Votação

Quem foi para ti o melhor em campo?

Romain Salin
2 (1.2%)
Bruno Gaspar
2 (1.2%)
Sebastián Coates
0 (0%)
André Pinto
2 (1.2%)
Jefferson
0 (0%)
Rodrigo Battaglia
0 (0%)
Marcos Acuña
1 (0.6%)
Bruno Fernandes
56 (33.7%)
Raphinha
90 (54.2%)
Jovane Cabral
1 (0.6%)
Fredy Montero
5 (3%)
Wendel
0 (0%)
Nemanja Gudelj
6 (3.6%)
Abdoulay Diaby
1 (0.6%)

Votos totais: 166

Taça da Liga 2018/19 [1ªJ] Sporting CP 3-1 Marítimo [16/09 | 20:00]

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«PODIAM TER SIDO MAIS UM OU DOIS...»
SPORTING 22:12
Por
Redação
José Peseiro congratulou-se com a entrada do Sporting a vencer na fase de grupos da Taça da Liga, após o 3-1 sobre o Marítimo.

 

«Estou satisfeito com o resultado e com a exibição. Foi um jogo muito bom contra uma bela equipa, que não tem sofrido muitos golos... Controlámos e dominámos praticamente durante os 90 minutos. 3-1 é um resultado justíssimo, podiam ter sido mais um ou dois mas deixo os parabéns ao Marítimo pelo que fez aqui e também aos meus jogadores. Estamos a jogar cada vez melhor e mais próximos daquilo que queremos, mas ainda faltam aprimorar algumas coisas. Passo a passo estamos a progredir nos vários momentos do jogo», analisou à Sport TV.

 

A Bola
O gajo chama-se Wendel! Wendel!

Que é difícil...  ^-^ ::)
Obrigado pela correção, também tinha impressão que era só com um l mas o corrector mudou para Wendell.

Enviado do meu ONEPLUS A6003 através do Tapatalk

Wendel com 2 "L"s é o do Leverkusen. Este é Wendel. E lê-se Uendel já agora. Que nervos ouvir Vendel o tempo todo.
O gajo chama-se Wendel! Wendel!

Que é difícil...  ^-^ ::)
Obrigado pela correção, também tinha impressão que era só com um l mas o corrector mudou para Wendell.

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Fosses só tu e fosse só pontual. Há aqui malta que escreve assim desde que chegou, por muito que se corrija.
“A lot of football success is in the mind. You must believe you are the best and then make sure that you are.” - Bill Shankly
Nao foi mau de todo.Melhor e mais excitante do que com o mestre da tactica...


"Recordo o que disse numa AG no mandato anterior. Estou disposto a dar o meu tempo, vida e alma ao Sporting, mas têm de estar comigo. Nos últimos dois anos tive duas hipóteses: ou me juntava aos interesses ou a vocês. Escolhi juntar-me a vocês."
Bruno de Carvalho, 17 de Fevereiro de 2018
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VITÓRIA POR 3X1 DIANTE DO MARÍTIMO
Defesa começou ao ataque
2018/09/16 22:03
Texto por Hugo Filipe Martins

O Sporting começou da melhor maneira a defesa da Taça da Liga ao bater o Marítimo por 3x1 na primeira jornada do grupo D. Os leões protagonizaram uma excelente partida e estiveram quase sempre por cima, conquistando um triunfo importante neste regresso à competição.

Os leões saíram para o intervalo a vencer por 1x0 e na segunda parte o Marítimo procurou reagir, mesmo após o golo de Bruno Fernandes. Correa ainda reduziu, mas o mesmo Bruno Fernandes voltou a marcar logo a seguir e tranquilizou a sua equipa, num jogo em que Gudelj e Diaby fizeram a estreia de leão ao peito e que ficou também marcado pelo regresso de Danny a Alvalade, 13 anos depois.

Menos balão, mais controlo
A época passada não trouxe muitas coisas boas para o Sporting, mas a Taça da Liga foi um dos pontos positivos do leão. A defender o troféu, Peseiro não entrou pelo caminho das mudanças em jogos da Taça da Liga e defrontou o Marítimo com uma equipa perto daquela que tem sido mais utilizada. Cláudio Braga teve a mesma forma de pensar e quem olhar para os onzes pode ficar na dúvida se este foi um jogo do campeonato ou da Taça Allianz.

Sem grandes alterações nos onzes, também não houve muitas mudanças estratégicas. O Sporting entrou melhor, com mais velocidade e olhos na baliza. Raphinha foi o elemento mais entusiasmante desse início de encontro, que só não teve golos porque Jovane Cabral, a estrear-se a titular, não acertou na bola no momento de finalizar.

Passado o momento de maior ímpeto leonino, o Marítimo foi aparecendo mais em jogo, muito graças às recuperações de Jean Cléber ou Fabrício, que iam procurando levar a equipa para a frente. Apesar do maior equilíbrio, o Sporting continuou a dominar a partida e a tentar sair para o ataque de forma organizada e mais temporizada do que na etapa inicial, período no qual Bruno Fernandes sentiu dificuldades fruto do excesso de bolas longas.

Se até então a capacidade de recuperação dos homens do Marítimo era de elogiar, acabou por ser a recuperação sportinguista a originar o primeiro golo da partida. Com as linhas de pressão bem subidas, a equipa de Peseiro tentou sempre dificultar a transição maritimista e isso acabou por resultar. Acuña foi rápido a recuperar e Montero foi inteligente a assistir Raphinha para o golo leonino.

Em vantagem, o Sporting procurou ter ainda mais bola no pé e tentar jogar menos de forma direta (trabalho de Peseiro durante a paragem das seleções?). A equipa de Cláudio Braga continuou na expectativa e manteve a organização, mas isso fez com que regressasse aos balneários sem qualquer ocasião flagrante de golo.

Jogo ficou feito num 8
Depois de uma primeira parte de domínio algo consentido, o Sporting sentiu mais dificuldades perante um Marítimo mais atrevido e com outro tipo de intenções. A equipa de Peseiro regressou dos balneários mais adormecida e só Jovane Cabral estava a procurar mexer com o jogo. A velocidade do extremo leonino estava a ser incomodativa para a defensiva maritimista, que acabou por cometer uma grande penalidade convertida com muita calma por Bruno Fernandes.

A vantagem de dois golos não tardou a ser contrariada. O Marítimo aproximou-se da baliza de Salin e conseguiu mesmo chegar ao golo. Depois do número 8 sportinguista ter marcado, foi a vez do número 8 da equipa de Cláudio Braga. Correa estava a ser o elemento mais inconformado e a uma bola perdida por Acuña respondeu com o golo.

O tento do argentino podia ter relançado a partida caso Bruno Fernandes não tivesse feito das suas. O médio leonino fez uma exibição em crescendo e pegou imediatamente na bola após o golo sofrido numa demonstração de vontade em resolver rápido as coisas... e assim foi. O internacional português finalizou uma bela jogada que ele próprio criou e voltou a dar grande conforto ao conjunto de Peseiro, que a partir desse momento voltou a dominar o jogo por inteiro.

Até final, oportunidade para as estreias de Gudelj e Diaby e ainda para os primeiros minutos de Wendel na nova época. Os leões ainda foram criando algumas oportunidades de golo mas o 3x1 manteve-se até final da partida, sendo que o Marítimo acabou com menos um elemento por expulsão de Lucas Africo após falta duríssima sobre Wendel. Uma maneira menos boa de terminar um jogo que teve bons momentos de futebol.


Zerozero

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TL: Sporting-Marítimo, 3-1 (crónica)
Raphinha no comando e uma segunda parte frenética

Ricardo Gouveia

O Sporting iniciou a defesa do título na Taça da Liga com uma vitória, em Alvalade, sobre o Marítimo, à partida o adversário mais exigente do Grupo D que conta ainda com o Feirense e o Estoril. Um jogo de múltiplas estreias: Raphinha estreou-se a marcar, Jovane Cabral estreou-se como titular, enquanto Gudelj e Diaby somaram os primeiros minutos de leão ao peito. A equipa de José Peseiro ganhou vantagem na primeira parte antes do jogo tornar-se frenético na segunda, logo depois do segundo golo da equipa de Alvalade, com os madeirenses a arriscarem tudo no ataque a proporcionarem um belo espetáculo, com o veterano Danny também em plano de destaque no seu regresso a Alvalade. Um jogo que acabou com um lance feio de Áfrico sobre Wendel que deixou o brasileiro bem mal-tratado.

José Peseiro tinha avisado que ia apresentar a «melhor equipa», tendo em conta as limitações [Viviano, Mathieu, Nani e Bas Dost estão indisponíveis], e a verdade é que o treinador do Sporting não mexeu muito, lançando apenas Bruno Gaspar para o lado direito da defesa e oferecendo a titularidade a Jovane Cabral, deixando ainda os reforços Gudelj e Diaby no banco. Uma opção que até faz sentido, uma vez que os leões não jogaram na última semana e precisam de manter a equipa com ritmo para os desafios que se avizinham na próxima semana como Qarabag, na estreia da Liga Europa, e, logo a seguir com o Sp. Braga.

Um leão que assumiu desde logo a iniciativa do jogo, deixando também desde cedo à vista um desequilíbrio evidente entre as duas alas, com Bruno Gaspar e Raphinha, com o apoio próximo de Bruno Fernandes a conseguirem imprimir uma boa dinâmica no lado direito, em contraste com o lado contrário que quase nunca funcionou, nem a defender, nem a atacar, com Jefferson com muitas dificuldades para conter Bebeto e Correa no seu flanco. Os leões procuravam alargar o jogo a todo o terreno, mas quando a bola caía sobre a esquerda, o jogo engasgava-se.

O Marítimo, por seu lado, entrou no jogo com alguma expetativa, sem correr riscos, mas foi-se soltando, sob a batuta do experiente Danny que ia puxando a equipa para a frente, com os madeirenses a tentar explorar as evidentes fragilidades que os leões apresentavam sobre esse flanco. Mas a verdade é que se o lado esquerdo hesitava, o direito ia dando cartas. Raphinha já tinha avisado duas vezes antes de abrir o marcador aos 26 minutos. Recuperação de Jovane sobre a esquerda, passe para Bruno Fernandes que, à entrada da área, abre mais para a direita para a entrada do jovem extremo que, com um remate enrolado, estreou-se a marcar com a camisola do Sporting.

O caminho estava encontrado, mas o Sporting continuou a encontrar muitas dificuldades para fazer chegar a bola junto a Montero, na área de Charles. A melhor oportunidade surgiu no último lance da primeira parte, na sequência de um canto de Jefferson e uma cabeçada de Coates que fez levantar as bancadas, mas a bola passou ao lado. O Marítimo não deu muito trabalho nesta primeira parte, mas Rodrigo Pinho podia ter aproveitado melhor um desentendimento entre André Pinto e Salin.


Mudança de ritmo na segunda parte e mais três golos

A segunda parte começou com o mesmo cenário, com o Sporting a impor o seu jogo e o Marítimo na expetativa, mas também com um lance polémico. Danny, em posição legal, destacou Rodrigo Pinho que acabou por marcar, mas a verdade é que a bandeirola do auxiliar já estava levantada antes do remate do avançado do Marítimo. Logo a seguir resposta do Sporting no lance que acabaria por dar origem ao segundo golo. Recuperação de Montero junto à linha de fundo, passe para a Jefferson que, por sua vez, lançou Jovane que foi derrubado em falta por Africo. Na conversão do castigo máximo, Bruno Fernandes atirou a contar. Um golo que abanou o jogo de forma bem visível, com um Sporting naturalmente mais tranquilo e um Marítimo bem mais frenético, a impor mais velocidade ao jogo.

Um jogo que se libertou de amarras, com os madeirenses a arriscar tudo e com proveito. Grande passe de Danny a libertar Correa que, apenas com Salin pela frente, reduziu a diferença. Não havia tempo para respirar e os leões, agora com muito mais espaço, recuperaram a vantagem logo a seguir, num lance desenhado e finalizado por Bruno Fernandes. O médio, numa segunda parte em crescendo, tirou dois adversários da frente antes de bater Charles pela terceira vez.

O jogo continuava totalmente aberto, com o Marítimo bem mais disponível para esticar o jogo e o Sporting a multiplicar novas oportunidades junto da baliza de Charles. José Peseiro, certamente já a pensar na estreia com o Qarabag, começou então a gerir, lançando Gudelj, muito ovacionado pelos adeptos, e Wendel e ainda Diaby para a contenda. Os leões tiveram novas oportunidades, com destaque para um livre de Bruno Fernandes, mas o lance acabou com um lance feio. Entrada assassina de Áfrico sobre Wendel, com um golpe karaté, com os pitons no peito do jogador brasileiro que caiu redondo no relvado. O médio ainda se levantou para sair do campo e o jogo acabou logo a seguir.

Fica o registo de um bom jogo de futebol, com uma segunda parte frenética e um Sporting, como Peseiro tinha anunciado, em crescendo.


Mais Futebol
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CRESCER DÁ PONTOS E JÁ NÃO DÓI TANTO
Por Jornal Sporting
16 Set, 2018
EQUIPA PRINCIPAL
Detentores da Taça da Liga estrearam-se na prova com um triunfo seguro

Em fase de crescimento, todas as vitórias valem ouro. No regresso após a paragem de selecções, o Sporting CP bateu o Marítimo na primeira jornada da Taça da Liga (3-1) e iniciou a defesa do troféu de forma convincente. Os golos de Raphinha e Bruno Fernandes (a dobrar) valeram três pontos, mas não só. Depois de um início de época com triunfos sofridos, ganhar com tranquilidade é dar um passo sólido para reforçar o novo modelo de jogo.

Com poucas mudanças na equipa e uma atitude competitiva forte desde o início, percebeu-se que os leões encararam esta partida como se fosse de campeonato. De resto, José Peseiro não fugiu muito às escolhas habituais. Bruno Gaspar mereceu a primeira oportunidade como titular, bem como Jovane, que tem tido impacto directo nos resultados da equipa. Ainda assim, foi Raphinha a afirmar-se novamente como o principal desequilibrador durante a primeira parte. Logo aos dois minutos, quase inaugurou o marcador após um cruzamento de Jefferson, naquele que foi o anúncio de uma exibição repleta de acções positivas. O Sporting CP ia tendo facilidades para encontrar espaços entre as linhas do Marítimo (Jovane e Raphinha procuraram zonas interiores com frequência), mas desperdiçava muitos lances de ataque com cruzamentos a que ninguém chegava. O Marítimo, com um posicionamento defensivo que não transmitia segurança, ganhava outra vida quando a bola chegava aos homens da frente. Barrera e Correa, nos flancos, e Danny, sobretudo, tentavam incomodar a defesa verde e branca, mas sem grande sucesso. Com Battaglia mais posicional à frente da defesa, Acuña adiantava-se no terreno e o primeiro golo resultou de uma recuperação do argentino no meio campo ofensivo - Montero, com a calma habitual, isolou Raphinha para o 1-0. Mais tarde, perto do intervalo, os papéis inverteram-se e foi o brasileiro a descobrir o colombiano nas imediações da área. Má recepção, lance desperdiçado.

Os leões entraram na segunda parte a circular a bola com lentidão, sem se aproximarem da baliza de Charles. Tudo mudou de um momento para o outro: na esquerda, Jefferson encontrou Jovane na área e o menino – mais uma vez – conquistou uma grande penalidade. Bruno Fernandes, tranquilamente, pôs o 2-0 no marcador. A turma de Cláudio Braga, que já tinha ameaçado, estendeu-se no ataque e repôs a diferença mínima logo de seguida. Danny (aos 35 anos, mantém a qualidade técnica e a visão de jogo) lançou Correa e o argentino não perdoou na cara de Salin. Foi uma fase agitada em Alvalade, já que o 3-1 não demoraria a aparecer. Bisou Montero nas assistências – tantas vezes discreto, quase sempre útil no funcionamento colectivo –, oferecendo o bis nos golos a Bruno Fernandes. Na recta final do encontro, José Peseiro quis acrescentar capacidade de pressão na zona central, lançando Wendel (para o lugar de Bruno Fernandes, que descaiu para a esquerda) e Gudelj. Em poucos minutos de leão ao peito, o último reforço verde e branco apresentou-se como um médio criterioso e com facilidade em desdobrar-se para o ataque – de resto, Montero podia ter marcado a passe do sérvio, mas atirou por cima da baliza de Charles. Com o passar do tempo, o Marítimo deixou de atacar e quem esteve perto do golo foi o Sporting CP, nomeadamente por Bruno Fernandes. Já em tempo de compensação, Lucas Áfrico entrou violentamente sobre Wendel e recebeu ordem de expulsão imediata. Um lance evitável, quando todos se preparavam para o final. Se havia dúvidas de que um dos objectivos da época do Sporting CP era defender o título na Taça da Liga, a noite de Alvalade matou-as por completo.


https://www.sporting.pt/pt/noticias/futebol/equipa-principal/2018-09-16/crescer-da-pontos-e-ja-nao-doi-tanto
Boa Vitoria. Parabens equipa. Agora falta termos meio campo
Sinto-me na obrigação de vir a público dizer que enfiar uma lanterna no cú não torna ninguém num iluminado. E sim, sou formado em Luminotecnia.
Wendel entrou e o maritimo deixou de jogar... Wendel pressiona, segura, transporta... ainda está preso de movimentos, mas para melhorar precisa de minutos, muitos minutos...

Raphinha o melhor em campo... verticalidade e velocidade... alta rotação!

Bruno Gaspar bem... temos a lateral direita resolvida com muita qualidade!

Jovane bem... mas ainda se nota "diferença" quando entra em campo vindo do banco quando os adversários estão em falência física...

Gudelj tem qualidade visível a olho nu... mas ainda muita falta de ritmo...

Montero muito bem nos apoios, mas pouca presença física dentro da área... é curto para uma equipa para o Sporting.

Acuña vai tornar-se a curto prazo, num tapa buracos à la "bruno césar", bom tacticamente mas tem que dar mais... só que é internacional argentino...

Curiosidade em ver mais minutos a Lumor, Diaby e Mané...

Castaignos tem que ter obrigatoriamente mais minutos, entrando gradualmente na equipa, tem que se sentir importante, e ganhando compromisso... ele, tem qualidade, com características físicas ímpares, com movimentos em profundidade muito interessantes, tem que ser parte integrante do grupo...

SL

Uma boa exibição e uma boa vitória. Jogamos melhor do que o jogo tipo do Jesus nas ultimas duas épocas.

Fiquei mais confiante, e acredito que com a vinda do Gudelj, caso o Wendell apareça, o regresso do Bas Dost, e se o Sturaro vier forte podemos ter boa equipa. Para além do Mathieu também claro, mas que o André Pinto está a substituir bem, embora o Mathieu quem sabe até pudesse vir a jogar a lateral esquerdo.
"Insubstituível só o Enorme Sporting Clube de Portugal"
Claramente em crescendo, esta equipa. Esperemos que seja pra consolidar. Excelente jogo de Raphinha, BF (na 2a parte), Bruno Gaspar e André Pinto que se tem vindo a afirmar como uma mais valia como 3o central.

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Importante a vitoria. Há ali jogadores que mais valia nem terem vindo.. Bruno fernandes foi um.. O golo não apaga o resto..gostei de ver jogar os novos reforços
Em 1º sempre o grande Sporting!!
muito boa exibicao do Sporting em crescendo apesar de achar que esta competicao deveria de ser para dar ritmo aos menos utilizados mas tambem compreendo sendo o principio da epoca e depois da paragem nas competicoes que o treinador queira criar mais rotinas de jogo com os jogadores que sao na sua grande maioria titulares. Adoro ver o menino Raphinha jogar para cima deles sem medo! Jovane tambem assim nesse estilo. Muito bem
O gajo do maritimo que fez aquela entrada suicida têm de ser severamente punido! Colocou em risco a integridade física de um colega de profissao, podendo te lo matado..
Em 1º sempre o grande Sporting!!
Bruno a ser Brunão!

Bom jogo e boa vitória (3-1 na 1ª jornada do Grupo D da Taça da Liga) frente a um Marítimo que tem uma boa equipa e que entrou bem na época (5º na Liga a par do FCP)...

Bruno a ser outra vez Brunão, com 2 golos (podiam ter sido 3 ou 4), e uma grande exibição para “Homem do Jogo”...

Raphinha no lado direito a manter o nível, a concentração, e a pedalada, acrescentou o primeiro golo da conta pessoal e do jogo...

Jovane (finalmente em estreia a titular, no lado esquerdo) a manter o nível, a concentração, e a pedalada, dos minutos que lhe deram enquanto reserva, acrescentou mais um momento de decisão com o penalti sofrido (o 2º da época) que resultou no segundo golo do jogo...

Montero a ser Montero: qualidade técnica do mais alto quilate, excelente no controlo da bola e nas combinações, excelente a assistir para 2 golos (2 passes para os golos de Rapha e de Bruno), mas vai no 4º jogo sem festejar por conta própria...

Bela estreia de Gudelj ao lado de Batta (outro imprescindível para o treinador, tal como Bruno, que dele não abdica um único minuto), em apenas 20 minutos conseguiu dar um cheirinho do craque prometido para o meio-campo, bem mais capaz de assumir a posição de segundo médio do que Acuña (entregou a bola no inicio do golo do Marítimo), um jogador raçudo, tacticamente rigoroso e abnegado, capaz de conduzir a bola e de fazer a ligação ao ataque, mas com pouca visão periférica e reduzida inteligência de jogo, cujas características aconselham a que seja preferencialmente utilizado na ala esquerda (como defesa, médio-ala, ou até terceiro médio)...

O Diaby também se estreou, aos 89 (na direita, com Bruno na esquerda e Wendel no apoio a Montero), mas não teve minutos suficientes para mostrar algo...

Os laterais não estiveram tão bem (Jeff pior que o estreante a titular Bruno Gaspar, um velocista impressionante, mas que se envolve menos no ataque que Risto) como os centrais (Coates e André Pinto entendem-se cada vez melhor), e o keeper Salin (5º jogo seguido a titular, a ganhar cada vez mais confiança, e a manter Renan, apontado a titular na Taça da Liga, no banco)...
Bruno a ser Brunão!

Bom jogo e boa vitória (3-1 na 1ª jornada do Grupo D da Taça da Liga) frente a um Marítimo que tem uma boa equipa e que entrou bem na época (5º na Liga a par do FCP)...

Bruno a ser outra vez Brunão, com 2 golos (podiam ter sido 3 ou 4), e uma grande exibição para “Homem do Jogo”...

Raphinha no lado direito a manter o nível, a concentração, e a pedalada, acrescentou o primeiro golo da conta pessoal e do jogo...

Jovane (finalmente em estreia a titular, no lado esquerdo) a manter o nível, a concentração, e a pedalada, dos minutos que lhe deram enquanto reserva, acrescentou mais um momento de decisão com o penalti sofrido (o 2º da época) que resultou no segundo golo do jogo...

Montero a ser Montero: qualidade técnica do mais alto quilate, excelente no controlo da bola e nas combinações, excelente a assistir para 2 golos (2 passes para os golos de Rapha e de Bruno), mas vai no 4º jogo sem festejar por conta própria...

Bela estreia de Gudelj ao lado de Batta (outro imprescindível para o treinador, tal como Bruno, que dele não abdica um único minuto), em apenas 20 minutos conseguiu dar um cheirinho do craque prometido para o meio-campo, bem mais capaz de assumir a posição de segundo médio do que Acuña (entregou a bola no inicio do golo do Marítimo), um jogador raçudo, tacticamente rigoroso e abnegado, capaz de conduzir a bola e de fazer a ligação ao ataque, mas com pouca visão periférica e reduzida inteligência de jogo, cujas características aconselham a que seja preferencialmente utilizado na ala esquerda (como defesa, médio-ala, ou até terceiro médio)...

O Diaby também se estreou, aos 89 (na direita, com Bruno na esquerda e Wendel no apoio a Montero), mas não teve minutos suficientes para mostrar algo...

Os laterais não estiveram tão bem (Jeff pior que o estreante a titular Bruno Gaspar, um velocista impressionante, mas que se envolve menos no ataque que Risto) como os centrais (Coates e André Pinto entendem-se cada vez melhor), e o keeper Salin (5º jogo seguido a titular, a ganhar cada vez mais confiança, e a manter Renan, apontado a titular na Taça da Liga, no banco)...
Que "Brunão" homem do jogo? É para rir só pode.

Raphinha de longe muito melhor, hoje.

E Jovane não foi nada de especial, muito trapalhão e desconcentrado com várias perdas de bola e jogadas inconsequentes...

Devemos ter visto jogos diferentes.
Anseio pelo dia em que o Sporting Clube de Portugal seja nosso outravez...
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Após entrada 'assassina', central do Marítimo pediu desculpa a Wendel e até trouxe a camisola
Lucas Áfrico foi a ao balneário do Sporting para falar com o médio, que ficou lesionado


Lucas Áfrico esteve em evidência no Sporting-Marítimo, ao receber um cartão vermelho direto nos descontos devido a uma entrada 'assassina' sobre Wendel, que ficou lesionado. Na zona mista de Alvalade, já depois do encontro - que os leões venceram por 3-1 -, o defesa brasileiro surgiu com a camisola do futebolista verde e branco.

"Foi um lance muito rápido. Fui ao balneário pedir desculpa ao Wendel e a toda a comissão, não foi intencional. Fica ao critério do árbitro mas a entrada foi dura. O Wendel está bem, com algumas dores mas está bem. Pedi desculpa, os lances acontecem", disse Áfrico.

Record

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Sporting CP 3-1 CS Marítimo: Samba de Raphinha dá ritmo ao leão
Por Vítor Miguel Gonçalves - 16/09/2018

Depois da derrota na última jornada da temporada passada, derrota essa que foi um dos principais catalizadores da crise de Maio passado em Alvalade e Alcochete, o Sporting CP voltava a medir forças com o CS Marítimo.

O encontro, para além de marcar a estreia da equipa de futebol sobre o “reinado” de Frederico Varandas, trazia também de regresso ao José de Alvalade um ex-jogador do clube: Danny. O médio português regressou esta temporada à “sua” Madeira e voltava também a pisar um estádio que bem conhece.

José Peseiro mexeu menos no seu onze do que aquilo que se esperaria; com Montero, Battaglia ou Salin a manter o seu lugar no onze e a adiar a estreia a titular dos três reforços: Renan, Gudelj e Diaby. Ainda assim, Bruno Gaspar e a (boa) surpresa Jovane Cabral começavam de início pela primeira vez com a camisola verde e branca.

Jogando no seu 4-2-3-1, e recorrendo ao seu meio campo habitual (com o trio composto por Batta, Bruno Fernandes e o agora central Acuña), Peseiro mostrava que queria mesmo renovar a conquista da Taça da Liga e dobrar as suas conquistas pessoais, após a conquistada em 2013 pelo SC Braga.

Já do lado insular, o Marítimo procurava a primeira vitória no reduto do leão desde 2013, quando a 10 de Fevereiro o sul-coreano Suk Hyun-Jun fez um golo solitário que deu três pontos aos madeirenses. Também em 4-2-3-1, com Danny no apoio a Rodrigo Pinho (que entrou para o lugar de João Tentúgal depois do português ter saído da ficha de jogo), o treinador Cláudio Braga vinha a Lisboa à procura de começar a Taça da Liga da melhor forma.

O jogo começou com Jovane e principalmente Raphinha a mexerem com o jogo leonino. Foi mesmo do extremo contratado ao Vitória SC que teve nos pés a primeira oportunidade de golo mas, logo na resposta, os insulares também assustaram a equipa da casa, mostrando que queriam entrar na disputa apesar do maior domínio do Sporting.

Depois do primeiro quarto de hora, o Marítimo conseguiu avançar as suas linhas e começar a criar jogo no seu meio-campo ofensivo, usando também alguns contra-ataques para chegar de forma célere à grande área adversária ultrapassando assim a fase inicial de pressão dos leões.

Esta subida territorial acabou por ser prejudicial para os visitantes; numa jogada pela zona central e após uma perda de bola insular, Montero descobriu Raphinha solto de marcação e o brasileiro conseguiu estrear-se a marcar pelos verde e brancos. O primeiro golo do Sporting estava feito e os adeptos suspiravam de alívio, uma vez que os leões tinham vindo a perder algum do gás inicial.

O golo acalmou a equipa de Peseiro e acabou por mexer com o psicológico dos visitantes, permitindo que Jovane Cabral voltasse a mexer com o jogo e a aparecer na partida, aplicando velocidade e até tentando de meia distância.

Até ao final da primeira parte, assistiu-se a um jogo controlado pelo Sporting, com mais posse de bola e com Coates a ficar a centímetros do 2-0.

O segundo tempo começou sem alterações de parte a parte, ainda que Luc Castaignos e Nemanja Gudelj tenham aproveitado o tempo de intervalo para realizarem exercícios leves de aquecimento.

Ao contrário do primeiro tempo, a etapa complementar começou com uma jogada de perigo insular; Salin repõe mal a bola após um pontapé de baliza e Jean Cléber, após cruzamento da direita de Correa, tenta surpreender o guardião francês com um toque subtil de calcanhar, mas Salin defende junto ao solo.

Pouco tempo depois, Rodrigo Pinho insere a bola na baliza leonina, em mais uma jogada em que a equipa do Sporting parecia adormecida. A jogada acaba por ser invalidada por Manuel Mota, árbitro da partida, mas tudo pareceu legal.

Ao 54′, e após uma grande penalidade conquistada pelo irreverente Jovane, Bruno Fernandes saiu da apatia em que se encontrava na partida e fez o segundo golo dos verde e brancos. Este golo acabou por ser um pouco contra a corrente do jogo mas onde se percebeu a importância que Jovane (e Raphinha) têm nesta equipa do Sporting. A velocidade e imprevisibilidade de ambos incutem no jogo torna-os em peças fulcrais no jogo ofensivo da equipa.

Seis minutos depois, e depois de novo adormecimento leonino, o Marítimo reduziu para 2-1. Jorge Correa, que já tinha assustado Salin minutos antes, aproveita um erro de Acuña para marcar e dar uma nova esperança aos madeirenses.

Contudo, a reação da equipa da casa foi instantânea. Após um lançamento longo de Salin, Montero luta entre os centrais adversários, combina com Bruno Fernandes e o capitão leonino bisa na partida.

Este segundo golo de Bruno Fernandes e terceiro dos leões não esmoreceu a equipa de Cláudio Braga, que continuou à procura da discussão do resultado. O meio campo do Sporting, com Bruno Fernandes e Battaglia já amarelados, tinha muito trabalho em conter Danny e Jean Cléber.

Notando esta quebra nos seus jogadores, Peseiro decidiu reforçar a zona centro do meio campo, colocando em campo Wendel e Gudelj e fazendo subir Bruno Fernandes para apoiar Fredy Montero. As substituições mudaram para melhor a exibição leonina, passando a controlar a zona intermédia e anulando aquela que era a grande força insular, o seu meio-campo.

Os últimos quinze minutos foram de controlo e posse de bola do Sporting, com poucas ocasiões de parte a parte e com um jogo bem menos bonito e apelativo do que o início de segunda parte nos trouxe. Já perto do final do encontro, Peseiro promoveu mais uma estreia com a entrada de Diaby, respondendo o treinador insular com a entrada de mais um avançado e a passagem táctica para um 4-4-2 com Ioannidis a fazer companhia a Tagueu no ataque.

Já nos descontos, o pior momento da partida; Wendel sofre uma agressão de Lucas Áfrico, com o central da equipa madeirense a pontapear o médio brasileiro no peito.

O final da partida chegou pouco depois e a vitória do Sporting acabou por se tornar confortável com a passagens dos minutos,  mas uma palavra para o bom esforço produzido pelo Marítimo, que nunca se conformou ou desistiu de procurar melhor sorte em Alvalade.

Onzes iniciais:

Sporting CP: Salin; Bruno Gaspar, Coates, André Pinto e Jefferson; Battaglia, Bruno Fernandes, Raphinha (Diaby, 88′) e Acuña (Gudelj, 70′) ; Jovane (Wendel, 70′) e Montero.

CS Marítimo: Charles; Bebeto, Zainadine, Áfrico e China; Correa, Fabrício (Ioannidis, 88′), Jean Cléber e Barrera (Edgar Costa, 64′); Danny e Rodrigo Pinho (Joel Tagueu, 64′).


Bola na Rede