Almamy Touré seguido para 2019/2020

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Precisamos de um lateral direito mas não quero um com as características do Toure.
Um exemplo no 4-4-2 em losango...a equipa ganha superioridade no corredor central, que leva o adversário a jogar mais por dentro (ex: Médio interior, leva o lateral da equipa adversária) e com uma boa posse e ciruculação, bola batida no corredor e vem o lateral embalado.

Exactamente o que eu disse: mesmo que funcione (e não será muito tempo, mas a situação em si decorre e abre uma janela), se na ala o lateral, embalado, de mota ou a contar os passos, for uma m**** tecnicamente, no máximo chega à linha de fundo. Vamos partir do principio que ele consegue mesmo lá chegar, mesmo correndo 40 ou 30 metros com a bola (ou mesmo 20, tudo bem), se tiver um Saber (tipo com uma rapidez do caraças, mas uma m**** a cruzar), isso vale do quê?

Mas mais ainda. Eu faço isso e tenho um bom lateral numa ala e um fraquito (a atacar, subentenda-se) na outra. Necessariamente os meus jogadores vão escolher o lado forte, porque eles sabem o que têm e o que trará maiores possibilidades de sucesso. Tudo bem. Mais cedo ou mais tarde, o adversário adapta-se, mesmo sacrificando a vigilância do outro lado. Mete um ponta a fechar mais por dentro e a equipa cai sobre o centro e essa ala. A outra que se lixe, eles se querem sair por ali, saiam. Aparece embalado? Melhor. Quanto mais embalado, mais as dificuldades técnicas sobressaem.

Não houve então confusão alguma na minha interpretação. Que podia ser o caso, partir de quadros de referência diferentes. Mas não.

Agora, tenta lá convencer alguém que o Miguel Garcia ia criar perigo nessa situação, por mais embalado que fosse.

E não necessita de ser losango. Essa m**** faz-se com outros modelos de referência.

Atriar num corredor e sair no contrário:

sai no corredor direito, fica cheio (obriga o adversa´rio a fechar no corredor da bola e central) viramos o centro de jogo rápido, o adversário não consegue bascular e damos logo largura  eprofundidade pelo corredor esquerdo.

Certo, também foi a outra situação de que falei. Eu tenho o Marcelo de um lado. Até tenho o CR7 desse lado. Sai bola pela esquerda e a meio-campo vario rapidamente, sendo que a equipa adversária não consegue bascular a tempo, criando dois segundos em que o lateral adversário tem campo aberto (2 segundos no futebol são uma eternidade para criar desequilíbrios). Do outro lado está o Mário Sérgio, a bola chega a ele. Ele faz o quê? Não tem pés para aquela m****! Está lá o Pedro Silva, rápido e com corpanzil para aguentar o choque quando chegar algum adversário. Mete o pé na bola e cruza para trás da baliza. Ganhei o quê?

Mais uma vez, não houve confusão nenhuma. Quadros de referência iguais. Mas força em tentar convencer alguém que nessa situação um treinador abdica de um central mais ofensivo e tecnicamente dotado para ter engodos ou compensar o outro lado.

Aliás, há aqui um coisa que nem sequer abordei. Dizes, páginas tantas, que um treinador dá missões diferentes aos laterais a bem do equilíbrio da equipa. Tudo bem, há situações em que isso pode acontecer. Lá está, se eu quiser variar o número de jogadores na zona defensiva e tiver médios e avançados que consigam compensar essa variação, perfeito. Nem vou discutir isso, porque até eu já defendi a aposta em centrais que desenrascam defensivamente na lateral ou conseguem chegar a meio-campo sem perder a bola. Mas isso é para passar de um sistema para outro. E tenho de ter 10 jogadores que caibam nessa ideia. Que não é o que aparece nos teus exemplos.

Esse exemplos são clássicos de ideias que pedem dois laterais fortes a atacar. Porque eu não vou compensar nada se tiver de atacar sempre pelo mesmo lado, porque no outro o tipo é fraquito. Defende bem, mas atacar... coiso e tal. Não, não posso ter esse luxo.
“A lot of football success is in the mind. You must believe you are the best and then make sure that you are.” - Bill Shankly
Um exemplo no 4-4-2 em losango...a equipa ganha superioridade no corredor central, que leva o adversário a jogar mais por dentro (ex: Médio interior, leva o lateral da equipa adversária) e com uma boa posse e ciruculação, bola batida no corredor e vem o lateral embalado.

Exactamente o que eu disse: mesmo que funcione (e não será muito tempo, mas a situação em si decorre e abre uma janela), se na ala o lateral, embalado, de mota ou a contar os passos, for uma m**** tecnicamente, no máximo chega à linha de fundo. Vamos partir do principio que ele consegue mesmo lá chegar, mesmo correndo 40 ou 30 metros com a bola (ou mesmo 20, tudo bem), se tiver um Saber (tipo com uma rapidez do caraças, mas uma m**** a cruzar), isso vale do quê?

Mas mais ainda. Eu faço isso e tenho um bom lateral numa ala e um fraquito (a atacar, subentenda-se) na outra. Necessariamente os meus jogadores vão escolher o lado forte, porque eles sabem o que têm e o que trará maiores possibilidades de sucesso. Tudo bem. Mais cedo ou mais tarde, o adversário adapta-se, mesmo sacrificando a vigilância do outro lado. Mete um ponta a fechar mais por dentro e a equipa cai sobre o centro e essa ala. A outra que se lixe, eles se querem sair por ali, saiam. Aparece embalado? Melhor. Quanto mais embalado, mais as dificuldades técnicas sobressaem.

Não houve então confusão alguma na minha interpretação. Que podia ser o caso, partir de quadros de referência diferentes. Mas não.

Agora, tenta lá convencer alguém que o Miguel Garcia ia criar perigo nessa situação, por mais embalado que fosse.

E não necessita de ser losango. Essa m**** faz-se com outros modelos de referência.

Atriar num corredor e sair no contrário:

sai no corredor direito, fica cheio (obriga o adversa´rio a fechar no corredor da bola e central) viramos o centro de jogo rápido, o adversário não consegue bascular e damos logo largura  eprofundidade pelo corredor esquerdo.

Certo, também foi a outra situação de que falei. Eu tenho o Marcelo de um lado. Até tenho o CR7 desse lado. Sai bola pela esquerda e a meio-campo vario rapidamente, sendo que a equipa adversária não consegue bascular a tempo, criando dois segundos em que o lateral adversário tem campo aberto (2 segundos no futebol são uma eternidade para criar desequilíbrios). Do outro lado está o Mário Sérgio, a bola chega a ele. Ele faz o quê? Não tem pés para aquela m****! Está lá o Pedro Silva, rápido e com corpanzil para aguentar o choque quando chegar algum adversário. Mete o pé na bola e cruza para trás da baliza. Ganhei o quê?

Mais uma vez, não houve confusão nenhuma. Quadros de referência iguais. Mas força em tentar convencer alguém que nessa situação um treinador abdica de um central mais ofensivo e tecnicamente dotado para ter engodos ou compensar o outro lado.

Aliás, há aqui um coisa que nem sequer abordei. Dizes, páginas tantas, que um treinador dá missões diferentes aos laterais a bem do equilíbrio da equipa. Tudo bem, há situações em que isso pode acontecer. Lá está, se eu quiser variar o número de jogadores na zona defensiva e tiver médios e avançados que consigam compensar essa variação, perfeito. Nem vou discutir isso, porque até eu já defendi a aposta em centrais que desenrascam defensivamente na lateral ou conseguem chegar a meio-campo sem perder a bola. Mas isso é para passar de um sistema para outro. E tenho de ter 10 jogadores que caibam nessa ideia. Que não é o que aparece nos teus exemplos.

Esse exemplos são clássicos de ideias que pedem dois laterais fortes a atacar. Porque eu não vou compensar nada se tiver de atacar sempre pelo mesmo lado, porque no outro o tipo é fraquito. Defende bem, mas atacar... coiso e tal. Não, não posso ter esse luxo.

Para concluir; vou só salientar que não é preciso que seja o lateral a dar largura e profundidade no corredor contrário, pode muito bem ser o médio ala ou  mesmo um dos avançados.

O Objetivo de atriar de um lado e sair no outro é:

- ficar 1x1 sem coberturas.

Enquanto ao atacar no corredor que sais normalmente o adversa´rio esta posicionado nesse corredor e no central...logo se vais no 1x1 tens logo a cobertura.

Nota: 1 dos obejtivos , outro pode ser marcar os ritmo de jogo, bem como desgastares o adversário.
Precisamos de um lateral direito mas não quero um com as características do Toure.
Precisávamos era do Piccini!
Saudações Leoninas
E reforços a sério quando chegam ?
E reforços a sério quando chegam ?

Acho que a resposta será "não chegam" mas veremos ainda hoje é dia 10.
"O Sporting tem os melhores adeptos do Mundo mas os piores sócios do Mundo porque são, constantemente, incapazes de decidir o melhor para o clube" PMR, 1/11/2018

CONTRA TUDO E CONTRA TODOS! SPORTING SEMPRE!
Precisamos de um lateral direito mas não quero um com as características do Toure.
Precisávamos era do Piccini!

Não era o Piccini que ia fazer diferença. Gostava mesmo de um lateral com o perfil do Nélson Semedo ou do Danilo. Esses sim, fazem a diferença. Agora Piccinis e Acuñas...mediocridade a mais.
Find what you love and let it kill you.