante, e contra a miserável casta que o domina.

Até à morte.

Longe vão os tempos…


É a sintese do momento atual do ainda NOSSO Sporting Clube de Portugal.

L SL
GARRA
Até 2013 fomos medrosos e cobardes e deixámos que fizessem de tudo ao clube, não se por engano ou por outro motivo qualquer conseguimos supostamente correr com a corja do Sporting mas em vez de se colocarem ao lado do lider que mudou o Sporting o que fizeram os sportinguistas?
Simplemente tornaram-se em caraventos, o sportinguista é o "bicho" que conheço mais fraco de espirito e desprovenido de vontade própria, deixa-se influenciar por tudo e por todos, acobarda-se perante as primeiras pedras que nos são atiradas e rapidamente volta ao seu estado letargia que tanto se habituou até 2013!
É porque não é bonito falar no Facebook, é porque não é bonito responsabilizar quem quer fazer mal ao Sporting, é porque não é bonito não vestir roupa de marca, é porque não é bonito ter o estádio cheio, é porque não é bonito confrontar as Tanias Laranjo cá do burgo, é porque não é bonito enfrentar os nossos rivais, é porque não é bonito lutarmos contra os nossos rivais, o que é bonito é sermos simpáticos, não sermos feios porcos e maus, é mais bonito não lutarmos por titulos, sim lutar por titulos porque vencer só pode vencer um mas prefiro perder durante 20 anos e sentir que lutámos do que perder durante 20 anos e sermos um clube de mansos e cobardes!
Claro que o confronto tem de ser inevitável, claro que temos de fazer cair o Varandas mas só isso não basta, o que temos de fazer é ficarmos sempre ao lado de um verdadeiro lider, porque não tenham duvidas que do que precisamos é de mais "Carvalhice" e mais fervor e garra no topo da piramide e o que temos agora é a betice, a pulhice e a falta de respeito pelo associado e pelo adepto, eles estão-se a cagar para nós!
E esperem pela maior porrada que vamos levar quando o Sporting perder a maioria na SAD, aí sim vão chorar e sabem o que vos vou dizer?
- Vão para o c******, vocês não serviram o Sporting seus m***** do G71!
O Sporting somos nós!...É nosso outra vez!
Nunca nos renderemos!
Se eu nascesse agora e soubesse o que sei hoje, seria do Sporting outra vez!
BdC terá de novo oportunidade para brilhar, se assim quiser. Se tiver aprendido com os seus extensos erros. Isto não é esquecer as suas virtudes, que também são extensas.

Perdeu os sócios. Perdeu quem o rodeava, não soube ter paciência. Quis tudo no momento. É verdade que não era fácil, que nenhum de nós teria feito melhor, mas para a missão que BdC personificava - foi um fim inglório, que ele podia ter bem evitado, porque isso também define a presidência de um clube com a envergadura do Sporing, isto é, saber esperar pelos momentos certos.

Para os que acham que chegou o fim de BdC, tenham calma (alguns terão medo, até), mas aquela alma foi criada para isto - para servir este clube. O destino irá confirmar de novo BdC. Esta pausa, que se adivinha longa, só lhe fará bem, directamente e.... indirectamente, até porque sabemos que a auto destruição do Sporting é uma constante.

BdC irá se reerguer, com novo conhecimento, com novas abordagens. Seja em 5, 10, 15 anos.

Mais ou menos isto o que penso também...terá de ser o BDC 1, mas demorará o seu tempo.
Aliás o próprio, tipo assinou por baixo o que escreves-te.
Mas agora é tempo de não «morder» mais no Leão..está ferido e temos de o deixar recuperar, quando recuperar poderá vir mais forte que nunca.

Com atitudes de «combate» só estaremos a andar para trás, é tempo de «dar tempo», sempre atentos à evolução do clube. Por mim como adepto participativo de muitos anos, não acho que BDC descobriu alguma «pólvora»..e por mim também, já enjoa essa dos croquetes...é a coisa mais simples do mundo, TODOS OS CLUBES DO MUNDO TÊM MONTES DAQUILO A QUE CHAMAM CROQUETES, assim como todas as outras instituições.

Há n pessoas que pensam e vêm a vida de n formas, e têm todo o direito, negar isto é negar aquilo que muitos aqui próprios defendem, ou seja não faz sentido!!

Isto não é ser manso, se o consideram, também vão ter sempre alguém a apelida-los do que quiserem e acreditem que ocorrem montes de palavras e adjectivos muito pouco abonatórios. Isto não é um antro de violências e agressões ao próprio clube sem nexo...só porque um é o Varandas, outro o Ricci, outro o BDC, ou o Ferreira e o Benedito...e o tonho e tal...o que interessa aqui e agora é mesmo o SPORTING, que está muito ferido e precisa de ajuda...quem não aceitar isto, não pode estar no clube por bem, está a tentar minar e atacar o clube, não um gajo que por acaso agora é o presidente do SCP...com TODO o DIREITO, pois ganhou as eleições...e que eu saiba não cometeu nenhum crime ou prejudicou o clube seja naquilo que for. Excepto para aqueles que vêm fantasmas diáriamente em todo o lado, ou que adoram o «caos» ou o «contra»..mas isso é f****r o clube e nem nisso reparam!

Já chega por esta semana.. :mrgreen:..vamos é todos puxar pelos nossos futuros grandes jogadores
as 11h em Alcochete contra os orcs...sff.

Bom carnaval p todos.
Melhor viver um dia de leão, do que cem anos de cordeiro.

"Citação de: Dakine em Ontem às 10:33
Apoiei o Varandas porque é de longe o melhor projecto que apresentaram ao Clube nos últimos anos, melhor que o do BdC. Basta comparar as equipas de um e de outro, e mesmo em medidas se vê logo, um em poucos meses começou a olhar para os problemas de fundo do Clube e a tomar medidas estruturantes com uma estrutura profissional, o outro andava ao sabor do vento consoante o treinador e ao fim de cinco anos podemos dizer que não havia estrutura, a estrutura era ele e o JJ. Incrível.
Digo mais, se o Sporting com este projecto e um Presidente com este background no futebol não conseguir quebrar o jejum neste mandato mais vale fechar as portas porque não vamos ganhar o Campeonato nunca!"