Marcel Keizer - Treinador do Sporting Clube de Portugal

Sergio Rodrigues, Macaku e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Uma pequena observação:

Assisti ao inicio do treino do Paulo Fonseca na Roma. Os jogadores estavam a treinar pressão alta, empenhados. Logo no 1º dia. Isto nas poucas imagens que deram.

Nos treinos do Sporting, o que eu vejo é ppl na galhofa, a darem umas voltas ao campo, a fazerem uns alongamentos, peladinhas na descontra, etc.

Maus indícios. Mas agora, o Keiser tem a pré-época toda para mostrar porque foi o cérebro daquele Ajax semi-finalista da Champions.


Como é que ele mostra que foi uma coisa que não foi? :rotfl:

Estava a ser sarcástico  :)

Mas há apoiantes do Varandas que ainda acreditam nisso do Keiser, o grande obreiro deste Ajax.

Uma pequena observação:

Assisti ao inicio do treino do Paulo Fonseca na Roma. Os jogadores estavam a treinar pressão alta, empenhados. Logo no 1º dia. Isto nas poucas imagens que deram.

Nos treinos do Sporting, o que eu vejo é ppl na galhofa, a darem umas voltas ao campo, a fazerem uns alongamentos, peladinhas na descontra, etc.

Maus indícios. Mas agora, o Keiser tem a pré-época toda para mostrar porque foi o cérebro daquele Ajax semi-finalista da Champions.


Como é que ele mostra que foi uma coisa que não foi? :rotfl:

Estava a ser sarcástico  :)

Mas há apoiantes do Varandas que ainda acreditam nisso do Keiser, o grande obreiro deste Ajax.



O Ajax topou logo...foi corrido em pouco tempo. O homem é mais que fraco.
Ninguém aqui, pelo menos eu não , está a desvalorizar a importância do discurso. Agora isso de ser melhor perder a dizer que se vai ganhar do que perder a dizer que apenas se vai tentar fazer melhor para mim é a mesma m****, é perder.


O facto de não ter visto competência na antiga estrutura para vencer não quer dizer que veja nesta, que não vejo. Se uma era desorganizada e tinha nomes de m****, sem currículo...desta pouco conheço da estrutura, aliás, nem sei que estrutura temos.


No entanto sou pragmático, só quero que ganhem, se ganharem estamos muito bem, se perderem estamos muito mal. Esta estrutura na primeira época ganhou dois títulos, acham que foram cagados , que foi sorte etc? Tudo bem, foram ganhos, a mim é o que interessa. Se a época passada me deu qualquer indicação de que vamos lutar pelo campeonato este ano? Não, e o Keizer podia repetir isso mil vezes, o Varandas também...não mudava nada. Assim como não mudou quando o Bruno de Carvalho o disse....

E como disse anteriormente, as perspetivas eram que íamos piorar e que não havia planos para criar uma estrutura sólida para o futebol. Andávamos ao sabor do vento e sem saber muito bem o que ia ser feito.

Parecia (e era) tudo muito amador ao nível do futebol. Tudo porque o presidente queria mandar em algo que claramente devia ter delegado e criado uma estrutura para o fazer.

Tenho mixed feelings sobre o teu texto. Por um lado, percebo a tua descrença à luz do que pensavas sobre JJ e até associo a questão da "estrutura" ao tal regime presidencialista. Mas, por outro, eu acho que a falta de profissionalismo demonstrada, na criação de uma estrutura, ainda assim, se revelou bastante mais eficiente do que qualquer outro período da nossa história, de que tenho memória.

Nunca o Sporting teve tantos activos vendáveis, como no mandato anterior.

E se é certo que havia o que fazer melhor, tenho dúvidas de que, no meio de ineficiências, o destino fosse andar para trás.

No Sporting, já tivemos todos os modelos de gestão desportiva e nenhum funcionou, se por funcionar entedermos ganhar um título. Mas tenho a minha opinião sobre as razões, que nos são próprias, para o percurso rumo ao sucesso ser, ciclicamente, interrompido.

Isso também depende do que entendemos por eficiência, para mim eficiência é ganhar títulos, e nisso não houve qualquer eficiência.


Quanto ao Sporting já ter tido todos os modelos, discordo. O Sporting nunca profissionalizou o seu futebol, ora tínhamos regimes Presidencialistas, ora tínhamos directores que funcionavam como agentes de jogadores, um comercial com carteira de clientes...olá Freitas.

Com Bruno de Carvalho passou pelo Sporting Inácio numa primeira fase, zero currículo nas funções, falou-se em homogeneizar a formação com a táctica da A, nunca se viu isso, até porque os 3 treinadores que passaram nessa fase tinham ideias tácticas completamente distintas, falou-se em 23 jogadores mais equipa B, contratações cirúrgicas de 4/5 jogadores,nunca foi assim, vieram camiões de jogadores e até se acabou com a B. Depois passa-se para JJ, que enche o clube de Otávios e Maneis...para ter amigos com ele, que não vieram fazer nada.
Quanto ao ter o caminho para o sucesso interrompido, as duas últimas temporadas deram dois terceiros lugares e uma Taça da Liga, e andávamos com um Geraldes como director desportivo,mais uma vez ia-se mudar tudo...que continuidade é que se cortou?

Sim, Nuno, já tivemos todos os modelos. Já tiveste um regime presidencialista, vice-presidencialista, director desportivo, gajos na SAD que "sabiam" de futebol.

Podemos discutir e filosofar o que quisermos sobre modelos e estruturas mas tudo se resume às pessoas.

Tu não tens um modelo que seja imune ao treinador que não quer trabalhar com gente da formação, que estabelece pontes com os responsáveis da formação por ter um complexo de inferioridade perante gajos licenciados, que, por muito bom que seja o scouting e o director desportivo, encosta os jogadores que lhe são postos à disposição, etc e tal.

No Sporting, acredito que o Inácio tivesse um papel interventivo nas decisões do futebol. Mas, a partir da sua saída, fossem quais fossem as marionetas nos lugares, o futebol resumia-se à vontade de 2 pessoas: BdC e JJ.

Vou dar um exemplo, que já explanei várias vezes, de como um modelo ou uma estrutura, por melhor que possam ser, caem pela base quando não se faz uma análise correcta da situação. Na passagem do primeiro para o segundo ano do JJ, o Sporting perdeu qualidade futebolística. Do segundo para o terceiro, idem. No entanto, pelo sucedido na primeira época e pelo incremento do investimento feito no futebol, as expectativas e o nível de exigência atingiram os píncaros. Do meu ponto de vista, as decisões que contribuíram para o empobrecimento qualitativo foram erros de análise que, ainda assim, não tiveram qualquer papel na hora de exigir ganhar o campeonato.

Tivemos equipas mais caras e piores, do que aquela que perdeu um campeonato com 85 pontos, e o nível de exigência foi altíssimo. Isto não faz sentido. E isto não depende de uma estrutura profissional de topo: depende de bom senso e capacidade de análise para a tomada de decisões, bem como de uma capacidade comunicativa de qualidade.

Eu não concebo que um treinador possa ser isolado do processo de escolha de um plantel. Um gajo com personalidade e brio não come a m**** que lhe põem à frente, só por lha terem posto à frente.  E isso tem que ser contrabalançado com as limitações do clube, no domínio financeiro e na capacidade para pagar e atrair jogadores. Nesta relação de equilíbrio entre as necessidades e exigências do treinador e a capacidade financeira do clube, reside a chave para estares mais perto do sucesso.

O exemplo da perda qualitativa do plantel, ano após ano, sem reflexo na redução de custos, é bom para demonstrar o que entendo por interrupção de um rumo. O Sporting tinha uma política de construção e consolidação de uma equipa, que foi desfeita em pouco tempo, sem que tivessem sido tomadas decisões tendentes a uma passagem de testemunho mais tranquila. E no processo, inverteu-se uma tendência para aproveitamento de recursos internos, associada a uma estratégia de actuação no mercado mais agressiva. O que digo é que, de uma maneira ou de outra, nós interrompemos abruptamente caminhos estratégicos e, em certa medida, vocacionais, por circunstâncias recorrentes, ligadas a insucessos parciais.


Eu não via era qualquer caminho estratégico. Até porque ia mudar tudo outra vez, ou o novo treinador ia escolher os jogadores como fazia o Jesus, o Geraldes continuava? O que se ia fazer com o Scouting?


Repara, o modelo para o futebol que o Bruno de Carvalho apresentou, com base num documento feito pelo José Eduardo, foi um dos motivos que me levou a apoiar a sua candidatura, no papel estava “bonito “.

- Plantel principal curto com suporte na equipa B.

- Contratações cirúrgicas, 4/5.

- Encadeamento táctico entre a formação e a A, com treinadores escolhidos dentro de uma ideia de futebol à Sporting, treinador principal inclusive.

- estrutura para o futebol independente da equipa técnica e que teria continuidade fosse quem fosse o treinador, quer no plano da performance quer no plano do mercado, de forma a solidificar o futebol Sporting.


Entre outras.


Nada disto foi aplicado, nada. Dezenas de contratações, 3 treinadores que tacticamente são de mundos diferentes, estrutura que mudava ao sabor do vento, neste caso de Jesus que fez mais de metade do mandato.


Claro que as pessoas interessam, óbvio, competência, experiência, conhecimento... mas também interessa a ideia de estrutura, só depois escolhes as pessoas, não é por acaso que os clubes com sucesso adoptam certas políticas e ideias. E vou dar aqui um exemplo que conheço bem, a Juventus penou quando regressou à primeira, meio da tabela, mau futebol, dinheiro deitado ao lixo...até que decide, primeiro, montar uma estrutura, com uma ideia, segundo contratar pessoas competentes e com currículo, estrutura essa que por fim escolhe o treinador, Conte. Regressa o domínio interno, começam a fazer carreira na Liga Europa...acaba esta fase na minha opinião com a final da Champions. Agora têm imenso dinheiro e a política vai alterando...mas foi essa estrutura que permitiu chegar a esse ponto. E aqui não foi só uma questão de milhões, os de Milão também o gastaram, não têm é estrutura. A ver vamos se o Inter consegue alterar isso.


Não se quebrou nenhuma lógica, porque não havia lógica nenhuma...
Ninguém aqui, pelo menos eu não , está a desvalorizar a importância do discurso. Agora isso de ser melhor perder a dizer que se vai ganhar do que perder a dizer que apenas se vai tentar fazer melhor para mim é a mesma m****, é perder.


O facto de não ter visto competência na antiga estrutura para vencer não quer dizer que veja nesta, que não vejo. Se uma era desorganizada e tinha nomes de m****, sem currículo...desta pouco conheço da estrutura, aliás, nem sei que estrutura temos.


No entanto sou pragmático, só quero que ganhem, se ganharem estamos muito bem, se perderem estamos muito mal. Esta estrutura na primeira época ganhou dois títulos, acham que foram cagados , que foi sorte etc? Tudo bem, foram ganhos, a mim é o que interessa. Se a época passada me deu qualquer indicação de que vamos lutar pelo campeonato este ano? Não, e o Keizer podia repetir isso mil vezes, o Varandas também...não mudava nada. Assim como não mudou quando o Bruno de Carvalho o disse....

E como disse anteriormente, as perspetivas eram que íamos piorar e que não havia planos para criar uma estrutura sólida para o futebol. Andávamos ao sabor do vento e sem saber muito bem o que ia ser feito.

Parecia (e era) tudo muito amador ao nível do futebol. Tudo porque o presidente queria mandar em algo que claramente devia ter delegado e criado uma estrutura para o fazer.

Tenho mixed feelings sobre o teu texto. Por um lado, percebo a tua descrença à luz do que pensavas sobre JJ e até associo a questão da "estrutura" ao tal regime presidencialista. Mas, por outro, eu acho que a falta de profissionalismo demonstrada, na criação de uma estrutura, ainda assim, se revelou bastante mais eficiente do que qualquer outro período da nossa história, de que tenho memória.

Nunca o Sporting teve tantos activos vendáveis, como no mandato anterior.

E se é certo que havia o que fazer melhor, tenho dúvidas de que, no meio de ineficiências, o destino fosse andar para trás.

No Sporting, já tivemos todos os modelos de gestão desportiva e nenhum funcionou, se por funcionar entedermos ganhar um título. Mas tenho a minha opinião sobre as razões, que nos são próprias, para o percurso rumo ao sucesso ser, ciclicamente, interrompido.

Isso também depende do que entendemos por eficiência, para mim eficiência é ganhar títulos, e nisso não houve qualquer eficiência.


Quanto ao Sporting já ter tido todos os modelos, discordo. O Sporting nunca profissionalizou o seu futebol, ora tínhamos regimes Presidencialistas, ora tínhamos directores que funcionavam como agentes de jogadores, um comercial com carteira de clientes...olá Freitas.

Com Bruno de Carvalho passou pelo Sporting Inácio numa primeira fase, zero currículo nas funções, falou-se em homogeneizar a formação com a táctica da A, nunca se viu isso, até porque os 3 treinadores que passaram nessa fase tinham ideias tácticas completamente distintas, falou-se em 23 jogadores mais equipa B, contratações cirúrgicas de 4/5 jogadores,nunca foi assim, vieram camiões de jogadores e até se acabou com a B. Depois passa-se para JJ, que enche o clube de Otávios e Maneis...para ter amigos com ele, que não vieram fazer nada.
Quanto ao ter o caminho para o sucesso interrompido, as duas últimas temporadas deram dois terceiros lugares e uma Taça da Liga, e andávamos com um Geraldes como director desportivo,mais uma vez ia-se mudar tudo...que continuidade é que se cortou?

Sim, Nuno, já tivemos todos os modelos. Já tiveste um regime presidencialista, vice-presidencialista, director desportivo, gajos na SAD que "sabiam" de futebol.

Podemos discutir e filosofar o que quisermos sobre modelos e estruturas mas tudo se resume às pessoas.

Tu não tens um modelo que seja imune ao treinador que não quer trabalhar com gente da formação, que estabelece pontes com os responsáveis da formação por ter um complexo de inferioridade perante gajos licenciados, que, por muito bom que seja o scouting e o director desportivo, encosta os jogadores que lhe são postos à disposição, etc e tal.

No Sporting, acredito que o Inácio tivesse um papel interventivo nas decisões do futebol. Mas, a partir da sua saída, fossem quais fossem as marionetas nos lugares, o futebol resumia-se à vontade de 2 pessoas: BdC e JJ.

Vou dar um exemplo, que já explanei várias vezes, de como um modelo ou uma estrutura, por melhor que possam ser, caem pela base quando não se faz uma análise correcta da situação. Na passagem do primeiro para o segundo ano do JJ, o Sporting perdeu qualidade futebolística. Do segundo para o terceiro, idem. No entanto, pelo sucedido na primeira época e pelo incremento do investimento feito no futebol, as expectativas e o nível de exigência atingiram os píncaros. Do meu ponto de vista, as decisões que contribuíram para o empobrecimento qualitativo foram erros de análise que, ainda assim, não tiveram qualquer papel na hora de exigir ganhar o campeonato.

Tivemos equipas mais caras e piores, do que aquela que perdeu um campeonato com 85 pontos, e o nível de exigência foi altíssimo. Isto não faz sentido. E isto não depende de uma estrutura profissional de topo: depende de bom senso e capacidade de análise para a tomada de decisões, bem como de uma capacidade comunicativa de qualidade.

Eu não concebo que um treinador possa ser isolado do processo de escolha de um plantel. Um gajo com personalidade e brio não come a m**** que lhe põem à frente, só por lha terem posto à frente.  E isso tem que ser contrabalançado com as limitações do clube, no domínio financeiro e na capacidade para pagar e atrair jogadores. Nesta relação de equilíbrio entre as necessidades e exigências do treinador e a capacidade financeira do clube, reside a chave para estares mais perto do sucesso.

O exemplo da perda qualitativa do plantel, ano após ano, sem reflexo na redução de custos, é bom para demonstrar o que entendo por interrupção de um rumo. O Sporting tinha uma política de construção e consolidação de uma equipa, que foi desfeita em pouco tempo, sem que tivessem sido tomadas decisões tendentes a uma passagem de testemunho mais tranquila. E no processo, inverteu-se uma tendência para aproveitamento de recursos internos, associada a uma estratégia de actuação no mercado mais agressiva. O que digo é que, de uma maneira ou de outra, nós interrompemos abruptamente caminhos estratégicos e, em certa medida, vocacionais, por circunstâncias recorrentes, ligadas a insucessos parciais.


Eu não via era qualquer caminho estratégico. Até porque ia mudar tudo outra vez, ou o novo treinador ia escolher os jogadores como fazia o Jesus, o Geraldes continuava? O que se ia fazer com o Scouting?


Repara, o modelo para o futebol que o Bruno de Carvalho apresentou, com base num documento feito pelo José Eduardo, foi um dos motivos que me levou a apoiar a sua candidatura, no papel estava “bonito “.

- Plantel principal curto com suporte na equipa B.

- Contratações cirúrgicas, 4/5.

- Encadeamento táctico entre a formação e a A, com treinadores escolhidos dentro de uma ideia de futebol à Sporting, treinador principal inclusive.

- estrutura para o futebol independente da equipa técnica e que teria continuidade fosse quem fosse o treinador, quer no plano da performance quer no plano do mercado, de forma a solidificar o futebol Sporting.


Entre outras.


Nada disto foi aplicado, nada. Dezenas de contratações, 3 treinadores que tacticamente são de mundos diferentes, estrutura que mudava ao sabor do vento, neste caso de Jesus que fez mais de metade do mandato.


Claro que as pessoas interessam, óbvio, competência, experiência, conhecimento... mas também interessa a ideia de estrutura, só depois escolhes as pessoas, não é por acaso que os clubes com sucesso adoptam certas políticas e ideias. E vou dar aqui um exemplo que conheço bem, a Juventus penou quando regressou à primeira, meio da tabela, mau futebol, dinheiro deitado ao lixo...até que decide, primeiro, montar uma estrutura, com uma ideia, segundo contratar pessoas competentes e com currículo, estrutura essa que por fim escolhe o treinador, Conte. Regressa o domínio interno, começam a fazer carreira na Liga Europa...acaba esta fase na minha opinião com a final da Champions. Agora têm imenso dinheiro e a política vai alterando...mas foi essa estrutura que permitiu chegar a esse ponto. E aqui não foi só uma questão de milhões, os de Milão também o gastaram, não têm é estrutura. A ver vamos se o Inter consegue alterar isso.


Não se quebrou nenhuma lógica, porque não havia lógica nenhuma...

Vou assinar isto. Concordo com tudo.
Ninguém aqui, pelo menos eu não , está a desvalorizar a importância do discurso. Agora isso de ser melhor perder a dizer que se vai ganhar do que perder a dizer que apenas se vai tentar fazer melhor para mim é a mesma m****, é perder.


O facto de não ter visto competência na antiga estrutura para vencer não quer dizer que veja nesta, que não vejo. Se uma era desorganizada e tinha nomes de m****, sem currículo...desta pouco conheço da estrutura, aliás, nem sei que estrutura temos.


No entanto sou pragmático, só quero que ganhem, se ganharem estamos muito bem, se perderem estamos muito mal. Esta estrutura na primeira época ganhou dois títulos, acham que foram cagados , que foi sorte etc? Tudo bem, foram ganhos, a mim é o que interessa. Se a época passada me deu qualquer indicação de que vamos lutar pelo campeonato este ano? Não, e o Keizer podia repetir isso mil vezes, o Varandas também...não mudava nada. Assim como não mudou quando o Bruno de Carvalho o disse....

E como disse anteriormente, as perspetivas eram que íamos piorar e que não havia planos para criar uma estrutura sólida para o futebol. Andávamos ao sabor do vento e sem saber muito bem o que ia ser feito.

Parecia (e era) tudo muito amador ao nível do futebol. Tudo porque o presidente queria mandar em algo que claramente devia ter delegado e criado uma estrutura para o fazer.

Tenho mixed feelings sobre o teu texto. Por um lado, percebo a tua descrença à luz do que pensavas sobre JJ e até associo a questão da "estrutura" ao tal regime presidencialista. Mas, por outro, eu acho que a falta de profissionalismo demonstrada, na criação de uma estrutura, ainda assim, se revelou bastante mais eficiente do que qualquer outro período da nossa história, de que tenho memória.

Nunca o Sporting teve tantos activos vendáveis, como no mandato anterior.

E se é certo que havia o que fazer melhor, tenho dúvidas de que, no meio de ineficiências, o destino fosse andar para trás.

No Sporting, já tivemos todos os modelos de gestão desportiva e nenhum funcionou, se por funcionar entedermos ganhar um título. Mas tenho a minha opinião sobre as razões, que nos são próprias, para o percurso rumo ao sucesso ser, ciclicamente, interrompido.

Isso também depende do que entendemos por eficiência, para mim eficiência é ganhar títulos, e nisso não houve qualquer eficiência.


Quanto ao Sporting já ter tido todos os modelos, discordo. O Sporting nunca profissionalizou o seu futebol, ora tínhamos regimes Presidencialistas, ora tínhamos directores que funcionavam como agentes de jogadores, um comercial com carteira de clientes...olá Freitas.

Com Bruno de Carvalho passou pelo Sporting Inácio numa primeira fase, zero currículo nas funções, falou-se em homogeneizar a formação com a táctica da A, nunca se viu isso, até porque os 3 treinadores que passaram nessa fase tinham ideias tácticas completamente distintas, falou-se em 23 jogadores mais equipa B, contratações cirúrgicas de 4/5 jogadores,nunca foi assim, vieram camiões de jogadores e até se acabou com a B. Depois passa-se para JJ, que enche o clube de Otávios e Maneis...para ter amigos com ele, que não vieram fazer nada.
Quanto ao ter o caminho para o sucesso interrompido, as duas últimas temporadas deram dois terceiros lugares e uma Taça da Liga, e andávamos com um Geraldes como director desportivo,mais uma vez ia-se mudar tudo...que continuidade é que se cortou?

Sim, Nuno, já tivemos todos os modelos. Já tiveste um regime presidencialista, vice-presidencialista, director desportivo, gajos na SAD que "sabiam" de futebol.

Podemos discutir e filosofar o que quisermos sobre modelos e estruturas mas tudo se resume às pessoas.

Tu não tens um modelo que seja imune ao treinador que não quer trabalhar com gente da formação, que estabelece pontes com os responsáveis da formação por ter um complexo de inferioridade perante gajos licenciados, que, por muito bom que seja o scouting e o director desportivo, encosta os jogadores que lhe são postos à disposição, etc e tal.

No Sporting, acredito que o Inácio tivesse um papel interventivo nas decisões do futebol. Mas, a partir da sua saída, fossem quais fossem as marionetas nos lugares, o futebol resumia-se à vontade de 2 pessoas: BdC e JJ.

Vou dar um exemplo, que já explanei várias vezes, de como um modelo ou uma estrutura, por melhor que possam ser, caem pela base quando não se faz uma análise correcta da situação. Na passagem do primeiro para o segundo ano do JJ, o Sporting perdeu qualidade futebolística. Do segundo para o terceiro, idem. No entanto, pelo sucedido na primeira época e pelo incremento do investimento feito no futebol, as expectativas e o nível de exigência atingiram os píncaros. Do meu ponto de vista, as decisões que contribuíram para o empobrecimento qualitativo foram erros de análise que, ainda assim, não tiveram qualquer papel na hora de exigir ganhar o campeonato.

Tivemos equipas mais caras e piores, do que aquela que perdeu um campeonato com 85 pontos, e o nível de exigência foi altíssimo. Isto não faz sentido. E isto não depende de uma estrutura profissional de topo: depende de bom senso e capacidade de análise para a tomada de decisões, bem como de uma capacidade comunicativa de qualidade.

Eu não concebo que um treinador possa ser isolado do processo de escolha de um plantel. Um gajo com personalidade e brio não come a m**** que lhe põem à frente, só por lha terem posto à frente.  E isso tem que ser contrabalançado com as limitações do clube, no domínio financeiro e na capacidade para pagar e atrair jogadores. Nesta relação de equilíbrio entre as necessidades e exigências do treinador e a capacidade financeira do clube, reside a chave para estares mais perto do sucesso.

O exemplo da perda qualitativa do plantel, ano após ano, sem reflexo na redução de custos, é bom para demonstrar o que entendo por interrupção de um rumo. O Sporting tinha uma política de construção e consolidação de uma equipa, que foi desfeita em pouco tempo, sem que tivessem sido tomadas decisões tendentes a uma passagem de testemunho mais tranquila. E no processo, inverteu-se uma tendência para aproveitamento de recursos internos, associada a uma estratégia de actuação no mercado mais agressiva. O que digo é que, de uma maneira ou de outra, nós interrompemos abruptamente caminhos estratégicos e, em certa medida, vocacionais, por circunstâncias recorrentes, ligadas a insucessos parciais.


Eu não via era qualquer caminho estratégico. Até porque ia mudar tudo outra vez, ou o novo treinador ia escolher os jogadores como fazia o Jesus, o Geraldes continuava? O que se ia fazer com o Scouting?


Repara, o modelo para o futebol que o Bruno de Carvalho apresentou, com base num documento feito pelo José Eduardo, foi um dos motivos que me levou a apoiar a sua candidatura, no papel estava “bonito “.

- Plantel principal curto com suporte na equipa B.

- Contratações cirúrgicas, 4/5.

- Encadeamento táctico entre a formação e a A, com treinadores escolhidos dentro de uma ideia de futebol à Sporting, treinador principal inclusive.

- estrutura para o futebol independente da equipa técnica e que teria continuidade fosse quem fosse o treinador, quer no plano da performance quer no plano do mercado, de forma a solidificar o futebol Sporting.


Entre outras.


Nada disto foi aplicado, nada. Dezenas de contratações, 3 treinadores que tacticamente são de mundos diferentes, estrutura que mudava ao sabor do vento, neste caso de Jesus que fez mais de metade do mandato.


Claro que as pessoas interessam, óbvio, competência, experiência, conhecimento... mas também interessa a ideia de estrutura, só depois escolhes as pessoas, não é por acaso que os clubes com sucesso adoptam certas políticas e ideias. E vou dar aqui um exemplo que conheço bem, a Juventus penou quando regressou à primeira, meio da tabela, mau futebol, dinheiro deitado ao lixo...até que decide, primeiro, montar uma estrutura, com uma ideia, segundo contratar pessoas competentes e com currículo, estrutura essa que por fim escolhe o treinador, Conte. Regressa o domínio interno, começam a fazer carreira na Liga Europa...acaba esta fase na minha opinião com a final da Champions. Agora têm imenso dinheiro e a política vai alterando...mas foi essa estrutura que permitiu chegar a esse ponto. E aqui não foi só uma questão de milhões, os de Milão também o gastaram, não têm é estrutura. A ver vamos se o Inter consegue alterar isso.


Não se quebrou nenhuma lógica, porque não havia lógica nenhuma...

Lógica de crescimento. Da capacidade competitiva do futebol do Sporting e da capacidade de investimento.

Que aconteceram.

As pessoas "gostam" da ideia de estrutura? As pessoas querem é ver vitórias e se o teu ponto de partida é um fosso que se criou por décadas, é absolutamente decisivo que tenhas capacidade para lutar pelas mesmas, de igual para igual, em primeiro lugar, quando há anos que não a tinhas!

E essa capacidade, criou-se.

Eu até aceito e subscrevo que as coisas foram feitas muito por instinto, mas esse crescimento é absolutamente inegável.

Ninguém aqui, pelo menos eu não , está a desvalorizar a importância do discurso. Agora isso de ser melhor perder a dizer que se vai ganhar do que perder a dizer que apenas se vai tentar fazer melhor para mim é a mesma m****, é perder.


O facto de não ter visto competência na antiga estrutura para vencer não quer dizer que veja nesta, que não vejo. Se uma era desorganizada e tinha nomes de m****, sem currículo...desta pouco conheço da estrutura, aliás, nem sei que estrutura temos.


No entanto sou pragmático, só quero que ganhem, se ganharem estamos muito bem, se perderem estamos muito mal. Esta estrutura na primeira época ganhou dois títulos, acham que foram cagados , que foi sorte etc? Tudo bem, foram ganhos, a mim é o que interessa. Se a época passada me deu qualquer indicação de que vamos lutar pelo campeonato este ano? Não, e o Keizer podia repetir isso mil vezes, o Varandas também...não mudava nada. Assim como não mudou quando o Bruno de Carvalho o disse....

E como disse anteriormente, as perspetivas eram que íamos piorar e que não havia planos para criar uma estrutura sólida para o futebol. Andávamos ao sabor do vento e sem saber muito bem o que ia ser feito.

Parecia (e era) tudo muito amador ao nível do futebol. Tudo porque o presidente queria mandar em algo que claramente devia ter delegado e criado uma estrutura para o fazer.

Tenho mixed feelings sobre o teu texto. Por um lado, percebo a tua descrença à luz do que pensavas sobre JJ e até associo a questão da "estrutura" ao tal regime presidencialista. Mas, por outro, eu acho que a falta de profissionalismo demonstrada, na criação de uma estrutura, ainda assim, se revelou bastante mais eficiente do que qualquer outro período da nossa história, de que tenho memória.

Nunca o Sporting teve tantos activos vendáveis, como no mandato anterior.

E se é certo que havia o que fazer melhor, tenho dúvidas de que, no meio de ineficiências, o destino fosse andar para trás.

No Sporting, já tivemos todos os modelos de gestão desportiva e nenhum funcionou, se por funcionar entedermos ganhar um título. Mas tenho a minha opinião sobre as razões, que nos são próprias, para o percurso rumo ao sucesso ser, ciclicamente, interrompido.

Isso também depende do que entendemos por eficiência, para mim eficiência é ganhar títulos, e nisso não houve qualquer eficiência.


Quanto ao Sporting já ter tido todos os modelos, discordo. O Sporting nunca profissionalizou o seu futebol, ora tínhamos regimes Presidencialistas, ora tínhamos directores que funcionavam como agentes de jogadores, um comercial com carteira de clientes...olá Freitas.

Com Bruno de Carvalho passou pelo Sporting Inácio numa primeira fase, zero currículo nas funções, falou-se em homogeneizar a formação com a táctica da A, nunca se viu isso, até porque os 3 treinadores que passaram nessa fase tinham ideias tácticas completamente distintas, falou-se em 23 jogadores mais equipa B, contratações cirúrgicas de 4/5 jogadores,nunca foi assim, vieram camiões de jogadores e até se acabou com a B. Depois passa-se para JJ, que enche o clube de Otávios e Maneis...para ter amigos com ele, que não vieram fazer nada.
Quanto ao ter o caminho para o sucesso interrompido, as duas últimas temporadas deram dois terceiros lugares e uma Taça da Liga, e andávamos com um Geraldes como director desportivo,mais uma vez ia-se mudar tudo...que continuidade é que se cortou?

Sim, Nuno, já tivemos todos os modelos. Já tiveste um regime presidencialista, vice-presidencialista, director desportivo, gajos na SAD que "sabiam" de futebol.

Podemos discutir e filosofar o que quisermos sobre modelos e estruturas mas tudo se resume às pessoas.

Tu não tens um modelo que seja imune ao treinador que não quer trabalhar com gente da formação, que estabelece pontes com os responsáveis da formação por ter um complexo de inferioridade perante gajos licenciados, que, por muito bom que seja o scouting e o director desportivo, encosta os jogadores que lhe são postos à disposição, etc e tal.

No Sporting, acredito que o Inácio tivesse um papel interventivo nas decisões do futebol. Mas, a partir da sua saída, fossem quais fossem as marionetas nos lugares, o futebol resumia-se à vontade de 2 pessoas: BdC e JJ.

Vou dar um exemplo, que já explanei várias vezes, de como um modelo ou uma estrutura, por melhor que possam ser, caem pela base quando não se faz uma análise correcta da situação. Na passagem do primeiro para o segundo ano do JJ, o Sporting perdeu qualidade futebolística. Do segundo para o terceiro, idem. No entanto, pelo sucedido na primeira época e pelo incremento do investimento feito no futebol, as expectativas e o nível de exigência atingiram os píncaros. Do meu ponto de vista, as decisões que contribuíram para o empobrecimento qualitativo foram erros de análise que, ainda assim, não tiveram qualquer papel na hora de exigir ganhar o campeonato.

Tivemos equipas mais caras e piores, do que aquela que perdeu um campeonato com 85 pontos, e o nível de exigência foi altíssimo. Isto não faz sentido. E isto não depende de uma estrutura profissional de topo: depende de bom senso e capacidade de análise para a tomada de decisões, bem como de uma capacidade comunicativa de qualidade.

Eu não concebo que um treinador possa ser isolado do processo de escolha de um plantel. Um gajo com personalidade e brio não come a m**** que lhe põem à frente, só por lha terem posto à frente.  E isso tem que ser contrabalançado com as limitações do clube, no domínio financeiro e na capacidade para pagar e atrair jogadores. Nesta relação de equilíbrio entre as necessidades e exigências do treinador e a capacidade financeira do clube, reside a chave para estares mais perto do sucesso.

O exemplo da perda qualitativa do plantel, ano após ano, sem reflexo na redução de custos, é bom para demonstrar o que entendo por interrupção de um rumo. O Sporting tinha uma política de construção e consolidação de uma equipa, que foi desfeita em pouco tempo, sem que tivessem sido tomadas decisões tendentes a uma passagem de testemunho mais tranquila. E no processo, inverteu-se uma tendência para aproveitamento de recursos internos, associada a uma estratégia de actuação no mercado mais agressiva. O que digo é que, de uma maneira ou de outra, nós interrompemos abruptamente caminhos estratégicos e, em certa medida, vocacionais, por circunstâncias recorrentes, ligadas a insucessos parciais.


Eu não via era qualquer caminho estratégico. Até porque ia mudar tudo outra vez, ou o novo treinador ia escolher os jogadores como fazia o Jesus, o Geraldes continuava? O que se ia fazer com o Scouting?


Repara, o modelo para o futebol que o Bruno de Carvalho apresentou, com base num documento feito pelo José Eduardo, foi um dos motivos que me levou a apoiar a sua candidatura, no papel estava “bonito “.

- Plantel principal curto com suporte na equipa B.

- Contratações cirúrgicas, 4/5.

- Encadeamento táctico entre a formação e a A, com treinadores escolhidos dentro de uma ideia de futebol à Sporting, treinador principal inclusive.

- estrutura para o futebol independente da equipa técnica e que teria continuidade fosse quem fosse o treinador, quer no plano da performance quer no plano do mercado, de forma a solidificar o futebol Sporting.


Entre outras.


Nada disto foi aplicado, nada. Dezenas de contratações, 3 treinadores que tacticamente são de mundos diferentes, estrutura que mudava ao sabor do vento, neste caso de Jesus que fez mais de metade do mandato.


Claro que as pessoas interessam, óbvio, competência, experiência, conhecimento... mas também interessa a ideia de estrutura, só depois escolhes as pessoas, não é por acaso que os clubes com sucesso adoptam certas políticas e ideias. E vou dar aqui um exemplo que conheço bem, a Juventus penou quando regressou à primeira, meio da tabela, mau futebol, dinheiro deitado ao lixo...até que decide, primeiro, montar uma estrutura, com uma ideia, segundo contratar pessoas competentes e com currículo, estrutura essa que por fim escolhe o treinador, Conte. Regressa o domínio interno, começam a fazer carreira na Liga Europa...acaba esta fase na minha opinião com a final da Champions. Agora têm imenso dinheiro e a política vai alterando...mas foi essa estrutura que permitiu chegar a esse ponto. E aqui não foi só uma questão de milhões, os de Milão também o gastaram, não têm é estrutura. A ver vamos se o Inter consegue alterar isso.


Não se quebrou nenhuma lógica, porque não havia lógica nenhuma...

Lógica de crescimento. Da capacidade competitiva do futebol do Sporting e da capacidade de investimento.

Que aconteceram.

As pessoas "gostam" da ideia de estrutura? As pessoas querem é ver vitórias e se o teu ponto de partida é um fosso que se criou por décadas, é absolutamente decisivo que tenhas capacidade para lutar pelas mesmas, de igual para igual, em primeiro lugar, quando há anos que não a tinhas!

E essa capacidade, criou-se.

Eu até aceito e subscrevo que as coisas foram feitas muito por instinto, mas esse crescimento é absolutamente inegável.


Não vi qualquer crescimento da capacidade competitiva do futebol, quer dizer, vi sim até à terceira época. A partir daí o futebol do Sporting perdeu competitividade. Falam num crescimento contínuo, não o vi, aliás não só não o vi como o futebol do Sporting estava em declínio no final da época 17/18.
Passámos de meio da tabela para lutar pelo título e batermo-nos de igual para igualar com os maiores colossos da Europa, como é que não houve crescimento?!

Mesmo nos anos piores do Jesus a nível interno, lá fora batemo-nos com os Atléticos e Dortmund's desta vida, o Sporting conseguia isso ou era o clube dos 12-1?

As primeiras 3 épocas completas do Bruno (Jardim, Marco com Taça de Portugal, 1ª do Jesus) são todas de uma galvanização de Sporting que não se via há muitos anos. É verdade que a 4ª época a coisa falhou e provavelmente o Jesus já não devia ter feito a 5ª, mas convenhamos que não é um treinador qualquer para se despedir assim do pé para a mão.

Concordo também que a política desportiva seguida não foi exactamente a que foi apresentada nos anos de Jesus, mas discordo de que não tenha sido assim que foi tentado ser implementada. Aconteceu com Jardim, depois com Marco com aposta em alguns jogadores da formação o que até criou atritos entre treinador (que de facto deveria ter recebido pelo menos dois reforços fortes extra que não recebeu) e direção.
Ninguém aqui, pelo menos eu não , está a desvalorizar a importância do discurso. Agora isso de ser melhor perder a dizer que se vai ganhar do que perder a dizer que apenas se vai tentar fazer melhor para mim é a mesma m****, é perder.


O facto de não ter visto competência na antiga estrutura para vencer não quer dizer que veja nesta, que não vejo. Se uma era desorganizada e tinha nomes de m****, sem currículo...desta pouco conheço da estrutura, aliás, nem sei que estrutura temos.


No entanto sou pragmático, só quero que ganhem, se ganharem estamos muito bem, se perderem estamos muito mal. Esta estrutura na primeira época ganhou dois títulos, acham que foram cagados , que foi sorte etc? Tudo bem, foram ganhos, a mim é o que interessa. Se a época passada me deu qualquer indicação de que vamos lutar pelo campeonato este ano? Não, e o Keizer podia repetir isso mil vezes, o Varandas também...não mudava nada. Assim como não mudou quando o Bruno de Carvalho o disse....

E como disse anteriormente, as perspetivas eram que íamos piorar e que não havia planos para criar uma estrutura sólida para o futebol. Andávamos ao sabor do vento e sem saber muito bem o que ia ser feito.

Parecia (e era) tudo muito amador ao nível do futebol. Tudo porque o presidente queria mandar em algo que claramente devia ter delegado e criado uma estrutura para o fazer.

Tenho mixed feelings sobre o teu texto. Por um lado, percebo a tua descrença à luz do que pensavas sobre JJ e até associo a questão da "estrutura" ao tal regime presidencialista. Mas, por outro, eu acho que a falta de profissionalismo demonstrada, na criação de uma estrutura, ainda assim, se revelou bastante mais eficiente do que qualquer outro período da nossa história, de que tenho memória.

Nunca o Sporting teve tantos activos vendáveis, como no mandato anterior.

E se é certo que havia o que fazer melhor, tenho dúvidas de que, no meio de ineficiências, o destino fosse andar para trás.

No Sporting, já tivemos todos os modelos de gestão desportiva e nenhum funcionou, se por funcionar entedermos ganhar um título. Mas tenho a minha opinião sobre as razões, que nos são próprias, para o percurso rumo ao sucesso ser, ciclicamente, interrompido.

Isso também depende do que entendemos por eficiência, para mim eficiência é ganhar títulos, e nisso não houve qualquer eficiência.


Quanto ao Sporting já ter tido todos os modelos, discordo. O Sporting nunca profissionalizou o seu futebol, ora tínhamos regimes Presidencialistas, ora tínhamos directores que funcionavam como agentes de jogadores, um comercial com carteira de clientes...olá Freitas.

Com Bruno de Carvalho passou pelo Sporting Inácio numa primeira fase, zero currículo nas funções, falou-se em homogeneizar a formação com a táctica da A, nunca se viu isso, até porque os 3 treinadores que passaram nessa fase tinham ideias tácticas completamente distintas, falou-se em 23 jogadores mais equipa B, contratações cirúrgicas de 4/5 jogadores,nunca foi assim, vieram camiões de jogadores e até se acabou com a B. Depois passa-se para JJ, que enche o clube de Otávios e Maneis...para ter amigos com ele, que não vieram fazer nada.
Quanto ao ter o caminho para o sucesso interrompido, as duas últimas temporadas deram dois terceiros lugares e uma Taça da Liga, e andávamos com um Geraldes como director desportivo,mais uma vez ia-se mudar tudo...que continuidade é que se cortou?

Sim, Nuno, já tivemos todos os modelos. Já tiveste um regime presidencialista, vice-presidencialista, director desportivo, gajos na SAD que "sabiam" de futebol.

Podemos discutir e filosofar o que quisermos sobre modelos e estruturas mas tudo se resume às pessoas.

Tu não tens um modelo que seja imune ao treinador que não quer trabalhar com gente da formação, que estabelece pontes com os responsáveis da formação por ter um complexo de inferioridade perante gajos licenciados, que, por muito bom que seja o scouting e o director desportivo, encosta os jogadores que lhe são postos à disposição, etc e tal.

No Sporting, acredito que o Inácio tivesse um papel interventivo nas decisões do futebol. Mas, a partir da sua saída, fossem quais fossem as marionetas nos lugares, o futebol resumia-se à vontade de 2 pessoas: BdC e JJ.

Vou dar um exemplo, que já explanei várias vezes, de como um modelo ou uma estrutura, por melhor que possam ser, caem pela base quando não se faz uma análise correcta da situação. Na passagem do primeiro para o segundo ano do JJ, o Sporting perdeu qualidade futebolística. Do segundo para o terceiro, idem. No entanto, pelo sucedido na primeira época e pelo incremento do investimento feito no futebol, as expectativas e o nível de exigência atingiram os píncaros. Do meu ponto de vista, as decisões que contribuíram para o empobrecimento qualitativo foram erros de análise que, ainda assim, não tiveram qualquer papel na hora de exigir ganhar o campeonato.

Tivemos equipas mais caras e piores, do que aquela que perdeu um campeonato com 85 pontos, e o nível de exigência foi altíssimo. Isto não faz sentido. E isto não depende de uma estrutura profissional de topo: depende de bom senso e capacidade de análise para a tomada de decisões, bem como de uma capacidade comunicativa de qualidade.

Eu não concebo que um treinador possa ser isolado do processo de escolha de um plantel. Um gajo com personalidade e brio não come a m**** que lhe põem à frente, só por lha terem posto à frente.  E isso tem que ser contrabalançado com as limitações do clube, no domínio financeiro e na capacidade para pagar e atrair jogadores. Nesta relação de equilíbrio entre as necessidades e exigências do treinador e a capacidade financeira do clube, reside a chave para estares mais perto do sucesso.

O exemplo da perda qualitativa do plantel, ano após ano, sem reflexo na redução de custos, é bom para demonstrar o que entendo por interrupção de um rumo. O Sporting tinha uma política de construção e consolidação de uma equipa, que foi desfeita em pouco tempo, sem que tivessem sido tomadas decisões tendentes a uma passagem de testemunho mais tranquila. E no processo, inverteu-se uma tendência para aproveitamento de recursos internos, associada a uma estratégia de actuação no mercado mais agressiva. O que digo é que, de uma maneira ou de outra, nós interrompemos abruptamente caminhos estratégicos e, em certa medida, vocacionais, por circunstâncias recorrentes, ligadas a insucessos parciais.


Eu não via era qualquer caminho estratégico. Até porque ia mudar tudo outra vez, ou o novo treinador ia escolher os jogadores como fazia o Jesus, o Geraldes continuava? O que se ia fazer com o Scouting?


Repara, o modelo para o futebol que o Bruno de Carvalho apresentou, com base num documento feito pelo José Eduardo, foi um dos motivos que me levou a apoiar a sua candidatura, no papel estava “bonito “.

- Plantel principal curto com suporte na equipa B.

- Contratações cirúrgicas, 4/5.

- Encadeamento táctico entre a formação e a A, com treinadores escolhidos dentro de uma ideia de futebol à Sporting, treinador principal inclusive.

- estrutura para o futebol independente da equipa técnica e que teria continuidade fosse quem fosse o treinador, quer no plano da performance quer no plano do mercado, de forma a solidificar o futebol Sporting.


Entre outras.


Nada disto foi aplicado, nada. Dezenas de contratações, 3 treinadores que tacticamente são de mundos diferentes, estrutura que mudava ao sabor do vento, neste caso de Jesus que fez mais de metade do mandato.


Claro que as pessoas interessam, óbvio, competência, experiência, conhecimento... mas também interessa a ideia de estrutura, só depois escolhes as pessoas, não é por acaso que os clubes com sucesso adoptam certas políticas e ideias. E vou dar aqui um exemplo que conheço bem, a Juventus penou quando regressou à primeira, meio da tabela, mau futebol, dinheiro deitado ao lixo...até que decide, primeiro, montar uma estrutura, com uma ideia, segundo contratar pessoas competentes e com currículo, estrutura essa que por fim escolhe o treinador, Conte. Regressa o domínio interno, começam a fazer carreira na Liga Europa...acaba esta fase na minha opinião com a final da Champions. Agora têm imenso dinheiro e a política vai alterando...mas foi essa estrutura que permitiu chegar a esse ponto. E aqui não foi só uma questão de milhões, os de Milão também o gastaram, não têm é estrutura. A ver vamos se o Inter consegue alterar isso.


Não se quebrou nenhuma lógica, porque não havia lógica nenhuma...

Lógica de crescimento. Da capacidade competitiva do futebol do Sporting e da capacidade de investimento.

Que aconteceram.

As pessoas "gostam" da ideia de estrutura? As pessoas querem é ver vitórias e se o teu ponto de partida é um fosso que se criou por décadas, é absolutamente decisivo que tenhas capacidade para lutar pelas mesmas, de igual para igual, em primeiro lugar, quando há anos que não a tinhas!

E essa capacidade, criou-se.

Eu até aceito e subscrevo que as coisas foram feitas muito por instinto, mas esse crescimento é absolutamente inegável.


Não vi qualquer crescimento da capacidade competitiva do futebol, quer dizer, vi sim até à terceira época. A partir daí o futebol do Sporting perdeu competitividade. Falam num crescimento contínuo, não o vi, aliás não só não o vi como o futebol do Sporting estava em declínio no final da época 17/18.

A qualidade do futebol perdeu qualidade, isso sim. As razões para isso poderão ser várias e foram certamente discutidas aqui.

A capacidade, estava lá. Não posso levar a sério qualquer argumento que defenda que em 17/18 o plantel do Sporting não tinha mais que condições para ser campeão. Por erros na sua composição que houvesse e eu alertei para isso antes da época oficial começar.

Se até em em 16/17 não faltou quem dissesse que era o melhor plantel desde 2002...
Se havia algum projeto para o futebol com o BdC, esse foi logo atirado janela fora no momento em que se contratou o JJ. Nas duas primeiras épocas ainda se contratou barato e bem q.b., apostando em treinadores jovens e com futuro. Acho que, neste pequeno espaço de tempo, esta direção tem sido mais competente nos ataques ao mercado.
Find what you love and let it kill you.
Se havia algum projeto para o futebol com o BdC, esse foi logo atirado janela fora no momento em que se contratou o JJ. Nas duas primeiras épocas ainda se contratou barato e bem q.b., apostando em treinadores jovens e com futuro. Acho que, neste pequeno espaço de tempo, esta direção tem sido mais competente nos ataques ao mercado.

Só ver os grandes craques que contratamos em janeiro.


Se havia algum projeto para o futebol com o BdC, esse foi logo atirado janela fora no momento em que se contratou o JJ. Nas duas primeiras épocas ainda se contratou barato e bem q.b., apostando em treinadores jovens e com futuro. Acho que, neste pequeno espaço de tempo, esta direção tem sido mais competente nos ataques ao mercado.

Só ver os grandes craques que contratamos em janeiro.

O Luiz Phellype foi muito útil e marcou golos fulcrais; o Doumbia, para além de jovem, é já um bom valor; o Borja é um lateral competente e sua polivalência permitiu-nos jogar noutro sistema e, consequentemente, ganhar jogos importantes; o Plata tem um potencial gigantesco e o Matheus Nunes vai-se fazer jogador. Só não gostei mesmo do Ilori, de resto todos vieram acrescentar valor.
Find what you love and let it kill you.
Se havia algum projeto para o futebol com o BdC, esse foi logo atirado janela fora no momento em que se contratou o JJ. Nas duas primeiras épocas ainda se contratou barato e bem q.b., apostando em treinadores jovens e com futuro. Acho que, neste pequeno espaço de tempo, esta direção tem sido mais competente nos ataques ao mercado.

Só ver os grandes craques que contratamos em janeiro.

O Luiz Phellype foi muito útil e marcou golos fulcrais; o Doumbia, para além de jovem, é já um bom valor; o Borja é um lateral competente e sua polivalência permitiu-nos jogar noutro sistema e, consequentemente, ganhar jogos importantes; o Plata tem um potencial gigantesco e o Matheus Nunes vai-se fazer jogador. Só não gostei mesmo do Ilori, de resto todos vieram acrescentar valor.

Gosto que a lista dos Bs ( ou sub23s ) e sub19s tenha desaparecido... :mrgreen:

LP foi útil nos últimos 2 meses ( uma nulidade nos 2 primeiros ) e Borja sim, é competente. Até ver, só isso. Doumbia pode-se fazer jogador... ou não. Tal como os outros.

Se havia algum projeto para o futebol com o BdC, esse foi logo atirado janela fora no momento em que se contratou o JJ. Nas duas primeiras épocas ainda se contratou barato e bem q.b., apostando em treinadores jovens e com futuro. Acho que, neste pequeno espaço de tempo, esta direção tem sido mais competente nos ataques ao mercado.

Só ver os grandes craques que contratamos em janeiro.

O Luiz Phellype foi muito útil e marcou golos fulcrais; o Doumbia, para além de jovem, é já um bom valor; o Borja é um lateral competente e sua polivalência permitiu-nos jogar noutro sistema e, consequentemente, ganhar jogos importantes; o Plata tem um potencial gigantesco e o Matheus Nunes vai-se fazer jogador. Só não gostei mesmo do Ilori, de resto todos vieram acrescentar valor.

Gosto que a lista dos Bs ( ou sub23s ) e sub19s tenha desaparecido... :mrgreen:

LP foi útil nos últimos 2 meses ( uma nulidade nos 2 primeiros ) e Borja sim, é competente. Até ver, só isso. Doumbia pode-se fazer jogador... ou não. Tal como os outros.

Só falei dos que vi jogar. Ronaldos e Dean Licos foram, obviamente, contratações random, mas com uma importância financeira mínima.
Find what you love and let it kill you.
O futebol é um bicho de sete cabeças para quem preside o clube, sempre foi.

É com Varandas(o tal do fácil, fácil! ::) ) como já foi com Bruno de Carvalho.
A amostra destes dois é melhor que exemplos passados?É, isso não tem discussão.

Porem essa amostra coloca nos ao nível dos nossos rivais e mais perto do tão ambicionado título?Não.


Ainda está para aparecer a primeira direcção no clube que realmente profissionalize o futebol do Sporting.Profissionalizar a estrutura do futebol do clube não é contratar amigalhaços ou ex atletas sem qualquer vocação para as funções que desempenham.

E isso lamentavelmente é o que temos visto no Sporting ad eternum.Por muito diferente que a direcção A e a direcção B sejam caiem sempre no mesmo erro que nos tem custado muito caro.

Falta coragem(muita mesma), visão e investimento na criação de uma estrutura minimamente capaz que consiga modernizar o futebol do clube e eleva-lo para outros patamares.

E já se percebeu que não será esta direcção que o vai fazer também.
Ele gosta de mandar recados gosta... Eu tenho um recado para ele também: Bas Bost = despedimento no decorrer da temporada.

Agora ele é livre de fazer com isto o que bem entender

Eu acho que o Dost deve ir com o c******, mas que treinador é que o faria (sentá-lo no banco)?

Não é uma decisão de se tomar de ânimo leve. Pelo rastro de golos, pelo peso simbólico, pelo peso salarial ... teria que ser o Clube a marcar uma posição e pura e simplesmente vendê-lo.

Quando tens um gajo que mama, quanto, 3 milhões limpos (é isto?) por ano, num clube como o Sporting, com óbvias restrições de tesouraria, é para ele jogar.

Nem todos os adeptos do Sporting são nerds como nós, que andamos aqui a discutir as minudências do jogo. Se a coisa calha de correr mal e o Dost calha de ter sido preterido, adivinha quem é o burro por ter deixado um "GAJO QUE MARCA 84903948 GOLOS EM 3 ÉPOCAS" de fora?

É um problema gigante que temos entre mãos. O gajo vai continuar a facturar, isso é certo. Mas o colectivo vai ter que, novamente, moldar-se em função dele. E ele não é o Ronaldo ou o Messi, não é digno que uma equipa jogue para ele.

Qualquer treinador com tomates, personalidade, 2 olhos na cara e que estivesse aqui para ganhar.

Agora eu se fosse um careca que caiu aqui de pára-quedas e visse que ninguém se preocupa muito com isto ao ponto de os meus reforços para "atacar o título" incluirem um puto numa crise existencial e um lateral que não se sabe quando terá força nas pernas para jogar também metia o Bas Bost. Ele eventualmente lá vai marcar contra o Pinhalnovense e Alvalade se levantará para cantar ACDC esquecendo os já >10 pontos de desvantagem para o 1º e os 20 anos sem campeonato. enquanto eu garanto o meu emprego no final do mês.

O que eu vejo é o Sporting a "atacar o título" e "preparado" com 2 avançados que nunca na vida fariam parte do plantel dos outros 2. A partir dai este Keizer e o presidente estão apresentados.

Concordo que o Dost tem limitações e não se associa com a qualidade desejável. Mas dizer que não faria parte do plantel dos outros dois, se não é a maior das parvoíces que já foram escritas aqui no fórum, pelo menos dá luta.

O campeonato das parvoíces neste fórum é super competitivo. Mas esta realmente está bem posicionada.
O futebol é um bicho de sete cabeças para quem preside o clube, sempre foi.

É com Varandas(o tal do fácil, fácil! ::) ) como já foi com Bruno de Carvalho.
A amostra destes dois é melhor que exemplos passados?É, isso não tem discussão.

Porem essa amostra coloca nos ao nível dos nossos rivais e mais perto do tão ambicionado título?Não.


Ainda está para aparecer a primeira direcção no clube que realmente profissionalize o futebol do Sporting.Profissionalizar a estrutura do futebol do clube não é contratar amigalhaços ou ex atletas sem qualquer vocação para as funções que desempenham.

E isso lamentavelmente é o que temos visto no Sporting ad eternum.Por muito diferente que a direcção A e a direcção B sejam caiem sempre no mesmo erro que nos tem custado muito caro.

Falta coragem(muita mesma), visão e investimento na criação de uma estrutura minimamente capaz que consiga modernizar o futebol do clube e eleva-lo para outros patamares.

E já se percebeu que não será esta direcção que o vai fazer também.


Concordo contigo.

E, por muito que me custe, ali ao lado mora um fanfarrão de bigode farfalhudo que, percebendo zero de futebol, teve a astúcia de se rodear de pessoas inteligentes e com grande capacidade nas suas respetivas áreas (um deles parece que até Sportinguista é...).

Claro que daqui a cinco minutos vou ser inundado com comentários de tipos que resumem tudo a Paulo Gonçalves e à sua influência no lado obscuro do futebol. O que me parece bastante redutor...

De todo o modo, é ver o que o trabalho deles ao nível de infraestruturas, aposta na formação, scouting, comunicação, marketing e tirar conclusões.

Tudo isto para dizer o seguinte: se eles conseguiram levantar um clube completamente destruído, nós também conseguimos.

Não estou convencido é de que Varandas o consiga fazer...
Gostava que o Mister fizesse alteração no sistema de jogo para 4-4-2...e trabalha se o Matheus Pereira a 8 (pois alem de tudo o que tem bom a extremo direito, também é forte fisicamente e lança de forma divinal).
 
                                            Renan

          Rosier           Neto               Mathieu             Acuña

                                Doumbia/Eduardo

                                             Matheus Pereira

         Raphinha                                             Chakvetadze

                           Vietto             Thuram

Vá lá Mister, por vezes no alterar é que esta a virtude.                               
 
O Keizer ganhou, repito ganhou dois troféus no ano de estreia.
Vários jogos com um futebol de ataque diabólico.

Eu tenho plena confiança que vamos fazer uma época com mais regularidade.
“There seems to be this snobbery around football that everyone has to play the most entertaining football" 
Gary Neville dixit
Estou fartinho deste...e acho que não vamos a lado nenhum com ele ao comando

Mas perder o primeiro jogo da pré epoca com uns amadores também não ajuda a aumentar a esperança em algo bom.

Vê lá se ganhas o próximo jogo e de preferência com algum bom futebol.
What a Nice day to a new session of Keizerdinalli circus  :whistle: