Prospecção de Treinadores

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

 Malta, partilhem umas linhas sobre o nome que indicam. É que o tópico é sobre prospecção, convém partilhar informação, opinião e assim podermos fomentar o debate. É que apresentar nomes avulso é acabar por chegar ao ponto do outro tópico, que era somente um monte de nomes. Nada mais.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Luís Castro é só o melhor treinador do tugão.

Meteu o Rio Ave a jogar o melhor futebol do campeonato. Em Chaves conseguiu uma classificação honrosa e novamente a jogar à bola. Isto com meia dúzia de mecos. É claramente treinador para um grande, tendo em conta a forma como pensa o futebol e mete as suas equipas a jogar. Lê melhor o jogo a dormir que 90% dos treinadores do tugão.
"Queremos um Clube tão grande como os maiores da Europa"
Projecto pessoal sobre o Football Manager
 Malta, partilhem umas linhas sobre o nome que indicam. É que o tópico é sobre prospecção, convém partilhar informação, opinião e assim podermos fomentar o debate. É que apresentar nomes avulso é acabar por chegar ao ponto do outro tópico, que era somente um monte de nomes. Nada mais.
Partilhando o nome do Silas ou do Luís Castro não é preciso escrever grandes linhas sobre eles. Um deles é um treinador que já todos conhecemos e que tem implementado o mesmo estilo de jogo em todas as equipas. O outro é uma esperança dos treinadores. É daqueles gajos que dá curta amostra e discurso poderá (ou não) vir a dar alguma coisa no futebol. Eu tenho muita esperança no Silas e acho que poderia ser uma aposta muito interessante para um futuro presidente que queira renovar o futebol profissional do futebol.

Enviado do meu Redmi Note 5 através do Tapatalk

Silas- Discurso assertivo , ambicioso, sem desculpas bacocas. Tem plasticidade tática, já jogou com o Belenenses nos mais variados sistemas táticos. Nota se que trabalha bem a equipa durante a semana, é exigente com os seus jogadores. tem tudo para ser um treinador de equipa grande, tendo o plus de ser sportinguista .
Silas- Discurso assertivo , ambicioso, sem desculpas bacocas. Tem plasticidade tática, já jogou com o Belenenses nos mais variados sistemas táticos. Nota se que trabalha bem a equipa durante a semana, é exigente com os seus jogadores. tem tudo para ser um treinador de equipa grande, tendo o plus de ser sportinguista .

O discurso do Silas no Belenenses faz-me lembrar o discurso do Jorge Jesus no Belenenses.
Silas- Discurso assertivo , ambicioso, sem desculpas bacocas. Tem plasticidade tática, já jogou com o Belenenses nos mais variados sistemas táticos. Nota se que trabalha bem a equipa durante a semana, é exigente com os seus jogadores. tem tudo para ser um treinador de equipa grande, tendo o plus de ser sportinguista .

O discurso do Silas no Belenenses faz-me lembrar o discurso do Jorge Jesus no Belenenses.

Se for o Benedito o presidente, acho que encaixa no perfil traçado por ele.
A turbulência era grande mas não contratar na altura o Luís Castro parece-me um erro enorme. Mais que provas dadas.

O único senão parece-me muitas vezes o discurso que me soa um pouco amorfo. Não sei se é gajo para bater na mesa e também meter os jogadores a trabalhar no duro através de voz de comando.

De resto, seria gajo para ao primeiro resultado menos positivo, levar com insultos por ser tripeiro e afins.
Eu gosto bastante do Silas, notasse que tem ideias de um treinador que pode ir longe na carreira e não joga como equipa pequena quando enfrenta um grande. E mais extraordinário é estar a faze-lo no Belem que é uma casa completamente a arder neste momento.

Quero analisar mais esta época para entender as suas ideias melhor, mas por enquanto estou a gostar.

"Para mim , o Sporting é como uma mulher que se ama logo à primeira vista. Um homem pode conhecer várias mulheres , mas há sempre ‘aquela’, a especial. Independentemente de ficarmos com ela ou não, lembramo-nos dela para sempre!" - Ivone De Franceschi
O Luís Castro e o Miguel Cardoso deveriam ter sido os nomes considerados, muito antes de se pensar no Peseiro.
Find what you love and let it kill you.
Eu estou a gostar do trabalho do Silas, sem dúvidas treinador a seguir com atenção.
E o Sporting é o nosso Grande Amor!!! Mas não o do Varandas!!!
Só espero que o Varandas não se lembre de trazer o Jesus.
O treinador do Benfica B tem mostrado qualidade. Devíamos ter um semelhante na equipa sub-23 em vez de apostar em velhos conhecidos.
Find what you love and let it kill you.
É o Lage ? Já se sabia há anos que tinha qualidade.
E que era lampião doente.


Enviado do meu iPhone usando o Tapatalk
Portugueses há sempre os "clássicos". Debaixo do nível Paulo Fonseca, Jorge Jesus, Leonardo Jardim e Marco Silva (caríssimos, indisponíveis ou com qualidades morais dúbidas), o Vítor Pereira, André Villas-Boas e Paulo Sousa são treinadores reputados. Os dois primeiros já foram campeões em Portugal na última década, o terceiro implementou um bom futebol na Fiorentina numa difícil Serie A e sem um plantel de luxo.

Depois, ainda nos portugueses, há treinadores emergentes que já começam a saber lidar com a pressão de treinar para ganhar. O Abel, no Braga. O Pedro Martins, no Olympiacos. E o Miguel Cardoso, em Nantes.

Depois há os estrangeiros. Gosto muito do Berizzo, que foi adjunto do Bielsa e, enquanto treinador principal, tem tido bons resultados onde quer que tem passado, tirando no Sevilla onde teve graves problemas de saúde que não devem ter ajudado a manter o foco no jogo. O Aurelio Andreazzoli tem muitos anos como adjunto na Roma, a trabalhar com Spaletti e Rudi Garcia em particular, e está num bom projecto com o Empoli, que subiu de divisão ganhando a Serie B. E depois vejo o Quique Setién com algum interesse, parece-me um treinador relativamente ambicioso e que tem feito um bom trabalho no Betis embora não seja fã incondicional daquela táctica de 3 centrais.

Um pouco mais abaixo, coloco o Gio van Bronckhorst, que trabalhou com o Koeman e Rutten e que, quando assumiu o posto de treinador no Feyenoord, foi campeão na segunda época (nada fácil!).

PS - O Silas e o Luís Castro parecem-me um tiro no escuro. Nunca passaram por um clube que quer ser campeão, nem sequer por um clube que tem obrigações de se apurar para as competições europeias, como um Braga ou Guimarães. Precisam de passar por esses níveis antes de subirem a um grande clube, caso contrário acontece-lhes o mesmo que aconteceu ao Paulo Fonseca quando passou do Paços para o Porto.
Portugueses há sempre os "clássicos". Debaixo do nível Paulo Fonseca, Jorge Jesus, Leonardo Jardim e Marco Silva (caríssimos, indisponíveis ou com qualidades morais dúbidas), o Vítor Pereira, André Villas-Boas e Paulo Sousa são treinadores reputados. Os dois primeiros já foram campeões em Portugal na última década, o terceiro implementou um bom futebol na Fiorentina numa difícil Serie A e sem um plantel de luxo.

Depois, ainda nos portugueses, há treinadores emergentes que já começam a saber lidar com a pressão de treinar para ganhar. O Abel, no Braga. O Pedro Martins, no Olympiacos. E o Miguel Cardoso, em Nantes.

Depois há os estrangeiros. Gosto muito do Berizzo, que foi adjunto do Bielsa e, enquanto treinador principal, tem tido bons resultados onde quer que tem passado, tirando no Sevilla onde teve graves problemas de saúde que não devem ter ajudado a manter o foco no jogo. O Aurelio Andreazzoli tem muitos anos como adjunto na Roma, a trabalhar com Spaletti e Rudi Garcia em particular, e está num bom projecto com o Empoli, que subiu de divisão ganhando a Serie B. E depois vejo o Quique Setién com algum interesse, parece-me um treinador relativamente ambicioso e que tem feito um bom trabalho no Betis embora não seja fã incondicional daquela táctica de 3 centrais.

Um pouco mais abaixo, coloco o Gio van Bronckhorst, que trabalhou com o Koeman e Rutten e que, quando assumiu o posto de treinador no Feyenoord, foi campeão na segunda época (nada fácil!).

PS - O Silas e o Luís Castro parecem-me um tiro no escuro. Nunca passaram por um clube que quer ser campeão, nem sequer por um clube que tem obrigações de se apurar para as competições europeias, como um Braga ou Guimarães. Precisam de passar por esses níveis antes de subirem a um grande clube, caso contrário acontece-lhes o mesmo que aconteceu ao Paulo Fonseca quando passou do Paços para o Porto.

O facto interessante é esse mesmo. Alguém motivado para construir carreira e que não se aburguesou perante conquistas dúbias.

O resto dos treinadores que falaste fizeram o mesmo percurso noutros clubes para chegarem ao patamar que chegaram.
Portugueses há sempre os "clássicos". Debaixo do nível Paulo Fonseca, Jorge Jesus, Leonardo Jardim e Marco Silva (caríssimos, indisponíveis ou com qualidades morais dúbidas), o Vítor Pereira, André Villas-Boas e Paulo Sousa são treinadores reputados. Os dois primeiros já foram campeões em Portugal na última década, o terceiro implementou um bom futebol na Fiorentina numa difícil Serie A e sem um plantel de luxo.

Depois, ainda nos portugueses, há treinadores emergentes que já começam a saber lidar com a pressão de treinar para ganhar. O Abel, no Braga. O Pedro Martins, no Olympiacos. E o Miguel Cardoso, em Nantes.

Depois há os estrangeiros. Gosto muito do Berizzo, que foi adjunto do Bielsa e, enquanto treinador principal, tem tido bons resultados onde quer que tem passado, tirando no Sevilla onde teve graves problemas de saúde que não devem ter ajudado a manter o foco no jogo. O Aurelio Andreazzoli tem muitos anos como adjunto na Roma, a trabalhar com Spaletti e Rudi Garcia em particular, e está num bom projecto com o Empoli, que subiu de divisão ganhando a Serie B. E depois vejo o Quique Setién com algum interesse, parece-me um treinador relativamente ambicioso e que tem feito um bom trabalho no Betis embora não seja fã incondicional daquela táctica de 3 centrais.

Um pouco mais abaixo, coloco o Gio van Bronckhorst, que trabalhou com o Koeman e Rutten e que, quando assumiu o posto de treinador no Feyenoord, foi campeão na segunda época (nada fácil!).

PS - O Silas e o Luís Castro parecem-me um tiro no escuro. Nunca passaram por um clube que quer ser campeão, nem sequer por um clube que tem obrigações de se apurar para as competições europeias, como um Braga ou Guimarães. Precisam de passar por esses níveis antes de subirem a um grande clube, caso contrário acontece-lhes o mesmo que aconteceu ao Paulo Fonseca quando passou do Paços para o Porto.

O facto interessante é esse mesmo. Alguém motivado para construir carreira e que não se aburguesou perante conquistas dúbias.

O resto dos treinadores que falaste fizeram o mesmo percurso noutros clubes para chegarem ao patamar que chegaram.

Certo, é verdade, mas acho que é mais fácil a um treinador vingar depois de passar (como treinador, como adjunto) num clube onde há pressão para se vencer, onde se gerem egos complicados, etc.

Ao Paulo Fonseca por exemplo a passagem pelo Braga fez muitíssimo bem. Não estava preparado para a subida de degrau competitivo de Paços para o Porto. Para conseguires impor-te num clube grande convém apareceres já com algum estatuto, se não apareces das duas uma, ou tens uma personalidade fortíssimo tipo um Sarri desta vida, ou então se fores um tipo normal que gosta de futebol e de falar de futebol como o Fonseca ou como o Silas hoje, és comido vivo.

PS - Mesmo o Jesus, ter ido para o Benfica com "élan" depois da passagem pelo Braga em vez de ir directamente do Belém para lá, ajudou muito a implementar as suas ideias e ter uma voz forte.

Para mim o Peseiro fazia a próxima época e tenho de dizer, acho que ou ia buscar o Vítor Pereira de quem gosto muito tacticamente e que tem uma voz forte e já "peso" junto dos jogadores, ou ia buscar o Abel numa aposta a 2/3 anos ou ia buscar o Berizzo. Claramente um destes 3 ou o Andreazzoli ou Setién em último recurso caso nenhum dos primeiros fosse possível.

Talvez o Silas possa ir para o Braga substituir o Abel, têm tido esse olho clínico para ir buscar bons treinadores, formá-los, dar-lhes ambição de vitória e conquista de títulos e levá-los até um grande (Jardim, Jesus...)
« Última modificação: Setembro 11, 2018, 19:38 pm por Ehrmantraut »
Portugueses há sempre os "clássicos". Debaixo do nível Paulo Fonseca, Jorge Jesus, Leonardo Jardim e Marco Silva (caríssimos, indisponíveis ou com qualidades morais dúbidas), o Vítor Pereira, André Villas-Boas e Paulo Sousa são treinadores reputados. Os dois primeiros já foram campeões em Portugal na última década, o terceiro implementou um bom futebol na Fiorentina numa difícil Serie A e sem um plantel de luxo.

Depois, ainda nos portugueses, há treinadores emergentes que já começam a saber lidar com a pressão de treinar para ganhar. O Abel, no Braga. O Pedro Martins, no Olympiacos. E o Miguel Cardoso, em Nantes.

Depois há os estrangeiros. Gosto muito do Berizzo, que foi adjunto do Bielsa e, enquanto treinador principal, tem tido bons resultados onde quer que tem passado, tirando no Sevilla onde teve graves problemas de saúde que não devem ter ajudado a manter o foco no jogo. O Aurelio Andreazzoli tem muitos anos como adjunto na Roma, a trabalhar com Spaletti e Rudi Garcia em particular, e está num bom projecto com o Empoli, que subiu de divisão ganhando a Serie B. E depois vejo o Quique Setién com algum interesse, parece-me um treinador relativamente ambicioso e que tem feito um bom trabalho no Betis embora não seja fã incondicional daquela táctica de 3 centrais.

Um pouco mais abaixo, coloco o Gio van Bronckhorst, que trabalhou com o Koeman e Rutten e que, quando assumiu o posto de treinador no Feyenoord, foi campeão na segunda época (nada fácil!).

PS - O Silas e o Luís Castro parecem-me um tiro no escuro. Nunca passaram por um clube que quer ser campeão, nem sequer por um clube que tem obrigações de se apurar para as competições europeias, como um Braga ou Guimarães. Precisam de passar por esses níveis antes de subirem a um grande clube, caso contrário acontece-lhes o mesmo que aconteceu ao Paulo Fonseca quando passou do Paços para o Porto.

O facto interessante é esse mesmo. Alguém motivado para construir carreira e que não se aburguesou perante conquistas dúbias.

O resto dos treinadores que falaste fizeram o mesmo percurso noutros clubes para chegarem ao patamar que chegaram.

Certo, é verdade, mas acho que é mais fácil a um treinador vingar depois de passar (como treinador, como adjunto) num clube onde há pressão para se vencer, onde se gerem egos complicados, etc.

Ao Paulo Fonseca por exemplo a passagem pelo Braga fez muitíssimo bem. Não estava preparado para a subida de degrau competitivo de Paços para o Porto. Para conseguires impor-te num clube grande convém apareceres já com algum estatuto, se não apareces das duas uma, ou tens uma personalidade fortíssimo tipo um Sarri desta vida, ou então se fores um tipo normal que gosta de futebol e de falar de futebol como o Fonseca ou como o Silas hoje, és comido vivo.

PS - Mesmo o Jesus, ter ido para o Benfica com "élan" depois da passagem pelo Braga em vez de ir directamente do Belém para lá, ajudou muito a implementar as suas ideias e ter uma voz forte.

Para mim o Peseiro fazia a próxima época e tenho de dizer, acho que ou ia buscar o Vítor Pereira de quem gosto muito tacticamente e que tem uma voz forte e já "peso" junto dos jogadores, ou ia buscar o Abel numa aposta a 2/3 anos ou ia buscar o Berizzo. Claramente um destes 3. Talvez o Silas possa ir para o Belém substituir o Abel, têm tido esse olho clínico para ir buscar bons treinadores, formá-los e levá-los até um grande (Jardim, Jesus...)

Não estava preparado era para jogar no FC Porco com Licá, Carlos Eduardo, Tiago Rodrigues, Josué e por aí fora. Um plantel fraquissímo, sem a qualidade mínima que os planteis do Porco costumam a ter.

O amigo do Vieira, vulgo jj, mal chegou ao panelas, tinha jogadores como Aimar, Di Maria, Cardozo, Saviola, Coentrão, Javi Garcia, David Luiz, Maxi e por aí fora. Um treinador sem omeletes, não faz ovos e não consegue transmitir a sua qualidade de jogo.

Peseiro não irá fazer  pior que o amigo do Vieira fez na última época e o problema é mesmo esse. Continuas com posições deficitárias.
Portugueses há sempre os "clássicos". Debaixo do nível Paulo Fonseca, Jorge Jesus, Leonardo Jardim e Marco Silva (caríssimos, indisponíveis ou com qualidades morais dúbidas), o Vítor Pereira, André Villas-Boas e Paulo Sousa são treinadores reputados. Os dois primeiros já foram campeões em Portugal na última década, o terceiro implementou um bom futebol na Fiorentina numa difícil Serie A e sem um plantel de luxo.

Depois, ainda nos portugueses, há treinadores emergentes que já começam a saber lidar com a pressão de treinar para ganhar. O Abel, no Braga. O Pedro Martins, no Olympiacos. E o Miguel Cardoso, em Nantes.

Depois há os estrangeiros. Gosto muito do Berizzo, que foi adjunto do Bielsa e, enquanto treinador principal, tem tido bons resultados onde quer que tem passado, tirando no Sevilla onde teve graves problemas de saúde que não devem ter ajudado a manter o foco no jogo. O Aurelio Andreazzoli tem muitos anos como adjunto na Roma, a trabalhar com Spaletti e Rudi Garcia em particular, e está num bom projecto com o Empoli, que subiu de divisão ganhando a Serie B. E depois vejo o Quique Setién com algum interesse, parece-me um treinador relativamente ambicioso e que tem feito um bom trabalho no Betis embora não seja fã incondicional daquela táctica de 3 centrais.

Um pouco mais abaixo, coloco o Gio van Bronckhorst, que trabalhou com o Koeman e Rutten e que, quando assumiu o posto de treinador no Feyenoord, foi campeão na segunda época (nada fácil!).

PS - O Silas e o Luís Castro parecem-me um tiro no escuro. Nunca passaram por um clube que quer ser campeão, nem sequer por um clube que tem obrigações de se apurar para as competições europeias, como um Braga ou Guimarães. Precisam de passar por esses níveis antes de subirem a um grande clube, caso contrário acontece-lhes o mesmo que aconteceu ao Paulo Fonseca quando passou do Paços para o Porto.

O facto interessante é esse mesmo. Alguém motivado para construir carreira e que não se aburguesou perante conquistas dúbias.

O resto dos treinadores que falaste fizeram o mesmo percurso noutros clubes para chegarem ao patamar que chegaram.

Certo, é verdade, mas acho que é mais fácil a um treinador vingar depois de passar (como treinador, como adjunto) num clube onde há pressão para se vencer, onde se gerem egos complicados, etc.

Ao Paulo Fonseca por exemplo a passagem pelo Braga fez muitíssimo bem. Não estava preparado para a subida de degrau competitivo de Paços para o Porto. Para conseguires impor-te num clube grande convém apareceres já com algum estatuto, se não apareces das duas uma, ou tens uma personalidade fortíssimo tipo um Sarri desta vida, ou então se fores um tipo normal que gosta de futebol e de falar de futebol como o Fonseca ou como o Silas hoje, és comido vivo.

PS - Mesmo o Jesus, ter ido para o Benfica com "élan" depois da passagem pelo Braga em vez de ir directamente do Belém para lá, ajudou muito a implementar as suas ideias e ter uma voz forte.

Para mim o Peseiro fazia a próxima época e tenho de dizer, acho que ou ia buscar o Vítor Pereira de quem gosto muito tacticamente e que tem uma voz forte e já "peso" junto dos jogadores, ou ia buscar o Abel numa aposta a 2/3 anos ou ia buscar o Berizzo. Claramente um destes 3. Talvez o Silas possa ir para o Belém substituir o Abel, têm tido esse olho clínico para ir buscar bons treinadores, formá-los e levá-los até um grande (Jardim, Jesus...)

Não estava preparado era para jogar no FC Porco com Licá, Carlos Eduardo, Tiago Rodrigues, Josué e por aí fora. Um plantel fraquissímo, sem a qualidade mínima que os planteis do Porco costumam a ter.

O amigo do Vieira, vulgo jj, mal chegou ao panelas, tinha jogadores como Aimar, Di Maria, Cardozo, Saviola, Coentrão, Javi Garcia, David Luiz, Maxi e por aí fora. Um treinador sem omeletes, não faz ovos e não consegue transmitir a sua qualidade de jogo.

Peseiro não irá fazer  pior que o amigo do Vieira fez na última época e o problema é mesmo esse. Continuas com posições deficitárias.

E para exigir um plantel suficiente para cumprir os objectivos! Ele próprio assumiu que não estava preparado e que parte do problema passou por aí, em entrevistas recentes.

Para mim Peseiro é treinador de transição, para suceder ia tentar estes por ordem de preferência: Vítor Pereira, Berizzo, Abel, Andreazzoli, Setién, Pedro Martins, Gio van Bronckhorst, Miguel Cardoso.
E para exigir um plantel suficiente para cumprir os objectivos! Ele próprio assumiu que não estava preparado e que parte do problema passou por aí, em entrevistas recentes.

Para mim Peseiro é treinador de transição, para suceder ia tentar estes por ordem de preferência: Vítor Pereira, Berizzo, Abel, Andreazzoli, Setién, Pedro Martins, Gio van Bronckhorst, Miguel Cardoso.

Em que é que o Pedro Martins é melhor do que o Miguel Cardoso? O Guimarães dele era paupérrimo.
Find what you love and let it kill you.
E para exigir um plantel suficiente para cumprir os objectivos! Ele próprio assumiu que não estava preparado e que parte do problema passou por aí, em entrevistas recentes.

Para mim Peseiro é treinador de transição, para suceder ia tentar estes por ordem de preferência: Vítor Pereira, Berizzo, Abel, Andreazzoli, Setién, Pedro Martins, Gio van Bronckhorst, Miguel Cardoso.

Em que é que o Pedro Martins é melhor do que o Miguel Cardoso? O Guimarães dele era paupérrimo.

O Marítimo era bom. Tirando a última época, tem feito boa temporadas recorrentemente. Está num clube onde joga competições europeias e onde tem de montar uma equipa para ganhar todas as semanas. E no fim da época deve ter um título de campeão. Grego, é certo, mas um título de campeão.

De qualquer forma, para mim qualquer uma dessas 8 opções seria interessante, tendo um bom plantel para trabalhar.

Ps - Gosto do Miguel Cardoso ofensivamente, mas levou algumas goleadas e é um treinador que sofre demasiados golos... tem de corrigir o modelo mas também é natural, só está na segunda temporada como treinador principal.