As nossas Finanças

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

A ideia do Paracelsus é excelente, mas poupança de 200€ mensais parece-me esticado para parte da população. Eu não o consigo, nem pouco mais ou menos, por exemplo.

Uma coisa que aprendi há uns anos é que o primeiro gajo a ficar com algum na mão depois de receber o salário sou eu. Depois de me pagar a mim mesmo, pago a renda, pago à EDP, pago aos SMAS e à Galp, pago as prestações dos carros, pago o gasóleo, pago o pão, pago a cerveja, pago o cinema e a conta no restaurante, pago as fraldas da miúda e as despesas imprevistas.

Se não tiro dinheiro para mim à cabeça, chego ao fim do mês e não sobra nada. O meu primeiro. Se ficar a dever alguma coisa a alguém é sempre aos outros.

Se trabalho um mês inteiro, se recebo e não fica nada para mim, então não ando cá a fazer nada, sou escravo de terceiros.

Lamento a visão fria, mas se não sobra dinheiro todos os meses, é um mês de vida que perdi. E tempo é mais importante que dinheiro.
- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!
https://www.investopedia.com/terms/p/payyourselffirst.asp

Citar
What is 'Pay Yourself First'
"Pay yourself first" is a phrase popular in personal finance and retirement-planning literature that means automatically routing your specified savings contribution from each paycheck at the time it is received. Because the savings contributions are automatically routed from each paycheck to your investment account, you are paying yourself first. In other words, paying yourself before you begin paying your monthly living expenses and making discretionary purchases.



- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!
Eu até diria que esta é a regra de ouro para uma espécie de "emancipação financeira", em que aprendemos a viver com o que sobra depois de retirarmos de cima da mesa aquela dinheiro que achamos que devemos guardar todos os meses, de modo a dar um propósito a isto tudo.

E, como o dinheiro disponível é menor, de repente as nossas escolhas e despesas são subitamente mais assertivas e racionais e a satisfação que deriva das mesmas aumenta na medida em que sabemos que gastámos dinheiro que sabíamos que podíamos gastar - afinal, o que não podíamos gastar foi logo "resgatado" à cabeça no início do mês.


- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!
Isto nem parece um tópico português. Tuga que é tuga gasta o que tem e não tem. Aproveitem é a vida e façam creditos para comprar a última televisão no mercado. (ironia)
A ideia do Paracelsus é excelente, mas poupança de 200€ mensais parece-me esticado para parte da população. Eu não o consigo, nem pouco mais ou menos, por exemplo.

Uma coisa que aprendi há uns anos é que o primeiro gajo a ficar com algum na mão depois de receber o salário sou eu. Depois de me pagar a mim mesmo, pago a renda, pago à EDP, pago aos SMAS e à Galp, pago as prestações dos carros, pago o gasóleo, pago o pão, pago a cerveja, pago o cinema e a conta no restaurante, pago as fraldas da miúda e as despesas imprevistas.

Se não tiro dinheiro para mim à cabeça, chego ao fim do mês e não sobra nada. O meu primeiro. Se ficar a dever alguma coisa a alguém é sempre aos outros.

Se trabalho um mês inteiro, se recebo e não fica nada para mim, então não ando cá a fazer nada, sou escravo de terceiros.

Lamento a visão fria, mas se não sobra dinheiro todos os meses, é um mês de vida que perdi. E tempo é mais importante que dinheiro.
Não entendo essa possibilidade. Se não pagas o que precisas de pagar, alguma coisa vai começar a descambar. Há despesas que são obrigatórias. E essas despesas são também do teu bem estar. Claro que podes poupar perto de 100€ por mês se decidires viver com os canais de TV generalistas, sem telemóvel ou internet. Mas aí, penso que já entramos no abdicar daquilo para que trabalhamos (fora que quase nenhum trabalho hoje vive sem contacto com a internet).
A ideia do Paracelsus é excelente, mas poupança de 200€ mensais parece-me esticado para parte da população. Eu não o consigo, nem pouco mais ou menos, por exemplo.

50, 100, 200 por mês... o importante é colocar algo de lado todos os meses. Se for visto como uma “despesa” como é a conta da luz ou da net então é mais fácil, o que resta serve para reajustar o orçamento para o mês.

Edit: para quem tiver a funcionalidade no homebanking é meter automaticamente a retirar X euros em determinado dia do mês para uma outra conta (ou directamente logo para o esquema de poupanças) e assim já é muito mais fácil poupar.
Mantenham e' liquidez bastante para aproveitarem quando isto tudo rebentar tal como em 2008.  :mrgreen:

Não quero ser acusado de ser demasiado optimista, mas creio que a história nos permite dizer com alguma segurança que os próximos anos serão de relativa prosperidade, com as oscilações normais mas nada sequer parecido com a crise de 2008 (tal e qual como no pós-Grande Depressão). Um indicador relevante disso é que a taxa de inflação teima em não subir mesmo com taxas de juro anormalmente baixas durante um periodo prolongado de tempo. Enquanto a crise estiver "fresca" na cabeça dos cabecilhas, dificilmente vamos assistir ao rebentar da bolha ao nível de 2008, até porque ainda estamos longe de poder dizer que estamos a viver numa bolha como em 2008. Na minha opinião, estamos apenas a ajustar-nos a anos de recessão e a partir de 2020 iremos voltar a entrar no "crescimento anémico" pré-2008 mas que permite manter uma qualidade de vida relativamente estável.

Pelo menos até 2030-2040 vamos viver relativamente tranquilos sem voltarmos a ver taxas de desemprego de 20% e uma população estrangulada com impostos e problemas sociais graves.

Existem sinais contraditórios. Da Europa vêm alguns sinais expansionistas, no entanto na Suécia o número de falências (de empresas) voltou a aumentar este ano depois de alguns anos a diminuir. A maioria dos analistas por cá está de acordo que foi atingido o pico do período de vacas gordas e que não da para esticar mais... isso não significa que venham aí anos piores, mas melhores que os actuais eles estão acham que não vai acontecer nos tempos mais próximos.
Mantenham e' liquidez bastante para aproveitarem quando isto tudo rebentar tal como em 2008.  :mrgreen:

Nah, a nível internacional dúvido... Até pode baixar, mas não aos níveis de 2008. Ainda me lembro na primeira que investi na Apple nessa altura, 158€... looooool
( Hoje está a 1450€ / 7 , levou split aí pelo meio )



A nível português sem dúvida, aponto para o fim do segundo mandato do PS.

Mas se vier aí uma guerra pelo meio, principalmente num país de petroleo... já estou a ver os €€€ :D
( O sacana do Trump, parece-me é que o primeiro presidente americano nos últimos 100 anos que não vai iniciar nenhuma guerra... maldito populista xD )
A ideia do Paracelsus é excelente, mas poupança de 200€ mensais parece-me esticado para parte da população. Eu não o consigo, nem pouco mais ou menos, por exemplo.

Uma coisa que aprendi há uns anos é que o primeiro gajo a ficar com algum na mão depois de receber o salário sou eu. Depois de me pagar a mim mesmo, pago a renda, pago à EDP, pago aos SMAS e à Galp, pago as prestações dos carros, pago o gasóleo, pago o pão, pago a cerveja, pago o cinema e a conta no restaurante, pago as fraldas da miúda e as despesas imprevistas.

Se não tiro dinheiro para mim à cabeça, chego ao fim do mês e não sobra nada. O meu primeiro. Se ficar a dever alguma coisa a alguém é sempre aos outros.

Se trabalho um mês inteiro, se recebo e não fica nada para mim, então não ando cá a fazer nada, sou escravo de terceiros.

Lamento a visão fria, mas se não sobra dinheiro todos os meses, é um mês de vida que perdi. E tempo é mais importante que dinheiro.
Não entendo essa possibilidade. Se não pagas o que precisas de pagar, alguma coisa vai começar a descambar. Há despesas que são obrigatórias. E essas despesas são também do teu bem estar. Claro que podes poupar perto de 100€ por mês se decidires viver com os canais de TV generalistas, sem telemóvel ou internet. Mas aí, penso que já entramos no abdicar daquilo para que trabalhamos (fora que quase nenhum trabalho hoje vive sem contacto com a internet).

Se tiver que fazer 16 h/dia para ter TV, net, telemóvel, canais de berlaitada e a Sporttv para ver a porcaria da equipa do Peseiro arrastar-se em campo... se calhar estou a consumir a minha vida em trabalho, para ter dinheiro que me permite ter algumas coisas, mas não desfrutar delas.

Eu trabalho para mim, o salário quando chega alguma coisa tem que ficar para mim. Se pago aos outros todos e não sobra nada para mim, então sou uma p§ta que aqui anda e ao fim do dia se limita a entregar o dinheiro que arduamente ganhou ao proxeneta, que só tem que esperar sentado enquanto não chega a nota.

Lamento informar, mas é toda uma outra forma de escravidão, podemos é não nos aperceber dela.

Quem chega ao fim do mês com o dinheiro contado até pode ter ido às Caraíbas enquanto eu fui ao Bussaco fazer o passeio dos tristes, mas um é escravo do lifestyle, o outro não.

Mais, todas aquelas teorias de que vale mais desfrutar que ter? Partilhar que comprar? Pagar renda que possuir? É outra onda a fazer a cabeça aos millennials, para os prenderem durante os próximos 30 anos, quando abrirem a pestana também já estão hipotecados até aos cabelos, com a agravante de já começaram hipotecados pela vida profissional que começa tarde, pelos pais que tendem a deixar mais contas para pagar que os antigos pais (agora avós), etc etc etc

A malta precisa de sair um bocadinho da zona de conforto e questionar tudo aquilo que parecem ser verdades insofismáveis.
- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!
A minha "wake up call" foi quando acabei de pagar o carro: quando comprei tinha algum para entrada, mas faltava outro tanto, andei durante 3 anos a pagar prestações, paguei tudo antes do fim e de repente dei por mim a pensar como é que ia fazer com os 300 euros que agora já não eram precisos para a prestação.

Ora, se antes conseguia viver na mesma sem esses 300 euros, em vez de viver como se tivesse tido um aumento de salário de 300 euros, resolvi continuar a viver como se tivesse que pagar os 300 euros de prestação, só que pagava-os a mim, para uma conta à parte, primeira coisa do mês. Do outro lado a patroa fazia o mesmo e assim, sem dar por ela, se metiam logo 600 euros/mês de lado. Fácil.

Quem diz com 300 diz com 100 ou 1000, depende dos rendimentos de cada um. E é impressionante o quão mais racionais se tornam as nossas escolhas quanto menor a disponibilidade de liquidez. É como andar com 100 euros na carteira, só sabemos onde gastámos os últimos 20 ou 30, o resto desaparece no éter... o princípio é sempre o mesmo, quanto menor o dinheiro disponível, menores os gastos supérfluos.
- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!
A ideia do Paracelsus é excelente, mas poupança de 200€ mensais parece-me esticado para parte da população. Eu não o consigo, nem pouco mais ou menos, por exemplo.

50, 100, 200 por mês... o importante é colocar algo de lado todos os meses. Se for visto como uma “despesa” como é a conta da luz ou da net então é mais fácil, o que resta serve para reajustar o orçamento para o mês.

Edit: para quem tiver a funcionalidade no homebanking é meter automaticamente a retirar X euros em determinado dia do mês para uma outra conta (ou directamente logo para o esquema de poupanças) e assim já é muito mais fácil poupar.
É um pouco o que tento fazer... 30, 40, 50€, tento ir colocando na conta poupança que rendeu, nos últimos 6 meses, uns fantásticos 46 CÊNTIMOS.
Mas quando entram os meses de despesas consecutivas, o que recebo no início do mês não chega para cobrir as despesas. Que vale, nunca fui daquelas pessoas que consegue andar com as contas próximas de zero. Mesmo na conta à ordem tento manter sempre algum dinheiro disponível para qualquer imprevisto. Por exemplo, este mês de Outubro, já não chega ter de pagar seguro do carro, IMI, aniversário da minha mãe e da minha sogra, vou ter de comprar uma cadeirinha para o meu filho para o carro e o esquentador está a dar as últimas.
A ideia do Paracelsus é excelente, mas poupança de 200€ mensais parece-me esticado para parte da população. Eu não o consigo, nem pouco mais ou menos, por exemplo.

50, 100, 200 por mês... o importante é colocar algo de lado todos os meses. Se for visto como uma “despesa” como é a conta da luz ou da net então é mais fácil, o que resta serve para reajustar o orçamento para o mês.

Edit: para quem tiver a funcionalidade no homebanking é meter automaticamente a retirar X euros em determinado dia do mês para uma outra conta (ou directamente logo para o esquema de poupanças) e assim já é muito mais fácil poupar.
É um pouco o que tento fazer... 30, 40, 50€, tento ir colocando na conta poupança que rendeu, nos últimos 6 meses, uns fantásticos 46 CÊNTIMOS.
Mas quando entram os meses de despesas consecutivas, o que recebo no início do mês não chega para cobrir as despesas. Que vale, nunca fui daquelas pessoas que consegue andar com as contas próximas de zero. Mesmo na conta à ordem tento manter sempre algum dinheiro disponível para qualquer imprevisto. Por exemplo, este mês de Outubro, já não chega ter de pagar seguro do carro, IMI, aniversário da minha mãe e da minha sogra, vou ter de comprar uma cadeirinha para o meu filho para o carro e o esquentador está a dar as últimas.

Olha, só pra te dar um exemplo, as minhas poupanças em fundos valorizaram 2%  nos últimos dois dias por causa do NAFTA e boas notícias da Tesla sobretudo. Não serve de exemplo, mas foi porreiro ver aquilo a subir umas centenas de euros de um dia para o outro. No teu caso seriam bem mais que 46 cêntimos fosse como fosse.
A minha "wake up call" foi quando acabei de pagar o carro: quando comprei tinha algum para entrada, mas faltava outro tanto, andei durante 3 anos a pagar prestações, paguei tudo antes do fim e de repente dei por mim a pensar como é que ia fazer com os 300 euros que agora já não eram precisos para a prestação.

Ora, se antes conseguia viver na mesma sem esses 300 euros, em vez de viver como se tivesse tido um aumento de salário de 300 euros, resolvi continuar a viver como se tivesse que pagar os 300 euros de prestação, só que pagava-os a mim, para uma conta à parte, primeira coisa do mês. Do outro lado a patroa fazia o mesmo e assim, sem dar por ela, se metiam logo 600 euros/mês de lado. Fácil.

Quem diz com 300 diz com 100 ou 1000, depende dos rendimentos de cada um. E é impressionante o quão mais racionais se tornam as nossas escolhas quanto menor a disponibilidade de liquidez. É como andar com 100 euros na carteira, só sabemos onde gastámos os últimos 20 ou 30, o resto desaparece no éter... o princípio é sempre o mesmo, quanto menor o dinheiro disponível, menores os gastos supérfluos.

Confesso que tenho uma filosofia muito próxima desta.

No final do mês pago-me de duas maneiras: tiro à cabeça uma determinada % do que recebi e tiro o resto do que me sobrou desse mês.

Pago também a uma conta específica (com a cara metade) que é aquela que há-de pagar as despesas de renda, luz, água, gás, electricidade, gasóleo, alimentação, whatever. Se essa conta não tiver dinheiro para pagar essas despesas... Que aguardem até ao próximo carregamento.

A diferença é que estou-me a f**** para o que a patroa faz ao lado dela (por agora).
Eu até diria que esta é a regra de ouro para uma espécie de "emancipação financeira", em que aprendemos a viver com o que sobra depois de retirarmos de cima da mesa aquela dinheiro que achamos que devemos guardar todos os meses, de modo a dar um propósito a isto tudo.

E, como o dinheiro disponível é menor, de repente as nossas escolhas e despesas são subitamente mais assertivas e racionais e a satisfação que deriva das mesmas aumenta na medida em que sabemos que gastámos dinheiro que sabíamos que podíamos gastar - afinal, o que não podíamos gastar foi logo "resgatado" à cabeça no início do mês.



Sempre!
Quando comecei a fazer isso passei de poupar 120 libras por mes para mais de 400
Sabes quanto precisas de ter para pagar as contas, sabes o que sobra. Poes a maior parte disso de lado (pagas-te a ti proprio)
O que sobra pra mim é para cigarros e uma outra despesa minha, como um livro ou um album.

Imprevistos, a acontecerem saem da conta de poupança... como o carro este mes, que me fez recuar um ano nas minhas pouanças... mas é a vida.
A ideia do Paracelsus é excelente, mas poupança de 200€ mensais parece-me esticado para parte da população. Eu não o consigo, nem pouco mais ou menos, por exemplo.

Uma coisa que aprendi há uns anos é que o primeiro gajo a ficar com algum na mão depois de receber o salário sou eu. Depois de me pagar a mim mesmo, pago a renda, pago à EDP, pago aos SMAS e à Galp, pago as prestações dos carros, pago o gasóleo, pago o pão, pago a cerveja, pago o cinema e a conta no restaurante, pago as fraldas da miúda e as despesas imprevistas.

Se não tiro dinheiro para mim à cabeça, chego ao fim do mês e não sobra nada. O meu primeiro. Se ficar a dever alguma coisa a alguém é sempre aos outros.

Se trabalho um mês inteiro, se recebo e não fica nada para mim, então não ando cá a fazer nada, sou escravo de terceiros.

Lamento a visão fria, mas se não sobra dinheiro todos os meses, é um mês de vida que perdi. E tempo é mais importante que dinheiro.
Não entendo essa possibilidade. Se não pagas o que precisas de pagar, alguma coisa vai começar a descambar. Há despesas que são obrigatórias. E essas despesas são também do teu bem estar. Claro que podes poupar perto de 100€ por mês se decidires viver com os canais de TV generalistas, sem telemóvel ou internet. Mas aí, penso que já entramos no abdicar daquilo para que trabalhamos (fora que quase nenhum trabalho hoje vive sem contacto com a internet).

Claro, acho que o @juziel depois de passer 2 meses a acontecer isso, mudava de emprego, ou de carro, ou de casa ou de mulher... o que quer que fosse que fizesse as despesas descer mais depressa :)
Ora aqui vai mais uma sugestão para poupar alguns €€€ em Restaurantes:

Não sei se já conhecem a app The Fork. Pertence ao Tripadvisor e permite efetuar marcações online em muitos restaurantes com confirmação da reserva de forma quase imediata.

Há também muitos restaurantes que oferecem descontos caso a reserva seja efetuada pelo The Fork, descontos esses que variam entre os 20% e os 50%, normalmente em Portugal as bebidas e menus não estão incluídos, no entanto por exemplo, vim ontem de Itália onde valor do desconto era sobre o total da fatura.

Mas para além disso, por cada reserva acumulamos yums (50 pelo website ou 150 se a reserva for efetuada pela app), que são passíveis de trocar por €€€ nos restaurantes aderentes. Em Portugal 1000 yums valem 10€ de desconto e 2000 yums 25€ (atenção que só nos restaurantes que aceitam yums). No entanto em Itália estes valores duplicavam, por exemplo tive um desconto de 50€ em troca de 2000 yums no Restaurante Pantaleo

Mas há mais!  8)

Se quiserem aderir, instalem a app no telemovel e ao fazer a primeira reserva usem o código 7C414AD7 para ganharem 1000 yums na primeira reserva, e assim eu recebo 500 também!  :mrgreen:

Edit: Anexo foto da conta.
« Última modificação: Outubro 11, 2018, 15:13 pm por LuisT_76 »
"Good judgment comes from experience, and experience comes from bad judgment." - Barry LePatner
@LuisT_76 já me registei, mal faça a primeira reserva coloco o teu código  :great:
@LuisT_76 já me registei, mal faça a primeira reserva coloco o teu código  :great:

Ok, obrigado!

Qualquer dúvida apita!  :great:
"Good judgment comes from experience, and experience comes from bad judgment." - Barry LePatner
Uma dica para futuros pais e não só:

Quando a minha filha nasceu comprei uma baby cam da Chicco para podermos estar descansados enquanto ela dormia no quarto no piso de cima, e assim podíamos ver e ouvir o que se passava no quarto em qualquer momento. Comprei na Amazon e ficou por cerca de 110€.

Agora a camera avariou ao fim de 5 anos e optei por vandar vir do AliExpress uma IP Cam.

Ora o interessante disto tudo é que acabei por descobrir o quão simples é montar um sistema de cameras de vigilância em casa até 16 cameras, gastando uma fração de um sistema de alarme vendido pelas empresas do ramo, com acesso em qualquer lado do mundo desde que tenha rede de Internet, alarmes etc.

O melhor disto tudo é que basta comprar as IP Cam, ligar a corrente, colocar cartão SD caso desejemos que haja gravação, configurar a rede e já está! Ah e o preço...? 16€ por camera...  :mrgreen:
"Good judgment comes from experience, and experience comes from bad judgment." - Barry LePatner
O melhor disto tudo é que basta comprar as IP Cam, ligar a corrente, colocar cartão SD caso desejemos que haja gravação, configurar a rede e já está! Ah e o preço...? 16€ por camera...  :mrgreen:
Realmente é uma boa dica para quem quer uma video vigilância em casa.
Mas deixo também uma dica à parte, quem vai ter o acesso para fora de casa. Muito cuidado com a segurança!