Beto - Team Manager

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Provavelmente o último capitão decente que tivemos e veem para aqui xingar o homem.... ganhem juízo.

Enquanto o BdC não voltar vão dizer mal de tudo e todos... eu também queria imenso que o BdC voltasse a ser nosso presidente, mas num futuro próximo o pessoal que esqueça essa ideia porque não vai voltar.

Relativamente ao Beto...
Bem vindo Capitão! E que ensines esses c******* o que é o Sporting!!

Bora!

Teor e forma das criticas à parte, então agora não há legitimidade para por em causa coisa nenhuma?
Ainda para mais neste caso onde se está a escolher uma pessoa que ninguém faz a mínima ideia (até por ausência de experiência real no cargo) se ten ms capacidades e competências para o mesmo.

Concordo que se dê beneficio de duvida e oportunidade para mostrar serviço, mas confianças cegas já me parece demais…

Parece aquela verdade absoluta de que o novo Presidente percebe muito de futebol e é um enorme líder respeitado.

Olha, quem dava um bom team manager era o freddie!
Aquela malta que vai beber um café à Academia e é apanhada na foto a espreitar o treino da equipa principal.

Repito, acho que o Beto pode sentir fervor Sportinguista e o Hugo Viana ser bom rapaz, contudo o intuito não era profissionalizar a estrutura? Vamos ter, numa nova direcção, pessoas que nada provaram nas funções que exercem?

PS: E não me venham com a argumentação patética de que o Beto quando houver um desacato ou precise de chamar a atenção de algo, puxe dos galões, bata no peito e diga que já foi campeão no Sporting. Essa foi só umas das coisas mais ridículas que já aqui li.
Nota-se pelas olheiras que o Beto foi só curtir o after para o Circo de Alcochete  :lol:

Já o tinha dito em relação a Benedito, encher estrutura de ex-jogadores é só a coisa mais rídicula de sempre. Ainda para mais, de um gajo que se diz muito conhecedor do mundo do Futebol.
Maior parte destes ex-jogadores nunca tiveram incutidos numa ética de trabalho de escritório, gostam de andar a passear e sem fazer nenhum o dia inteiro, aproveitando a sua pré-reforma.
É ver a quantidade de falências que dão os projetos deste tipos.

Um caso que vai contra o paradigma e interessante de se ler : http://www.maisfutebol.iol.pt/depois-do-adeus/rubrica/carlitos-arrisquei-muito-num-restaurante-de-qualidade-em-barcelos

Conheço um gajo que era dos jogadores mais interessantes da Primeira Liga, numa série de 3 ou 4 anos (por 2008 e assim), que agora é empregado numa agência de viagens, provavelmente a receber pouco mais que o ordenado mínimo. Estes gajos não tem cabeça nenhuma.
O problema não é o Beto e o Viana, se Benedito tivesse ganho as eleições teríamos hoje nessa foto o André Cruz...portanto, vira o disco e toca o mesmo!

O problema é esta ideia retrógrada que só servem ex jogadores do clube para estas posições, tenham eles muita, pouca ou nenhuma experiência em cargos similares. O imperativo é serem ex jogadores do clube.

Porque todos sabem que qualquer ex atleta é garantia de ser um futuro grande dirigente ou treinador  ::)

Continua-se a insistir ad eternum nisto, uma ideia que já foi provada errada vezes sem conta no Sporting  :inde:

O mais triste é que nestas eleições todos os candidatos apresentaram projectos e estruturas que no fim acabam por não diferir muito daquilo que BDC (e outros no passado com as devidas diferenças) já implementou sem sucesso no clube.


É acreditar que desta vez será diferente... e espero que seja pois gostava de festejar o título com todos eles.Mas a desconfiança é grande de quem já viu este filme demasiadas vezes.
Já o Porto foi campeão com um desses ex-jogadores que não querem fazer nenhum. O Benfica é campeão com o seu homem para o futebol ex-jogador. Cá é que é uma vergonha do c******, pelos vistos.

Claro que há áreas onde teremos de ter profissionais de competência fantástica, nomeadamente a área do treinador, dos jogadores e do gabinete de prospecção/identificação de reforços.

Mas é importante que os jogadores contactem diariamente e lidem no interior do grupo de trabalho com quem conhece o Sporting, com quem sente o Sporting, com quem lhes passa mística sportinguista. Tal como é bom terem como capitão um Nani.

Com um perfil diferente, mas também com muitos anos de conhecimento de Sporting, foi isso que o Manolo Vidal e o Torcato deram ao grupo em tempos de boa memória.

Não será pelo apoio logístico do dia-a-dia e coordenação de horários, dinâmicas de funcionamento e vigilância de cumprimento de regras do Beto que o Sporting não ganhará, não será pelo salário do Hugo Viana (que já foi director desportiva, de forma breve, numa estrutura de futebol que trabalha bem) não ganhará.

A verdade é que se procura mística no plantel, nos dirigentes e no interior da Academia, e não se encontra. Depois queixamo-nos que não se respira Sporting lá dentro...

Não acho nada mal a ideia do Benedito de formar quadros, símbolos do clube, ou pelo menos de aproveitar quando eles se formam e aproveitá-los. Saber o que é estar no campo não chega, mas em alguns cargos é importante e convém ter pelo menos 1/2 pessoas que façam essa ligação entre jogadores e sócios, jogadores e cube.

O Beto por exemplo tirou o curso de dirigismo desportivo (pesumo que o Viana o tenha também tirado, já que o foi no Belém), tirou o curso de treinador, foi jogador durante 17 anos no Sporting, foi capitão, teve umas curtas experiências de treinador de futebol formação e sénior. Como dizia o Jesus, "experiência é conhecimento", e um tipo saber o que é estar na pele de um jogador de futebol, de um treinador e de um sócio, em simultâneo, parece-me uma experiência muito rica para desempenhar funções num cargo destes.

Mas há anos e anos que somos conhecidos por tratarmos mal símbolos do clube... não é novidade.
Importante saber qual será a posição do Beto na estrutura, o cargo de Team Manager é muito superficial. Talvez seja o elemento que faz a ligação entre o plantel e o Presidente e se assim for concordo com a aposta.

Não me parece que vá ter as mesmas funções que tinha o André Geraldes, aliás, o Beto nem se deve ocupar com a parte das transferências.
"Esforço, Dedicação, Devoção e Glória"
 Se a ideia é passar a cultura do clube, façam como alguns grandes europeus fazem, um adjunto da casa para auxiliar o treinador e está feito. Assim, temos um elemento válido que entra na equipa do treinador, ajudará na fase inicial o mesmo, faz as pontes que há para fazer entre plantel e treinador, recebe os novos atletas e fala-lhes do Sporting, auxilia igualmente em relação a alguma especificidades do campeonato português.

 Sinceramente, novamente nada contra o Beto, este papel de team manager é um desperdício de tempo, de dinheiro e mais burocracia desnecessária. Um ou dois secretários técnicos, um adjunto da casa, estava arrumada a questão.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
PS - Deveria ser tão preguiçoso, tão mau e trabalhar tão pouco, que o anterior presidente quis que ele ficasse quando reestruturou o clube... mas o Beto tinha outras ambições, tirar o curso de dirigismo, experimentar vestir o papel de treinador, etc. Nunca se acomodou com tachos.
 Se a ideia é passar a cultura do clube, façam como alguns grandes europeus fazem, um adjunto da casa para auxiliar o treinador e está feito. Assim, temos um elemento válido que entra na equipa do treinador, ajudará na fase inicial o mesmo, faz as pontes que há para fazer entre plantel e treinador, recebe os novos atletas e fala-lhes do Sporting, auxilia igualmente em relação a alguma especificidades do campeonato português.

 Sinceramente, novamente nada contra o Beto, este papel de team manager é um desperdício de tempo, de dinheiro e mais burocracia desnecessária. Um ou dois secretários técnicos, um adjunto da casa, estava arrumada a questão.
Um adjunto da casa intervém nas questões técnico-tácticas, que são do domínio do treinador. Não há assim tanta gente capaz de intervir e contribuir positivamente em questões técnico-tácticas (depois temos de ir buscar os Tiagos Fernandes...) e ao mesmo tempo passar mística do clube. Mais vale ficar-se pela segunda função e ter ali alguém com peso exclusivamente focado em proteger o treinador de alguns problemas fora da sua alçada (tweets e polémicas levantadas nas redes sociais, atrasos, garantia do cumprimento escrupuloso das regras e planos definidos para cada atleta, etc). Alguém que não seja visto pelos jogadores como "o adjunto".
Um adjunto da casa intervém nas questões técnico-tácticas, que são do domínio do treinador. Não há assim tanta gente capaz de intervir e contribuir positivamente em questões técnico-tácticas (depois temos de ir buscar os Tiagos Fernandes...) e ao mesmo tempo passar mística do clube. Mais vale ficar-se pela segunda função e ter ali alguém com peso exclusivamente focado em proteger o treinador de alguns problemas fora da sua alçada (tweets e polémicas levantadas nas redes sociais, atrasos, garantia do cumprimento escrupuloso das regras e planos definidos para cada atleta, etc). Alguém que não seja visto pelos jogadores como "o adjunto".

 A gestão do balneário é da competência do treinador. O treinador é o líder, ter um elemento externo a assumir o papel de líder ali no balneário é retirar poder ao treinador e considero isso um erro. Se o problema é passar os valores do clube, o treinador-adjunto serve perfeitamente e serve igualmente para ajudar a integrar jogadores que chegam ao clube. O adjunto faz parte da equipa do treinador, um elemento válido e se tiver anos de casa, tem igualmente algum peso. O respeito conquista-se, estar a impor por decreto, vai correr mal. A gestão das redes sociais é feita pela equipa de marketing, os atrasos são tratados pelos secretários-técnicos que depois reportam ao director-geral, a gestão da disciplina (cartões) é feita pelos secretários-técnicos.

 Falas dos Tiagos Fernandes, depois vais buscar um Beto / Hugo Viana para andar por ali. Faz pouco sentido. A questão passa sempre pelo mesmo, tornar a estrutura o mais profissional possível e deixar o amadorismo de lado. Para mim, faz nenhum sentido andarmos com um team manager, muito menos ex-jogadores cujo o profissionalismo, para a função, é fortemente questionável.

 Um director-geral, pode eventualmente nomear um tipo mais operacional se tiver necessidade disso, dois secretários-técnicos e está resolvido. Todos os problemas que surjam devem ser resolvidos pelos respectivos departamentos (Comunicação, Marketing, Nutrição, Performance, Mental, Social, Financeiro), sempre com a supervisão do director-geral do futebol profissional. Para que inventar cargos para colocar pessoas de profissionalismo questionável e que nada mais servem excepto para ganhar eleições?
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Quando o pessoal perceber que estes nomes são avançados apenas por campanha e garantir votos, já estes gajos fizeram asneira atrás de asneira lá dentro.

O Beto está para o Varandas como as máquinas de lavar estão para o Valentim Loureiro.

A malta identifica-se com eles porque viram-no com a braçadeira, a dar tudo pelo clube, garra, coragem, etc, etc e pensam que são pessoas que extra-futebol também "vão dar tudo". Muito honestamente, com o Beto, Hugo Viana e Vidigal vejo ali RPs e não profissionais.

Não se pode pagar ao Monchi o que se pagava ao JJ?
“Um grande clube, tão grande como os maiores da Europa.”
Acho-o muito capaz para a tarefa que me parece estar-lhe atribuída : apoiar os jogadores no dia-a-dia e fazer a ponte com o responsável pelo futebol.

Sabe o que é um "balneário", sabe o que é ser campeão e capitão no SCP, tem carisma e é um leão dos 7 costados ( nunca foi ingrato com o clube que lhe deu tudo ).

Posso ter esta ideia enviesada porque sempre gostei muito dele como jogador e capitão. O tempo que teve como "Relações Internacionais" foi breve, mas sempre teve uma postura correta.

PS : Ainda me lembro que foi o maluco do Waseige que lá o lançou na 1ª equipa, mas só após experimentar todos e mais alguns a central. Até o Yorda jogou a central.
 Se a ideia é passar a cultura do clube, façam como alguns grandes europeus fazem, um adjunto da casa para auxiliar o treinador e está feito. Assim, temos um elemento válido que entra na equipa do treinador, ajudará na fase inicial o mesmo, faz as pontes que há para fazer entre plantel e treinador, recebe os novos atletas e fala-lhes do Sporting, auxilia igualmente em relação a alguma especificidades do campeonato português.

 Sinceramente, novamente nada contra o Beto, este papel de team manager é um desperdício de tempo, de dinheiro e mais burocracia desnecessária. Um ou dois secretários técnicos, um adjunto da casa, estava arrumada a questão.

De que grandes clubes europeus falas?
Sporting good
Dream Team Summer 19: Renan, Rosier, Coates, Mathieu, Acuña, Battaglia, Wendel, Robertone, Raphinha, Camacho, Bas Bost
Vamos ser campeões manos
São casos incomparáveis de Porto e Benfica.

Já disse a diferença entre ter toda uma estrutura montada e hierarquicamente subordinada ao ex-jogador, que lhe faz o trabalho sujo, do que ter o ex-jogador adstrito ao exercício dessas mesmas funções.

O Rui Costa não faz puto no Benfica. Aliás, nos e-mails, creio que o Domingos Soares Oliveira, se queixa disso mesmo.
Dá a cara, face ao respeito que ganhou pela sua carreira, o que é importante e até acaba por funcionar.

De que grandes clubes europeus falas?

 Com adjuntos?

 O City, o Chelsea, o United, o Bayern, o Liverpool. Há certamente clubes médios que mantém nos seus quadros adjuntos da casa, elementos que transitam de treinador em treinador. Depois ainda há os treinadores que estão nas Academias, que podiam eventualmente subir à equipa principal e depois descer.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Um adjunto da casa intervém nas questões técnico-tácticas, que são do domínio do treinador. Não há assim tanta gente capaz de intervir e contribuir positivamente em questões técnico-tácticas (depois temos de ir buscar os Tiagos Fernandes...) e ao mesmo tempo passar mística do clube. Mais vale ficar-se pela segunda função e ter ali alguém com peso exclusivamente focado em proteger o treinador de alguns problemas fora da sua alçada (tweets e polémicas levantadas nas redes sociais, atrasos, garantia do cumprimento escrupuloso das regras e planos definidos para cada atleta, etc). Alguém que não seja visto pelos jogadores como "o adjunto".

 A gestão do balneário é da competência do treinador. O treinador é o líder, ter um elemento externo a assumir o papel de líder ali no balneário é retirar poder ao treinador e considero isso um erro. Se o problema é passar os valores do clube, o treinador-adjunto serve perfeitamente e serve igualmente para ajudar a integrar jogadores que chegam ao clube. O adjunto faz parte da equipa do treinador, um elemento válido e se tiver anos de casa, tem igualmente algum peso. O respeito conquista-se, estar a impor por decreto, vai correr mal. A gestão das redes sociais é feita pela equipa de marketing, os atrasos são tratados pelos secretários-técnicos que depois reportam ao director-geral, a gestão da disciplina (cartões) é feita pelos secretários-técnicos.

 Falas dos Tiagos Fernandes, depois vais buscar um Beto / Hugo Viana para andar por ali. Faz pouco sentido. A questão passa sempre pelo mesmo, tornar a estrutura o mais profissional possível e deixar o amadorismo de lado. Para mim, faz nenhum sentido andarmos com um team manager, muito menos ex-jogadores cujo o profissionalismo, para a função, é fortemente questionável.

 Um director-geral, pode eventualmente nomear um tipo mais operacional se tiver necessidade disso, dois secretários-técnicos e está resolvido. Todos os problemas que surjam devem ser resolvidos pelos respectivos departamentos (Comunicação, Marketing, Nutrição, Performance, Mental, Social, Financeiro), sempre com a supervisão do director-geral do futebol profissional. Para que inventar cargos para colocar pessoas de profissionalismo questionável e que nada mais servem excepto para ganhar eleições?

Pois, se calhar ficamos por aqui e concordamos em discordar.
Pois, se calhar ficamos por aqui e concordamos em discordar.

 Eu deixei frisado que nada tenho com os nomes. A questão é meramente estrutural.  :great:
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Pois, se calhar ficamos por aqui e concordamos em discordar.

 Eu deixei frisado que nada tenho com os nomes. A questão é meramente estrutural.  :great:

Não, a questão é que colocaste o profissionalismo das pessoas em causa sem fazeres a mais pequena ideia de como elas trabalham, o que pensam, o que estão a fazer no dia-a-dia e que horários andam a cumprir.

Mas pronto, acho que tens a "impressão" que são pessoas com "profissionalismo questionável" e isso chega quando se está a comentar uma pessoa que passou 17 anos no Sporting, foi capitão do Sporting, tirou o curso de dirigismo desportivo, foi treinador e tem uma paixão pelo clube que se calhar poucos foristas aqui (eu incluído) superam.
Não, a questão é que colocaste o profissionalismo das pessoas em causa sem fazeres a mais pequena ideia de como elas trabalham, o que pensam, o que estão a fazer no dia-a-dia e que horários andam a cumprir.

Mas pronto, acho que tens a "impressão" que são pessoas com "profissionalismo questionável" e isso chega quando se está a comentar uma pessoa que passou 17 anos no Sporting, foi capitão do Sporting, tirou o curso de dirigismo desportivo, foi treinador e tem uma paixão pelo clube que se calhar poucos foristas aqui (eu incluído) superam.

 Isso é o garante de um bom profissionalismo?

 Capitão durante 17 anos, com alguns comportamentos questionáveis. Curso de dirigismo sem ninguém saber em que escola, com que notas, nada. Acrescento que tem uma experiência como dirigente muito residual. Foi treinador por uns meros meses sem resultados. Isto é que é sinal de profissionalismo? É esta a linha que define a competência? Se é, tudo bem. Assunto encerrado.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Não, é o garante de que se conhece a fundo o desporto em que se está a intervir, que se sabe como pensa um balneário, como pensa um jogador, como pensa um treinador, como pensa um dirigente e como pensa um sócio. Que se cometeu muitos erros nesta área desportiva e se percebeu que eram erros, que se viu muitas decisões tomadas que depois resultaram. Lá dentro.

Não sei se o Beto é profissional ou não. Não sei se tem competência ou não para as funções que vai exercer porque nunca as exerceu.

Quando o JJ dizia que "experiência é conhecimento", não discordo dele. Não desvalorizo a experiência de campo por oposição à teoria como não desvalorizo o contrário. A descrição das suas funções, de que podems discordar ou concordar, indica que serão muito práticas. E para funções práticas, tem pouca experiência? Arranja-se com facilidade gente melhor?

Podemos discordar ou concordar das opções, da estrutura, do modelo, das funções. Isso é claro.

Que tratamos muito mal quem nos faz bem e que não nos podemos admirar que ninguém tenha carinho e estima por nos, também me parece suficientemente claro.

Se for mais um a incutir garra, sportinguismo, crença e respeito pelos sócios (é preciso recordar episódios recentes?) no futebol sénior e no interior da Academia de Alcochete, para mim já é bem vindo, mas eu não sou um iluminado nem acho que o Sporting deva funcionar como uma empresa sem cultura desportiva.

O pior é que muita gente que critica estas funções e o Beto elogiava o Geraldes e elogiava os modelos do Benedito e Bayern que passavam exactamente pela mesma cultura desportiva (não apenas cultura empresarial, técnica, táctica -- desportiva). Não vejo como é que se pode apoiar um discurso como o do Benedito e depois achar que alguém ter passado anos a fio no clube, com títulos e conhecimento da nossa história, não é mais-valia nenhuma, não interessa para nada. Talvez um dia perceba.

Não temos o que merecemos quando a malta que formamos nos manda para a p?
« Última modificação: Setembro 11, 2018, 17:02 pm por Ehrmantraut »